História Desarmados Ao Amor (Lutteo, Gastina e Simbar) - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Mistério, Simbar
Exibições 429
Palavras 4.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ZENTIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
QUE SAUDADES DE VOCÊS *-*

DESCULPEM, TA?
SÉRIO!
MIL DESCULPAS PELA DEMORA '-'
É QUE EU TIVE UMA SEMANA CHEIA DE TESTES E POR CAUSA DISSO TIVE MUITO EM QUE PENSAR, O QUE GEROU UM BLOQUEIO CRIATIVO '-'
MAS................
EU VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII :D
PARA VOS RECOMPENSAR, TRAGO-VOS UM CAPITULO BEM QUENTE...
E O MAIOR CAPITULO QUE JÁ ESCREVI KKKKKK

4572 PALAVRAS! '-'
BOA LEITURAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA <333333333

JÁ AGORA!
TIVE PREGUIÇA DE REVER '-'
SOU DESSAS :)
DESCULPEM PELOS ERROS :)
BOA LEITURA :)
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Capítulo 42 - Uma Noite Inesquecível 3


Fanfic / Fanfiction Desarmados Ao Amor (Lutteo, Gastina e Simbar) - Capítulo 42 - Uma Noite Inesquecível 3

● ● ● ● ● ● ●

Simón: Bom Dia. – O moreno sussurrou em meu ouvido, dando o leve beijo em meu pescoço de seguida

Ámbar: Bom dia. – Eu falei com a voz sonolenta enquanto me virava para ficar cara-a-cara com Simón

Simón: Dormiu bem? – Ele perguntou com um tom de voz sonolento, mas isso só o deixava mais fofo

Ámbar: Humhun.

O moreno sorriu involuntariamente.

Ámbar: Que foi? – Eu perguntei sorrindo

Simón: Nada. Só estava me lembrando de algumas coisas.

Ámbar: Espero que esteja se referindo a noite passada. – Eu sorri maliciosa

Simón: Tem como pensar noutra coisa?

Sorri enquanto passava as mãos pelos fios de meu cabelo loiro.

Levei meus lábios até a boca do moreno, e voltei a sentir a maciez dos mesmos.

Simón: E como ficamos agora? – Simón disse de forma hesitada enquanto separávamos nossos lábios.

Ámbar: Porquê essa hesitação?

Simón: Não sei a sua resposta é boa ou má. Tenho medo de levar um fora. – Ele se “confessou”

Ámbar: Acha que depois da noite de ontem eu vou te rejeitar?

Ele acenou a cabeça positivamente de forma leve, enquanto abaixava a cabeça.

Ámbar: Porque acha isso? – Eu pus meu dedo indicador em seu queixo, levantando o mesmo

Simón: Você sempre me rejeitou.

Eu abaixei o olhar de forma triste. Eu sei que isso é verdade, e isso me magoa. Eu nunca deveria tê-lo rejeitado, e nunca deveria ter cedido a chantagem do Spark.

Voltei a encarar Simón. Acariciei sua pele delicadamente e disse:

Ámbar: Eu sei que fui estupida. Muito mesmo. Mas espero que isso não estrague as coisas entre nós. Eu realmente te amo, Simón. Você não imagina o quanto.

Ele sorriu, me fazendo rasgar ainda mais a pele de meu rosto.

Simón: Também te amo.

Mais uma vez selamos nossos lábios. Senti minha pele se arrepiar por completo com seu toque quente em mim. Meu coração estava acelerado, e eu estava amando aquele momento.

***

Simón estava sobre mim, o moreno depositava beijos molhados em meu pescoço, e passava sua mão por minha coxa. Mas seu celular interrompeu o momento.

Simón: Desculpa. – Ele tirou a boca de meu pescoço, e pegou o celular com uma cara chateada, porem, depois de olhar a tela, sua cara mudou de expressão. – Errr….Eu preciso atender essa chamada. Desculpa.

Simón se levantou da cama nervoso, e literalmente saiu do quarto para atender uma simples chamada. Franzi minha sobrancelha e me perguntei mentalmente o porquê dele ter feito aquilo. É uma simples chamada, tem necessidade para tanto?

Me levantei da cama suavemente, não queria fazer barulho nenhum, mas quando estava caminhando até a porta, senti meu celular que estava na mesa de cabeira, apitar. Rapidamente fui até ele e o peguei, me deparando com a seguinte mensagem:

“Não sabia que você era tão Bad Girl ao ponto de me desobedecer. Mas ok…Eu também posso ser um Bad Boy. Espero que se lembre, que a vingança é um prato que se serve frio.

De: Spark”

Suspirei pesadamente, e logo a seguir Simón voltou a entrar no quarto.

Simón: Tudo bem? – Ele perguntou em um tom de voz diferente…Um tom de voz meio frio…

Ámbar: S-Sim… - Respondi nervosa.

Simón: Errr…Aconteceu um imprevisto, e eu vou ter de ir. Diga ao Mariano que chego mais tarde, por favor.

Ámbar: Que aconteceu? – Eu perguntei curiosa

Simón: Coisas… - Ele falou nervoso e apresado

Ámbar: T-Ta. – Eu hesitei. Ele estava estranho.

POV LUNA

Com a cabeça encostada ao vidro do carro, revirei meus olhos para olhar Matteo conduzindo. Expressões sérias e bocas caladas. As coisas ainda estavam bem confusas em nossas cabeças, ta ok, eu não gostava da Daniela…Mas ser assassinada pelo Spark? Ninguém merece. Pelo menos, não nas mãos daquele maníaco.

Luna: Voltou a pensar no assunto? – Disse. Começando talvez a nossa primeira conversa hoje

Matteo: Para ser franco, acabei tendo insónia. – Voltei a descansar minha cabeça no virdro, olhando em frente e consumindo a paisagem. - Algo não bate certo, e minha cabeça esta dando voltas e voltas, tentando achar uma explicação lógica.

Luna: “O lógico é o ilógico”. – Retornei a olha-lo enquanto pronuncia cada palavra. – Se lembra?

Matteo riu nasalmente, dizendo de seguida:

Matteo: Tem como esquecer? Uma das primeiras cartas do Spark.

Luna: O que essa frase significa? – Eu desabafei em voz alta

Matteo: Acho que ele esta apenas afirmando que tudo o que faz é ilógico. Algo completamente desfigurado e sem ponta por onde começar, e muito menos acabar. – Ele suspirou

O olhei mais uns segundos antes de voltar a encostar minha cabeça no vidro.

***

Ámbar: O que é isso? – Ela perguntou ao ver Mariano em pé, pousar um celular na mesa com uma cara séria

Mariano: Parece que temos alguns suspeitos. – Ele falou algo que me deixou em pulgas, porem ele continuou com o semblante sério.

Gastón: Isso é ótimo! – Perida sorriu alegre com a notícia

Mariano: Nem tanto… - Ele murmurou revirando os olhos

Gastón: Porquê não? – Perguntou confuso. E acho que todos estavamos iguais a ele

Mariano soltou um longo suspiro antes de ligar o celular em cima da mesa, e de seguida virar a lista de contactos para nós.

Mariano: Luna, Matteo. Porque vocês estão na lista de contactos de Daniela Zenon? E melhor, porque Matteo está como “Ursinho” e Luna como “Vaca ladra de namorados”? – Ok…Isso explica o seu semblante sério

Luna e Matteo: Errr….. – Nem eu, nem Matteo, conseguimos ser francos naquele exato momento, porem a expressão nada feliz e contente de Mariano, me fez mudar de ideias.

Luna: É…É uma longa história.

Mariano: Eu, Ámbar, Nina e Gastón, temos tempo. – Ele pousou o celular na mesa,

Luna: E… - Fui cortada por Matteo

Matteo: Daniela e eu namoramos há uns tempos. – Ele falou meio constrangido. – Eu terminei com ela, e me mudei para Buenos Aires. Eu e Luna começamos a namorar, e entretanto, ela volta. – Todos o escutavam atentos. – Ela estava sem casa e ficou vivendo comigo e Luna. E a partir daí… - Ele foi cortado por Mariano

Mariano: A partir daí é pessoal. E acho que todos já entendemos o que se passou, entre o triângulozinho.

Eu e Matteo sorrimos fraco.

Mariano: Isto estava nas coisas de Daniela. Foi a policia que encontrou, e foi a policia que viu os vossos nomes. E…Eu realmente lamento dizer isso…A partir de hoje, vocês são suspeitos.

Luna e Matteo: O quê? – Eu e ele gritamos surpresos

Mariano: Desculpem. Mas eu nem tive como opinar contra, foi a policia que descobriu e assim que viram os nomes de vocês dois, especialmente o apelido da Luna, eles deixaram-vos como suspeitos.

Luna: Mas isso não é justo!

Mariano: Nada é justo nesta vida, Luna. E eles estão desesperados. O povo está desesperado. Há um culpado nesta história, e eles precisam de um nome. Eles estão dispostos a culpar qualquer um, desde que isso acalme a população. Infelizmente, as coisas funcionam assim. Mas relaxem, vocês são apenas suspeitos, porem precisam passar bem no interrogatório.

Matteo: Interrogatório?

Mariano: Os suspeitos precisam ser interrogados, Matteo.

Eu e Matteo suspiramos pesadamente, revirando nossas caras e nos olhando. Por favor, alguém me diga que isto não está acontecendo.

***

Luna: Não. – Eu respondi a pergunta feita pela policia do interrogatório

Policia: E a quanto tempo vocês se conheciam? – A policial começou a bater com a ponta dos dedos na mesa. Cada toque fazia meu corpo tremer, e todo meu sistema nervoso ficar completamente descontrolado. Eu realmente estava precisando sair dali para apanhar ar.

Luna: Já lhe respondi á isso umas 3 vezes.

Policia: Só quero ter a certeza. – Ela parou os batucos na mesa lentamente.

Nossa, costumo ser assim tão chata, também?

Luna: Já disse e volto a repetir: Só conheci a Daniela quando ela se mudou para casa do Matteo.

Policia: E como era a vossa relação?

Permaneci em silêncio. Esta é aquela pergunta à qual eu tenho medo de responder. Acho que a resposta “Sabe, era muito má. As vezes eu queria pegar em minha pistola e acertar um tiro na cara dela.” Não seria muito boa…

Luna: Não era propriamente boa. Mas eu não a matei!

A policia que me fazia o interrogatório me olhou desconfiada. Nossa, odeio esse olhar.

POV MATTEO

Matteo: Sim. Exatamente isso. – Eu ainda estava sendo interrogado.

Policia: E quando a viu pela ultima vez?

Matteo: Um dia antes dela aparecer morta. À noite, em minha casa.

Policia: Vocês foram dormir…E no dia seguinte ela aparece morta?

Matteo: As coisas não foram bem assim…

Policia: Então, me conte. – Ele sorriu sínico. – Eu tenho tempo de sobra. – O policial se sentou na cadeira a minha frente, e me olhou nos olhos. A sua expressão séria estava me pondo nervoso. Eu tinha o pressentimento que iria vacilar em qualquer parte da conversa.

Matteo: Nós…Acabamos de conversar…Eu saí para ir dar uma volta e a deixei sozinha em casa. Voltei tarde, e por isso quando cheguei em casa outra vez, fui direto para a cama.

O policia franziu a sobrancelha, e eu pude sentir um frio na barriga por ter acabado de mentir. Porque eu fiz isso?

O vi apontar algo em seu caderno, ainda franzindo a sobrancelha. O facto dele poder estar pensando algo de errado à cerca de mim, me deixa nervosíssimo.

Enquanto escrevia, revirou os olhos para me olhar, e com toda a tensão acabei revirando a cabeça, numa  tentativa falha de me acalmar ou fazer ele parar de me olhar de um jeito reprovador.

POV ÁMBAR

Eu e o resto da equipe estamos na cede, à espera que Valente e Balsano voltem. E a verdade é que estamos todos muito nervosos, e o facto de Simón ainda não ter chegado, não ajuda.

“Por falar no diabo” – Pensei eu ao ouvir batidas na porta, que depois se revelaram ser de Simón

Simón: Desculpe o atraso.

Mariano: Que foi desta vez? Trânsito? – Ele falou sarcástico

Simón se viu completamente atrapalhado para responder à questão. Ele começou a coçar a nuca enquanto pensava em uma boa resposta para dar, e eu realmente me senti obrigada a salva-lo.

Ámbar: Nós estamos namorando. – Eu falei em um tom mais alto para conseguir ser ouvido no meio dos “Errr….” Que ele fazia.

Simón arregalou os olhos enquanto parou de coçar a nuca em um movimento provavelmente automático.

Mariano, Nina e Gastón: Quê? – Eles falaram em um tom surpreso.

Agora que penso melhor, nem sei porque disse aquilo! Foi algo automático, eu queria tirar Simón daquele problema por ter chegado atrasado…E acabei dizendo mais do que devia. Mas ao menos, desviei as atenções daquele assunto.

Ámbar: N…Nós estamos namorando. – Eu sorri tentando me acalmar

Mariano: Está todo mundo namorando agora? – Ele brincou

Todos demos uma risada nasal. Mas eu ainda estava nervosa.

Nina: Bem…Parabéns.

Gastón: Sim. Parabéns.

Eu e Simón apenas conseguíamos sorrir, e eu notava que ele estava bem mais nervoso e sem jeito que eu. Mas não o censuro, afinal, eu o apanhei de surpresa com esta revelação.

Mariano: Parabéns.

Ficou um grande silêncio na sala. Um silêncio que me fez pensar “O que eu fui fazer?”

Simón: Bem…Eu não esperava que as coisas fossem anunciadas deste jeito, mas, visto que foi assim. – Ele sorriu e me olhou, me fazendo retribuir. – Obrigada. – Álvarez veio até mim, e pós seu braço à volta de minha cintura

Ámbar: Só faltam vocês os dois. – Disse me referindo á Nina e Gastón, que rapidamente ruborizaram e evitaram se olhar por timidez, o que fez eu Simón e Mariano cairmos na gargalhada.

O amor realmente nos faz tontos.

Algumas Horas Depois:

Luna e Matteo: Parabéns. – Luna e Matteo que tinham saído do interrogatório há algum tempo agora estão connosco na cede, e neste momento estão reagindo à noticia de eu e Simón estarmos juntos.

Luna: Eu sempre soube.

Ámbar: Hahaha.

Nina: Como correu o interrogatório?

Luna e Matteo se olharam, e falaram atrapalhados:

Luna e Matteo: B…Bem…

Gastón: Não precisam ficar nervosos. Todos sabem que é impossível vocês terem feito algo à Daniela. Isto é tudo um simples mal entendido.

Depois Do Trabalho

POV NINA

Meu olhar sobre a janela estava frequente, bastava ouvir um simples vento batendo contra a janela para me levantar do sofá em um pulo, ou sentir meu peito arfar violentamente. Isso estava me deixando louca. Nunca pensei que algo me afetasse tanto, ao ponto de me fazer por o 112 como marcação rápida no celular, e me fazer andar sempre com o mesmo de um lado para o outro. Sem falhas!

Eu batucava meus dedos no braço direito do sofá enquanto olhava em redor e tentava me mentalizar que nada iria acontecer! Mas quanto mais eu pensava isso, mas sentia um desejo de sair correndo ou chamar algum padre para vir fazer desexorcismo em minha casa.

Fui até a cozinha para tentar me entreter com algo.

Com minha mão suada, peguei um copo de vidro, tentando limpar de minha mente as lembranças recentes que tive com esse material. Enchi o copo com água, e apreciei o sabor da água fria descer por minha garganta. Eu agarrava a taça de cristal fortemente, como se fosse a ultima coisa que iria segurar antes de morrer…Bem…Quem sabe, né. Acho que a qualquer momento a energia pode ser cortada, e assim que retomar eu posso me deparar com um palhaço com olhos vermelhos e um sorriso doente. Acho isso bem possível.

Olhei em volta, prestava atenção em cada movimento. Nossa, até onde essa paranoia vai?

Pousei o copo, e apertei com força a bancada de mármore. Contorci os dedos, respirei fundo, pensei em algo bom…Gastón. Sei que vai parecer um pensamento estupido, mas perante toda essa confusão com o Spark e talz ele realmente tem me conseguido acalmar. Mesmo eu não lhe tendo contado o que aconteceu naquela noite, ele me ajuda bastante, e me dá pequenos conselhos como se soubesse pelo que estou a passar, ou como se soubesse o que eu vivi naquela noite.

Meus lábios estavam secos e tratei de os secar passando a língua neles. Acabei mordendo o lábio inferior, uma tentativa bem sucedida de conseguir me acalmar minimamente. Larguei aquela pedra mármore e fui até ao banheiro. Assim que entrei na divisão, acendi a luz e fui lentamente até a pia. Tirei os óculos, e passei minha cara por água. Tinha esperanças que aquela substância química cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, me refrescassem os pensamentos. E adivinha só? Resultou.

(…)

Andei até a sala, eu me sentia mais calma e mais segura, não vai acontecer nada. Não vai.

Estava prestes a me sentar no sofá, quando ouvi a campainha tocar. Levantei um de meus ombros por conta do arrepio que percorreu meu corpo, e senti minhas pernas fraquejarem…Pensa positivo Nina.

Alonguei a cabeça enquanto contorcia os dedos e inspirava profundamente. Fui até a porta, e não vou mentir, hesitei em abrir abri-la, meu consciente as vezes consegue ser muito chato. Mas decidi que ia parar de medos bobos, e abri a porta. Olhei em frente…Nada…Não tava lá ninguém…

Automaticamente pensei: “Deve ter sido daqueles trotes que os adolescentes fazem de andar tocando nas campainhas e sair correndo.” Isso fazia bastante sentido, mas mesmo assim não conseguia acreditar completamente nisso. Algo em mim…Estava precentindo algo…Algo ruim…

Meti a cabeça para fora da porta e olhei para todas as direções possíveis, mas as ruas estavam desertas e noturnas. “Para de paranoias Nina. Foi só um trote!” – Pensei. Dei um passo para trás, e senti meu pé chutar algo, foi nesse momento que meu corpo vibrou estremecendo. Olhei para baixo lentamente, e me deparei com uma caixa média, cor castanha, e aparentemente nova. Fechei a porta pegando na caixa, e fui até o sofá, me sentei, e usei meus globos oculares para ver a caixa, e minhas mãos para dar leves toques nela.

Fui rodando a caixa, e quando a virei para baixo vi um cartão, daqueles que se compram nas lojas para mandar para alguém. O retirei receosa, e li:

“De: Spark

Para: Nininha”

Senti aquele arrepio desgraçado subindo pela minha espinha, e meu coração estava começando a acelerar. Mas eu não tinha outra opção, não é mesmo? Abri a caixa, e a única coisa que consegui fazer quando vi o seu interior e o que continha, foi levar minha mão à boca enquanto arregalava os olhos. Um brinquedo de Voodoo, com seus tecidos velhos e gastos, pareciam ter sido levemente queimados, haviam alguns cortes na barriga do boneco e por eles dava para ver o algodão no seu interior. Os olhos eram botões, no lado esquerdo era um botão cinza, e do lado direito um botão preto. Haviam salpicos de sangue pelo corpo do boneco, e o pior, é que era sangue verdadeiro! O sorriso na boca do bonequinho era uma linha de sangue com curvas nas pontas, formando assim um sorriso…Um sorriso doente. Por ultimo, haviam agulhas afiadas e com algum sangue espetadas no corpo do brinquedinho de Voodoo.

Retirei a mão da boca, e tentei manter a calma, peguei o ursinho o retirando da caixa. Me controlei para não chorar. Olhei o boneco de Voodoo e o rodei. Nas suas costas havia uma longa linha marcada por um corte, como o corte era profundo, o algodão saia pelo mesmo. Havia uma carta lá dentro. Engoli minha saliva seca, antes de pegar na carta e a abrir.

“Nem todo brinquedo é infantil. Quando você vai descobrir que não fui eu?

De: Spark”

Meu cérebro deu um nó, e senti ele se formar um ?

Reli e reli aquela carta milhares de vezes, tentando achar sentindo naquilo…Mas não havia…

Voltei a depositar tudo na caixa, eu não queria ter aquelas coisas em minhas mãos.

Nervosa e desorientada, fui até meu quarto para guardar a caixa. Sim, guardar. Porque eu não vejo um único motivo para deitar um presente do Spark fora!

Assim que entrei em meu quarto, guardei a caixa em um sitio protegido, um sitio que ninguém iria se dar ao trabalho de ir ver, foi quando ouvi um barulho vindo do banheiro. Senti minhas mãos ficarem frias, e um arrepio voltar a percorrer meu corpo. Andei em passos lentos até ao banheiro, assim que lá cheguei, liguei a luz hesitante e receosa, e me deparei com a seguinte mensagem escrita no espelho:

“Boa noite. Eu ainda estarei aqui quando você tiver dormindo profundamente. Ou eternamente…

Spark”

Me segurei para não chorar, ou gritar. Meu coração começou a palpitar, e eu já não sabia o que fazer. Em um ato de desespero peguei o celular, e em vez de ligar para o 112, liguei para alguém que eu sei que me pode ajudar…

Assim que ouvi o som da campainha sorri, pela primeira vez naquela noite estiquei os músculos da minha cara para sorrir. Corri até a porta, e a abri, assim que vi aquele loiro à minha frente, não tive outra reação sem ser me jogar em seus braços, onde fui muito bem acolhida. Afundei minha cabeça em seu ombro, e me segurava para não chorar. Chorar de medo, felicidade, nervos…Chorar sem motivo…Mas eu queria chorar…

A sua mão acariciava meus cabelos, e logo desceu para minha cintura, me senti realmente protegida.

Nina: Obrigada por estar aqui. – Eu sussurrei virando minha cara, falando com a boca encostada a curva de seu pescoço.

Ele separou o abraço para me olhar, o loiro pós uma mecha de meu cabelo atrás da orelha e permaneceu me olhando.

Gastón: Eu estou sempre aqui, Nina.

Ele sorriu carinhoso, e em instantes senti meu corpo ficar ainda mais quente, juntamente com meu coração que batia com uma palpitação absurda. Por momentos, pensei em verificar minha pulsação, mas seria meio estupido ficar com os dedos no pulso durante 60 segundos à frente de Gastón.

Não tive outra opção sem ser contar tudo o que aconteceu ao Gastón, ou pelo menos, uma parte do que aconteceu. Achei melhor não lhe contar tudo. Ele me acolheu em seus braços milhares de vezes, nesses momentos eu me senti realmente segura. Com ele, sei que ninguém me vai puder fazer mal.

Gastón: Se acalma, Nina. Ta tudo bem, agora. Eu estou aqui e não vou te abandonar. – Ele pegou minha mão, e acariciou a mesma, de seguida usando seu polegar macio para limpar algumas lágrimas que eu tinha deixado cair

Sorri e ele retribuiu…Me derreti com seu sorriso, sem dúvida seu sorriso perfeito é uma das minhas fraquezas.

Nina: Eu estou melhor agora, Perida. Não precisa se incomodar. Obrigada por ter vindo, mas não lhe quero roubar mais tempo, você devia estar em sua casa dormindo agora.

Gastón: Nem pense que eu vou te deixar aqui sozinha! Nina, eu não quero que você corra nenhum tipo de risco! Vou ficar com você esta noite.

Assim que ele falou isso, arregalei meus olhos, e senti minha pele se arrepiar. Eu nunca o quis tanto como agora, mas não sou capaz de concordar com o que ele disse. Na minha mente, ele ir embora é a opção mais racional.

Nina: N…Não. Gastón, foi muito simpático da sua parte você ter vindo aqui. Mas não precisa se incomodar e gastar tempo comigo. Pode ir. Sério. – Não vá…

Gastón: Nina, eu não vou. – Ele apertou minha mão com mais força. – Por favor, me deixa ficar, aqui. Eu quero estar ao seu lado. – Ele falou de um jeito terno e doce

Olhei no fundo de seus olhos, e por muito que meu consciente quisesse que eu dissesse “Não” meu coração gritava por um sim. E…O coração nunca mente…

Nina: Ta. – Falei e o vi esboçar um grande sorriso. – Pode ficar.

Eram 3 da manhã, eu tinha acordado e não estava conseguindo voltar a adormecer, por isso, achei melhor ir a cozinha beber um copo com água.

(…)

Posei o copo na bancada, e alonguei a cabeça. Saí da cozinha e caminhei até ao meu quarto, mas assim que estava prestes a sair da sala choquei com alguém. Automaticamente gritei. Como as luzes estavam apagadas eu não conseguia ver quem era, e estava com medo de ser aquele doente mental.

Gastón: Calma, Nina! Sou só eu. – Ele acendeu a luz

Eu estava ofegando com o susto, e fiquei ainda mais ao vê-lo apenas de cueca. Imediatamente meu rosto ruborizou e eu esqueci a função de meus pulmões.

Gastón: Tudo bem, Nina?

Nina: S…Sim… - Desviei o olhar de seu abdominal…Ou pelo menos, tentei…

Gastón: Eu ouvi passos e achei melhor vir ver o que se passava. Desculpa por ter te assustado.

Nina: Não faz mal. – Eu sorri nervosa

Ficamos em silêncio, a única coisa que falava eram nosso olhares. Eu olhava seu corpo e ele o meu, já que eu estava somente de sutiã e calcinha.

Constrangedor…

Ele acariciou minha cara, e eu fui chegando os olhos. Senti os seus lábios em minha bochecha, deixando o local quente. Eu não recuei nem disse ou fiz nada que mostrasse que eu não queria, porque a verdade é que eu queria. E muito.

Ele começou a distribuir beijos suaves e delicados por meu pescoço, enquanto suas mãos desciam cuidadosamente até minha cintura. Eu levei minhas mãos até seu pescoço, fiquei mexendo em seu cabelo com a mão direita, enquanto com a esquerda acariciava seu pescoço.

Suas mãos começaram mexendo gentilmente em minha cintura, ele foi fazendo passava suas mãos por ela de forma delicada e lenta. Isso juntamente com os beijos no pescoço, estava me levando à loucura.

Seus lábios se separaram de meu pescoço, porem ainda ficaram perto do mesmo, pois eu podia sentir sua respiração contra ele. Nós dois mexemos nossas cabeças, e nos olhamos intensamente. Enquanto nos olhávamos com um silêncio profundo como “música de fundo” eu tirei minha mão direita de seu cabelo, e passei o polegar pelo canto de seus lábios. Nós aproximamos nossos rostos, encostamos nossas testas, e eu retirei meu polegar de sua boca. Nos olhamos de um jeito frenético antes de colidirmos com nossas bocas de um jeito suave porem esfomeado.

O beijo começou suave e lento, porem, em questões de segundos era um beijo intenso, ardente e carregado de amor. Se eu pudesse pedir alguma coisa, pediria para o tempo parar, para poder tê-lo nos meus braços para sempre.

Ele retribuía com o mesmo sentimento ao beijo. Eu nunca me tinha sentido tão viva, as sensações que um simples beijo me transmitiam eram demasiado mágicas. Meu coração estava cada vez mais descompassado, mas não. Eu não vou medir a minha pulsação, ta?

Nossas línguas quentes roçavam uma na outra, minhas mãos estavam em seu pescoço, e as suas em minha cintura. Ele pegou minha coxa e a pós a altura de sua cintura, quando o ar se fez necessário, Gastón separou nossas bocas e desceu leves beijos desde minha boca até o vão de meus seios. Ele endireitou nossos corpos, e eu entrelacei minhas pernas em volta de sua cintura. Voltei a beija-lo, minhas mãos quentes estavam em suas bochechas. Ele fez caminho até meu quarto, e me deitou sobre a cama. Gastón distribuiu beijos por todo meu pescoço, parando para morder meu lóbulo. Ambos estavamos com a respiração quente, e com um desejo incontrolável. Eu realmente não sei onde está minha sanidade, mas nem quero saber.

Ele retirou meu sutiã, e rapidamente começou a chupar meu seio direito. Sua língua percorria cada local, e sua boquinha chupava com delicadeza, o que sem dúvidas me deixava louca, completamente excitada.

Gastón: Você é perfeita. – Ele falou separando a boca de meu seio direito e começando a acaricia-lo. Sua voz estava rouca de desejo. – Demasiado. – Ele completou.

 

 

 

Desci beijos por todo seu abdómen, e passei minha língua por seus mamilos duros, os chupando. Minha intimidade estava completamente molhada, e o seu membro completamente duro.

 

 

 

 

Gastón retirou minha calcinha, e começou a acariciar lentamente meu clitóris. Eu soltei alguns gemidos, e acredita em mim, eles só aumentaram quando Perida meteu sua língua em meu sexo e começou a massaja-lo com sua língua ágil e habilidosa.

Ele voltou para minha boca, beijou meus lábios de uma forma esfomeada, devorou minha boca.

Eu baixei sua cueca e abocanhei seu membro, o chupando com vontade e prazer. Gastón gemia fortemente, o que me dava ainda mais vontade de chupar seu membro duro que nem pedra. Passei minha língua por todo seu pénis, ouvindo gemidos como uma resposta positiva.

Voltei a subir para sua boca, nossos sabores colidiram mais uma vez. Eu senti meu sabor em sua boca, e ele o seu em minha boca.

(…)

Senti o membro de Perida em minha entrada, os movimentos começaram lentos, e rapidamente passaram a um vai e vem com grande ritmo e prazer.

Ambos gemíamos descontroladamente, e eu simplesmente delirava ao ouvir o som dos gemidos do loiro misturados com o som da penetração.

Em 30 anos de vida, eu nunca senti tanto prazer! O que o Gastón me fazia sentir era algo inexplicável. Algo completamente louco. Mas eu amo isso.

 

Gastón estava completamente louco também, isso era algo fácil de perceber pelos gemidos que ele fazia. Eu sentia uma onda quente de calor invadindo meu corpo, eu conseguia sentir o desejo pulsar em meu clitóris.

Rostos suados, cabelos húmidos, lábios rosados, bochechas ruborizadas e deitados na cama em conchinha.

Sem sombra de dúvidas, eu amo Gastón, e sem sombra de dúvidas…Esta foi uma noite inesquecível.


Notas Finais


( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)

Hoje decidi encher as notas finais de ( ͡° ͜ʖ ͡°) memo KKKKKK

Aea? Gostaram? ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Espero que sim kkkkkkk
Sei que a primeira parte do cap ficou muito chata e provavelmente até mal escrita '-' Sla...
Mas....Acho que essa ultima parte ficou melhor ( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)


COMENTEM O QUE ACHARAM DO CAP ;)
COMENTEM O QUE ACHARAM DA MINHA VOLTA KKKKKK

BESOS 😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘
#GASTINA


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