História Desejos realizados - Capítulo 27


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz"
Tags Diabolik Lovers, Drama, Harem, Romance
Exibições 91
Palavras 995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiiiii pessoallllll. Tudo bem?
Galera desculpem o mega atraso, eu estava com alguns problemas, até pensei em largar a fic, mas eu considero muito vocês para fazer isso, então aqui está mais um capitulo.
Espero que vocês não tenham me abandonado, amo vocês.
Espero vocês nos comentários ^^
Boa Leitura...

Capítulo 27 - Meu Pequeno Dêmonio


Fanfic / Fanfiction Desejos realizados - Capítulo 27 - Meu Pequeno Dêmonio

Finalmente, todo aquele inferno tinha acabado, e eu podia voltar a vida “normal” que eu tinha. As crianças, foram todas levadas por Willow, ela me garantiu que as bruxas cuidariam das crianças. Apena Luly, havia ficado na mansão, ela era como uma filha para mim, não à queria mais longe.

Havia se passado uma semana, apôs o acontecido, e nenhum dos meninos, ou eu, havíamos tocado mais no assunto, mas quase todas as noites eu tinha pesadelos, com as cenas nojentas que eu vi. Eu ficava pensando, o que teria acontecido, se eu chegasse mais tarde, ou o que aconteceu, com as crianças que não tiveram a sorte de me encontrar? Bom, acho que eu nunca saberia. Eu apenas me sentia culpada, por ter ido embora, e as deixado lá, sozinhas.

Eu estava sentada no teto, da janela do meu quarto, observando o sol que se punha, e a brisa fresca que vinha do sul. Os meninos, pouco me perturbavam, sabiam que era meu momento, aliais, eu raramente os via, havia me isolado em meu quarto, bom, pelo menos até aquele momento.

?? = Acho que ela não cansa de cair desse telhado, né Teddy?

Uma doce voz, vinha de trás de mim, olhei por cima do ombro, e sentado na minha cama, segurando Tedy, estava Kanato.

Estela = Diga querido, o que quer?

Eu me levantei devagar, e entrei no quarto, fechando a janela.

Kanato = Você tem estado tão sozinha, vim te fazer companhia! – Ele bateu na cama ao seu lado, me pedindo que lá sentasse.

Andei até ele, com um sorriso nos lábios. Eu usava uma blusa, de manga longa, branca, bem praieira, um short jeans e meus cabelos soltos.

Estela = Fico feliz, que você se preocupe comigo, mas eu estou bem! – Disse pondo a mão em seu ombro.

Ele me olhou fixamente, e me assustou ao passar a mão, delicadamente, pelo meu rosto, onde havia a cicatriz do ferimento.

Kanato = Odeio que alguém à machuque, esse é meu serviço!

Eu tive raiva, ao escutar aquelas palavras.

Estela = Você deveria tomar cuidado, com o que fala! – Disse com raiva.

Kanato = Me perdoe, eu... só quero faze-la esquecer de tudo, pelo menos uma noite! 

Eu via em seu rosto, que ele havia se arrependido do que falou, ou poderia ser fingimento, bom, eu nunca saberia.

Estela = Não dá pra esquecer, o que dói em nossos corações, Kanato!

Kanato = Mas, pode parar de lembrar, por algum tempo. – Ele afirmou.

Estela = Então, diga-me, como? – Eu gritei com ele.

Kanato = Assim!

Rapidamente ele me agarrou, e selou nossos lábios com um beijo. Eu queria resistir, afinal, não era tempo para aquilo, mas seu beijo era tão doce, que eu não consegui sair. A noite já caia lá fora, quando o beijo foi ficando mais quente. Não lembro, em que momento, mas já estávamos seminus, em cima de minha cama, presos aquele beijo.  Ele soltou meus lábios por um momento e me olhou de cima.

Kanato = Não confunda minha aparência com minha idade, posso parecer novo, mas estou vivo a mais tempo do que um humano pode contar! – Ele me olhou sério.

Estela = Que bom que não uma humana então! – Eu dei-lhe um sorriso travesso e o puxei para mais perto de mim.

Estávamos mais unidos do que nunca, eu nunca havia o visto daquela forma. O menininho, que eu conhecera e temia, havia se tornado um homem, em uma fração de segundos, ele não era carinhoso, mas também não erra agressivo.

Ele acariciava, toda a extensão do meu corpo, me deixando toda molhada, era uma tortura. Quando ele finalmente tirou minha calcinha e sutiã, para só assim sugar meus seios, eu não aguentei mais, rasguei sua cueca e me pus por cima dele, agarrando e imobilizando suas mãos e sorri para ele, como um predador sorria para sua presa.

Estela = Minha vez!

Virei-me da posição 69, e deixei que ele me chupasse, enquanto eu fazia o mesmo a ele, até que ele chegou ao ápice e eu junto, sem eu menos percebermos. Sai de cima dele, e como não havia outra coisa a fazer, eu engoli aquele liquido, de gosto metálico.

Kanato = Você é uma vadia ousada! – Ele sorria maliciosamente para mim. – Gosto assim.

Ele me puxou para perto e me pôs de quatro.

Kanato = Espero que tenha gostado, pois agora começa a verdadeira brincadeira!

Ele me penetrou, sem o mínimo carinho, a dor foi insuportável, mas até que foi prazerosa, ele me penetrava tão rápido e com tanta força, que a dor nem se equiparava ao prazer, o sangue que descia de minhas pernas, não me incomodava, eu só queria mais e mais, e ele se divertia com aquilo.

Do nada, começou a me dar uma sede, insaciável, mas eu não queria que aquilo acabasse, então tive uma ideia.

Estela: Ka-Kanato! – Chamei ele em meio a gemidos.

Kanato : O que foi? Está doendo muito! – Disse sem parar as estocadas.

Estela : Não, apenas quero tentar algo novo.

Ele nada disso, apenas saiu de dentro de mim, com certa delicadeza e sentou na cama, de pernas aberta, como eu havia pedido. Eu logo me sentei em cima de seu membro, de frente a ele e me aproximei de seu pescoço.

Estela : Beba meu sangue, preciso me alimentar e você também e eu lhe darei prazer por isso!

Kanato: Feito! – Ele então mordeu meu pescoço.

Eu fiquei puta de ele ter feito sem que eu mandasse, porém comecei a quicar nele e em seguida o mordi, a dor e o prazer se misturavam novamente e isso era extremamente excitante, tão excitante que eu não aguentava mais nem ele, e naquele momento chegamos ao ápice novamente, juntos.

E a noite continuou, por muitas horas, varando a madrugada e virando dia. A noite que um menino, se mostrou um homem. A noite que eu transformei a dor em prazer, de todas as formas possíveis.

 


Notas Finais


E ai pessoal, gostaram do cap? Espero que sim.
No próximo cap, mais um hentaizinho.
Bom pessoal, por hoje é só... Kissus de Morango ^^ Até a próxima...


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