História Desejo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Exibições 242
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Giovanna



P.O.V Alexandre 

 

               – Amora, vai se atrasar para a escola! Desce logo, menina! – esse era eu impaciente. Minha irmã tem um sério problema: ela esquece que eu preciso estar na clínica na hora, e para isso, preciso antes levá-la na escola. Amora tem apenas dezessete anos, é jovem, loira e bem bonita, o que faz com que meus amigos a reparem bastante. Minha menininha não é mais uma menininha, eu preciso entender isso, mas ver sua irmã com um corpo de mulher e seus amigos babando como se ela fosse algum tipo de carne suculenta não é legal.

              Amora é minha irmã amada, afinal, ela é a única. Nossos pais faleceram quando éramos mais jovens. Bom, isso não vem ao caso agora. Eu moro com a Amora em um duplex que consegui com meu maior sonho que se tornou realidade: ser dentista.
 

             Pode parecer clichê ou mesmo estranho, mas eu sempre quis fazer as pessoas terem um sorriso perfeito nos rostos. Por isso o sonho de ser dentista. Com isso, consegui um bom salário.

 

A Amora é incrível, às vezes me trata como se eu fosse o mais novo e ela a mais velha. Mas quando ela traz meninos para a nossa casa... aí a coisa muda de figura.

            Já amorosamente, não tenho vontade de me apegar a ninguém, muito pelo contrário. Gosto de curtir a vida em baladas com meus amigos. Aprendi a ser solto, na minha e com quantas mulheres eu quiser. Não quero compromisso, quero curtir minha carreira enquanto estou no topo profissional e cuidar da minha joia rara. Minha princesinha, a Amora.

            – Cabeça de vento, estou terminando de me arrumar! – gritou. Eu estou a esperando a mais de cinquenta minutos. Essa menina não toma jeito.

           Meus pensamentos foram interrompidos por um corpo passando por mim....


                Era ela, com aquele short minúsculo e uma blusa azul mais parecida com um top com um decote que quase fazia seus pequenos seios saltarem para fora. Os pais dela deixam-na sair daquele jeito de casa? Ou melhor, para ir à escola? Deveria ser proibido chegar a um ambiente educacional com aqueles trajes que deixavam aquele corpo delicioso à amostra.
Seus cabelos tão sedosos que, mesmo ela passando distante de mim, consigo sentir aquele aroma gostoso. 
        

         Olhou-me e subitamente piscou o olho. Ah meu Deus, essa menina quer me matar. A menina que ultimamente me faz sentir tesão com apenas um olhar, a menina que seria capaz de me fazer gozar somente sussurrando algumas poucas palavras que, ao meu ver, pareceram de duplo sentido.

 

        Essa pirralha anda fazendo com que eu me sentisse um virgenzinho apaixonado pela vizinha mais velha cujo guarda uma paixão secreta, que nunca pretende revelar. Meu caso não é tão diferente assim.

               Exceto pela garota, que tem a mesma idade que a minha irmã é que ainda por cima é melhor amiga dela. 
Ela anda fazendo com que eu tenha sonhos eróticos com ela. Eu, Alexandre Nero, com vinte e sete anos sentindo desejo por uma menininha gostosinha que há pouco tempo nem tinha saído das fraldas. Aquele olharzinho inocente, mas que eu sei que pede para que eu me aproveite dela.
Sempre que eu tento me afastar, ficar longe e tentar esquecer aquela garota, ela se aproxima e me provoca de todas as maneiras possíveis. A última vez que fiz tal ato, ela ficou de calcinha e sutiã na minha frente. Não totalmente na minha frente, mas na piscina de sua casa. Sim, ela é minha vizinha e eu a espiono. Se a Amora souber disso vai ficar uma fera. 

        Chega  uma hora que você já está no seu limite, como eu estou agora. Eu aturo essas provocações dessa pirralha há dois anos. Não tem sido uma coisa muito fácil, digamos que chego a momentos que preciso correr pro banheiro para me saciar sozinho pensando nela. 
    

           Aquele corpo... Ah, que corpo. Eu ainda a terei em minha cama, se contorcendo de prazer e toda molhadinha prontinha para mim.
 

           Mas sei que isso não é certo; conheço seus pais desde que me mudei, eles são praticamente da minha idade. Casaram-se jovens demais e criaram a filha bem cedo, com pouca experiência. Sei, por meio da Amora, que quando a morena, que hoje é um mulherão, nasceu, sua mãe tinha apenas quinze anos. Aí já é um bom motivo para que eu me sinta culpado por pensar coisas maliciosas com aquela bonequinha, já que sua mãe tem idade para ser minha mulher. Mas aquela boca carnuda, como eu adoraria tê-la rodeada em mim, me lambendo, me chupando, enquanto escorria de tanto tesão. Ah, aquela vadiazinha, me faz pensar em coisas tão maliciosas. Ela sabe disso, tenho certeza que sabe.

– Mano, hoje a Gio vai com a gente. Algum problema? – Amora desceu as escadas seguida pela morena. A mesma sorria. Um sorriso malicioso. Sorri fraco e neguei com a cabeça. Mesmo querendo agarrá-la e foder ela ali mesmo, não tinha nenhum problema. Nenhum.

                 – Desculpe minha falta de educação. Bom dia, Alexandre. – "Alexandre", posso estar maluco, mas eu era capaz de sentir o meu pau latejar só de ouvi-la pronunciar o meu nome daquela forma. Ela caminhou sensualmente até mim e escorou as mãos em meu peito, dando um beijo melado de batom vermelho no meu rosto. Internamente me repudiava por pensar milhões de coisas impróprias.Coloquei as mãos no bolso e sorri para a menina, que ainda tinha as pequenas mãozinhas sobre meu peito. Ah céus, se ela soubesse o quanto quero agarrá-la agora ela ficaria o mais longe possível de mim.

– Bom dia, Giovanna. – lutei para que minha voz não saísse trêmula ou frustrada, afinal procuro segurar ao máximo minha ereção e escondê-la. – Vumbora, vareta de pau. - Chamei minha irmã.

– Você está bem louco, né? Não me chama assim, oooôu!!! . – fez bico e Giovanna  tentou segurar a risada. Aquela menina está me levando à loucura.

             – Vão e me esperem no carro. – joguei a chave para Amora, que entendeu e saiu na frente. A morena seguiu andando rebolando e quando estava perto da porta, me olhou e riu. Apreciei o máximo daquela visão perfeita da bunda redondinha e empinada que ela tinha. Subi e desci o meu olhar por toda a extensão do corpo dela.Eu não posso chegar ao consultório duro, mas vendo aquele corpo e a aquela carinha inocente seria um trabalho difícil.

Ah, garota. Aquela gostosinha não perde por esperar. Eu ainda vou pegá-la de jeito e vou fode-lá como ela merece. Eu a quero como se precisasse fazer isso antes de parar de respirar. Tudo que eu desejo é vê-la de quatro, esperando qualquer movimento feito por mim escorregando para dentro dela. Aquela menina vai comer na minha mão. Enquanto eu como uma coisa muito mais interessante, ela! 

 


Notas Finais


Espero que gostem! :)


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