História Desejos Secretos - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Tags Eliane Giardini, Werner Schunemann
Exibições 66
Palavras 1.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Seja como o fogo: saiba aquecer quem precisa e queimar quem merece."

Capítulo 3 - Elinór


Fanfic / Fanfiction Desejos Secretos - Capítulo 3 - Elinór

Residência dos Sarmentos

- Papai, a mamãe está triste! - minha filha era muito sensível, pegava as coisas no ar, mesmo para uma criança de sete anos.

- Patrícia, sua mãe está um pouco cansada, minha filha! O trabalho dela é um pouco exaustivo.

- Você ama ela? - por que será que pergunta de criança é tão difícil de se esquivar? - Vem cá! Senta no colo do papai. Claro que eu amo sua mãe, amo vocês duas. Muito! Agora vai com a Rita, toma um banho e vamos esperar a mamãe chegar. - Rita era uma excelente babá, cuidada muito bem da Paty. Eduarda em toda sua trajetória como mãe demostrou muito carinho e atenção durante os primeiros anos de nossa filha, mas de uns tempo para cá anda um pouco relapsa e nossa babá é praticamente uma mãe.

Morávamos em uma bela mansão no Leblon, toda em mármore italiano. Construí tudo pensando nos gostos de Eduarda. Já eram quase seis horas da noite quando ela chegou, sabia disso porque ouvi o barulho de seu salto alto.

- Oi, meu querido! - me cumprimentou com um selinho. - Não voltou mais para o hospital? - perguntou curiosa.

- Minha consultas eram só pela manhã e não tive cirurgia; peguei a Paty na escola, levei para passear e viemos para casa. Ela deve estar lá em cima brincando com a Rita.

Juntamos os três juntos. Coloquei Paty para dormir e fui para meu quarto, Eduarda estava no banho. Fiquei parado na porta observando. O box estava embassado pelo vapor, mas dava para ver sua silhueta fina. Era realmente linda! Tirei minha roupa e entrei no box.

- Ai Igor, que susto!

- Desculpa amor, foi sem querer. Não aguentei e tive que entrar. - Ela sorriu maliciosa sacando minha intenção. Segurei seu cabelos molhados e colei meu corpo com o dela. Nos beijamos demoradamente, a apertei contra meu corpo, meu membro estava excitado e a água escorrendo contra nossos corpos era quente, nos deixava com mais vontade.

- Não Otávio! Aqui no box não, sabe que eu não gosto. - disse me empurrando.

- Duda, calma. Amor, vamos tomar nosso banho tranquilo! - estava louco para fazer amor com ela. Mas esperei sairmos do banheiro. Ela sempre se perfumava para dormir, eu adorava cada uma de suas fragrâncias. Colocou uma camisola branca e começou a pentear os cabelos. Me aproximei dela por trás beijando sua nuca. Ainda estava excitado.

- Eduarda, faz amor comigo! - disse sussurrando em seu ouvido. Um homem implorando para fazer amor com sua esposa era realmente o fim. Eduarda era feitiço de minha alma. Ela ainda fazia sexo comigo, mas não sentia amor envolvido. Porém, estava disposto a fazer com que esquecesse o tal cara de quem eu desconfiava. Ela ficou de frente para mim e tirei a camisola por cima, deixando-a só de calcinha. A peguei no colo e delicadamente a coloquei sobre a cama. Beijei seu corpo e ela correspondeu segurando meu rosto selando nossas bocas. Um arrepio percorria meu corpo, ouvi ela gemer em meu ouvido, o que me impulsionou a tirar sua calcinha, desci até seu ponto máximo e passei minha língua, ela estava bem úmida. Suguei seu sexo enquanto ela se contorcia. Subi beijando seu ventre e abocanhei seus seios lindos. Duda puxava meus cabelos e com suas unhas arranhava minhas costas. Não demorei, estava bastante ofegante, afastei suas pernas e a penetrei com força, com desejo, ela arfou, sentia tanto amor por essa mulher que faria qualquer coisa por ela. Comecei a intensificar os movimentos enquanto ela arqueava o corpo para trás. Nossas respirações estavam descompassadas, sentia que não ia aguentar muito tempo. Ela gemia desesperada.

- Olha pra mim, olha Duda! - seus olhos se mantinham fechados...como eu queria que olhassem para mim. Em quem será que estava pensando? Quem roubara seu coração de mim? Sentindo meu membro quase explodir chupei seu pescoço, sabia que era seu ponto fraco. Não aguentando mais, ela gemeu alto, cheguei ao clímax logo em seguida. A abracei forte. Nossos corpos tremiam e repousei por uns instantes em seus braços.

- Igor, deixa eu levantar, querido!

- Fica só mais um pouco! - Vou me lavar né.... - disse dando um risinho. Fui com ela e fizemos nossa higiene. Algumas vezes tive a impressão de que tinha nojo, mas pensei que fosse apenas questão de preferência, há mulheres e homens que se higienizam logo após a relação. Mas não tão rápido assim, pensei. Deitamos e logo ela se virou ficando de costas para mim. Me aproximei e a abracei por trás, de conchinha.

- Conversa comigo!

- To morrendo de sono, querido! Vamos dormir. - disse beijando minha mão.

- Tudo bem, minha linda. Boa noite então. Te amo! - Escutei o som de um beijo lançado no ar. Essa foi sua resposta a minha declaração de amor. Mas eu era paciente. Tudo o que eu mais queria era estar nos pensamentos dela.

Pela manhã, tomamos café juntos e eu fiquei incumbido de levar a Paty na escola. Durante o trajeto percebi que minha adorada filha estava muito quieta. Parei no acostamento para conversar um pouco com ela.

- Paty! O que está acontecendo com você? Está tão calada, logo você minha menina tagarela.

- Papai, eu tenho medo de você e mamãe se separarem.

- Oh! Minha lindinha...porque está pensando nisso? Papai ama a mamãe!

- Porque a mãe da Bruna também ficou cansada com o trabalho e deixou o pai dela.

- Mas é diferente, princesa! Confia no seu pai. Mamãe e eu estamos bem.

Abracei minha filha com um certo medo pela incerteza de meu relacionamento com a mãe dela e então, seguimos até a escola. Criança sente muito as coisas, é lamentável que ela sinta o clima que paira em nossa casa.

Quando enfim cheguei ao hospital, me dirigi a tal reunião do conselho da qual não fui avisado com antecedência, só fiquei sabendo pelo mural de avisos. Ao chegar na sala da diretoria me deparei com alguns colegas e com o chefe da cirurgia, Dr. Henrique Duarte, um senhor de meia idade. O homem mais respeitado deste hospital.

- Henrique, que reunião é essa? Por que não fui avisado antes? - perguntei um tanto desapontado.

- Igor, é um comunicado de última hora. Um reforço para a equipe. Você vai ver, vai nos ajudar muito. - entramos na sala e Henrique deu início a reunião.

- Bom, como todos sabem, Dr. César, nosso neurocirurgião está de aviso prévio, recebeu um convite para atuar na França e terminar seu doutorado em doenças degenerativas. Mas é com grande honra que receberemos em nossa equipe força extra. - todos na sala estavam surpresos com a notícia, César era um profissional impecável. Sua vida era a pesquisa!

- Mas quem se juntará a nós? - perguntou Dra. Lúcia, a Cirurgiã Plástica. - Por que para cobrir o enorme buraco que César vai deixar tem que ser brilhante.

- Garanto que brilho não não vai faltar, Dr. Lúcia. Formação Acadêmica em Stanford, Mestrado em Fisiologia, Doutorado em Biofísica Neural...acho que esse currículo se encaixa muito bem em nosso hospital. Ah! E por falar nisso, chegou! - disse apontando para a janela da sala que dava para a recepção do andar onde estávamos. No corredor vinha uma mulher, que entrou na sala, e já foi se desculpando simpáticamente. Para falar a verdade, era a mulher mais linda e elegante que já vi. Acho mesmo que todos os homens da sala ficaram boquiabertos e que as mulheres, bem, estas devem ter se sentido ameaçadas.

- Desculpem pela demora senhoras e senhores. Meu vôo saindo de São Paulo atrasou e o Rio de Janeiro ainda continua um caos. - Todos riram e concordaram.

- Bem, deixe-me apresentá-la. - disse Henrique entusiasmado. - Esta é Dra. Susana Altman nossa nova neurocirurgiã. E vai estar conosco de agora em diante. - Batemos palmas por alguns segundos.

- Eu me sinto muito honrada de estar aqui, Dr. Henrique tem participação fundamental em minha formação profissional. Aos poucos vou conhecer cada um, preciso de vocês! Espero que tenhamos um ótima convivência.

A reunião demorou mais alguns instantes e todos cumprimentaram a nova médica, inclusive eu. Saí da sala sem dar muita importância, que bom que teríamos mais uma colega na equipe, mas sentiria muito a falta de César, era um grande colega. Fui até meu consultório, entrei para fazer alguns relatórios pendentes. Quando alguém bateu na porta e prontamente entrou.

- Com licença Dr. Igor Sarmento! - A nova médica estava em minha sala. Senti um certo nervosismo, acho que por sua beleza.

- Claro! Fique a vontade. - disse lhe apontando a cadeira na frente de minha mesa. Sente-se por favor!

- Não, estou bem assim. Vim até aqui para me apresentar direito.

- Não precisa se preocupar, você já se apresentou formalmente naquela sala, seja bem vinda ao Hospital de Santo Ângelo Dra. Altman. - levantei de minha cadeira e estendi a mão para que ela apertasse, o que fez logo em seguida.

- Susana Altman é para nossos demais colegas. - a olhei sem entender. - Para você é diferente. - Como assim?

- Madame Elinór, Dr. Igor! A seu dispor.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Obrigada por ler até aqui😘😘😘


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