História Desejos - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Block B
Personagens Jaehyo
Visualizações 29
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que estejam a gostar :p

Capítulo 14 - Perfeitamente Imperfeitos


Fanfic / Fanfiction Desejos - Capítulo 14 - Perfeitamente Imperfeitos

Eu e Jaehyo estávamos deitados no chão da casa de banho, ambos completamente num estado eufórico e ofegante devido ao que se tinha passado.

-Yon? Tu ainda me vais amar quando eu for mais velho?

Sentei-me no chão e olhei para ele enquanto semicerrava os olhos.

-Que conversa é essa?- perguntei eu enquanto ele se levantava ficando na mesma posição que eu.

-Tu sabes, eu vou envelhecer, e não vou ficar assim para sempre…mesmo agora, olha para mim e para ti…nós não encaixamos…pareço mais teu pai do que pai do teu filho.

-Não tens idade para seres meu pai…e nós podemos não encaixar, podemos apenas ser duas peças de puzzle perdidas…duas peças que não sabiam o que fazer até se encontrarem uma á outra. Somos perfeitamente imperfeitos um para o outro.

-Tu pensas assim agora mas o teu amor vai mudar. – ele encarou o chão com uma expressão melancólica.

-Sim, tens razão.- disse eu enquanto agarrava a sua mão e mexia nos seus anéis.- Mas o meu amor por ti muda todos os dias…está cada vez mais forte e cada vez mais bonito, eu estou irrogávelmente apaixonada por ti Ahn Jaehyo.

Ele sorriu de uma forma avassaladora, que me fez ficar com uma impressão estranha na barriga.

Agarrou em ambas as minhas mãos e ajudou-me a levantar, deu-me um abraço carinhoso que ajudou a minha pele fria a aquecer quando estava em contacto com a sua enquanto isso afastou os meus fios de cabelo lentamente para me beijar o pescoço e o ombro. Os meus braços estavam agarrados á sua cintura de maneira a puxá-lo mais para mim, de uma forma afável e necessitada de carinho.

Afastei-me dele e caminhei até á porta da casa de banho, mas as suas mãos agarraram-me e puxaram-me na direcção do seu peito antes que eu pudesse sair.

-Já te disse para não te afastares de mim…nem por pouco tempo.

-Só me ia vestir. Estás demasiado carente ou é impressão minha?- perguntei eu enquanto esboçava um largo sorriso.

-Tenho medo de te perder…acho que se isso acontecesse eu nunca mais seria a mesma pessoa. Tu mudaste-me Yon, arrasaste com o meu mundo e comigo… tenho receio que te afastes e acabes por encontrar alguém melhor que eu…alguém mais jovem.

Voltei-me de frente para ele e lancei um olhar reprovador na sua direcção puxando a sua orelha de maneira que o seu rosto ficasse de frente com o meu.

-Importas-te de parar de dizer essas coisas, isso nunca vai acontecer, tu és a única pessoa que eu desejo e que vou desejar sempre…

-Não fales no futuro como se o conhecesses Yon, tu és nova e sonhas demasiado alto.

Ele beijou a minha testa de forma doce e sorriu logo de seguida com lágrimas nos olhos.

-O que é que se passa connosco? Acabamos de saber que vamos ser pais e só sabemos chorar por coisas parvas.

Os seus olhos iluminaram-se enquanto ele mordia o lábio inferior.

-Ainda não acredito que vou ser pai, tu vais dar-me aquilo que mais desejo neste mundo…um filho.- ele acariciou a minha barriga com ambas as mãos enquanto se abaixava.- Consegues ouvir-me pequenote? Ainda deves ser muito pequeno, mas deves estar confortável aí, andas sempre com a tua mãe, e eu vou estar aqui para ti sempre, eu amo-te.- mexi nos seus cabelos enquanto ele depositava um pequeno beijo no meu ventre, logo de seguida levantou-se e encarou-me.- Eu amo-vos.

Os seus lábios foram de encontro aos meus calmamente num beijo meigo, enquanto a sua boca explorava a minha pude sentir um sabor açucarado que se espalhava ao longo de toda a minha língua.

-Tenho a certeza que ele também te ama, afinal como poderia não amar. Tenho a certeza que vais ser um pai fantástico.- ele olhou para o chão enquanto a sua face ficava vermelha devido á vergonha.- Agora já me posso vestir?

-Podes, acho que aguento ficar sem ti uns minutinhos…mas não te demores anjinho.

Pisquei-lhe o olho e corri para o meu quarto para me vestir, acabei por escolher uma camisa de dormir pois não planeava sair de casa o resto do dia, neste momento só queria comer alguma coisa e deitar-me agarrada ao meu tio.

Quando ia a sair pela porta do quarto vejo Jaehyo com uma rosa vermelha na mão á minha espera.

-Finalmente…estava quase a entrar para ver se estavas bem.- disse ele amavelmente.

Depois de me entregar a rosa agarrou na minha mão e levou-nos até á sala, em cima da mesa existia algo diferente, havia uma jarra com mais rosas mas estas eram brancas, estava lá também um prato cheio de bolachas de chocolate as minhas favoritas. Se bem me lembro a minha mãe não compra disso á quase 3 semanas.

-Como sabias que eu gosto daquelas bolachas?- perguntei eu.

-Não sei explicar…mas sei coisas sobre ti que nunca me contaste. Sei que odeias vestir calções de ganga, que não comes amendoins porque és alérgica…bem na verdade tu tens alergia a quase tudo, não podes pôr cremes na cara por causa disso. E o mais importante sei que odeias mentiras e traições.

-Eu…eu nunca falei dessas coisas contigo...como é que…

-Eu também não sei…secalhar estamos mesmo destinados um ao outro, ou então tenho uns poderes muito estranhos.

Ele levou-me até ao sofá sentando-me logo de seguida, agarrou nas bolachas e colocou-as no meu colo sentando-se ao meu lado logo de seguida, agarrou numa escova que eu não tinha reparado que lá estava e começou a pentear-me calmamente para não me magoar. Ele estava bastante concentrado nesta tarefa e eu concentrada nele enquanto comia as bolachas. Estávamos numa espécie de transe tão intenso que nem reparamos na presença dos meus pais, estes encontravam-se á porta da sala com uma expressão de horror estampada no rosto.

-Eu não entendo a vossa relação…porque é que és tão protector com ela? Estás a querer fazer o que o nosso pai não fez por nós? Acho que estás a confundir os teus sentimentos Ahn…tu apenas queres ser pai e ela é a melhor opção para isso neste momento. –o meu pai olhou para mim logo de seguida para falar.- Yon…acho melhor tu e o teu tio esclarecerem uma coisa, não sei se já reparaste mas ele meio que está apaixonado por ti e tu por ele, é normal que não entendas o que sentes mas isso não é amor verdadeiro.

-E tu sabes o que é amor verdadeiro pai?

-Eu fugi da minha mãe para te poder criar e para me casar com a Amanda, eu amo a minha família apesar de não o demostrar muito.

-Fugiste? Quê?- neste momento encontrava-me bastante confusa, sempre pensei que os meus pais tivessem vindo para Inglaterra por escolha própria não para fugirem da minha avó.

-É por isso que a tua avó não fala connosco, como eu gostava que as coisas fossem diferentes, que tu e o Ahn se tivessem conhecido na infância, assim nunca se teriam apaixonado. Mas eu e a tua mãe vamos ajuda-los a combater isso, antes que seja tarde de mais.

-E tu achas que eu não me apaixonaria por ela na mesma? Ia acontecer exactamente a mesma coisa.- pela primeira vez Jae falou, ele estava a chorar de novo, sinceramente já me estava a custar vê-lo a chorar durante todo o dia. – Tu não entendes este sentimento, é mais forte do que possas imaginar, é como se sentisse duas paredes a esmagarem-me quando estou longe dela, mas quando a vejo tudo muda, ela faz-me feliz de uma maneira que nunca ninguém conseguiu. Sempre senti um vazio que nada conseguia preencher, e sabes porquê? Porque era ela que faltava na minha vida…foi sempre ela…e vai ser sempre a Yon.

 



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