História Desejo Proibido - Capítulo 36


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoas, estou de volta depois de um tempo, estava apenas finalizando o semestre, mas agora estou de férias
Espero que vocês estejam bem, depois dessa semana triste e difícil
Espero que Gostem
Boa Leitura
Música: Coldplay - Clocks
#ForçaChape

Capítulo 36 - Clocks


Fanfic / Fanfiction Desejo Proibido - Capítulo 36 - Clocks

Robert Pov’s

 

Acordo com dificuldade, quero ficar mais tempo na cama, mal consegui dormir à noite inteira, agora estou com essa moleza, ficar pensando em Mats e em Bella me tirou o sono, Mats ainda não acordou, então ainda não sabemos se sua visão foi muito afetada ou não, e isso está tirando o sono de todos nós. Já com Bella, ainda não caiu a ficha que ela saiu de casa, ela ainda deve estar dormindo a essa hora, ela ficou no quarto de hospedes, disse que queria ficar um pouco sozinha, depois de tudo o que aconteceu, compreendo sua escolha, deve ser difícil, tomar uma decisão dessas depois de tudo o que aconteceu. Então ontem depois que chegamos, cuidei de seu rosto e ela foi dormir.

Sobre Ronaldo, isso não me sai da cabeça, ele deixou ela ir fácil demais, depois de tudo que aconteceu, achei que ao menos ele tentaria fazer alguma coisa. Agora fiquei pensando, ele mesmo disse que tem álibi, e se, ele não fez nada mesmo, eu sei que pode ser loucura, mas estranhamente ele parecia sincero quando disse que não fez nada, devo mesmo estar louco, ele continua sendo uma pessoa horrível.

Me levanto e caminho até o banheiro a passos de elefante, entro embaixo do chuveiro e a agua escorrer por meu corpo, minha cabeça está explodindo, mas também não ajuda estar batendo ela na parede, Robert, você tem demência? Talvez. Essa avalanche de pensamentos não me deixa raciocinar, nem relaxar, nem nada, tenho medo de como Mats possa reagir a notícia, eu sei que não é nada certo se será permanente ou não, mas é um baque para qualquer pessoa, ter algo com que viveu a vida toda e do nada perde-la. Mats é forte, sei disso, mas como ele vai reagir e lidar com isso. E eu não consigo deixar de me culpar pelo o que aconteceu, sinto isso dentro de mim.

Me arrumo e saio do meu quarto, passo em frente ao quarto de hóspedes, paro e penso por alguns instantes e bato na porta:

 

Pode entrar – ouço a voz dela através da porta

Oi, Bom dia, tudo bem com você – pergunto entrando, observo ela sentada na cama enrolada no cobertor

Um pouco melhor – diz calma, me sento na cama e observo seu rosto – Estou horrível, eu sei

Não, de forma alguma, continua maravilhosa como sempre – respondo prontamente, e é verdade, apesar de todos os hematomas e inchaço, ela continua exalando sua beleza única, ela sorri sem graça, vejo seus belos olhos brilharem, sim, ela continua linda

Mentiroso – rebate tentando conter o sorriso, passos minhas mãos delicadamente por seu rosto, me aproximo e deposito beijos em seu rosto, em sua testa, bochechas, queixo e nariz, até chagar em sua boca e lhe dar um selinho demorado

Já tem notícias do Mats? – Pergunta após ficarmos um tempo em silêncio

Ele está bem, mas ainda não acordou, ai... Contaremos – ela segura minha mão e aperta de leve

Ele vai passar por isso, tenho certeza – assinto com a cabeça

Tenho que ir, você vai ficar? – pergunto assim que me levanto

Acho que sim... Tenho tantas coisas para resolver – fala de repente e dá um longo suspiro

Fique o tempo que quiser – respondo a olhando

Robert, não, eu já te dei muita dor de cabeça e se o que você disse ontem for verdade, eu tenho muita culpa em relação à que aconteceu com seus amigos – engulo em seco quando ela toca nesse assunto, eu não sei o que dizer – Viu, não tem nem como você descordar

Eu também tenho culpa, se tiver de ser colocada a culpa em alguém, ela tem que ser compartilhada, eu tenho culpa, você tem culpa, o Cristiano, mas mesmo assim não à motivo para tudo o que ele fez – respondo a encarando

Ainda não acredito que ele foi capaz e tudo aquilo – vejo seus olhos ficarem marejados, não consigo imaginar a dor que ela está sentindo, tanto física e quanto mentalmente, quero tirar isso dela, apenas a abraço forte e a deixo chorar – Robert vai, tomei muito do seu tempo já

Não se preocupe com isso, mas agora eu tenho que ir – dou um beijo em sua cabeça e saio

 

Vou direto para o hospital, lá encontro o pessoal:

 

Hey, tudo bem? – pergunto depois de cumprimenta-los

Ahn... Sim. Já podemos visita-lo – Mario conta, percebo seu rosto tenso

Já conversaram com o Médico? – pergunto receoso

Sim, ele o examinou, disse que ele recobrou a consciência – Maddie respondeu

E então? – pergunto preocupado, mas já imaginando a resposta

Foi perda total da visão – Marco responde, imediatamente levo as mãos a boca

Não acredito – murmuro

O médico disse que tem tratamento, mas no estado dele pode demorar – Marco continua

Ele já sabe? – pergunto me encostando no sofá

Ainda não – ele responde baixo – Ele perguntou por nós

Ainda não foram visita-lo? – pergunto surpreso

Queríamos você aqui, assim todos podemos falar com ele – Maddie diz, assinto

 

Ele vai superar isso, eu sei. Penso comigo mesmo.

 

Isabella Pov’s

 

Fico revirando na cama, mal consegui dormir durante a noite e não vai ser agora que irei conseguir, fico olhando o teto, nossa, a única coisa que consigo sentir é um vazio no peito, me levanto e vou em direção ao banheiro, tomo um banho rápido, e daí me toco que não peguei roupas de novo, vou ter que improvisar, tive uma ideia. Vou no quarto de Robert e pego uma cueca, e vou também no quarto de Maddie, espero que ela não me mate, ela é mais baixa do que eu, pego uma camisa grande que mesmo assim fica curta, e uma legging que só chega até metade das minhas panturrilhas, uso as minhas sapatilhas mesmo, pego emprestado um pouco de maquiagem, e cubro o máximo que posso com ela, acho que não dá para notar, apenas os inchaços em meu rosto, apenas surrupio mais o óculos de sol de Robert, já que a armação é grande e saio de seu apartamento.

Pego um taxi e me encaminho até a casa de Tyler, pelo menos a bolsa e a carteira peguei, e paguei o taxista, Tyler abre a porta e me olha espantado:

 

Meu Deus mulher, o que fizeram com você? – pergunta me olhando espantado

Tive um acidente – respondo irônica

Foi o Cristiano? – pergunta me olhando, apenas assinto – Aquele miserável

Eu já estou bem, eu vim aqui pegar algumas roupas, eu deixei algumas aqui e pedir a sua ajuda – digo o olhando

Para? – pergunta desconfiado

Preciso ir lá em casa, mas não quero ir sozinha – respondo o encarando

Tá bom, eu te ajudo – responde me olhando de uma forma engraçada

Obrigado – digo antes de ir tirar essas roupas apertadas

 

 

Tem certeza que quer fazer isso? – ele pergunta atrás de mim

Já estou fazendo – respondo abrindo a porta da casa – Além do mais a casa também é minha, tenho todo o direito de pegar minhas coisas

Então por que estou aqui? – pergunta, mas sei que ele sabe muito bem o motivo

Você é ou se faz de idiota? – pergunto o olhando

Só estou zuando, além do mais ele não é louco para fazer nada, eu acho – comenta, reviro os olhos

 

Arrumamos todas as minhas coisas e quando estamos saindo alguém chega:

 

Isabella – Cris exclama me encarando

 

Robert Pov’s

 

Entramos no quarto de Mats, o observo deitado, seus olhos estão cobertos gaze hospitalar fazendo compressas, seu rosto e braços estão com alguns arranhões, seu braço e sua perna imobilizados:

 

Pessoal, são vocês? – Mats pergunta com a voz um pouco rouca

Somos nós – respondo

Como está? – Mario pergunta

Bem... Quebrado... Um idiota me empurrou para fora da estrada e estou aqui, mas vou ficar bem – responde parecendo entediado

Como assim te empurrou para fora da estrada? – pergunto preocupado

Um cara ficou esbarrando no meu carro e me empurrou para fora da estrada – assim que ele responde isso sinto meu corpo fraquejar, exatamente o que eu imaginava – Alguém tira esse negócio dos meus olhos, não vejo nada

Mats... Não podemos – Marco responde

Ah, qual é, está incomodando, eu não falo nada para o médico e eu quero ver vocês – ele responde

Mats isso não vai ser possível... Aconteceu uma coisa – começo a falar

O que? Não estão bem, alguém se machucou? – ele pergunta começando a ficar nervoso

Se acalma, não aconteceu nada com ninguém, exceto com você – Marco responde calmo

Como assim, estou ótimo, tirando os machucados, me sinto bem, tudo está bem – ele responde

Nem tudo Mats – respondo – Seus olhos, ahn... A pancada atingiu um nervo responsável pela visão, e bom, ficou como posso dizer, machucado, inchado e... Você perdeu a visão

Hahaha... Boa piada Robert, Maddie agora desmente ele... Por favor – ele diz, sinto sua voz chorosa

Sinto muito, mas é verdade – responde

Tá... Tá... Tá... – ele fica repetindo – ...Posso ficar um pouco sozinho. Por favor.

Está bem, te deixaremos a sós, mas ficaremos por perto se precisar – Mario diz enquanto saímos

 

Mats fica sozinho no quarto e agora tenho certeza, é minha culpa.

 

 

 

 

As luzes se apagam e eu não posso ser salvo

Ondas, que eu já tentei nadar contra

Vocês me colocaram de joelhos

Oh, eu imploro, eu imploro e suplico, cantando

 

Desapegue-se das coisas não ditas

Atire uma maçã em minha cabeça

Problema que não pode ser nomeado

Um tigre está esperando pra ser domado, cantando

 

Você é, você é

 

Confusão que não acaba

Paredes fechadas e relógios tiquetaqueando

Vou voltar e te levar para casa

Eu não poderia parar agora que você sabe, cantando

 

Apareça sobre meus mares

Malditas oportunidades perdidas

Sou uma parte da cura?

Ou sou uma parte da doença?

Cantando

 

Você é, você é

Você é, você é

 

E nada se compara

Oh, nada se compara

E nada se compara

 

Lar, lar onde eu queria ir

Lar, lar onde eu queria ir

Lar, lar onde eu queria ir

Lar, lar onde eu queria ir – Coldplay - Clocks


Notas Finais


Gostaram? Críticas? Sugestões?
Música:https://www.youtube.com/watch?v=d020hcWA_Wg
Até o próximo
Beijos


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