História Desejo sem Limites - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Enzo, Jeremy Gilbert, Katherine Pierce, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood, Vicki Donovan
Tags Bamon, Benzo, Romance, Tvd
Visualizações 7
Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amores como prometido aqui está mais um capítulo, só avisando esse é um pouco hot. Então estou um pouco apreensiva espero que gostem fiz com muito carinho. boa leitura!

Capítulo 5 - Perdendo o controle


Fanfic / Fanfiction Desejo sem Limites - Capítulo 5 - Perdendo o controle

Fique comigo Me proteja,
 me abrace carinhosamente
 Se deite ao meu lado
 E me envolva em seus braços 
 E seu coração encostado em meu peito Seus lábios pressionados ao meu pescoço Estou me apaixonando pelos seus olhos, mas eles ainda não me conhecem 
 E com um pressentimento de que esquecerei, agora estou apaixonado
 Me beije como se quisesse ser amada Quisesse ser amada, quisesse ser amada 
É como se eu estivesse me apaixonando Me apaixonando, nós estamos nos apaixonando 
Kiss me - Ed Sheeran 
[...]

 Narrado por Christian

 Depois de arrumado parti para maravilhosa festa. — O que será que me aguarda para hoje à noite? — penso. Bom, eu tenho ótimas expectativas para essa noite. Cheguei à festa às onze e meia. Encontrei com a gostosa da Anne, conversamos um pouco sobre nosso jantar, decidindo marcá-lo para sábado, e, sem que eu esperasse, ela me beija. No começo não reagi, mas depois agarrei em sua cintura, puxei-a para mim, beijando-a intensamente.

 Parei o beijo apenas alguns segundos depois e não sei porque, mas olhei pra o centro da sala. E vi aqueles pares de olhos pretos intensos, me olhando de um jeito triste e frustrado. O que me prendia de uma forma inexplicável. Olhei-a de cima a baixo e percebi como ela estava deliciosamente linda. Perfeita para mim! Logo ela desviou seu olhar do meu e começou a dançar provocante, senti vontade de raptá-la e levá-la pra minha casa, rasgar toda a sua roupa e fazer um sexo gostoso e selvagem. Mas, se eu tivesse oportunidade eu faria sem pensar duas vezes.  

"Se acalma Christian ela é só uma menina lembra?" Alerta a minha consciência, intrometida. 

 E eu quero que ela tome no cu. Porque estou tão sem controle e essa maldita roupa que Samantha está usando. O jeito que mexia seus quadris. A luxúria tomava conta de mim a cada movimento de seu corpo, e sem perceber fui perdendo totalmente o único pingo de lucidez que me resta.resta

  tão linda e gostosa desse jeito - digo em pensamento.

 Fiquei tão perdido em meus pensamentos obscenos pela ninfeta que nem me lembrei da Anne. Só despertei dos meus devaneios, quando a mesma me cutucou. Eu a olhei, porém minha mente estava naquela "ninfetinha". Como ela pode me dominar com uma simples roupa? E o jeito que ela dançava sensual estava me deixando louco de tesão. 

– Chris, eu recebi uma ligação, preciso ir - diz Anne e me beija novamente. 

 – Tchau - foi tudo o que consegui dizer depois que deixei seus lábios. Seu beijo é gostoso, mas nesse momento eu só quero o beijo de uma única mulher "Samantha Olive". Anne saiu e eu fiquei ainda observando a "minha morena" dançando de um jeito tão sensual que me fez pensar em vários tipos de Insanidades. O que me deixou puto foi aquele moleque a tocando e a beijando. Queria mata-lo. Os dois subiram as escadas e eu esperei que subissem para depois os seguir. Não sei por que, mas algo me dizia que aquilo não ia acabar bem. 

Subi as escadas indo atrás deles e comecei a procurá-los nos quartos. Estava passando em um corredor enorme, quando ouço um grito de “socorro” vindo da porta que eu estava parado de frente. Sem pensar duas vezes arrombou a porta e vejo Samy no chão. Vou para cima daquele verme, trocamos alguns socos, quando eu o derrubo com um forte soco no nariz, ele cai no chão com a mão no rosto, que sangrava e ele tentava levantar, mas não conseguia. Já eu, não fiquei com muito dano, só os lábios levemente cortados. Samantha estava com os lábios cortados e um pouco zonza. Peguei-a no colo, e senti seus braços se envolverem em volta do meu pescoço, fui em direção à porta, mas antes de sair dei um recado pra aquele desgraçado. 

 – Se você encostar um só dedo nela de novo eu esqueço que você é sobrinho do Felipe e faço muito pior - dito isso, desço as escadas. 

 Algumas pessoas nos olhavam, mas eu não liguei, a levei para meu carro e dei partida. Senti seu olhar sobre mim, então a olhei também, parei o carro e comecei a acariciar seus lábios com o polegar. Ela fechou os olhos, como se estivesse gostando dos meus toques. Isso foi o suficiente para reacender todo o meu corpo. Não faço ideia do que estou prestes à fazer, tudo o que sei, é que preciso desfrutar desse momento nesses instante.

[...]

 Narrado por Samy

 O carro enfim para em um prédio luxuoso de frente para o mar. Ele sai do carro e antes que eu sequer pense em fazer o mesmo, ele me surpreende abrindo a porta pra mim, me estendendo a mão para que eu o seguisse. Ao tocar a sua mão senti uma onda de calor percorrer todo o meu corpo, fazendo-me arrepiar. Pegamos o elevador, ele aperta no botão para subir pra cobertura. 

O elevador pára e ele me puxa pela mão entrelaçadas. Ao entramos em seu apartamento, me surpreendi como era lindo e luxuoso. Não deveria me surpreender, pois moro em uma mansão, mas tem como não se surpreender com um homem desses? Impossível. Pelo menos pra mim. Ele solta minha mão, em seguida vira ficando de frente para mim e me olha fixamente, deixando-me totalmente desnorteada. 

 – Vamos cuidar desse machucado, certo? – fala docemente fazendo o curativo cuidadosamente, como se estivesse com medo de me machucar. 

 – Ai – gemi ao sentir o liquido que percebi que era vodca tocar meus lábios pelo gosto forte. 

 – Me desculpe, não queria machucá-la – fala, olhando profundamente em meus olhos como se quisesse me dizer algo, mas não tivesse coragem. 

 – Não foi nada, está tudo bem agora. Obrigada por cuidar de mim, Sr.Smith – falou e abaixo a cabeça, sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha, que ele ergueu de novo com a mão. 

 – Você confia em mim? – me perguntou sem desviar seu olhar do meu.

 – Sim – digo sem dúvidas alguma.

– Vem comigo – diz e levanta-me do sofá, já que estava sentada. 

 Fiquei de pé na altura do seu peitoral porque ainda estava de salto, ficamos um de frente para o outro. O clima estava esquentando e o apartamento estava ficando pequeno para o tamanho do desejo que eu sentia por ele. Ele leva uma de suas mãos para meu rosto e acaricia. 

Fecho os olhos ao sentir seus toques, sinto uma sensação única, como se todo meu corpo dependesse deles. Meu coração acelera, minhas mãos soam e ficam gélidas, por sua aproximação perigosa, tanto que sinto sua respiração e ofego. Esse é o momento pelo qual esperei que acontecesse e agora me sinto perdida, sem saber o que fazer, ou como agir. Metade de mim diz pra correr daqui, mas a outra metade diz pra ficar e aproveitar o momento. 

Finalmente seus lábios chegam aos meus, ao sentir seus lábios macios unirem-se com os meus, perdi-me totalmente em seu beijo quente e ao mesmo tempo tão carinhoso - que nem me importei pela ardência em meus lábios, não muito intensa -. Sua língua pediu passagem e eu cedi. Quando sua língua entrou em contato com a minha eu finalmente vivenciei a sensação que tanto havia escutado mamãe falar. 

Eu senti, borboletas no estômago, friozinho na barriga, química, paixão, tudo o que se sente em um beijo, do qual é mais esperado do que qualquer outra coisa. Ele foi descendo suas mãos para minha cintura puxando-me mais para si, com uma pegada forte, colando mais nossos corpos, soltei um gemido com o impacto de nossos corpos, que por causa de seu puxão repentino, bateram um com o outro. Suas mãos apertaram minha cintura. 

Envolvo meus braços em volta do seu pescoço, puxando-o e bagunçando seu cabelo, suas mãos desceram mais para minhas coxas apertando de leve, senti vontade de ser dele ali mesmo. Ele levantou uma de minhas pernas, então entendi que era pra subir em seu colo. E foi o que fiz, desço minha perna que ele segurava, dou impulso para trás e pulou em seu colo. 

Envolvendo minhas pernas em sua cintura, ele guia-me para seu quarto subindo as escadas, mas sem parar o beijo. Assim que adentramos em seu quarto, ele colocou-me sentada em sua cama, separando seus lábios dos meus. E sem tirar os olhos dos meus, fica de joelhos em minha frente pegando meu pé esquerdo e tirar meu salto. Aproximou seus lábios do meu pé esquerdo e pude sentir sua respiração quente em contato com minha pele, fazendo-me ofegar com o tocar de seus lábios. 

Começou uma trilha de beijos dos dedos do pé até o tornozelo olhando pra mim com um sorriso malicioso, e faz o mesmo com o outro pé, mas ao invés de parar seus beijos no tornozelo, continuou subindo seus beijos, parando na metade da minha coxa e volta seus lábios para os meus, me deitando na cama e deitando em seguida ficando entre minhas pernas. Senti todo meu corpo formigar e ficar quente. Smith foi descendo seus beijos para meu pescoço, beijando e mordendo o local, fazendo-me soltar gemidos em aprovação. Enquanto desce uma de suas mãos para minha coxa direita, apertando com vontade, me causando gemidos mais alto. Ele afastou seus lábios do meu pescoço e me olhou atentamente fazendo-me corar e então fala: 

 – Você é perfeita, Samantha. Minha doce, Samantha - diz acariciando meu rosto e sorrio boba de seu comentário. 

 – Você é maravilhoso - digo acariciando sua nuca com minhas unhas - Faça-me sua Sr. Smith - digo totalmente entregue ao desejo. 

 – Eu adoraria princesa, mas não posso, hoje não... Vou fazer melhor que isso - diz mordendo seu lábio inferiore. Dito isso ele fica de joelho entre minhas pernas e tira minha saia, enquanto me olhava mordendo os lábios. Em segundos minha saia estava longe, o mesmo destino teve minha blusa, me deixando só de calcinha e sutiã.

 – Vou fazer com que essa sua primeira experiência, seja inesquecível - diz e volta a deitar sobre meu corpo, que estava esquentando a cada toque seu.

 E beijando novamente meus lábios explorando toda minha boca. Sua língua brincava com a minha. Ele desceu sua mão livre para minha calcinha, apertando minha vagina por cima do frágil tecido, fazendo-me arquear as costas e soltar gemidos contra seus lábios. Desceu seus lábios para meu pescoço, onde beijou e mordiscou de uma maneira provocante, fazendo o mesmo em minha clavícula, colo e seios, onde deu bastante atenção. 

 Tira meu sutiã que era fecho frontal e abocanha um de meus seios, enquanto massageia o outro. Brincando com meus mamilos, que ficaram rígidos com sua ação. Depois fez o mesmo processo com o outro, mordendo de leve e puxando meus mamilos com o dente, chupando com mais precisão. Cada toque de suas mãos em meus seios e de sua boca me chupando forte e gostoso, deixando-me, com uma sensação diferente e nova pra mim.

 Na verdade, eu não sabia o que era excitação na prática, só na teoria. Mas agora eu entendo o porquê muita pessoas curtem uns amasso e mão boba. É uma verdadeira delícia. 

Ele começou seu joguinho de trilhas de beijos e mordidas na barriga até chegar ao o elástico da minha calcinha, parando o beijo e olhando pra mim com um sorriso cheio de segundas intenções e um olhar coberto de malícia. Seus olhos estavam em um azul escuro como a noite. Ele levou suas duas mãos até o elástico da minha calcinha e foi tirando devagar. Sua cabeça que agora estavam entre minhas pernas foi se aproximando da minha vagina despida. 

Ao sentir seu hálito quente entrando em contanto com minha intimidade, arqueei as costas em um reflexo de prazer, essa sensação é tão boa. Perigosamente boa. Seus lábios beijaram toda a região exterior da minha pélvis e foi descendo pra entrada carnuda e encharcada enfiando a língua, fazendo-me gemer alto em delírios. 

Sua língua brincava com meu clitóris, explorando minha vagina completamente molhada. Então começou a chupa-la e acelerando seus movimentos, levei as mãos para sua cabeça colocando meus dedos entre seus cabelos lisos, puxando-o e aproximando mais seu rosto buscando sentir mais de suas carícias.

 Meu corpo começou a dar espasmos e foi amolecendo, senti um frio na barriga e um alívio. Será que isso é gozar? Então eu perdi muita coisa, porque a sensação é tão boa, que a gente sente-se paraíso. Ele lambe todo o meu gozo, e volta a me beijar, pude sentir o meu gosto em sua boca. Ele levantou e foi tirando toda a sua roupa. 

Quando ele tirou a cueca confesso que queria fugir, aquilo tinha no mínimo uns 20 centímetros, e porque tinha que ser grosso assim?- Questiono a mim mesma em pensamento. 

 Ele foi aproximando-se e vendo o meu medo, para de joelhos entre minhas pernas e leva uma de suas mãos para meu rosto acariciando, fechei os olhos com ação de seu toque. 

 – Fica tranquila não vou tirar sua virgindade, hoje não. - diz e eu abro os olhos e me deparo com um sorriso perfeito, meu coração foi a mil por segundos. 

–Eu vou fazer uma coisa bem melhor e quero que confie em mim. Você confia? - me pergunta sem tirar os olhos de mim, esperando minha confirmação.  

– Eu confio em você, Sr. Smith - digo completamente entregue aos seus encantos.

– Me chame de Chris - diz mordendo meus lábios inferiores. 

 – Eu confio em você, Chris - repito em delírio. Ele sorri como quem adorou a resposta e deita-se ao meu lado, deixando-me confusa, porém ele logo fala: 

 – Senta-se aqui em cima - diz direcionando o olhar para seu pênis, mesmo com um pouco de medo eu sentei, ao entrar em contato com aquele pênis quente, sinto um arrepio e um fogo queimar por todo meu corpo, ele solta um gemido fechando os olhos, quando me sento em seu pênis fala em delírios: 

 – Isso, Samy, agora faz movimento de vai e vem - diz apalpando minha bunda e dando tapas de leve. 

 E foi o que eu fiz, os seus e os meus gemido eram altos. Acelerei o movimento e rebolei, vi isso em um filme. Até que a mesma sensação que senti a primeira vez, senti outra vez com mais intensidade e a mesma coisa aconteceu com o Chris. Sai de cima dele, e vi que sua barriga estava melada de esperma assim como minha vagina, mas estava tão entorpecida que não dei importância. 

Ele leva seus lábios para os meus beijando-me com ternura. Depois me pegou no colo e me levou para o banheiro, sem desgrudar seus lábios dos meus. Seus beijos extremamente deliciosos. Encostando-me à parede, senti um arrepio, quando minha pele quente entrou em contato com a parede gélida do banheiro. Enquanto ele me beijava nos lábios, suas mãos acariciava todo o meu corpo. 

Ele levou uma de suas mãos livres para minha intimidade, seu dedo no meu clitóris, fazendo movimentos circulares, fazendo-me arquear as costas e gemer entre seus lábios, depois me colocou no chão e virando-me de costas pra ele, puxando meus quadris para trás, e empinei meu bumbum, sobre os ombros pude vê-lo abaixar-se ficando de cara na minha vagina. 

 – Fica virada para parede, Samy - ordena olhando-me com um sorriso malicioso. Após dizer isso levantou e saiu. Eu fiquei com a bochecha colada naquela parede gélida. Logo que ele voltou ficou na mesma posição, sobressaltei quando senti algo gelado entrar em contato com minha vagina, e em um ato de reflexo fechei os olhos. Tudo isso era novo pra mim, essas sensações, tudo. O que o Sr. Smith e eu estamos fazendo é errado, eu sei e pode até dar cadeia, mas pensa comigo:

 Um homem desses começa a fazer isso com você, e mesmo que seu subconsciente te diga pra correr, seu desejo e curiosidade são maiores que tudo isso. Então você correria ou faria o mesmo que eu fiz? 

 Abri os olhos para ver o que tinha sido aquilo e quando olho, o Sr. Smith estava com um copo com de gelo, e um dos gelo estava em sua boca o olhei curiosa, mas não deu tempo de questionar,pois ele levantou outra vez e passou o gelo da minha nuca até meu bumbum e foi deslizando, parando na entrada da minha intimidade, eu gemi em aprovação. Senti sua língua penetrar na entrada carnuda e pré-gozada e começar sua mágica socando com prontidão, fazendo-me enlouquecer. Ele enfiou o dedo na entrada do meu ânus e me assustei com sua ação repentina, mas não o impedi de continuar com o ato, doeu no início, mas logo sinto prazer. 

 Ele começou a socar seu dedo e a língua rapidamente até que gozei em sua boca. Meu corpo todo ficou mole e eu só não caí, porque Smith segurou-me envolvendo seus braços fortes em minha cintura. Estávamos ofegantes. 

 Tomei um banho sozinha e depois ele fez o mesmo, logo em seguida deitei em sua cama esgotada. Estava quase dormindo, quando senti os braços fortes do Sr. Smith abraçando minha cintura, ele deposita um beijo no alto da minha cabeça e sussurra ao meu ouvido: 

 – Boa Noite, Samantha. Minha doce, Samantha - Eu apenas sorri e adormeci em seus braços, sentindo-me no paraíso.  



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