História Desejo - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Assassinato, Ciumes, Desejo, Medo, Namoro, Obsessão, Ódio, Paixão, Perseguição, Sequestro, Suspense, Vingança
Exibições 89
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é só uma parte do começo, a segunda parte postarei hoje mesmo a noite...
Boa leitura, bjs

Capítulo 11 - Explosivos Part.1


POV NARRADOR

Passava o dedo pela tela do celular como se tentasse tocá-lo. Observava todos os seus traços com uma enorme atenção.

- Tão lindo – O garoto na foto lhe lembrava muito uma versão mais jovem do seu Chad, que morreu em um trágico acidente. Desde daquele dia, desde que o perdeu nada mais era como antes, se culpava pela sua morte.

“Ele não esta mais aqui por minha culpa”.

Voltou a olhar a foto em seu celular, seus dedos formigavam só de pensar em poder tocá-lo, o observa se tornou uma obsessão sua. Ainda o teria para si, não estava distante de tê-lo em suas mãos.

Desligou a tela do celular assim que ouviu a porta da frente se abrir.

- E aí chefinho, tudo bem? – Eram dois dos seus capangas mais confiantes.

- Qual a missão de hoje, Sean? – O outro pergunta.

O primeiro era um homem alto, de cabelos curtos e de pele escura. Era ótimo em lutas e sabia usar armas como ninguém. O outro era um pouco mais baixo, cabelos e olhos castanhos e de pele bronzeada. Era um bom agente, sabia se infiltrar bem nos lugares sem ser percebido.

- Não me chame de Sean – Seu humor hoje, não se encontrava muito diferente do de sempre.

- Desculpa aí – Da uma batidinha de leve em seu ombro. Sabia que o outro não tolerava isso, por um momento esqueceu.

- Enfim... – Começa – Sabe aquele nosso... Querido amigo Bill? – Os dois acenam positivamente – Decidiu nos passar a perna... Fizemos tudo como tinha pedido do começo ao fim, mas recusou nos pagar como tinha prometido.

- Já sabia que isso ia acontecer... Esse cara não é nem um pouco confiante – O mais baixo fala.

Sean faz sinal como a mão para não ser mais interrompido.

- Ele mesmo se colocou numa enrascada, pois agora irei me vingar – Levanta-se e começa a procurar algo em uma mesa bagunçada ali.

- O que você pretende fazer?

- Você – Aponta para o de cabelos castanhos – Irá se infiltrar na empresa daquele bastardo e espalhara por todo local isso – Estica o braço.

- Explosivos? – Pega com a mão – Espera você que eu espalhe por todo aquele prédio? – Estava perplexo.

- Isso.

- Está louco? Já viu o tamanho daquele prédio? É o maior da cidade, além de que ele fica no centro rodeado por vários outros, isso irá fazer um estrago enorme, Spoke – Estava quase exasperado.

- Não ligo para o estrago, e você irá fazer isso, certo? – O olhava de maneira ameaçadora.

- Milhares de pessoas podem morrer – O outro se pronuncia.

- Não me importa – Fala de maneira fria – Você irá usar esse disfarce – O entrega uma roupa de faxineiro.

O outro pega analisando.

- Certo – Sabia que não iria adiantar discutir com ele – Entro no prédio usando essa roupa e... – É interrompido.

- Irá espalhar esses pequenos explosivos em cada andar daquele prédio.

O olha em espanto.

- São milhares e milhares de andares, como irei fazer isso sem ninguém perceber?

- De um jeito... Você é melhor que ninguém para fazer isso – Volta a se sentar.

- Ele realmente não esta batendo bem da cabeça – Sussurra no ouvido do outro .

--

POV DANIEL

Dito e feito cheguei ao prédio e consegui espalhar os explosivos por cada andar, sem ser percebido.

Às vezes me gabava por me sair tão bem, mas agora estou com um pé atrás com isso.

Saiu do lugar, mas uma vez sem ser percebido e chego ao carro preto em que o Joshua.

- E aí, como foi?

- Me sai bem... Como sempre – Sou um sorriso convencido.

- E as câmeras de segurança, como conseguiu passar despercebido? São muitas – Da janela do carro apontava para o grande prédio envidraçado, onde várias câmeras se faziam presentes.

- Eu dei o meu jeito, ué – O celular toca – Deu tudo certo – Atendo.

- Ótimo... Agora saiam dai que os explosivos já estão ativados – Responde imediatamente.

- Relaxa Spoke... Sei que você nos ama e se preocupa – Dou um sorrisinho – Já estamos saindo – Respondo em seguida ele desliga a ligação. Nem esperou eu termina de falar. Ugh.

- Não sei se isso foi uma boa ideia... – Joshua parecia preocupado.

- Também acho, mas não adiantaria nada tentá-lo fazer mudar de ideia... E agora já é tarde demais – Coloco o cinto de segurança.

- Vamos sair daqui – Liga o carro.

- Mas antes vamos passar na Art – Era uma confeitaria maravilhosa que fazia maravilhosos bolinhos – Antes que fique abaixo de escombros.

Olho para uma última vez aquele prédio.

--

POV NARRADOR

- Hoje o trânsito dessa cidade esta horrível – Fala uma idosa sentada no primeiro acento de um ônibus.

- Vô, precisa ter calma, alguns bancos da cidade ficaram em greve e estão abrindo hoje – Sua neta explica.

- Estou cansada depois de ter feito esse exame, quero me deitar – Reclama mais uma vez.

- Tome mais pouco de água – Sua neta lhe oferece.

Buzinas eram ouvidas por todo o local .

- Senhor, por favor, volte ao seu carro – Um guarda ali tentava manter a ordem.

- O que diabos esta acontecendo? – Pela voz notava-se a sua impaciência.

- Peço mais uma vez para que volte ao seu carro – Sua paciência também estava em zero, mas precisava manter a calma.

O homem bufa, mas decide voltar ao carro.

- Essa cidade antes era tão calma.

- Com tantos empregos disponíveis muita gente veio e acabou lotando desse jeito – Duas moças conversavam enquanto passavam por uma moderna passarela para chegar à outra calçada .

 Chegam ao prédio empresarial Bill Saints.

- O que aconteceu para chegarem tão tarde? – O recepcionista atrás de um moderno balcão pergunta.

- Trânsito, Noah – A de cabelos presos em um rabo de cavalo responde.

- Então é melhor subirem rápido... A reunião já começou... Eu consegui segurar a barra para vocês, vão rápido.

- Obrigada, já vamos – Dão um aceno, assim as duas entram no elevador.

Não imaginavam, mas uma catástrofe estava preste a acontecer. 



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