História Descendentes (Interativa) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Descendentes
Tags Bal, Descendentes, Descendentes (interativa), Interativa, Larry, Ziall
Exibições 34
Palavras 2.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


REPOSTAGEM DO CAPÍTULO, PORQUE AQUELE TINHA ALGUNS ERROS GROTESCOS KKKKK, MAS JÁ AJEITEI.

Oieee como vocês tão em? Bem? Tomara que sim :) :) Vamos bater um papinho, o que vocês acharam desse ultimo episodio de The Walking Dead? Eu achei além de terrivelmente nojento muito fote, mas o que fazer né o Negan é um babaca... Saindo do assunto The Walking Deas virou jogos mortais e indo para a fanfic mesmo me desculpem se esse capítulo ficou meio confuso, mas esse era o objetivo kkkk, bom... Pelo menos a história começou e eu juro que apartir do próximo capítulo mais personagens vão aparecer :) :)
Era isso mesmo kkkk. Eu não sei que horas vocês estão lendo isso, mas eu estou postando a noite então bom soninho a todos, sonhem com as doninhas!

Capítulo 6 - Lucas I ( Repostagem do capítulo)


   A festa havia acabado em um desastre e Cassie estava se sentindo muito culpada por tudo o que aconteceu, já que Cody foi defender ela, A garota estava em seu quarto somente olhando para a parede, enquanto Cody, Sully e Ethan estavam ainda nos jardins do palácio digerindo o que havia acontecido ali à alguns minutos e Audrey estava sentada em uma cadeira preocupada em saber o que havia atingido Cassie que não queria falar com absolutamente ninguém.

   — Chad eu vou lá, e se aquilo tiver machucado ela. — Disse Audrey se levantando da cadeira rapidamente.

   — Tudo bem, eu vou com você.

   — Não querido fique, meus pais, seus pais, Mulan, Lonnie, Evie e Alice ainda estão aqui, melhor você ficar.

   Audrey foi até o quarto de Cassie que estava com a porta trancada.

   — Cassie querida abra, por favor.

   — Não consigo mãe. — Cassie diz assustando Audrey.

   — Porque não? — Pergunta Audrey assustada.

   — Eu me deitei e não consigo mais voltar para a cadeira.

   — Oh um minuto. — Audrey pegou algumas chaves que haviam em sua bolsa e abriu a porta do quarto de Cassie.

   — A senhora tem a chave do meu quarto? Eu não sabia.

   — É eu tenho… Gosto de vir aqui a noite. — Disse Audrey sentando ao lado de Cassie. — Você está bem? Eu chamei seus médicos para verem se está tudo bem dentro de você.

   — Não precisava eu estou bem. 

   — Não quero que você fique com dor ou qualquer outra coisa, você caiu da sua cadeira e isso pode ter machucado alguma coisa em você, sem falar do… Aquilo fez algo com você?

   — Não, eu estou bem. — Disse Cassie olhando diretamente para sua mãe.

   — Tem certeza?

   — Sim...

   — Não está sentindo nada mesmo.

   — POR FAVOR PARA EU JÁ DISSE QUE ESTOU BEM. — Disse Cassie com raiva e sem paciência.

   — Cassie?! — Falou Audrey repreendendo a garota.

   — Desculpa, não queria gritar. (Cassie virá a cabeça para o lado oposto do da mãe com vergonha) — Ela nunca havia falado assim com Audrey na vida dela.

   — Eu já vou… Seus amigos ainda estão lá em baixo. (Ela se levanta da cama de Cassie) — Audrey fala magoada, porque Cassie nunca tinha gritado com ela antes.

   — Fica mãe… (Ela pega na mão de Audrey que estava começando a andar para porta.) — Cassie dá um gemido de dor quando tem de fazer o esforço de se mexer em cima da cama e pegar na mão da mãe.
   
   — Cassie, você está com dor não é? Onde está doendo?

   — Meu braço e minha cabeça.

  — — — — — S2 — — — — —
Na limousine de Ben e Mal
   
   — Porque você está defendendo tanto a Audrey, Ben? — Diz Mal olhando furiosa para Ben.

   — Eu entendo ela Mal… Você também deveria. (Ben pega na mão de Mal) 

   — Entende como Ben? Me explica, se a culpa foi toda da Audrey.

   — Mãe, a culpa não é de ninguém, por favor parem de brigar! Foi só uma mal entendido, eu falei uma coisa de um jeito e o Cody entendeu de outra e foi só defender a irmã e do mesmo jeito o Lucas foi me defender, e acabou virando aquela discussão e eu só me descontrolei um pouco, então se é para culpar alguém a culpa é minha por ter assustado a Audrey, mas mesmo assim tudo foi só um mal entendido, vocês não precisam brigar por isso. — Debora diz aquilo quase chorando, porque além dela odiar brigas ela odeia ver os pais brigando, o que não acontece com frequência.

   — Tudo bem… (Mal puxa a garota para mais perto) A culpa não é sua. Deve ser minha, deveria ter me controlado e tentado entender aquilo antes de quase bater em Audrey, mas ela também acabou com minha paciência! — Mal falou mais uma vez a filha.

   Lucas viu aquela cena acontecer e ficou mais tranquilo, pois achava que tudo voltaria ao normal daquela vez, mas quando ele percebeu que lembrou do que estava fazendo alí a raiva, a angústia e o desespero tomaram conta dele e tudo mais uma vez ficou azul e ele acordou naquela maca com doutor R olhando para ele.

   — Você fracassou de novo rapaz! O que acha que está fazendo? Deixar sua família feliz não é o que você tem de fazer, você sabe muito bem da sua missão, além do mais nossa energia está acabando, você não pode se dar ao luxo de estragar mais uma vez com a sua realidade. Veja só o que você fez. (O homem de cabelos brancos aponta para uma tela gigantesca na frente de Lucas.)
 
   (Na tela)
     Audrey ainda estava em seu quarto deitada, já eram dez da manhã e a única coisa que ela havia feito foi ter tomado um remédio para dor de cabeça. Chad tentava parecer forte, mas no fundo queria simplesmente não existir. O enterro de Cassie era naquele mesmo dia ao meio dia, o castelo estava em um                                          silêncio que nunca se havia ouvido lá antes, os empregados trabalhavam em silêncio, aqueles que estavam trabalhando naquele dia, pois havia sido declarado luto ao reino. O único barulho que era escutado eram os animais no quintal do palácio.

   —  Audrey está na hora. — Falou Chad com um tom de voz frio e triste que machucava Audrey ainda mais.

   Depois que Chad saiu do quarto Audrey se levantou da cama e ela estava abalada, pois sabia que Cassie havia morrido, mas parecia que a ficha dela ainda não tinha caído. Ela tomou banho e se vestiu, seu banho demorou a terminar, pois ela ficava pensando no que estava acontecendo com ela, a cabeça de Audrey estava confusa e para falar a verdade ela não sabia o que estava acontecendo, pois ela não havia chorado, nem mesmo expresado qualquer sentimento durante toda a noite, ela só pensava em Cassie com preocupação como se ela ainda estivesse viva naquele hospital, Audrey ainda tinha esperanças internas e bem escondidas de que Cassie ainda estava naquela cama de hospital, lendo os livros que Audrey nunca entendeu qual era a graça. Ela lembra da última vez que Cassie tentou falar sobre aqueles livros com ela, Cassie já estava no hospital. 

    ~FlashBack On~

   Cassie estava em sua cama na UTI do hospital lendo quando Audrey entrou no quarto em silêncio e depois sentou próxima a filha.

    — Oi meu bebê, você está melhor?

    — Um pouco mãe, a dor melhorou um pouquinho. — Disse Cassie com sua voz fraca e rouca.

    — Que bom, e o que você está fazendo agora? 

    — Só estava lendo um pouco.

    —  Lendo o que? — Pergunta Audrey tentando ver o título do livro que estava nas mão de Cassie.

    — É o livro A estranha mente de Henry O’Connel.

    — E do que se trata?

    — É um garoto que imagina uma garota e depois ele bate a cabeça e imagina mais um cachorro e um garoto e tipo é muito engraçado, porque só ele vê esse pessoal e às vezes ele fala sozinho na rua e as pessoas acham que ele é louco, tipo ele é mesmo louco. — Fala Cassie ‘’rindo’’ (Tentando rir)  a cada duas palavras. — Eu já li esse livro uma vez e daqui a alguns meses o livro dois saí, eu quero muito ler.

    — Claro… Ãhn e qual é a história do livro?

    — É que ele tem um monte de problemas na escola e os pais dele estão se separando, aí a história gira em torno dele tentando entender o que está acontecendo com a mente dele e também dele tentando… — Cassie soltou um gemido de dor alto…

   (Mudança de cena na tela.)
   
   Audrey estava dentro do quarto de Cassie sentada na cama que pertencia a garota, ela estava tentando a mais de uma hora começar a guardar as coisas da garota, mas não conseguia, pois aquele quarto era a única coisa que matinha Cassie viva.
   O quarto ainda estava do mesmo modo em que Cassie havia o deixado, com todas as suas roupas organizadas no guarda-roupa, suas fotos em cima da mesa, junto com os seus computadores e jóias. As fotos, roupas, perfumes e todo aquele quarto faziam Audrey sentir mais uma vez o cheiro da garota e lembrar da voz dela e por segundos faziam ela esquecer que nunca mais ouviria realmente a voz dela, pegaria nela e que nunca mais poderia sentir aquele cheiro que ela tanto amava.
   Ter de tirar tudo de Cassie de dentro do quarto era uma coisa que ela não queria fazer, mesmo já fazendo uma semana e Audrey não conseguia.

   (Chad entra no quarto).  
   
   — Audrey?

   — Eu não consigo Chad. É impossível, não dá. — Disse Audrey com os olhos vermelhos. — Eu não consigo me desfazer das coisas dela.

   — Ei… Não chora. Vem cá. — Chad diz sentando ao lado de Audrey, ele disse aquilo, mas a vontade dele era de começar a chorar também. — Vem eu te ajudo.

   — Chad, eu não consigo tirar as coisas do quarto da minha filha.

   — Audrey… A Cassie não está na escola ou na casa de um amigo, ela não vai voltar na hora do jantar, nem mesmo para o natal. Isso deixou de ser um quarto Audrey e virou um museu, mas nós não estamos guardando a memória dela, nós estamos vivendo no passado. Audrey, nossa vida não acabou quando Cassie morreu.

   — A minha acabou, e foi enterrada junto com ela. — Audrey estava chorando, era a primeira vez desde a morte de Cassie. — EU NÃO CONSIGO CHAD! Ela era uma parte de mim que eu acho que não podia ser tirada, eu fiz de tudo para manter meu bebezinho vivo e eu estraguei tudo com aquela maldita festa, tudo é culpa da Mal, TUDO. Desde o dia que ela chegou em Auradon eu sabia que não ia dar certo, mas Ben aquele idiota que acha que os vilões mudam, mas acho que ele esquece que eles sempre serão os vilões. E sabe a partir de agora até que cada vilão esteja na ilha de novo todas as relações comerciais com Auradon estão cortadas.

   Três dias após o decreto ter sido baixado oficialmente a assembleia dos Estados Unidos de Auradon havia se reunido para discutir o futuro dos vilões em Auradon, e para o azar de Ben todos estavam contra ele.

   — Nós estavamos permitindo isso, mas quando uma herdeira é assassinada mostra que isso passou dos limites. — Disse o. Principe Encantado (Da Branca de Neve.)

   — Vocês não acham que nós já sofremos demais nas mãos deles? — Falou Aurora que também estava muito abalada pela morte de Cassie. — Todos nós aqui já fomos envenenados, enfeitiçados, amaldiçoados, caçados, perseguidos, enganados e feitos de empregados por eles, e agora nós vamos deixar que isso se repita com os nossos filhos e netos?

   Todos na sala prestavam muita atenção no que ela dizia.

   — Eu não vou deixar que nenhum vilão acabe com tudo isso que nós demoramos anos para construir, e eu espero que vocês também não deixem. — Aurora tinha terminado a sua parte do discurso.

   — Bom… — Uma voz alta e grossa falou, era Zeus. — Espero que o rei de Auradon seja imparcial e leve todos as nossas opiniões a sério. E minha opnião é que esses vilões ocasionaram a morte de uma herdeira ao trono de um dos maiores reinos dessa união, então eles têm de ser punidos como manda a lei, ou seja, tem de ser presos novamente e sem chance de saída.

   — Nunca fui a favor de libertar vilões e nunca vou ser, além que nesse caso está mais que provado que o decreto do rei Ben foi errôneo, inconcebível e acima de tudo muito inconsequente. — Disse Tritão. 

   Tritão foi o último a falar, então a votação começaria em poucos instantes e provavelmente duraria mais de três horas, pois seriam ouvidos mais de 256 representantes de todos os reinos.
   Como o esperado a votação demorou bastante e para Ben as coisas não estavam fáceis, pois como 255 já haviam votado e somente 20 haviam votado contra a prisão dos vilões ele não tinha mais escolhas, pois mesmo tendo o poder de acabar com aquela votação e simplesmente esquecer que ela existiu, ele não podia fazer isso, pois no dia de sua coroação ele jurou fazer somente o melhor para Auradon e respeitar as decisões dos outros reinos envolvidos, claro além do tratado entre todos eles que tornava proibido a sobreposição de um rei sobre os outros e que a pena poderia ser a perda de sua coroa.
   Ben estava em uma encruzilhada, onde ele deveria escolher entre ser pai, marido e amigo ou em ser rei e cumpridor da lei, se ele escolhesse o lado dos vilões ele destruiria tudo o que seus pais demoraram anos para construir e provavelmente entraria para a história como a vergonha de Auradon, mas se escolhesse ser um rei justo e cupridor de sua palavra, sua família e amigos nunca mais falariam com ele. Ben sabia das consequências de cada palavra que ele falaria em seguida, mas ele respirou fundo e falou na frente de todos os representantes e reis de todos os reino e de frente para sua família e amigos a sua decisão.

   — Eu sou pai, marido e rei, as vezes tenho de tomar decisões que muitos julgam erradas para o bem da minha família, mas no dia em que fui coroado rei prometi fazer somente o melhor para Auradon e sempre respeitar a opinião da maioria, então meu voto é sim, eles tem de ser levados novamente para a ilha, todos eles. — Ben se virou e desceu do palanque.

   — A decisão foi tomada, por 236 votos foi decidido que todos os vilões e seus descendentes têm de ser mandados para a ilha novamente, sem exceção, agora eles são criminosos e tem de ser tratados como tais. Em nome da realeza dos Estados Unidos de Auradon e com o poder investido a mim por todos os reis e rainhas eu declaro esse decreto mais uma vez válido. — Disse o primeiro ministro dos Estados Unidos de Auradon.

   (Imagem terminada)

   — Foi isso que você fez. Você terá de voltar lá e consertar isso. — Falou o Dr. R.

   — Isso não faz sentido, Cassie não era herdeira. — Falou Lucas ainda preso na maca com vários fios em seu corpo.

   — No dia em que a menina Cassie morreu Cody fugiu e disse que não queria mais o reino, assim deixando a falecida menina como herdeira.

   — O que eu tenho de fazer? Por favor só me diz isso. — Pediu Lucas.

   — Lucas se eu soubesse o que você tem de fazer você acha que eu estaria te mandando a quinta vez para lá? Você tem de fazer algo que impeça essa guerra, mas você tem que descobrir o que fazer sozinho. — Disse o velho homem olhando para a gigante tela preta em sua parede. — Mas agora você sabe que a garota não pode morrer, pelo menos não pela mão de nenhuma pessoa que veio da ilha...

   — Ei… O que acontece se sua energia acabar?

   — Não tem mais como voltar e isso tudo vai acabar desse jeito. Você volta de novo amanhã. — Falou Dr. R tirando alguns cabos de Lucas. — Você é o único que pode voltar garoto, lembre disso. Você é o único que pode mudar aquilo. (Ele aponta para a janela.)

   Onde costumava ser verde agora estava cinza e onde havia árvores e animais apenas havia um grande deserto de velhos galhos queimados pelo sol escaldante que agora estava por cima do que costumava ser Auradon.

   — Não me chama de garoto, eu já tenho 25 anos!

   — Olha garoto, eu te chamo do que eu quiser. — Disse o homem desligando a máquina que prendia Lucas.

   Lucas olhou uma vez para o homem e saiu do laboratório meio improvisado em um dos maiores quartos do que era a escola de Auradon, mas que já estava caindo aos pedaços.

   Onde havia alunos, risadas e cor tinham virado apenas restos de roupas que haviam sido deixadas lá quando todos tiveram de fugir da escola às pressas e os armários que costumavam ser azuis felizes estavam enferrujados, os grandes gramados do campo de tourney já não existiam mais, o que provava a existência dele alí eram restos de arquibancadas. Todas as vezes que Lucas olhava para aquilo ele lembrava de como era feliz ali e aquilo o deixava triste, mas também o dava esperança, porque ele sabia que tinha a chance de mudar todo aquele cenário e transforma lo mais uma vez na escola onde ele era tão feliz.



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