História Desejo pelo Medo - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexis Bledel, Amor, Drama, Fanfic, Fantasia, Ian Somerhalder, Medo, Mistério, Original, Romance, Sangue, Sexo, Sobrenatural, Suspense
Exibições 21
Palavras 3.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, capítulo novo por pura ansiedade de postar! kkkk

Boa leitura *-*


Obs.: Na imagem da capa deste capítulo, uma referência a Candice.

Capítulo 2 - As iniciais "C".


Fanfic / Fanfiction Desejo pelo Medo - Capítulo 2 - As iniciais "C".

Eu sei que pode parecer um pouco infantil, mas, esse é um hábito que eu não consegui largar mesmo depois de há muito tempo ter abandonado a infância. Quando eu tinha 7 anos minha mãe notou minha dificuldade em expor meus sentimentos e com isso, socializar com as outras meninas da minha idade e foi aí que ela me deu meu primeiro diário. Desde então, eu não consigo mais deixar de desabafar escrevendo, e na maioria das vezes eu escrevo as maiores bobagens que se possa imaginar, mas eu sempre escrevo como se tivesse contando a alguém, sabe? É estranho, eu sei disso, mas fazer o que? Cada um com suas loucuras.... Ontem, percebi que a última folha do meu diário acabou, e esse foi o quinto que usei depois daquele que ganhei da mamãe, e como fiz com todos os outros, eu meio que começo contando ao diário um pouco sobre mim. É bizarro eu sei, mas eu sinto como se cada diário novo, fosse um amigo novo com quem desabafo. Bom, um novo diário foi comprado e eu agora vou contar um resumo sobre mim e também o que rolou desde a última folha do meu último “amigo” de capa dura. 

 

Abro meu diário na primeira folha em branco, aspiro profundamente o cheirinho do papel e assim que destampo a caneta eu começo a escrever...

 

 

Meu nome é Candice, eu tenho 23 anos e sou recém-formada em Jornalismo. Nasci em San Francisco, Califórnia, onde vivi até ser aprovada para cursar faculdade na American University em Washington DC. O estágio não me rendeu um contrato, mas eu não perdi a fé, sei que em algum momento esse monte de currículo que distribuo e de entrevistas que faço me renderá um bom emprego num grande jornal. Moro em Portland, Oregon e trabalho em uma livraria há poucas quadras de casa, não é o emprego ideal e nem o lugar mais glamuroso do mundo pra se viver, mas é o que tenho no momento e quer saber? Não posso dizer que sou infeliz.  

 

Meus pais vivem na Califórnia, há apenas uma hora de carro de onde minha irmã mora com o marido e o mais novo membro da família, meu sobrinho fofo que carrega o nome do pai. Camille sempre reclama que eu me distanciei de casa e se junta à Dona Catherine, minha mãe, na tentativa (inútil) de me fazer voltar pra Califórnia. Meu pai se chama Charlie e é o único a me apoiar a minha vontade de construir minha carreira longe da influência e do prestígio que ele tem. Ahh e eu imagino que tenha dado pra perceber a bizarrice que minha família tem com a letra “C”, mas isso faz parte de uma tradição familiar criada por meus pais pela coincidência de suas iniciais. Quando meus pais se conheceram, acharam uma coisa de outro mundo o fato deles terem o nome com as mesmas iniciais e serem filhos de pessoas também com a bendita inicial “C”. Minha irmã ao se casar com Christopher, é, meu cunhado se chama Christopher... Resolveu perpetuar a insanidade de meus pais e colocou o nome do marido no filho que eles tiveram, ou seja. Meus avós, paternos e maternos, meus pais, minha irmã, meu cunhado, eu e agora o meu sobrinho, todos temos nomes iniciados com a letra C. Ahh e é claro que eu nasci na Califórnia, que também acabou sem querer entrando nessa loucura toda, enfim. Estou MUITO feliz vivendo em Portland, com P.

 

 

Bom, voltando a minha vida.... Eu não tenho namorado. Mas em compensação tenho o melhor amigo do mundo, o Math. Conheci ele na faculdade e ele se tornou imprescindível pra mim... Aliás, se moro em Portland foi justamente por causa dele. Ele conseguiu esse trabalho pra mim, a livraria é da mãe dele, a Sr.ª Gilbert. Eu sei que o Math tem sentimentos por mim, mas ele nunca disse nada e eu prefiro assim. Eu não posso perde-lo e então não vou arriscar que isso aconteça, ele é muito importante pra mim, não posso correr o risco de não tê-lo mais na minha vida.

 

 

...

 

 

 

Continuo por mais algum tempo escrevendo em meu diário sobre algumas coisas relacionadas a minha vida e já com a mão doendo de tanto escrever, decido enfim me levantar da cama. O tempinho chuvoso lá fora, me faz querer ficar sob as cobertas o restante do dia, mas eu preciso aproveitar o dia de folga para cuidar de algumas coisas em casa. Sabe aquelas coisas chatas, mas necessárias e que normalmente empurramos com a barriga? Pois então.... Amarro meu cabelo num coque no topo da cabeça e sei que conforme eu for me movimentando a presilha vai afrouxar e algumas mechas irão me incomodar me fazendo prendê-lo novamente, mas eu não me importo. E tudo bem, eu sei que ao abandonar a cama deveria me livrar desse pijama que me deixa desengonçada, mas qual é..... Quem se importa com isso quando vai limpar a casa? 

 

Decido começar recolhendo algumas roupas pelo quarto, vou até meu banheiro e enfio tudo no cesto e o ergo levando-o comigo até a lavanderia depois da cozinha. Pelo caminho já vou traçando mentalmente minha linha de trabalho. Começo por colocar a roupa na máquina e enquanto ela trabalha, vou terminar de arrumar meu quarto, limpo o banheiro e sigo para cozinha que para minha felicidade, tem apenas algumas louças pendentes do jantar de ontem. A sala está em ordem, precisando apenas arrumar as almofadas de volta no sofá e passar o aspirador, que não leva mais de cinco minutos para deixa-la tinindo. Respiro fundo aliviada ao ver tudo no lugar e limpo, e quando pretendia subir para um bom banho, ouço o alerta da máquina na lavanderia me avisando que a roupa já está em tempo de ser retirada. Sigo até lá e enfio as roupas novamente no cesto voltando com as peças limpas e secas para o meu quarto. Daí você me pergunta: “E agora Candice, vai passar as roupas e concluir com chave de ouro o momento ralação doméstica? ” E eu te respondo com toda autoridade de quem odeia fazer isso. “Não! ” Eu não sou das que passam roupa, só quando a peça realmente, eu digo realmente mesmo, exige isso. Dobro as roupas e arrumo em meu closet, aproveito e pego uma toalha limpa e sigo para o meu banho. Passo mais minutos que o necessário no banho, e isso é porque a água quentinha estava tão relaxante que eu meio que perdi a noção do tempo. Termino meu banho, volto ao closet, um jeans, all star, camiseta com e cardigan médio preto, são suficientes para a minha intenção. Solto meu cabeço, que graças ao coque feito mais cedo, segue por minhas costas com algumas ondas castanhas do meio até as pontas. Deixo meu quarto e atravesso a sala em direção à porta, abro o armário lateral e alcanço minha bolsa estilo carteiro e também um guarda-chuva. Saio de casa deixando a porta trancada e abro o guarda-chuva me protegendo das gotículas, caminho pela calçada desviando de uma e outra pessoa pelo caminho e depois de quinze minutos nisso eu enfim chego ao meu destino. 

 

— Bem-vinda ao Elmer’s Restaurant, Srtª. Posso segurar o seu casaco?

 

A voz de um gentil e uniformizado rapaz se faz notar assim que a porta se abre e logo que assinto ele recolhe meu casaco e guarda-chuva. Logo que vejo Math eu me direciono a mesa onde ele me aguarda.

 

— Até que enfim Candy, como você demorou... --- Math me dá um costumeiro abraço apertado que eu retribuo.

 

— Me desculpa senhor pontual, eu tinha algumas coisas a fazer e acabei me atrasando... --- Verifico o relógio em meu pulso e volto meu olhar à ele.  — Ahh fala sério, um atraso de 17 minutos. Você sempre me faz esperar muito mais que isso...

 

Math rindo debochado move a cabeça negativamente. 

 

 

— Eu estou sempre esperando por você. 

 

As palavras dele detêm um significado oculto e eu finjo não entender.

 

— Sei... --- Math me ajuda a me acomodar e faz o mesmo em seguida. — Mas me diz, já pediu alguma coisa?

 

— Claro né, eu sabia que você chegaria aqui morrendo de fome como sempre.... Pedi o lunch completo para dois, deve chegar a qualquer instante.   

 

— É por isso que você é o meu melhor! --- Dou uma piscadela.

 

— Ok, mas, só porque eu sempre te dou comida, sua faminta... --- Agora sou eu que finjo indignação movendo a cabeça de forma negativa. Math é claro, ri de mim. — Candy, que bom que combinamos de nos ver hoje porque eu queria mesmo falar com você. Minha mãe me disse que você aceitou a gerência da livraria.... Isso é verdade? 

 

Aspiro o ar profundamente. — Sim e eu já até sei o que você vai dizer... O novo cargo vai ocupar mais o meu tempo e vai ficar complicado comparecer em entrevistas agora, mas Math, pensa comigo. Tem quase um ano que me formei e eu faço pelo menos umas 5 entrevistas por semana e nada de conseguir um trabalho na minha área. Em contrapartida, o novo cargo vai me trazer boas vantagens financeiramente falando...

 

— Ué, mas o seu pai não te ajuda? --- Ele me questiona.

 

— Ajuda, mas eu não quero que isso continue, é vergonhoso.... Já era para eu estar me mantendo sozinha. E com essa promoção, eu vou conseguir isso.

 

Ele me olha desconfiado. 

 

— E se eu te disser que eu tenho um amigo que, bom, ele não prometeu nada Candy, mas disse para você ir vê-lo na redação do, nada mais nada menos que.... The Washington Post!   

 

Meus olhos se arregalam repentinamente e eu não consigo conter um gritinho. 

 

— AHHHH! Eu não acredito!! --- Todos os olhares estão sobre mim agora e eu já de pé nem me importo com isso. Dou a volta na mesa e me lanço em Matt enlaçando seu pescoço. — Obrigado, obrigado, obrigado!!!

 

— Calma aí mocinha, ele só vai te receber, não me deu certeza de nada...

 

— Mesmo assim, é uma chance no Washington Post, Math! Ai meu Deus, eu estou tão feliz que nem sei como te agradecer...

 

E nossos olhos se cruzaram de uma maneira constrangedora. Abandono os braços do Matt e volto ao meu lugar com um sorriso sem jeito no rosto.

 

— O que? Porque está com essa cara? --- Math me questiona.

 

— Eu? Do que você está falando? Eu estou muito feliz só isso... 

 

 

Math fingiu a partir daí não ter notado o meu constrangimento, é mais ou menos assim que sempre acontece quando temos por algum motivo estranho uma aproximação exagerada. Nós só fingimos que não foi nada e mudamos de assunto. Depois de comermos, Math me acompanhou até em casa. Eu pedi que ele entrasse, mas ele não aceitou como eu já bem imaginava. Agradeci a ele a força que me deu e ele apenas sorriu se afastando. Eu detesto como fica o clima quando rola esse tipo de situação, mas o bom é saber que depois de alguns dias isso passa. Entro em casa deixando as coisas no armário do hall e me jogo no sofá fitando o teto. 

 

— The Washington Post.... Euzinha, no Washington Post... 

 

*Suspiro*

 

 

 

 

 

POV Law

 

 

 

O vento gelado toca minha pele, mas não me causa nenhum tipo de sensação, aliás, nenhum tipo de sensação tipicamente humana, eu apenas recebo mais um dos muitos lembretes de que as coisas para mim não são como para tantos outros. Quando ouço as inúmeras e constantes reclamações em mentes perturbadas por coisas tão significantes como essa, eu me pergunto se em algum momento dessa existência miserável a pessoa em questão se dará conta da dádiva que é a vida. E eu me refiro a vida, vida de verdade e não apenas existência. Me refiro ao frio pelo toque gelado de uma brisa anunciando a chegada do inverno, ao medo que se sente à beira de um precipício, ao sabor doce de uma fruta madura recém colhida... Coisas tão simples e que muitas vezes são ignoradas pelas criaturas mais sortudas do mundo. Os humanos.... Humanos tem tanto e, no entanto, agem como se nada fosse suficiente. Ahh se eles soubessem o quão rico são, quantas possibilidades.... E a riqueza a que me refiro, não é os tantos dígitos que alguém poderia preencher em um cheque meu. Eu me refiro a verdadeira riqueza, a riqueza de possibilidades. Nada, no mundo inteiro, pode ser tão bom quanto ser um humano. 

 

Os passos anunciam a aproximação e eu sei que do lado de fora da porta, Julianne caminha com seu salto quinze italiano por sobre o mármore gélido e pálido, semelhante à minha pele sem vida. Ela toca a porta, apenas por cortesia, pois sabe que é esperada e logo que entra o seu cheiro penetra minhas narinas de forma invasiva. Qualquer um estaria se referindo ao perfume francês com leves nuances adocicadas, mas alguém como eu não se apega a esse mero detalhe, é o cheiro dela que me invade. O cheiro de sua pele, carne, sangue. O cheiro que seus hormônios liberam e que apenas alguém com sentidos tão apurados ou até mais do que o mais temível um predador, seria capaz de captar. 

 

— Sr. Bojan, desculpe-me atrapalhar sua reflexão, mas aqui está a sua agenda conforme solicitado. 

 

A voz dela é irritantemente doce, mas sendo ela uma das poucas pessoas de minha máxima confiança, eu não me importo com esse mero detalhe. Giro meu corpo numa velocidade calculada, aceitável para os olhos humanos, e então me acomodo em minha poltrona, indicando o lugar diante da mesa a ela que se senta imediatamente. 

 

— Por favor Julianne, me atualize.

 

—Sim Sr Bojan. --- A morena de beleza exuberante abre o pequeno livro de capa de couro buscando pelo marcador a página correta. — Amanhã, sua manhã está livre Sr., mas tem uma reunião com os investidores, marcada para o primeiro horário após o almoço. --- Ela engole seco e ergue o olhar brevemente em minha direção, eu dou um sorriso contido e sarcástico e a jovem limpa a garganta como se o gesto dissipasse o constrangimento dela. — Ééé... Ás 15h seu chofer virá busca-lo para leva-lo a inauguração da nova agência em Portland e o Sr. Adler como sempre irá substituí-lo no discurso. Ah e o Sr. ainda não confirmou se receberá os membros do conselho na sala de conferências do hotel ou na própria agência...  

 

 Com a cotovelo apoiado em um dos joelhos e a mão encobrindo meus lábios eu a observo tagarelar e por mais que eu tente de todas as formas me afastar de toda essa burocracia a cada ano me vejo mais afundado nela.

 

— Não vejo porque me deslocar, já estarei na agência, que seja lá.

 

 

Depois de mais ou menos uns trinta minutos debatendo minha agenda do restante da semana, Srtª Julianne se retira me deixando a sós com meus próprios pensamentos. Eu volto a me posicionar de pé próximo a janela, e por trás da cortina observo silencioso o movimento da rua. As luzes, os carros, as pessoas indo e vindo. Desperdiçando suas vidas com futilidades e momentos de euforia. Não me leve a mal, eu não sou contra a diversão, mas eu posso dizer que tenho desprezo pelo desperdício persistente que os humanos tendem a cometer em relação a sua breve, porém tão cheia de possibilidades, existência medíocre. 

 

 

Flashback ON:

 

 

— E porque eu deveria me preocupar? Eu tenho tudo. --- Respondo com a voz embriagada entregando a noite de farra que tive no Cabaré da Srtª Marie Lefevre.

 

— Quando você vai aprender meu irmão? Quantas vezes já lhe pedi pra não se expor de forma tão perigosa... Há relatos de criaturas sombrias que se ocultam nas sombras do reino, espreitando e atacando as pessoas no meio da noite... E você ignora o que lhe peço, desperdiça sua vida com incansáveis noites de gandaias, nosso pai pensa em despachá-lo para a front de batalha afim de fazê-lo sentir o sabor da realidade. Confesso já não saber mais se ele não estará certo...

 

A voz de Ivan denota a preocupação que ele sente. Meu irmão sempre foi o mais ajuizado de nós, sempre preocupado em manter as aparências e seguir as tradições. Isso sempre foi a justificativa para a predileção de nosso pai, o Delfim deste reino. Primeiro na linha de sucessão, para a eminente morte de meu avô, o Rei. Já eu, sempre gostei de aproveitar a vida e as mordomias que minha condição monárquica me proporciona. Ser Arquiduque tem inúmeras vantagens e eu não tenho por que não me apropriar de cada uma delas.

 

— Quando você, Ivan, vai entender que eu já não sou mais um rapazote. Se papai deseja me enviar à front, que seja. Ao menos lá não terei de encarar dia após dia o tédio que é ficar trancafiado entre as paredes desse maldito castelo. Se não posso sequer me divertir dentre os saiotes das meninas da Srtª Marie, que me lancem ao fogo inimigo. Pelo menos lá algum tipo de interação social estarei desfrutando...

 

Ivan me enviou seu olhar mais indignado e não demorou mais que dez noites para que eu sentisse o gosto amargo de estar em campo aberto com o inimigo abrindo fogo em nossa direção... 

 

 

Flashback OFF.

 

 

Fecho os olhos por um instante, a necessidade de desviar minha mente daquelas recordações é tão latente, que eu me esforço pra não permitir que o verdadeiro horror vivido pouco depois, se faça tão real em meus pensamentos que eu confunda o que é a realidade com o que é apenas uma traumática recordação. Volto a abrir os olhos e apesar de não estar diante de um espelho nesse instante, sei que eles tiveram a coloração da íris modificada. Uma reação natural ao sentimento de ódio que me surge. Ódio do que me aconteceu e principalmente, ódio de mim mesmo por tão infantilmente ter me exposto a isso. 

 

Fecho a janela e caminho pelo quarto. O ódio me remete ao meu lado mais sombrio e com ele a fome surge aflorando meus instintos e eu decido ir atrás da única coisa capaz de me satisfazer num momento como esse...


Notas Finais


Eu espero que tenha ficado tão bacaninha quanto eu achei... KKK logo logo eu posto outro! Preciso atualizar a Under The Full Moon que ficou pendente essa semana =x

Beijocas e obg por ler ♥


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