História Desejos Absurdos - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Midorima Shintarou, Takao Kazunari
Tags Basquete, Midotaka, Romance
Exibições 91
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem-me pela demora no capitulo okay?
Eu ando meio sem inspiração para escrever... E não sei se vou continuar essa fic

Capítulo 3 - Capítulo 02 - Parte 01


“Suas palavras me trucidaram, destruíram e quebraram-me por inteiro. Tudo que eu havia feito passara em vão; E mesmo depois, aquelas duras e indesejadas frases partiam meu coração”




Chovia uma garoa fina naquele dia, mas por incrível que pareça, a lua ainda brilhava por entre as nuvens claras no céu.
Eu e Midorima havíamos corrido às pressas do pequeno restaurante na esquina onde estávamos jantando até minha casa, vazia pela ausência de meus pais. Meu casaco molhado, usado para cobrir a nós dois, jazia jogado sob a mesinha da sala.
Eu toquei seu rosto, sua pele fria e seus lábios com certo receio de que ele pudesse se afastar naquele momento. Mesmo que isso acontecesse, meu “eu” interior não permitiria.
Contive um sorriso divertido quando entramos em meu quarto nós beijando.
Minhas mãos apertavam seus ombros, suas costas e seus braços longos a procura de um contato mais real, como se quisesse me certificar de que aquilo não era um sonho.

Eu tinha demasiada urgência.

Caímos na cama e me sentei sob seu colo. Suas calças estavam molhadas em contraste com a cama seca e senti um arrepio partindo de seu corpo quando comecei a me movimentar minimamente para frente e para trás, em um ritmo constante.
Sua boca macia me hipnotizava; Eu poderia beijá-lo por toda eternidade e nunca perderia a vontade. O desejo absoluto me controlava por inteiro, chegando a confundir até.
Meu corpo tremia com o nervosismo e meu cérebro poderia desmanchar com a emoção do momento.
 Mordi fracamente o lábio de Shin-chan, roçando nossas línguas em um toque desesperado.

Sentia-me a pessoa mais sortuda do mundo, afinal eu estava beijando quem eu amava, estava fazendo coisas que nunca pude fazer com Midorima Shintarou. Nem minhas loucas e estranhas fantasias chegavam aos pés daquela milagrosa realidade.
Com a minha pressa e imprudência, um minuto depois já estávamos praticamente nus.

Seu corpo continuava tão escultural e forte como no dia em que havíamos ido juntos com o time às fontes termais nas férias do primeiro ano do colegial.
Naquele dia ótimo e horrível ao mesmo tempo, eu estava resfriado e passei tanto tempo observando-o e me sentindo mal na água que acabei desmaiando de tanto calor. Só saí de lá porque Ootsubo-san começou a comentar sobre o quanto eu estava calado e estranhamente pálido e vermelho.
A parte boa foi que consegui ver claramente o corpo esbelto e nu de Shin-chan por uns bons minutos até que o vapor começasse a embaraçar minha visão e atordoar minha cabeça; Nós dormimos juntos no chão de um quarto pequeno, então consegui cair no sono lá pelas cinco e meia da manhã olhando para seu rosto calmo e tranquilo, juntamente enquanto sentia o perfume de hortelã de seus cabelos molhados. 

Agora, Shin-chan fazia silêncio na maior parte do tempo, hora ou outra soltava alguns ofegos e suspiros roucos típicos dele. Deslizei minha boca por seu peitoral branco quando ele por fim se deitou, lambi seu abdômen do jeito mais normal para se lamber abdomens o possível, e tomei parte de seu membro quente em minha boca. Ele gemeu baixo em protesto, envolveu as mãos fortes em meus cabelos, puxando os fios sem machucar.
- T-Takao... –sua voz falhou por um instante- Não precisa de tanto!
Era interessante e no mínimo divertido ver uma expressão nova e diferente no rosto dele, quanto mais uma que não fosse séria como de costume, e sim provocante e constrangida.

Minha cabeça estava uma confusão. Lembro de ter pedido desculpas a ele a todo instante quando achava que estava ou tinha feito algo de errado.


Flashback off_____________________________________________

Era sábado, um dos meus únicos dias de folga do hospital.
O azul profundo cobria o céu da tarde e o sol forte aquecia os brinquedos de madeira do playground no centro da cidade.
Eu gostava de olhar as crianças brincando. Elas eram tão despreocupadas, jovens, alegres e cheias de energia que meu coração chegou a latejar de inveja.
Minha infância não foi como a da maioria das crianças felizes. Logo depois da separação de meus pais, minha mãe, com quem eu morava, faleceu por uma parada cardíaca enquanto dirigia às pressas para o hospital.
 No dia, eu havia quebrado o braço, o que piorou muito o nervosismo dela.
Enquanto falava ao telefone, noticiando meu pai, os dois começaram a brigar e ela se enfureceu. O carro saiu da estrada e bateu contra uma árvore, a dois quilômetros do hospital público para onde estávamos indo.
Não tive muitos ferimentos, mas minha mãe teve uma parada cardíaca instantes antes de perder o controle e sair da pista, o que ocasionou o acidente.

Depois daquilo, fui morar com meu pai e a esposa dele que não era lá uma pessoa muito afetiva.
Meu pai passava mais horas trabalhando do que em casa, e minha madrasta vivia em salões de beleza e restaurantes chiques, esbanjando nosso dinheiro à torto e à direita.

Eu não me sentia parte daquela família.
Nunca ligara para que tipo de roupa as pessoas usavam. Se elas andavam de ônibus público ou de carros importados. Se tinham dinheiro para comprar algum lanche do refeitório ou não.
Para mim, esses detalhes nunca foram importantes.

Durante a escola, muitas garotas se interessavam pelo dinheiro de meu pai, não por mim. E eu as rejeitava sempre que tinha chance.
Afeiçoei-me ao costume de fazer várias piadas e arrancar muitos risos de meus colegas de classe. Não para ser popular ou descolado, mas para provar-lhes que diferentemente do que pensavam sobre mim, eu era uma pessoa alegre, risonha e humilde (e sem noção até certo ponto).
Entrei para o clube de basquete na esperança de vencer e fazer mais amigos lá, parte porque eu também adorava o esporte. Mas acabou que nosso time foi humilhantemente derrotado pela famosa e tão falada “Geração Milagrosa” (Kiseki no Sedai).
 
Mais tarde, no colegial, entrei para o mesmo colégio de Shin-chan.
A cerimônia de entrada dos novos alunos. Fora a primeira vez que eu o vira depois daquele frustrante último jogo.

Reconheci seu cabelo verde-escuro e seus óculos de armação negra antes mesmo de me posicionar uma fileira à frente do mesmo. Não recordava com clareza de seu rosto anguloso com feições finas e nariz arrebitado, o que dava a ele um ar caprichoso e elegante.
(E juro que pensei “Waah, esse cara parece mesmo metido!” na hora)
Fascinado por horóscopos e signos, ele levava um pequeno panda velho e surrado de borracha enroscado no braço. Suas mãos continuavam apertadamente enfaixadas por ataduras brancas como eu me lembrava, para “preservar sua sensibilidade nos dedos”.
Era engraçado como ele sempre levava objetos esquisitos e supersticiosos nas aulas. Os alunos fofocavam e cochichavam aos cantos pela estranha mania de Midorima Shintarou.

- Ei, Takao! – Uma voz familiar me tirou de meus devaneios.


Notas Finais


E aí? O que acharam dessa primeira metade do capítulo dois?
Paro? Continuo??
COMENTEM E FAVORITEM POR FAVOR.
Eu olho a cada dois minutos depois que escrevo um capitulo para ver se ele tem comentários ou ao menos visualizações -.-


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