História Descongelando - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Visualizações 85
Palavras 2.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem de mais um capítulo desta estória.
Boa leitura.

Capítulo 3 - Más notícias


Fanfic / Fanfiction Descongelando - Capítulo 3 - Más notícias

            Dois meses se passaram desde aqueles dia, continuei a treinar para quando o Kakaroto chegasse eu ter a minha vingança. A Bulma estava cada vez mais ocupada com os seus projectos, por causa disso o idiota do namorado mal aparecia para a ver, e quando aparecia, eles discutiam bastante, pelo menos era isso que os seus Ki’s diziam. Durante esses meses os Namekes partiram para o planeta deles. Era de manhã, eu e a Bulma tomávamos o pequeno almoço enquanto o verme do Yamcha nos observava com o Ki totalmente alterado pela raiva. Levantei-me rapidamente ao sentir um Ki familiar, não consegui acreditar, o idiota também deve ter sentido, pois veio até nós.

            _ O que se passa Vegeta? Está pálido.

            _ Este Ki. Eu já volto.

            Sai dali a voar em direção aquele Ki, a meio do caminho vi que o Picolo, Krillin e o Gohan, também estavam atrás do mesmo. Chegamos perto e eu pousei, eles queriam continuar a voar para lá, mas eu simplesmente não deixei, baixamos os nossos Kis e seguimos a pé. Pouco depois vejo o Yamcha a chegar com a Bulma no colo. “Como é que aquele imbecil a trás para aqui?”. Estava bastante irritado com aquela situação. Quando chegamos ao local, vi o que mais temia, até ali estava a espera que não fosse real, estava a espera de me ter enganado. O Freeza estava a nossa frente, ele tinha muitas parte metálicas, o Kakaroto tinha feito muitos estragos, mas porque é que não o matou? Poucos instantes depois de ali chegarmos um rapaz apareceu, e matou o Freeza com uma grande facilidade. Ele era um Saiyan, um Super Saiyan, aquele cabelo loiro e os olhos azuis esverdeados, não dava para enganar, sem mencionar o enorme poder que ele emanava. Senti um pouco de raiva, por mais um ter conseguido aquela proeza e eu o príncipe dos Saiyans ainda não ter conseguido, mas também me senti feliz por ele, foi uma estranha sensação. Pouco depois o Goku apareceu, o rapaz pediu para falar com ele a sós, eles ficaram um pouco a conversar longe de nós. Não sei o porquê mas em algum momento da conversa eles olharam para mim e depois para a Bulma. Aquilo deixou-me a pensar, mas logo esqueci quando eles se aproximaram de nós.

            _ Bom dia a todos. Eu venho do futuro para vos alertar para algo que irá acontecer daqui a três anos. Peço-vos que se preparem para uma dura batalha.

            _ E que batalha será essa? – Perguntei aproximando-me dos dois.

            _ Daqui a três anos surgiram uns andróides, muito fortes. Eles são seres impiedosos, querem causar o terror e dizimar toda a humanidade por pura diversão. Eu tenho lutados contra eles no futuro, mas infelizmente já estou sozinho nessa jornada. Todos já morreram no futuro. O Goku com uma doença de coração, e todos os outros morreram em batalha.

            _ Temos que nos preparar para essa batalha. Espero que nos ajudes Vegeta. – O Kakaroto pediu.

            _ Eu ajudo, para te enfrentar depois. – Disse com o meu típico sorriso de canto e arrogância.

            _ Combinado! – Ele é tão alegre que irrita.

            O rapaz partiu na sua maquina do tempo, e nós voltamos para casa. O idiota com a cicatriz levou a Bulma ao colo. Quando lá chegamos entrei na nave e parti para o espaço, sem dizer nada. passadas umas horas estava num planeta deserto com uma gravidade imensa, era pesado demais para mim, mas não ia sair dali até estar confortável com aquela gravidade, ela era capaz de ser cem vezes superior à gravidade da Terra. Comecei a treinar ali, dar socos e chutos no ar, mas com os movimentos bem mais lentos. Treinei dia e noite, durante uma semana. Mesmo com tanta distancia, aquela miúda não saía da minha cabeça. Como ela fazia aquilo eu não sabia, mas ela fazia. Continuei naquele planeta, queria alcançar aquela transformação, mas estava difícil para mim. Mais uma semana se passou. Já estava totalmente habituado aquela gravidade, já não havia nenhuma dificuldade. Decidi voltar para a Terra, aquela miúda não saía da minha cabeça e eu estava com uma grande necessidade de a ver.

            Já na Terra, onde a noite já havia caído, entrei pela janela do meu quarto que estava aberta e fui tomar um banho. Vesti uma roupa mais confortável, que no caso foram apenas umas calças e fui comer alguma coisa. Quando cheguei à cozinha senti o cheiro que me assombrava. Ela também estava na cozinha de costas para mim, vestia uma camisola larga e cumprida o suficiente para lhe tapar o rabo, se usava mais alguma coisa não sabia. Aproximei-me dela devagar, parecia que estava hipnotizado.

            _ Ainda acordada? – Perguntei ao ouvido dela.

            _ Vegeta. – Ela virou-se para mim com um susto. E algo que eu não esperava aconteceu. – Estás bem. Porque é que foste embora? – Perguntou enquanto me abraçava. Acho que no momento corei.

            _ E fui treinar. Não é o que preciso fazer no momento? Para além de que eu não vou deixar o Kakaroto ser mais forte que eu.

            _ Essa tua obsessão. – Ela resmungou como sempre fazia. – Bem eu vou ver um filme. Juntas-te a mim? – Perguntou enquanto pegava num pote com pipocas.

            _ Eu não vou desperdiçar o meu tempo com essas idiotices.

            _ Cala-te e anda. – Disse enquanto me puxava pelo braço.

Claro que se eu quisesse ela não me mexia nem um milímetro, mas deixei-a “puxar-me” até a sala. Sentamos-nos no sofá, ela colocou um filme de ação e comédia. Até estava a gostar do filme, mas estava exausto das duas semanas de treino intensivo que eu tinha feito, e por isso adormeci ali sentado. Quando acordei a Bulma ainda dormia ao meu lado, mais propriamente encostada ao meu ombro.

_ Ei! Miúda! Acorda, miúda. – Ela parecia não querer acordar. – Esta miúda vai acordar com uma dor no pescoço bonita. – Resmunguei para mim mesmo. Abanei-a um pouco e ela acordou, devagar e sonolenta.

_ Onde é que eu estou? – Ela parecia confusa por causa do sono.

_ Estamos na sala e tu adormeceste quase em cima de mim.

_ Encostada a ti não é em cima de ti. – Ela estava a fingir que estava zangada. – Vamos comer alguma coisa?

_ Perguntas a um Saiyan se quer comer?

            Fomos para a cozinha, ela preparou comida para os dois, depois de ter insistido. Normalmente eu preparo o meu pequeno almoço. Cada um foi ao seu quarto trocar de roupa, eu vesti apenas uns calções de treino, e fui treinar. Estava decidido a aumentar o meu poder, pouco depois de ter entrado na nave, a Bulma chamou-me.

            _ Vegeta podes sair um pouquinho? Tenho uma invenção nova para os teus treinos. – Ela pediu do lado de fora da nave.

            _ Uma invenção nova? Continuaste a desenvolver coisas sem saberes se eu ia voltar ou não? – Perguntei ja do lado de fora da nave.

            _ Claro que ias voltar. Tu queres a tua vingança. – Disse com algum sarcasmo. – Bem – Continuou antes que eu falasse sobre o assunto, ela não gostava da ideia de eu lutar contra o amigo dela. – Esta é a tua nova nave. – Atirou uma cápsula ao chão. – Ela tem uma pequeno surpresa. Acho que te vai ajudar nos treinos.

            _ Espero que sim. – Deu um pequeno sorriso de canto como de costume.

            _ Nem um obrigado? – Perguntou colocando as mãos nas ancas.

            _ Sabes que eu nunca agradeço nem desculpo nada.

            _ Eu tive muito trabalho, podias ao menos me agradecer. – Ela parecia chateada.

            _ Tenho que treinar, miúda. – Disse já entrando para a nova nave.

            Comecei a ver os comandos, havia um regulador de gravidade novo, pois o da outra nave estava estragado, aquele parecia melhorado também, tinha robôs mais resistentes e rápidos, aquilo estava a ajudar muito mais que os outros. “Ela é mesmo um génio!”. Mais um mês se passou. Como de costume, comemos juntos de manhã e eu segui para a nave para treinar, e ela para o laboratório. Já eram perto das onze horas quando ouço uma discussão, vinha da coluna da nave, ou seja, o microfone do laboratório estava ligado, no momento em que ia mandar a Bulma e o verme do namorado dela, uma das bolas de energia que eu tinha lançado, bateu contra o painel da nave, fazendo uma grande explosão. Senti as chapas mais afiadas da nave, rasgar a minha pele, senti um liquido morno escorrer pelos meus braços e pernas, os meus olhos começaram a fechar, lutei contra isso quando ouvi uma pequena voz que parecia estar muito longe de mim. Encontrei forças para mandar um soco para cima, fazendo os destroços da nave saírem de cima de mim. Vi a expressão assustada da Bulma, mas logo as mãos delicada dela ma agarravam. Ela pediu ao idiota para a ajudar, e pouco depois desmaiei. Acordei no meu quarto, com uma mascara de oxigénio, soro e algumas ligaduras. Ao meu lado na secretaria estava a Bulma a dormir. Tirei a mascara e levantei-me devagar, tirei também o cateter. Desci as escadas, fui para a nave antiga treinar. Pouco depois tinha a Bulma a entrar na nave.

            _ Enlouqueces-te? Olha como é que estás? Acabaste de sofrer um acidente. – Ela estava realmente irritada.

            _ Eu sei cuidar de mim. – Respondi com frieza.

            _ Viu-se! É por isso que a nave ficou em sucata.

            _ E de quem foi a culpa? Para que é que ligas-te a merda do microfone do laboratório? Eu distrai-me com a vossa discussão. – Senti-me irritado por ela estar a fazer-se de idiota quanto ao acidente. Mas ela parecia surpresa com o que eu disse.

            _ Eu... Desculpa... Deve ter sido quando... Desculpa Vegeta, não sabia que tinha ligado. – Ela estava a olhar para o chão.

            _ Ahhhh... – Suspirei – Esquece. Talvez tenhas razão e eu não deva treinar hoje. – Tentei convencer-me de que seria o melhor naquele momento.

            _ Vamos almoçar? Já é uma da tarde. – Ela ainda não olhava para mim. Eu não sabia porque mas aquilo magoava-me.

            _ Vou tomar um duche rápido.

            Já no almoço, só estávamos nós. Os pais dela tinham saído naquele dia para uma viagem e nós estaríamos sozinhos pelas próximas duas semanas. Depois de terminar o almoço.

            _ Queres vir ao shopping comigo? – Ela perguntou sorridente.

            _ Queres que eu vá às compras? Nem pensar.  – Cruzei os braços.

            _ Por favor... – “Não olhes para os olhos, Vegeta!” Aqueles olhinhos são mesmo o meu ponto fraco, e ainda fez beicinho.

            _ Ahhhh – Mais um suspiro – Está bem, vou trocar de roupa.

            _ Eu também! – Ela quase correu para o quarto e parecia estar muito feliz.

            Vesti umas calças de ganga uma tshirt preta, as mangas eram um pouco apertadas, e por causa disso os meus músculos eram exibidos, calcei umas sapatinhas pretas e brancas. Desci as escadas à espera da Bulma, ela não demorou muito a vestir-se e a aparecer na cozinha, com um vestido azul, um pouco curto demais na minha opinião e com um decote exagerado, que chamava bem a atenção.

            _ Não tinhas nada mais curto e decotado? – Perguntei um pouco incomodado, outros iriam vê-la assim.

            _ Por acaso até tenho, queres que vá trocar. – Ela adora provocar-me. – Bem me parecia. Vamos.

            Chegando ao jardim da casa peguei nela ao colo e levantei voou, bem alto. Ela parecia assustada, e agarrou-se ao meu pescoço com força, estava com os olhos fechados.

            _ Estás com medo?

            _ Eu nunca voei tão alto. – Parei no meio do ar, a uma grande altitude. Segurei-a apenas pela cintura.

            _ Relaxa e aproveita. – Deixei-nos “cair” a pique, ela gritou, e logo em seguida comecei a subir novamente. Dei voltas no ar. Ela parou de gritar para começar a rir, e parecia querer mais. – Depois de algum tempo a diverti-la no ar, peguei nela ao colo como estava antes e voltamos ao caminho do shopping. – Divertido?

            _ Muito! – Ela abraçou-me com força, mas desta vez não por medo.

            Chegando ao shopping, ela desceu do meu colo. Vários olhos estavam postos nela. Olhares de cobiça eram postos nela por imensos homens e de varias idades. Aquilo encomodou-me seriamente, Fui para o lado dela, e logo pararam de olhar. Mas eu tambem recebia olhares das mulheres. Ela entrou em diversas lojas e obrigou-me a comprar roupa para mim. Numa das lojas, ela entrou para um provador, eu esperava do lado de fora, pouco depois ela apareceu com um vestido preto, bem simples e discreto, “Como é que algo tão simples lhe fica tão bem?”

            _ Gostas? – Ela parecia bem animada.

            _ Bem melhor sem grande decotes. – Respondi provocando-a.

            _ Acho que isso é um sim.

            Pouco depois já estávamos fora da lojas, caminhamos para a zona dos restaurantes, senti um Ki conhecido, parei de repente quando vi o desgraçado. Senti a raiva a consumir-me. “Eu vou matar aquele filho da puta!”. O namorado dela estava aos beijos com uma mulher. Uma mão agarrou o meu braço. A Bulma estava de cabeça baixa.

            _ Podemos ir ali? – Ela perguntou, notei logo que para alem de estar a tentar engolir o choro também estava irritada.

            Caminhamos até lá, tentei controlar ao máximo a minha raiva, queria matar aquele verme. Como é que era possivel. Para mim aquilo não fazia sentido, pois para os Saiyans, traições não eram comuns, a menos que estivesses com alguém por obrigação. A Bulma olhou para ele e deu-lhe um estalo na cara, ele caiu para trás, foi apanhado de surpresa. A mulher que estava com ele levantou-se chocada.

            _ Porque é que fizeste isso ao meu fofinho? – Ela parecia querer matar a Bulma só com o olhar.

            _ Fica sabendo, que eu namorava com ela já a muitos anos. Mas agora ele é todo teu, e de quantas mais ele tiver. Vamos Vegeta.

            _ Tu também já me deves ter traído com esse assassino. – Levantou-se aproximando-se da Bulma. Meti-me entre os dois.

            _ Nunca fiz nada com o Vegeta. Eu sei o que é respeito.

            Saímos daquela confusão, todos estavam a ver a cena que eles fizeram, enquanto eles olhavam a Bulma manteve-se firme, mas enquanto voltávamos para casa ela chorou.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, deixem a vossa opinião nos comentários.
Até ao próximo capítulo, beijinhos.


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