História Desejo Selvagem - Capítulo 3


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Categorias As Tartarugas Ninja
Personagens Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Leonardo, Michelangelo, Oroku "Destruidor" Saki, Raphael, Tiger Claw (Garra de Tigre)
Tags Destruidor, Destruidor X Karai, Destruidor X Splinter, Karai, Leonardo, Leonardo X Destruidor, Splinter
Exibições 64
Palavras 3.069
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooooi pessoal como estão? Finalmente, chegamos ao final desta pequena fic (chorando buaaaaa) que adorei escrever. E também gostaria muito de agradecer o grande apoio e os comentários que ela teve. Obrigada de coração mesmo pessoal. Agora, fiquem com a conclusão desta maravilhosa história. Vamos ver o que o Destruidor irá aprontar.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Gostou da carta, Yoshi?


Fanfic / Fanfiction Desejo Selvagem - Capítulo 3 - Gostou da carta, Yoshi?

Eles me levaram onde tantos dos meus soldados não conseguiram vir. Somente minha filha teve a audácia de conhecer, mas não quis me contar. Estou no esconderijo das tartarugas. Lugar onde o desgraçado do Yoshi se esconde. Finalmente aqui, neste lugar que procuro por tanto tempo, acabarei com estes desejos sem controle que estou sentindo. Isto é horrível. Quem sabe não posso alegrar este miserável com meus... encantos.

Na entrada tinha algumas catracas de metro. Para não chamar a atenção, as pulei e fui parar direto no que seria a sala de estar. Ouvi alguns passos e muita falação. Me escondi rapidamente atrás de um dos sofás e fiquei somente observando. Principalmente Leonardo. Assim, esse menino não irá abrir a boca para ninguém. Preciso ficar de olho. Os garotos já estão saindo de um lugar que me parecia ser o dojo onde treinavam e fiz questão de ficar na visão de Leonardo. Sinto de longe seu medo e isto me agradava.

– Só quero um pouco de descanso. – Disse Raphael – A noite foi foda e só quero assistir alguma coisa. Menos Heróis do Espaço. Eu odeio este programa e vocês sabem muito bem disto.

– Assiste o que quiser, Raph. – Leonardo olha em minha direção e arregala os olhos. Faço um sinal com meus braços, indicando que se falasse alguma coisa, irei arranhá-lo e depois acabar com seus irmãos. Na verdade, minha maior vontade era de destruir todos esses garotos. Eles são os reais culpados por Yoshi ter se afastado ainda mais de mim. – Vou para meu quarto.

– Léo, seu braço está machucado. – Disse Donatello. Essa não. Se ele falar algo...

– Devo ter me arranhado na luta. Não é nada, Donnie.

– Ah, mas é melhor fazer um curativo. Sabe quantas bactérias e fungos podem entrar neste ferimento? Vamos ao laboratório que lá, coloco uma proteção.

Donatello abre uma grande porta ao meu lado direito para fazer alguns curativos no ferimento que fiz em Leonardo. Os outros o seguem. Juro que se este menino falar alguma coisa, vai se arrepender. Mas não estou nem um pouco a fim de saber o que irão fazer lá dentro. Vou aproveitar para ir até o dojo. Fiquei o tempo todo olhando para frente, visando de que não viria ninguém. Rapidamente subi as escadas e cheguei no lugar onde treinavam.

Quando entrei, senti uma paz a qual não sentia há muito tempo. Ao meio da sala tinha uma grande árvore. Bonita, jovem e com folhas verdes vivas. Esta árvore me lembrava as inúmeras que tinham lá no Japão, na época em que vivia no clã Hamato. Com certeza um dos momentos mais infelizes de minha vida. Só tive uma certa paz quando Karai veio fazer parte de meu cotidiano. E não deixarei que ninguém a leve de mim. Mas o que quero, é Yoshi.

Ouço uma voz abafada vindo de um dos cantos do dojo. Era de trás da árvore e logo vejo ele. Sim. Estava chorando dentro de um quarto escuro somente com um lençol e travesseiro velho lá. Percebo também que tinha uma carta em mãos. Deve ser a que Karai mencionou para mim. Agora posso saber finalmente qual é o seu conteúdo. Venho devagar e paro próximo a porta. Seria a minha chance. Finalmente, ele será meu.

– Gostou da carta, Yoshi? – Ele se vira e fica assustado com minha presença. Típico. Ainda tenta esconder a carta – Minha filha escreve muito bem. – Me aproximo, entrando no quarto – Tudo graças a mim, que ensinei tudo para ela.

– S-Saki? C-Como conseguiu entrar aqui?

– Digamos que segui seus filhos, após a luta que tiveram com meus soldados. – Olho fixamente para suas mãos que seguravam a carta – Queria muito saber o conteúdo desta carta. Sei que não deveria invadir sua privacidade já que seus ditos “filhos” não sabem que estou aqui. Ou pelo menos, acho que não sabem. – Dou uma risada de canto, bem baixo.

– Do que você ri? Já não basta tudo que me fez. Destruiu minha casa. Matou Tang Shen por ciúmes de mim, tirou minha filha e agora quer mais o que? Você mudou demais Saki. Onde está o homem bondoso e justo que sempre conheci? Agora você é frio. Sádico. Alguém que gosta de ser temido e ter “amizades” falsas. Se esqueceu de tudo que vivemos até agora? As lutas, as perseguições. E mesmo assim acha que vou lhe trocar novamente por meus filhos.

– Você JÁ me trocou por estes monstrinhos. – Me viro, ficando de costas para ele. Porque sempre consegue um jeito de me magoar? – Se sou assim, frio e rude foi por sua causa. Se uso essa máscara para esconder minhas marcas e mágoas é por sua causa. VOCÊ é o causador de todas as minhas desgraças. E ainda as pessoas acham que EU só o vilão. Ai, o Destruidor é tão ruim com as tartarugas. – Digo fazendo uma voz de desprezo – Nossa, como esse Destruidor é um monstro. Ele destruiu a família do mestre Splinter. Coitadinho. É isso que estou aguento. Os comentários maldosos de pessoas que mal me conhecem e não sabem porque faço essas coisas. Se elas realmente conhecessem o outro lado, iriam ver quem realmente é o vilão desta história.

– Continua o mesmo cabeça dura. Admito que nisto você não mudou em nada. Já te disse que nunca te trocaria por ninguém. O amor que sinto tanto por você como por meus filhos é o mesmo. Não tem porque começar uma guerra idiota com elas por mim. Vou amá-los sempre. E você mais ainda. – Recebo um abraço de Yoshi. Senti sinceridade neste abraço e lhe outro bem apertado. Ficamos com nossos corpos um junto ao outro. Meus desejos aumentam somente em tocar as costas quentes dele. Preciso aliviá-los com ele – Eu... estive pensando em você agora de pouco. Se lembra daquela vez que fomos na floresta de Aokigahara e você foi arranhado por um gato?

– Como não esquecer? Até hoje tenho as marcas do arranhão daquele pequeno felino. E você sabe o quanto adoro gatos. Só que para um rato... não seria uma boa ideia. Foi neste dia onde demos nosso primeiro beijo. Verão de 1979. É lógico que nunca irei esquecer. Mas agora... quero repetir este beijo.

– M-Mas agora? M-Meus filhos estão por perto e podem nos ver.

– Eles entraram no laboratório. Vão ficar lá por um bom tempo. E também, você sabe o quanto desejo isso. Por favor, não recuse e muito menos fiquei com medo. Já fizemos antes. Há quase trinta anos, mas fizemos. Você ficou tão irritado comigo aquele dia.

– Era um bobo, Saki. Mas também, não irei lhe negar nada. Se deseja isso, que assim seja. Não irei me arrepender de nada.

– É assim que se fala, meu amor.

Retiro totalmente meu capacete o jogando no chão. Yoshi não se chocou com minhas marcas. Ao contrário. Começou a fazer carinhos nela, o que fez meus desejos aumentarem. Não perdi tempo e lhe dei um beijo. Senti seu focinho encostar sobre meu nariz e assim ficamos, por um tempo. O nosso abraço agora ficou ainda mais apertado e isso despertava meus desejos. Como te quero Yoshi. Assim como Karai, não poderia ser rude com você apesar de querer muito lhe arranhar e praticar qualquer ferimento em suas costas lindas. Depois do beijo, o joguei no chão para finalmente colocar meus desejos a mostra.

Levantei seu roupão e somente deixei as pernas liberadas. Como estavam magras. Também, a mutação de rato o fez mudar demais. Mas sorte que lá embaixo estava como o conheci. Seria o momento perfeito. Segurei seus braços e lhe dei mais um beijo. Este foi mais longo e até ameacei colocar a língua, mas Yoshi não deixou. Sem problemas. Posso concentrar minha língua em outros lugares mais agradáveis. Com minhas garras, cortei a proteção que tinha sobre as pernas. Logo, estarei dentro daquele que mais amo. Coloquei suas pernas próximas de mim e precisava lubrifica-lo. Mas não farei como fiz com Leonardo. Não. Este terei o prazer de fazer eu mesmo.

Me abaixei e ergui suas pernas. E com minha língua, lhe começo a explorar. Senti algumas mexidas das pernas de Yoshi e pude ouvir alguns gemidos breves. Meus desejos já estavam prontos para novamente entrarem em ação. Mas não queria Yoshi sofrendo e sentindo dores. Depois de minha pequena lubrificação, retiro meu cinto, abaixo um pouco minhas roupas de baixo e coloco ele novamente a mostra. Aquele que representava meus desejos. Meu amado se assustou e por isso, tentei acalmá-lo.

– S-Saki...

– Relaxe Yoshi. Não vou te machucar. Nunca faria isso.

– T-Tudo bem.

Na verdade, já queria colocar tudo. Mas por medo de Yoshi dar um grito e aquelas pestinhas ouvirem, fui com calma e quando senti que estava seguro coloquei tudo sem nenhum perdão. Mesmo assim, Yoshi deu um forte grito. Tive que tampar sua boca para que não acontecesse nada. Foi então que comecei com pequenos movimentos de vai e vem. Segurei suas pernas e aumentei a velocidade. Pude ouvir os gemidos de Yoshi aumentando cada vez mais. Queria ser bem agressivo e mostrar para ele como mudei.

Não tive nenhuma pena. Comecei a dar palmadas em suas coxas a qual parecia estar gostado. Esse Yoshi é muito do safado. E já que percebi isso, aumentei ainda mais a velocidade de meus movimentos. Ouvi seus gemidos de prazer em poder estar comigo, realizando este ato que desejava em toda minha vida. Só para alegrá-lo, também dei alguns gemidos. Mas bem breves. Queria ouvi-lo. Aqueles gemidos só faziam meus desejos aumentarem.

Estava cansado desta posição. O coloquei de quatro e novamente o entrei e começando meus movimentos novamente. O segurei pela cintura e aumentei. Queria ouvir seus gemidos ficarem ainda mais altos. Me dê isso Yoshi. Seja um ratinho bonzinho comigo. Lhe darei uma grande recompensa depois disto. Meu amor incondicional por você. Aumentei a força de meus movimentos e nossos gemidos entraram em uma sincronização adorável. Aquilo eram música para meus desejos que pareciam não cessar nem com Yoshi.

Depois disso, o coloquei em meu colo, olhando para mim. Fiquei de pé e o deixei tomar o controle dos movimentos. Ficamos nos olhando enquanto sentia as mãos geladas de Yoshi tocaram meu pescoço e toda minha cabeça. Suas mãos me faziam ter alguns arrepios. Percebo também o quanto seus olhos lacrimejavam graças a mim. Depois ele me agradece. Queria ir para outro lugar e tomar o controle novamente. Pensei na árvore. Seria um bom lugar. Aqueles meninos nem irão desconfiar. Fui carregando Yoshi enquanto o mesmo me enchia de beijos.

– Eu te amo. – E me deu um beijo – Eu te amo. – Outro beijo – Eu te amo. – Mais um – Eu te amo. – Não preciso repetir, não é?

O levei para a árvore, encostei suas costas nela e tomei o controle outra vez. Mas desta vez, os meus desejos iriam a toda. Fiz movimentos mais rápidos e intensos. Vi lágrimas saindo dos olhos de meu amado e as enxuguei. Ouvi seus gemidos e isto fez que meus desejos aumentassem. Aumentei ainda mais a velocidade e meio que sem querer, junto com alto gemido, liberei meu liquido quente dentro dele. Foi meio sem querer isso. Fiz carinho em seu rosto cansado e me saparei de seu corpo suado. Meus desejos... acabaram por esta noite.

Não posso afirmar se um dia eles voltariam e nem quero que apareçam outra vez. Precisava ir embora, mas deixei Yoshi sentado para descansar. Entrei dentro de seu quarto para me arrumar. Voltei para ver meu amado e quando vou colocar meu Kuro Kabuto de volta, vejo algo muito desagradável na minha frente. Aqueles meninos... Raphael e Michelangelo. Estavam lá e me encarando. Raphael um pouco mais irritado. Maldito Leonardo. Ele abriu a boca. Esse menino vai se arrepender por isso. Fiquei tão impressionado que soltei meu capacete no chão para encará-los de volta.

– O Léo nos contou tudo. – Dizia Raphael se aproximando de mim – Você usou meu irmão para chegar aqui e o estuprou! Maldito Destruidor. Sempre desgraçando nossa vida. E pelo que vejo, fez a mesma coisa com nosso sensei. Seu lazarento! Vou te matar.

– Acha mesmo que tenho medo de ameaças vindas de, como o Garra de Tigre fala, um filhote? Você é jovem Raphael. Tem muito o que aprender. Se não fosse tão orgulhoso de sua força, poderia fazer parte do clã. Lá tem espaço para você.

– Não! Nunca vou fazer parte de algo tão sujo como seu clã. E também, pode ficar com a putinha da sua filha. É outra igual você. Seu nojento. – Ele cospe no chão – É isso que faço quando olho para ela. Sinto nojo. Vontade de vomitar. E é isso que sinto por você também.

– Eu permito qualquer coisa. Até ofensas para mim. Mas nunca use esse seu vocabulário infame para falar de Karai. Lave sua boca quando for mencionar o nome de minha filha, menino encrenqueiro. Não tem jeito. Vocês todos merecem a morte. Será a única forma de Yoshi e eu sermos felizes juntos.

– Quero ver. – Ele olha para Michelangelo – Mikey! Corta o pinto dele.

– Tá louco? Não posso fazer isso. – Dizia o menino – E depois como vou casar com a Karai? O Destruidor será meu sogro, cara. – Esse Raphael não tem jeito mesmo. Novamente bate no menino. Tenho pena desse Michelangelo. O único desses quatro a qual tenho um pouco de afinidade.

– Não fala merda. Corta o pinto dele, porra! Ele estuprou o mestre Splinter.

– O que? Porque?

– Porque é mal e quer nossa destruição. Canalha!

– Isso eu não posso perdoar. Desculpa aí sogrão, mas você vai ter que pagar por ter feito isso com nosso sensei.

Esses meninos acham que podem me vencer. Michelangelo com esses nunchacos inúteis acham que iriam me impedir. Ele bem que conseguiu enrolar as correntes em meus braços, mas não conseguiu. Dei alguns socos em seu estômago e usei as correntes para arremessa-lo para longe. O menino caiu em cima de algumas espadas. Raphael também veio para cima de mim com seus sais, tentando me dar aquele golpe colocando as hastes em meus punhos para que eu caia. Nem pensar menino burro. Antes mesmo de fazer, consegui pegar uma delas e arremessar em sua direção. Ela acertou bem no ombro e pude ver o sangue vivo que saia.

Com a outra, tentou me acertar no rosto, mas consegui segurá-lo. O idiota ficou pendurado e mexendo as perninhas como uma barata querendo se libertar. Nunca estuprei o Yoshi e jamais faria ato tão repugnante na pessoa que tanto amo. Peguei a arma e o menino e o arremessei direto para a árvore, onde bateu suas costas e ficou ao chão. Bom, o primeiro problema já passou. E agora posso ir embora em paz. Fui pegar meu capacete que deixei cair e o coloquei. Precisava me despedir de Yoshi, mas fiquei chocado com as coisas que me disse depois.

– V-Você... estuprou o Leonardo... nunca te perdoarei, Saki!

Nunca me perdoaria... não! Este pesadelo de novo não. Já estou cansado disso. Não tive reação. Somente coloquei meus braços sobre a cabeça e ajoelhei ao chão. Meus pesadelos estão voltando. Não! Eu não quero mais ouvir isso. Dói demais. É o meu tormento. Não! Com isto, estes meninos se aproveitaram para me agarrar. Donatello e Raphael me seguraram pelos braços enquanto Michelangelo segurava minhas pernas. Encarei Leonardo olhando para mim. Este menino me paga!

– E aí, Léo? O que a gente faz com ele? – Pergunta Raphael – Ele te estuprou e estuprou o sensei.

– EU NÃO ESTUPREI O YOSHI! – Grito e tento me libertar destas pestes – Fala para eles que não fiz isso. – Lágrimas caem de meus olhos, implorando para que o desgraçado falasse alguma coisa – Por favor, Yoshi. Diz para eles que não fiz nada. Pelo nosso amor.

– Cara, meu sogro é um cara louco. – Disse Michelangelo.

– Fala Léo! O que a gente faz com ele? – Disse Raphael.

– Ele... não sabe nadar! – Não! Esse menino não pode fazer isso!

– Os tanques sépticos dos esgotos. – Disse Donatello.

– Então vamos jogar ele lá. Bora, pessoal!

Não! Não podem me separar de Yoshi assim. Ele me traiu de novo. Não posso admitir. Maldito Yoshi. Como te odeio! Eu te odeio. Quero sua morte e de todos estes meninos. E se pensam que vão tirar Karai de mim, estão enganados. Eles me levaram para um lugar apertado e escuro. E abaixo, tinha um grande tanque. Donatello abriu a escotilha e muita água começa a sair. Meus olhos se arregalam. Não quero morrer afogado! Isso não. Os meninos faziam pressão para me jogarem, mas eu resistia. Eles não irão fazer isso.

Acabei não cedendo. Já não tinha forças. Fui arremessado dentro do tanque. Não saberia como me defender agora. Sinto água entrando em meus pulmões. Estou perdendo meus sentidos. Estou... estou...

***

Onde estou? Minha cabeça dói. Estou tossindo muito. E ainda era água suja. O lugar era muito escuro. Queria saber o que aconteceu. Sim. Me lembro de tudo. Karai... minha filha. Ela deve estar preocupada comigo. Maldito Yoshi. Porque fez isso comigo de novo? Achei que me amava. Desgraçado. Nunca vou te perdoar por isso. Não vou perdoar ninguém. Lembro quando aqueles meninos malditos me jogaram na água. Mas... era para eu estar morto.

Ouço uma porta se abrindo e me levanto rapidamente para ver quem iria sair de lá. Já mostro minhas garras, pronto para enfrentar estes meninos se for preciso. Mas quando vejo, já desisto de atacar apesar de querer muito. Era Yoshi, olhando para mim. Porque veio aqui? Não entendo.

– O que está fazendo aqui, Yoshi? Você me traiu de novo...

– Eu te salvei, Saki. Retirei toda a água que estava em seus pulmões e cuidei de você. – Vi algumas velas já apagadas ao meu lado, um pano branco e uma vasilha branca – O que meus filhos fizeram foi errado. Não deveria ter contado ao Leonardo que não sabia nadar. Mas também, não posso lhe perdoar por ter feito isso com meu filho. – Ele se vira e fica de costas para mim – Agora que está melhor, peço que volte para sua casa e descanse. Karai deve estar preocupada e precisa de você. Mas peço para que não me procure. Não quero te ver por um bom tempo.

Yoshi fecha a porta na minha cara e fico lá, pensando em tudo que fiz nesta noite. Se estes desejos voltarem, vou pedir para que alguém me mate. Por culpa disto, perdi o meu amor e também não sei se perdi o amor de minha única filha.


Notas Finais


Querem saber o que estava escrito na carta que o mestre Splinter recebeu e conhecer a fanbase que usei para a fic? Entre nesse link (ENTRA PORRA): https://spiritfanfics.com/historia/i-miss-him-5411228

GENTE QUE FEELS FOI ESSA! MEU DEUS DO CÉU BERG!
Pobre Destruidor minha gente. '-' Estou malzona por ele. Acabou por perder o amor de sua vida por causa dos desejos loucos. Estou muito triste, mas também, ele foi salvo pelo Splinter e isso não podemos negar. Uma coisa que poderia agradecer kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Pessoal, e assim chegamos ao fim de mais uma fic que adorei escrever. E também agradeço muito pelos comentários e apoio de todos nestes três dias que estivemos juntos. Mas não se preocupem. Esta fic é um prelúdio.
COMO ASSIM PRELÚDIO TIA RAFFY?
Estou planejando uma continuação que sairá em breve. Como estou com muitas fics, não posso começá-la agora, mas quem sabe no futuro?
Enfim pessoal, espero que tenham gostado desse grande final e OBRIGADA de coração por todos os comentários (AMO VOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOCÊSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS) 😍😍😍😘😘😘
Muitos Beijos da tia Raffy


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