História Desejo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Tags Reituki
Exibições 142
Palavras 3.071
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nem sei o que dizer, só sentir
Perdoe qualquer erro.
Vamos à delícia

Capítulo 1 - Eu te desejo


    “E na caverna escura ao pé da montanha, atrás da densa floresta, mora o desejo”

 

    

Escurecia rápido demais e os rapazes não estavam nem ao menos perto de seu destino. A ideia era de se reunirem para fazerem uma trilha, que se iniciaria na entrada mais próxima da floresta e seguiria o curso do rio até a montanha, onde acampariam. Fora Uruha que havia tido a ideia, pois por ter se mudado para a cidade vizinha, não passava tanto tempo assim com os amigos de infância. Aoi, Kai e Ruki haviam amado a ideia, todo eles gostavam de passar um tempo ao ar livre e apreciavam a companhia dos amigos. Saíram cerca de três da tarde, aproveitando o sol não tão forte e o clima agradável, acreditando que teriam tempo o suficiente para chegarem até o local, porém, estavam enganados; já caminhavam por três horas e meia, o sol estava baixando, era difícil enxergar muito à frente, o início da noite trazia no vento o barulho de alguns animais e os rapazes começaram a ficar um tanto quando amedrontados.

    – Falta muito Uruha? – perguntou Ruki, torcendo para que a resposta fosse negativa. O pequeno não era muito fã dos animais da floresta, mesmo que já tivesse se acostumado desde criança a lidar com alguns tipos de situações, afinal, a pequena vila afastada do centro era bem próximo a floresta, e vários suprimentos que precisavam provinham dela.

    – Acho que não – o loiro alto respondeu um tanto incerto, a bússola em sua mão afirmava que estavam pelo caminho certo e as longas horas de caminhada diziam que deveriam estar chegando.

    – Como assim você “acha” – disse Aoi em um pequeno surto, fazendo Kai rir baixinho.

    – Não pira, Aoi – o moreno com sorriso de covinhas brincou – eu protejo você dos animais perigosos dessa floresta – se aproximou do moreno, o abraçando lateralmente e deixando-o com uma careta enquanto os outros riam.

    Passados cerca de 20 minutos, as árvores ganharam mais espaço entre elas, e era possível ver a sombra da montanha.

    – Aleluia, não aguentava mais andar – Ruki comemorou

    – Para de reclamar, seu sedentário – falou Uruha enquanto balançava a cabeça em sinal de negação.

    Na frente deles se abria um grande campo aberto, onde o céu se mostrava totalmente limpo, o clima estava bom, mas sabiam que provavelmente esfriaria com o cair da noite. Resolveram subir mais, não seria bom montar acampamento num lugar tão baixo e tão perto das árvores, pois algum animal poderia ser atraído com o cheiro de comida.

    – Ruki, Aoi, me dêem as mochilas de vocês – Uruha ditou enquanto pararam para examinar o local, o loiro apontou para a montada – eu e Kai vamos andar até ali e começar a montar as barradas. Vocês dois voltem até a beira da floresta e tragam alguns galhos pra gente fazer uma fogueira. – os dois assentiram e seguiram juntos pelo caminho de volta.

    – Droga, odeio escuro – Aoi sibilou quando chegaram perto das árvores, não era possível enxergar muito bem ali, mas conseguiam localizar os galhos no chão enquanto pisavam.

    – Você é muito frouxo – o loiro riu, por mais que tivesse um tanto de medo, não costumava demonstrar e adorava irritar o moreno.

    – Cala a boca – o outro murmurou, enquanto começava a pegar os galhos do chão – calma, me dê esses ai – ditou, então Ruki os pegava do chão e o moreno os segurava para levarem. Em cerca de cinco minutos, acharam que a quantidade era suficiente.

    – Deixa eu ajudar – o loiro se ofereceu, mas o outro recusou.

    – Deixa comigo, esses músculos todos servem pra esse tipo de coisa – Aoi se gabou, fazendo o menor revirar os olhos. Conversavam sobre a beleza da noite enquanto andavam pelo campo, logo conseguiram avistar os outros dois amigos que já haviam montado uma das barracas de tecido amarelo, Aoi tagarelava sobre algo que Ruki não prestava atenção, pois o loiro enxergou, ao pé da montanha, um arbusto com flores roxas muito bonitas. Começou a desviar o caminho, indo em direção às flores e o moreno estranhou – onde caralhos você está indo?

    – Ah, vou ver aquelas flores ali, já volto – disse rápido, fazendo o amigo revirar os olhos e continuar em seu caminho.

    Ruki sempre adorou flores, desde criança gostava de colher várias e várias, todas coloridas e com elas enchia cestas, vasos e fazia lindas coroas. Ao se aproximar daquele arbusto, os olhos brilharam com a beleza daquelas pétalas roxas, levou a mão até uma delas, sentindo a maciez. Arrancou uma e levou até seu nariz, aspirando o aroma suave e adocicado, mas antes que pudesse pegar outra, algo o chamou atenção. Um som terno encheu-lhe os ouvidos, lembrou-se que já ouvira aquilo; era música clássica, algo que ele havia conhecido em uma de suas idas à cidade. Um sorriso gracioso tomou seus lábios e seus pés seguiam o caminho para onde seus ouvidos o levava. À alguns passos era possível ver uma grande entrada, parecia uma caverna, mas não era escura e tenebrosa como as outras que já havia conhecido; na entrada era possível ver alguns outros arbustos, com flores de cores diferentes, Ruki se encheu de alegria e não se conteve em se aproximar; uma luz fraca ao fundo da caverna o chamava a atenção e o fazia querer explorar aquele local. A curiosidade o venceu e em passos lentos e pouco cuidadosos, seguiu a luz, enquanto a música se tornava cada vez mais alta e com ela um maravilhoso cheiro de essência o rodeou. Com cerca de mais alguns passo, o loiro se surpreendeu com o que viu; aquela caverna se abria em um espaço não muito grande, rodeado de pedras; no centro daquele recinto via-se um círculo de velas das mais variadas cores e a luz delas iluminavam todo o local; no centro, um homem se encontrava sentado de pernas cruzadas, as mãos apoiadas nas coxas, os olhos fechados e o rosto apontado para cima; em sua frente, um grande livro negro repousava com páginas abertas onde era possível ver anotações em uma língua desconhecida, além de desenhos que não significavam nada para Ruki, que observava tudo maravilhado. Não podia negar a beleza daquele ser a sua frente, que vestia nada mais que uma calça negra um tanto justa, descalço e sem camisa, revelando um tronco forte de pele clara e brilhante, a face carregava uma expressão absolutamente erótica com os traços fortes de seu rosto e os cabelos eram loiros e arrepiados, deixando-o com um ar devasso. Ruki parecia hipnotizado por aquele rapaz desconhecido, que logo teve os lábios cheios e bonitos se virando em um sorriso sedutor.

    – Que bom que gosta do que vê – a voz grave e luxuriosa soou, ecoando pela caverna e causando um efeito desconhecido em Ruki, que pode sentir as pernas bambeando enquanto um arrepio gostoso subia por sua espinha, seu corpo travou ao ver os olhos do homem se abrindo, revelando suas íris avermelhadas, com pupilas que mais pareciam felinas – fico feliz que tenha chegado aqui por conta própria, venho sentindo seu cheiro desde que colocou os pés nessa floresta eu estava pensando num jeito de pegar você sem causar muito alvoroço – a mente de Ruki ficou confusa, não conseguia pensar muito bem com as sensações que aquele desconhecido o trazia. – Como se chama, gracinha? – perguntou com um sorriso leve e uma voz arrastada em prazer.

    – Ruki – disse baixinho e envergonhado, não sabia o porquê de sentir seu corpo tão estranho naquela presença, era como se sua pele estivesse queimando e seu interior gritando por alguma ação.

    – Tão bonito quanto o dono… Venha até aqui – um tanto quanto exitante, seus pés o levaram até o corpo sentado ao chão, que o observava como se pudesse despí-lo apenas com o olhar. O corpo maior se levantou, se colocando frente a frente com o menor, que se assustou ainda mais com a aspiração de seu corpo.

    – Quem é você? – perguntou, se surpreendendo por sua voz ter saído sem gaguejar e o outro sorriu.

    – A questão é: o que sou eu? – e com aquilo, Ruki não entendia porque não estava sentindo medo em uma situação onde era claro para si que deveria estar apavorado – Me chame de Reita… – começou ele – e eu sou o que você sempre desejou – a resposta arremeteu a mente de Ruki; era aquilo, a sensação louca em seu corpo, a queimação em sua pele, era desejo, e o pequeno se assustou por desejar arduamente aquele estranho.

    Reita se aproximou ainda mais, colando os corpos e se deliciando com a expressão de prazer que o pequeno demonstrou simplesmente por ter seu corpo chocado com o do outro. Os olhos escarlates fitaram as orbes negras do menor, que deve as pupilas dilatas; uma gota de suor escorria por seu rosto, seu corpo respondia sozinho a cobiça.

    – Você me deseja – Reita afirmou, sorrindo ao ver os lábios rosados se abrindo para uma confirmação.

    – Sim… – disse sem exitar, era como se tudo apontasse para o que ele deveria fazer.

    – Quer saber o porquê? – perguntou o maior, que teve a confirmação ao ver o rosto do outro assentindo – porque eu sou o Desejo.

    Ruki nem ao menos se perguntou como aquilo fazia tanto sentido em sua própria mente, não teve tempo e nem queria fazer nenhum tipo de pergunta; sentiu sua nuca ser agarrada e puxada para o outro, os lábios se chocaram de maneira necessitada, as línguas se abraçaram e exploravam um ao outro; enquanto uma das mãos do maior se embrenhava entre os fios loiros do pequeno, a outro descia por suas costas até alcançar suas nádegas, fazendo questão de alisar e apertar aquele pedaço de carne do menor, que gemia entre o beijo com as sensações que o outro lhe causava. Ruki tinha os braços enlaçados no pescoço do maior, o puxando e colando os corpos como se quisesse se fundir a ele; foi obrigado a separar o beijo para soltar um gemido longo e alto ao sentir uma das mãos do outro se desviarem até seu baixo ventre, apertando com vontade seu membro já extremamente duro sob o tecido grosso de seu jeans.

    – Por favor… – implorou baixinho para que fosse liberto e Reita não pode negar. O zíper da calça foi aberto e a mão habilidosa botou o membro de tamanho médio completamente molhado de pré-gozo para fora das roupas, sorrindo ao ter plena consciência de que mesmo se não o quisesse tocar, somente sua presença seria capaz de fazer o outro gozar. Empurrou o corpo do pequeno, se afastando alguns passos e vendo a expressão de pura frustração do loiro, sorriu. Fechou seus olhos e esticou seus braços em frente o corpo, se concentrou em seu pedido e o garoto se assustou ao ver o resultado daquilo; na frente de Ruki jazia uma cama redonda coberta em lençóis vermelhos e ao invés do antigo círculo de velas havia sido desmanchado, espalhando outras velas, dessa vez negras, por todo o espaço livre, iluminando ainda mais o local; a música clássica havia sido silenciada e no lugar dela uma outra, com batida extremamente erótica começara. Seu corpo travou ao ver o maior se desfazendo de sua calça, não usava nenhuma roupa íntima e seu membro extremamente rijo e de glande rosada brilhava devido ao líquido pré seminal. Reita tinha um olhar predatório que deixava Ruki a beira da loucura, o loiro maior se aproximou da cama, deitando no centro e apoiado em seus cotovelos, fitou o menor.

    – Vem… – chamou em um tom sedutor. Ruki achou que poderia gozar se ouvisse aquele tom novamente. Arrancou sua camisa, revelando o peito magro e delicado, a calça foi abaixava juntamente com a boxer branca e as peças foram deixadas ao chão. Completamente nu, o corpo menor se aproximou, subindo na cama enquanto sabia exatamente o que queria fazer. As mão direita foi levada ao falo do maior, que soltou um gemido luxurioso ao sentir o toque daquela mão tão quente, Reita sorriu satisfeito ao ver o quando seu gemido mexia com o outro, resolvendo o provocar ainda mais. – você gosta quando gemo pra você? – perguntou enquanto fitava seu membro ser masturbado pelo outro – quer me ouvir?

    – Sim… eu quero te ouvir – a voz do pequeno soou, enquanto o rosto se abaixou lentamente até que a boca abrigasse a glande rosada. Reita fazia questão de gemer alto enquanto via seu membro entrando e saindo daquela cavidade quente e molhava. Levou as mão aos fios loiros do outro, os agarrando e forçando um ritmo mais rápido, Ruki o chupava com vontade, o sabor era sublime para o pequeno, que logo teve seus cabelos puxados e foi afastado de sua diversão. Em um impulso Reita se levantou, jogando o corpo do pequeno com o peito na cama, Ruki gemeu alto ao sentir um tapa forte ser desferido em sua nádega, se empinando o máximo que pode – você gosta disso hm? – perguntou em provocação.

    – Gosto – respondeu sem a mínima vergonha e gemendo ainda mais alto quando sentiu mais tapas sendo desferidos. Reita estava adorando tudo aquilo, mas logo parou, rindo com o resmundo do mais baixo.

    – Calma, só vai melhorar – disse, enquanto usava as mãos para separar as nádegas alheias o máximo possível, revelando a pequena entrada que pulsava em excitação. O rosto se abaixou até aquele local e a língua serpenteou aquele local rapidamente, fazendo todos os músculos do corpo do pequeno se contraírem em prazer. O maior então, passou a lambê-lo com vontade, o deixando molhado e ainda mais excitado, a língua passou a fazer mais pressão naquele local, como se quisesse penetrar ali e Ruki praticamente gritava; o desejo estava o deixando louco e não conseguia mais aguentar.

    – Por favor… – pediu em meio aos gemidos – me fode agora – implorou – entra agora. – Reita deixou um outro tapa forte na pele clara, que logo ficou manchada de vermelho. A mão foi levada a seu membro, espalhando aquele líquido por toda a extensão, sabia que poderia machucar o menor se entrasse de uma só vez, mas afinal, ele era o Desejo, seu poder mais precioso era o de dar prazer infinitas vezes a mais do que um simples humano. Em um único impulso penetrou completamente, os gemidos altos se companharam, ecoando pela caverna. Ruki se sentia realizado pois fora atingido por um imenso prazer, sua entrada ardia deliciosamente e os movimentos que logo se iniciaram o tiraram do limite. A cama se balançava e rangia enquanto Reita o estocava com uma força absurda, afinal, ele jamais se cansava, jamais perdia a força. Ruki sentia as pernas fraquejarem, a garganta queimava e logo sentiu-se vazio ao ter o membro retirado de si. Seu corpo foi virado e com isso pode ver o rosto do maior; os cabelos estavam colados em seu rosto devido ao suor, o corpo brilhava deliciosamente e seu membro rijo tinha espasmos de excitação. As pernas do pequeno foram dobradas sobre seu peito, deixando-o aberto novamente, esperando para ser preenchido novamente, o que não demorou muito tempo. Seus braços puxaram o corpo do outro para si, iniciando um beijo completamente desordenado, onde as línguas se perdiam, explorando os lábios e brincando fora das bocas. A cabeça de Reita se pôs inclinada ao pescoço exposto do menor, chupando e mordendo com força, fazendo Ruki pensar que desmaiaria de tanto prazer por sentir seu membro ser friccionado entre os corpos. As estocadas eram fortes e frenéticas, o tempo não poderia ser contado, já que estavam ocupados demais se deliciando. A pele do menor estava completamente marcada; pescoço e peito eram pintados com tons diferentes de roxo que se espalhavam pela extensão do corpo que mais parecia uma tela de pintura, as costas de Reita se viam lavadas em gotas de sangue que saiam dos diversos cortes causados pela forma com que o outro o arranhava, ali, eles mais pareciam uma pintura do próprio prazer. Reita sabia que o orgasmo do outro estava próximo, mas de acordo com sua vontade, o fez segurar um pouco para que sua vontade fosse saciada. Sem nenhum aviso, o maior gozou em um urro de prazer, preenchendo a entrada do pequeno de forma que  deliciou, seu gozo era absolutamente quente e não poderia ser comparado com o de nenhum ser comum, Ruki sentiu-se inebriado mesmo quando o membro abandonou seu interior, era como se ainda estivesse sendo estocado, porém com algo melhor; a boca de Reita se aproximou de seu membro pulsante, começando a engolí-lo de uma só vez, seu membro chegava a tocar a garganta do outro, que o fazia de forma rápida e forte. Os nós dos dedos do pequeno se tornava brancos devido a força com que apertava os lençóis da cama e nem conseguiu avisar seu ápice chegando, pois com um grito, simplesmente gozou em jatos na boca do maior, que adorou sentir o gosto forte e salgado daquele líquido. Em necessidade das bocas se juntaram novamente, os corpos se apertavam como se em possessão e Reita deixou que o loiro se recompusesse deitado sobre seu peito. Os minutos se passaram e Ruki estava sonolento, até que se lembrou dos amigos.

    – Acho que os meninos devem estar me procurando – disse assustado, vendo o outro sorrir.

    – Não se preocupe, dei um jeito nisso.

 

***

    – Puta que pariu Aoi! – Uruha gritava – não acredito que você perdeu o Ruki, puta que pariu.

    – Mas ele disse que já voltava e…

    – Ah calem a boca! – Kai se manifestou – deixa que eu procuro ele e.. uhn – não pode terminar a frase, pois um gemido alto saiu de seus lábios. O corpo do moreno parecia ter entrado em chamas, seu membro pulsou forte e suas pernas bambearam. Fitou o rosto de Uruha e em um impulso caminhou até ele, o puxando pelos cabelos e roubando um beijo sedento. Antes que o loiro pudesse se assustar, teve o corpo tomado por um prazer intenso, que o fez agarrar Kai pela cintura, chocando os corpos e gemendo enquanto seus membros eram friccionados entre os tecidos das roupas.

    – Mas o que diabos é… – Aoi tentou dizer algo, mas ela como se seu corpo tivesse sido mergulhado em prazer. O desejo o assolou, o fazendo se aproximar os outros dois. Com força os separou, puxando Kai pelo pescoço e o beijando loucamente, enquando sua mão achou o baixo ventre de Uruha, apertando com força seu membro sob a roupa. Se separaram e se encararam; com sorrisos devassos, correram para a barraca mais próxima, nem se importando em fechar o zíper.

    E naquela noite, todos foram incitados pelos seus maiores desejos.

 


Notas Finais


Eu sei que as calcinhas molharam ♥
Please me deixem comentários, tá?


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