História Desejo Ardente - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Tags Bulma, Dragon Ball, Romance, Vegeta
Exibições 56
Palavras 2.821
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Eles se beijaram por incontáveis minutos, as respirações entrecortadas se misturando e os gostos indecifráveis nas línguas. Vegeta nunca havia apertado uma cintura com tanta força, mas ele sentia que se não se segurasse, iria desabar no chão. O beijo durava e durava, e nenhum dos dois parecia disposto a parar. Quando Bulma arranhou a nuca do mais velho, ele perdeu o controle, descendo os lábios até o pescoço esguio da mulher e chupando com força necessária para deixar marcas.

Vegeta empurrou Bulma até que ela estivesse novamente encostada na mesa. Passou a mão pela cintura e quadril da mulher, logo a segurando com força e impulsionando-a até que ela estivesse sentada na mesa. Ela puxou o cabelo dele, fazendo com que seus lábios se desgrudassem do pescoço dela e a cabeça do homem fosse para trás. Ele a encarou, vendo que ela estava novamente com aquela feição furiosa, os olhos brilhando por trás dos óculos.

Ele soltou a cintura da mulher e levou as mãos ao rosto dela, tirando o acessório de seu rosto. Ela fez uma careta, provavelmente não enxergava muito sem os óculos, mas Vegeta não se importava – eles estavam atrapalhando o beijo e ela ficava muito mais bonita sem eles.

Voltou a se aproximar dela, aproveitando que o puxão em seu cabelo havia se enfraquecido um pouco. Provocou-a, roçando seus lábios no dela por milésimos de segundos. Ela avançou, querendo beijá-lo logo, mas ele foi para trás, sorrindo de lado. Ela franziu de leve o nariz em desaprovação e ele novamente voltou para perto dela.

Deu-lhe um selinho, que ela tentou aprofundar, mas ele não deixou. Beijou-lhe o queixo e foi seguindo pela mandíbula, em direção à orelha dela. Chegando lá, passou a língua pelo contorno e se pôs a chupar o lóbulo. Bulma arranhou seus ombros por cima da camisa.

O beijo desceu, indo para o pescoço novamente. Vegeta sugou e lambeu, deixou ainda mais marcas e não poderia se importar menos. Briefs grunhiu, envolvendo a cintura do homem com as pernas e o pressionando contra ela. O estímulo fez com que ele chupasse o pescoço dela com mais vontade, em seguida dando uma mordida de leve.

Bulma desceu as mãos dos ombros dele, indo até a gravata. Desfez o nó, mas não a tirou, apenas deixou-a larga. Desceu mais um pouco, foi até os botões da camisa social dele e foi abrindo um por um, numa paciência que chegou a deixar o homem até mesmo um pouco irritado. Ele já estava sem o paletó, havia largado o mesmo em uma das cadeiras em frente à escrivaninha, facilitando o trabalho da mulher.

Finalmente chegou ao último botão, e Vegeta havia parado seu trabalho no pescoço dela. Ajudou-a a tirar a camisa, que ela atirou longe, sem sequer olhar para onde. Raspou as unhas no abdômen definido dele. Passou a língua pelo lábio inferior, e a visão, junto com a carícia dolorida em sua barriga, fez com que Saiyajin soltasse um resmungo de dor e prazer.

Ele resolveu fazer o mesmo com ela, passando as unhas curtas pelas pernas da mulher, desde a virilha até os joelhos, ainda por cima da saia. Chegando ao fim da peça, ele enfiou as mãos por baixo da mesma, fazendo o caminho contrário, embolando a meia-calça dela. Na metade das coxas, ele se deparou com algo que nunca imaginaria que ela estaria usando: cinta-liga. Um sorriso safado tomou conta dos lábios dele, que olhou para ela com uma sobrancelha levantada. Ela apenas sorriu de volta, de uma maneira quase inocente.

Deu um impulso e saiu da mesa, empurrando o outro até que ele se topasse com uma das cadeiras. Bulma fez pressão contra o peito dele, fazendo com que ele sentasse. Abriu as pernas dele com o joelho e se posicionou no meio delas. Ele puxou-a para mais perto pelas pernas, passando as mãos pelas mesmas. Subiu até a cintura e procurou a abertura da saia, encontrando-a na lateral. Puxou o zíper, abrindo a peça e logo puxando-a para baixo, descobrindo as deliciosas pernas da mulher. A cinta-liga estava ali, vermelha, combinando com a calcinha rendada.

Bulma se afastou um pouco e abaixou o tronco, voltando a beijar Vegeta. Ele levou as mãos à nuca dela, embrenhando-se nos cabelos macios, perdendo-se entre os fios e não querendo sair dali nunca mais. Ela, por sua vez, levou as mãos ao cinto dele, abrindo a braguilha e louca para descobrir o que havia por baixo das calças.

Vegeta tentou levantar, querendo tirar a camisa da outra, mas ela o empurrou novamente, fazendo com que ele voltasse a se largar na cadeira. Ela sorriu quando ele lhe mandou um olhar questionador, e foi então que ele percebeu algo que não sabia como não havia notado até então. Bulma praticamente mandava na empresa. Eles dois eram os mais influentes, fora o chefe, e ela quase sempre tinha a última palavra.

E era ela quem mandava ali também.

Ela voltou a mão à braguilha semiaberta do cinto do homem, mas parou no meio do caminho. Seu rosto se iluminou em uma ideia que ela parecia considerar brilhante. Retornou o corpo à posição vertical e ajeitou a blusa, que havia subido um pouco, expondo parte de sua barriga. Deu alguns passos para trás e voltou a se recostar na própria escrivaninha. Cruzou os braços e sorriu maldosa. Vegeta continuava estático, largado na cadeira, sem reação.

Por que diabos ela havia parado?

— Dispa-se. — Ela mandou, e o homem finalmente entendeu.

Como se tivesse sido fabricado especialmente para atender aos comandos de Bulma Briefs, Vegeta se levantou na mesma hora, tentando abrir o cinto com pressa e se embolando todo. Queria apenas se controlar, deixar de ser o submisso ali. Empurrar Bulma até a janela e fodê-la contra o vidro, torcendo para que alguém visse.

— Vegeta. — Ela chamou, a voz tão dura quanto o pau do colega, e ele parou o que estava fazendo na hora. — Vá mais devagar. Assim eu não consigo apreciar a vista.

Ele rosnou como um cachorro impaciente e continuou a árdua tarefa de tirar as calças, tentando se segurar para não acabar com aquilo de uma vez por todas. A peça logo estava no chão, e Saiyajin a chutou para o lado, voltando a olhar para Bulma.

— Tudo? — Perguntou.

— Tudo. — Ela confirmou, com aquele mesmo sorriso perverso.

Ele rolou os olhos antes de arrancar os sapatos de grife dos pés e em seguida as meias, enfiando-as nos calçados e deixando-os ao lado da cadeira atrás de si. Olhou para baixo, para sua boxer preta que ostentava um volume considerável. Ele não era o homem mais sortudo do mundo, seu membro tinha o tamanho normal. Mas ele estava tão duro, tão excitado com a visão de sua colega certinha usando cinta-liga e lingerie de renda vermelha, que não duvidava que tinha até mesmo crescido alguns centímetros.

Puxou a cueca apenas a ponto de revelar alguns pelos na área pélvica. Olhou para Bulma, seus olhos estavam ferozes, vermelhos de luxúria. Vegeta sorriu. Pelo menos naquilo ele estava tendo um pouco de controle, mesmo que fosse apenas um pouco.

Soltou a cueca, e a mulher grunhiu. Ela descruzou os braços e avançou minimamente para frente, quase indo até ele para arrancar aquela maldita boxer ela mesma, mas se impediu a tempo. Não, ela queria vê-lo tirando a própria roupa. Aquilo seria satisfação pura.

Vendo que Briefs havia recuperado seu controle, Vegeta girou levemente os olhos antes de abaixar a cueca, tirá-la e jogá-la para a mulher. Quase como se tivesse voltado a ser a certinha que ele imaginava que ela fosse, Bulma desviou da boxer, franzindo o cenho em uma feição de quase nojo. Mas então voltou a olhar para Vegeta, nu em sua frente, acariciando o próprio pau, que estava ereto contra a barriga.

Ele sorriu para ela e levou a mão até a gravata, pronto para tirá-la também. Mas foi então que Bulma voltou a se aproximar e o impediu, segurando seu punho com a mão esquerda enquanto a direita foi até o nó solto da gravata.

— Essa você deixa. — Ela sussurrou, o rosto próximo do de Vegeta, tão próximo que suas respirações eram quase a mesma.

Ele inclinou a face apenas um pouquinho e logo estavam se beijando novamente, a mão dele no quadril da mulher e as dela enroladas na gravata dele. Ele estava completamente nu, sua excitação batendo na coxa despida de Bulma e deixando-a com um comichão entre as pernas. Ele ainda fazia questão de se mexer contra ela, esfregando aquele pedaço de carne contra a pele lisa da mulher, provocando-a ainda mais.

A blusa de Bulma era de botões, que logos estavam sendo abertos pelas mãos ágeis de Saiyajin, louco para ver novamente aquele sutiã rendado vermelho. E não demorou até que ele fosse liberado da peça que o cobria, arremessada por trás da cabeça do homem e batendo na janela de vidro. Os olhos de Vegeta deslizaram por todo o corpo da colega, admirando a vista, lambendo os lábios na excitação. Na verdade, o que ele realmente queria lamber era Bulma inteira.

— Você estava planejando me foder hoje, Briefs? — Ele perguntou, em tom provocador, passando as pontas dos dedos pela lateral do corpo dela, até que chegassem ao sutiã. Ela estava tão arrumada, tão sensual. Aquela cinta-liga e o conjunto de lingerie, tudo combinando... Vegeta gostava da ideia de ter Bulma se arrumando para ele.

— Eu estava planejando te matar hoje, Saiyajin, e eu gosto de ficar bonita para isso também. — Ela sorri ironicamente por um momento, antes de levantar a sobrancelha e olhá-lo com certo desprezo. — O mundo não gira ao teu redor, Vegeta, e eu não me produzo e fico bonita para homens. — Ela disse, enquanto agarrava os cabelos na base da nuca dele, voltando a aproximar seus rostos. — Eu me produzo e fico bonita para mim mesma.

Vegeta grunhiu e se disparou para frente, voltando a beijá-la com fervor, chupando seus lábios e sua língua, marcando território em sua boca, vontade de berrar de tanto que estava excitado com o momento. Se alguém o perguntasse o que ele sentia por Bulma Briefs, ele provavelmente diria “ódio” e alguns sinônimos. Mas, no fundo, tudo aquilo era muito mais simples.

Desejo.

Desejo em sua forma mais pura, selvagem, animalesca.

Apenas desejo reprimido.

E eles iam descobrindo aquilo rapidamente enquanto terminavam de despir a garota juntos, cada um com uma mão em um pedaço de pano. Quando Vegeta se imaginou fodendo a mulher ainda de cinta-liga, seu pau latejou e doeu ainda mais. Felizmente, como se Bulma lesse seus pensamentos, aquela peça e os sapatos de salto foram as únicas coisas que ela deixou. Na verdade, queria era tirar tudo. Queria sentir pele contra pele. Mas quis agradar o colega, nem que só um pouquinho. Ele parecia realmente animado com a bendita cinta-liga.

Bulma finalmente estava tão nua quando Vegeta, seus saltos enormes ajudando para que ela ficasse da mesma altura do homem, que a olhava de cima a baixo sem parar, infinitas vezes. Eles continuavam se beijando, enquanto as mãos passeavam livremente pelos corpos um dos outros.

Saiyajin tomou um dos seios dela com a mão, apertando e massageando, ao mesmo tempo em que descia os beijos pela mandíbula, pescoço, clavícula da mulher, deixando seu rastro em cada centímetro de pele. Quando chegou ao outro seio, beijou em volta antes de tomar o mamilo rosado na boca, lambendo, chupando e mordiscando.

Bulma andou para trás até que estivesse encostada na escrivaninha. Empurrou as coisas um pouquinho na outra direção, apenas para que tivesse um espaço maior na mesa para se apoiar. Vegeta ainda tinha seus seios na boca e nas mãos, se deliciando com a carne salgada de suor, não queria largá-la.

Deu uma última chupada no mamilo esquerdo, e então os beijos foram descendo lentamente. Passaram pela barriga, diversos selinhos na região do umbigo, até que ele estivesse muito próximo da parte mais quente do corpo de Bulma. Ela tremeu um pouco só de imaginar, só pela visão de Vegeta ajoelhado e com a cara entre suas pernas.

Assim ele o fez, ficou na posição enquanto abria as pernas de Briefs. Quase desmaiou com a visão. E que visão mais linda...

— Você está tão molhadinha, não tem nem ideia. — Sussurrou, se aproximando da intimidade da colega. Sua respiração bateu na virilha dela, que tremeu mais um pouco.

— Eu tenho, sim, uma ideia, na verdade... — Gemeu em resposta.

Vegeta sorriu antes de beijar lentamente as partes internas de cada coxa da mulher, sugando a virilha dela e finalmente chegando ao sexo, respirando contra a pele sensível, fazendo um arrepio nascer na nuca de Bulma e percorrer toda sua coluna. Ele esticou a língua e lambeu toda a extensão da intimidade dela, passando pelos grandes e pequenos lábios, lambuzando e molhando ainda mais a área a até chegar ao clitóris. Lambeu levemente em volta do botão, sabendo que ir direto ao ponto não seria tão prazeroso.

Voltou a explorar o resto do sexo de Bulma. Mordidinhas suaves, sugadas e beijos eram deixados em cada centímetro de pele, e a advogada já estava com a cabeça jogada para trás e as mãos apertando com força a borda da escrivaninha. Vegeta ficou nessa brincadeira até que Briefs rebolou, se esfregando contra seu rosto. Ele soltou um risinho contra a região sensível, espalhando novos calafrios pelo corpo da colega, e abocanhou tudo de uma vez. Ele a beijava intensamente como se o fizesse contra a boca de cima, totalmente incansável, delicioso e intenso. Beijava com força, com certa paixão, como se nunca houvesse colocado a boca em algo mais gostoso na vida toda. E, de certo modo, nunca havia.

Saiyajin não saberia dizer quanto tempo ficou ali, sugando e se aproveitando daquela bucetinha tão doce; Bulma, muito menos. Estava perdida no prazer, gemendo, suando, sua mente completamente em branco e tudo que ela conseguia pensar era que poderia ficar ali para o resto de sua vida, sentindo a língua e boca de Vegeta contra seus lábios, contra sua pele, contra ela inteira. Não se cansaria em momento algum.

Um nó começava a se apertar em seu baixo ventre quando Saiyajin parou, talvez sentindo o que estava acontecendo. Ela fez cara de brava, desaprovando a ação do colega. Ele passou dois dedos na entrada de sua vagina, melando-os e levando-os até a boca de Bulma em seguida. Ela os envolveu com os lábios e provou seu próprio gosto, e Vegeta fechou os olhos quando sentiu a língua dela contra si.

— Você quer que eu... — Ela começou a perguntar sobre um possível boquete, um pagamento, quando parou de chupar os dedos do outro, mas ele a interrompeu.

— Não vou aguentar ficar mais um segundo sem meter em você.

Ela arfou e sorriu, demorando mais alguns momentos até se desencostar da mesa, as pernas trêmulas demais para se colocar em pé. Indicou a cadeira com a cabeça, e Vegeta seguiu a ordem, indo se sentar, se masturbando lentamente e pensando no quão boas as coisas estavam prestes a se tornar. Bulma andou até ele, e quando já estava próxima o suficiente, tirou a gravata do pescoço do outro, e depois de perguntar se podia, o vendou. Ele sorriu, animado com a perspectiva de algo diferente.

Achou que iriam começar imediatamente, mas os barulhos do salto contra o chão denunciaram que ela voltara a se afastar. Ele ouviu uma das gavetas da escrivaninha dela sendo aberta e, em seguida, barulhos metálicos. Briefs voltou para perto dele e se colocou entre suas pernas.

— Se você não gostar do que eu vou fazer, me diz. — Ela avisou, antes de pegar o braço esquerdo de Vegeta e prendê-lo no braço da cadeira com uma algema.

Ele se arrepiou quando o metal frio entrou em contato com sua pele quente, fervendo, mas não reclamou. Seu pau latejou mais uma vez, e ele estava querendo quebrar tudo, subir pelas paredes de tesão. Quanto tempo mais demoraria até que ele estivesse dentro de Bulma? Porque era só isso que ele queria.

Ela prendeu o outro braço do colega e saiu do meio das pernas dele, as fechando um pouco. Em seguida, subiu na cadeira também – dando graças aos céus por ela ser mais larga que o comum –, um joelho de cada lado do quadril de Saiyajin. Segurou seu membro com cuidado entre as mãos delicadas, posicionando-o logo abaixo de sua entrada, e foi... sentando... lentamente...

Vegeta fechou os olhos por trás da venda, e automaticamente tentou levar as mãos à cintura de Bulma, logo voltando à triste realidade: ele estava preso. Não iria conseguir tocar em Bulma.

Isso quase o desesperou.

Quase, porque foi aí que Bulma se apoiou nos braços da cadeira, nos braços de Vegeta, e levantou o quadril, pronta para continuar os movimentos de sobe-e-desce que iriam levá-los às alturas, e foi então que Saiyajin esqueceu novamente que estava preso e se permitiu relaxar.

Ele estava dentro dela.


Notas Finais


Segundo capítulo postado! O próximo será o último... comentem, não se esqueçam! :3


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