História Desejo insaciável 2 temporada - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Goma05

Postado
Categorias Originais
Tags Alfa, Beta, Incesto, Ômega
Exibições 76
Palavras 1.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Arthur: Olá, pra quem não me conhece, sou meio que o protagonista dessa bagaça! Brincadeira... Sou um dos personagens secundários que a maioria odeia, e tal... Todo mundo tem esta em seu direito por causa da primeira temporada que eu fui um idiota. Em fim, resolvi me redimir com vcs fazendo o cap de hoje.

Vou dar as merecidas folgas às escritoras que já devem tá cansadas de narrar a minha estória.
Vai ser um cap especial na minha visão. Então sentem que lá vem estória.

Capítulo 11 - Segredo


Arthur Pov's


Eram 8:30 da manhã. Estava na faculdade de engenharia civil. A temperatura estava congelante já que era temporada de chuva. E pra foder com minha vida, eu esqueci o guarda chuva em casa.

Christine: Nossa...! Tá tão frio! - Reclamou com uma voz manhosa se encolhendo contra o meu ombro. Sinto que ela tava tremendo. Contornei meu braços atrás de sua nuca e a abrace de lado, sentados na cadeira. 

Seguro sua mão e levo até meus lábios, esbafori meu hálito quente em seus dedos frios para aquece-los. 

Christine: Obrigado, Art! - Agradece me chamando por um apelido fofinho. 

- De nada. 

Graças a deus o professor já estava nos últimos suspiros da aula. Queria muito sair daquela aula. A sala tava um freezer!

Professor: Estudem os capítulos 4 e 5. Quero as questões resolvidas até quinta-feira! - Advertiu concluindo o seminário.

Christine: Nossa! Ele é um demônio! Impossível fazer trinta questões até quinta! 

- Eu já fiz metade ontem no trabalho... Se quiser te empresto. - Falei.

Christine sorrir. - Muito obrigada! - Fala. 

Gary se aproxima de nos dois. - EU VI TUDINHO! NÃO ADIANTA NEGAR!

Christine: Negar o que?

Gary é tipo o fofoqueira do colégio. Ele é um garoto gordinho, baixo demais para um alfa, e cheio de sardas no rosto por ser ruivo natural.

Gary:  Ces ficaram a aula inteira trocando sussurros um no ouvido do outro e até carinho e olhares! Vocês estam namorando! Umbora admitir e acabar com a palhaçada! - Falou.

Gargalho de rir. Por outro lado, Christine ficou super corada. 

- Gary, não há nada entre mim e ela. Somos só amigos. Neh, Chris? 

Christine: É... Por enquanto.

Puts!

Desfiz o sorriso e levantei. - Acho que já vou pra casa.

Christine também levantou. - E-eu vi que não trouxe guarda chuva... Quer dividir um comigo? - Fala, gaguejando um pouco.

Droga... Sinto que isso não é bom. Aposto que se eu aceitar, Gary vai espalhar pra faculdade inteira que eu e Chris estamos juntos!

Isso não é verdade! Que saco!

Já estava na eminência de negar quando sinto alguém dar uma palmada de leve nas minhas costas. 

- Aí! Arthur! Tô achando que tu faturou essa! - Fala. Miro para o dono daquela voz e percebo se tratar de Thomas. 

Puts... Thomas é tipo super afim da Chris. Ele é da minha altura, mais velho e é um alfa lúpus. É um daqueles caras viciados em academias. Até seus músculos tem músculos! Só que ele é meio asqueroso e Chris tem medo dele.

Puxo a mão de Chris. - Parece que sim. - Falo. - Vamos, amor. - Falo, andando e a guiando ao meu lado.

Puts... Só espero que Matheus não esteja me stalkeando hoje é veja eu e ela assim. Estou confiando que ele não enfrentaria a chuva pra vir me espionar.

Contudo acho que ele não tem me espionado desde aquela vez. Ele não parece que descobriu o meu segredo e espero que nunca descubra. 

Ele teria pena de mim. E choraria mais do que eu choro.

A verdade é que menti para Matheus. É verdade que meu pai traia Melissa, e que por isso, ela ficou sozinha durante o cio... Mas não muda o fato que fui eu quem pediu pra ela comprar aquele chocolate idiota! E por minha causa aconteceu aquilo. Eu entendo o ódio que ele sente por mim. Por isso tô tentando me redimir com ele. Não... Nada vai fazê-lo me perdoar! Agora que vivei pai também, entendo a responsabilidade que devo ter. Entendo que até agora, fui um egoísta mal agradecido. Ele trabalhou duro para dar a melhor casa e a melhor educação para mim e May. Eu devo minha vida a ele.

Ele ainda age duro comigo, e sequer viu Melissa desde que ela nasceu. Sequer quis me visitar lá em casa. E eu entendo. Não vou chorar por causa disso, já sou adulto. 

Shiver queria que eu sentisse o peso de ser pai. Ele queria que eu sofresse tudo que sofreu pra fazer eu me arrepender. 

Na verdade. Ele só me deu mais um motivo pra amar mais que tudo ser pai e ter Matheus ao meu lado.

Mas, o que Matheus não pode saber é que eu trabalho de garçom numa lanchonete ridícula que meu pai escolheu. 

Pode até parecer ridículo, mas não quero que Matheus me veja ser esse patético garçom que vai desesperadamente de mesa em mesa anotando pedidos. Esse garçom idiota que reza pra receber uma gorjeta extra. Se ele me ver assim... Ele com certeza, não vai mais me chamar de príncipe.

Ontem recebi meu salário. Eu não fico com ele. Dou todo pro meu pai... E nem me importo com o que ele gasta. 

Christine: Ei, Arthur. No que tá pensando? Tá muito calado aí! - Fala, me tirando do transe.

- Na-nada não - respondo. Solto a mão dela. 

Estávamos andando até a saída. Ainda chovia, mas Chris abriu o guarda chuva para nós dois. 

Christine: Sabe... Eu tava pensando... Quer ir ao cinema comigo algum dia desses?

Parei de caminhar e a encarei. Por um minuto pensei em falar a verdade a ela... Ela foi legal comigo até agora... Acho que merece saber. Porém, sei também não posso confiar nas pessoas dessa faculdade. Elas são cruéis. - Não, obrigado - respondo. 

Christine: Nossa... Por que? Nos damos tão bem juntos! O Gary já até shippou nós dois! Somos os "Aristine"

- É, só que eu... Já gosto de outra pessoa.

Christine: Quem?!

- Ninguém que você conheça.

Christine: Por acaso é aquele garoto que aparece aqui com um bebê barulhento que atrapalhou a aula?

- Não. Ele é um amigo.

Christine: Aquele bebê tinha os seus olhos, Arthur! 

Arregalei os olhos e congelei. 

Christine: Não importa sua relação com ele... Eu não conto se você não contar - Fala toda sinuosa. Ela me abraçou e tentou avançar seu rosto no meu.

Empurrei de vagar, forte o bastante pra ela não conseguir me beijar. - Você é uma garota legal, mas não gosto de você desse modo.

Christine bufou de ódio. - Vai se arrepender, Art! - Avisou. Então caminha pra longe levando o guarda chuva com ela.

Que azar!

Fui correndo ate a casa do meu pai. Levei um banho de chuva horrivel, mas consegui chegar lá inteiro.

Peguei minhas chaves e destranquei a porta. Retiro meu casaco molhado e estendo no cabideiro. - PAI! PAI, VOCÊ TÁ AI?! - Berro.

O procuro em todo lugar entao deparo-me com ele sentado na sala assistindo o jogo de futebol.

Miro para a TV e vejo quais times jogavam. - Puxa! Hunters tão perdendo se três a zero! 

Shiver: O que está fazendo aqui?

- Vim te trazer o salário.

Shiver: Deixe aí na mesa. 

Tiro o pacote de notas do bolso e ponho na mesa. 

- Eu tambem trouxe a lista de presença que imprimi do site da faculdade. Estou assíduo como você mandou. - Falei.

Em seguida fez-se um silêncio entre nós dois... Eu queria puxar algum assunto. Então lembro de Melissa.

- Pai... Essa semana Melissa falou e suas primeiras palavras foram"papai" 

Shiver: Me-Melissa?! - Clama mirando para mim, muito surpreso e confuso.

- Sim... Lembra? Eu já te falei que o nome da minha filha é Melissa.

Shiver levantou da cadeira. - FORA! - Ordena.

- Que foi?... Por que?

Shiver: FORA DA MINHA CASA! - Rosna de ódio.

- Por que? Eu falei pro senhor! Matheus queria homenagear minha mãe.

Shiver: GAROTO INSOLENTE! VEM PRA MINHA CASA E FICA DE GRACINHA! SAIA DAQUI! - Fala avançando pra cima de mim. 

Me empurra forte no chão. E caio, mas logo me levanto. - É só um nome, pai!

Súbito ele me dar outro empurrão. Dou vários passos para trás. - SAI DAQUI, DESGRAÇADO! MENINO INÚTIL! TUDO O QUE SABE É ME INCOMODAR COM  SUAS BESTEIRAS! QUEM LIGA SE A TUA MERDINHA FALOU?! POR ELA TER VINDO DE VOCÊ EU SÓ ESPERO O PIOR! 

- Pai! Pará!

Ele segura meu braço com força e me puxa. Sou levado até a porta. - NÃO ME CHAMA DE PAI! - Berra alto. Abre a porta e me empurra pra fora. - VOLTA PRAQUELA FAVELA QUE TU SAIU E VÊ SE MORRE POR LÁ! - Mandou seguidamente bateu a porta, fechando.

Ainda chovia aqui fora. Dessa vez, eu não resisti e liberei algumas lágrimas. Acho que tudo bem, eu mereci isso. Ele tá certo. Foi insensível eu ter colocado o nome da mamãe na Melissa. Novamente foi minha culpa. Se não fosse por mim, ele talvez gostasse da Melissa. Talvez, até fosse lá em casa. Se eu não existisse, ele com certeza... Não teria perdido quem ele mais amava na terra.

Engoli o choro. Não ia ganhar nada chorando, mesmo. Chorar são para os fracos!

Andei até em casa. Levei um segundo banho. Minhas roupas ficaram encharcadas... Rsrsrs

Que idiota! Quem esquece de levar guarda chuva em temporada de chuva?! Eu sou muito burro!

Depois de andar pra cassete, cheguei em casa.

Peguei as chaves no bolso.

- Seja bem vindo, Arthur! - Falou minha vizinha. Dona Flavia.

- Obrigado! - Retruquei.

Flavia: Oh meu deus, querido! Esta todo molhado!

- Tudo bem. Já cheguei em casa. Ashim! - Falo, e espirro em seguida.

Flavia: Ohhhh, está resfriado! Também podia! Pegou a temporada de chuva inteira!

Destrancou a porta e entro. - Tchau, dona Flavia. Foi um prazer conversar com a senhora! 

Deparo-me com Matheus sentado no sofá. Ele segurava Melissa. Estava assistindo novela.

Matheus: Oi, amor. - Fala e quando olha para mim leva um susto. - Arthur!

- Sim... Eu sei. - Falo revirando os olhos. 

Começo a me despir ali, no meio da sala.

Matheus: Vou pegar toalhas pra você!

Fico apenas de cueca. - Tá. Pode levar no banheiro pra mim? 

Matheus: Certo! - Fala correndo ate o quarto e entrando.

Ando até o banheiro e entro deixando a porta aberta.

Ligo a torneira e encho a banheira com água. 

Espero encher. 

Matheus: Tá aqui! - Fala com os braços cheios de toalhas dobradas.

- Só vou precisar de um, bobo! - Comento soltando um rosinho.

Matheus: Tá tudo bem com você? - Pergunta com uma carinha preocupada.

- An? Como assim? É claro que tô bem!- Falo entre risos. 

Avanço para beija-lo. Contudo ele vira o rosto. - As vezes, sinto que você esconde algo de mim.

Puts! Será que ele descobriu?!

- Tipo o que? - Falo tentando não parecer nervoso.

Matheus: Não sei, mas se tiver... Quero que saiba que eu tô aqui. E sou seu homem e vou te apoiar em tudo.

As vezes acho que Matheus pode ler mentes. Ele sabe exatamente o que preciso ouvir, e bem na hora que preciso. 

- Obrigado... - Agradeço. Contorno os braços atrás de seu pescoço. Curvo as costas para alcançar sua altura -ele é muito baixo- e o beijo. Dessa vez ele aceita. Chupo sua boca, como se não existisse o amanhã. Engulo seu sabor delicioso. Sua boca tinha gosto de morango e sua língua era tão mais doce que chocolate.

- Toma banho comigo? - Pergunto entre nossos beijos.

Matheus gemeu um sim.


Notas Finais


Arthur: Sério. Escritoras. Narrar minha vida é muito fácil. Tentem fazer faculdade de engenharia! Isso sim é difícil! Parem de demorar tanto a postar os caps!
Soube que os outros personagens tão querendo copiar minha idéia. Se vcs não se adiantaram logo, vão perder a vaga de escritora pra gente.

Era issu galera, valeu por ler, o que rolou entre mim e o Matheus no banho foi censurado, pq foi selvagem demais para ser escrito. ;3


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