História Desiludida - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 8
Palavras 825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Mudança?


Fanfic / Fanfiction Desiludida - Capítulo 5 - Mudança?

|Narradora.on| 

Depois de três semanas depois do "acidente" que ocorreu com Safira envolvendo sua mãe, ela se recuperou dos hematomas. Tyler e ela estavam se tornando cada vez mais íntimos, e seus colegas de classe já estavam estranhando já que a Ômega odeia quase todos os Alfas que tentam se aproximar dela. Gabriel fica dando em cima da maioria das Ômegas para depois conseguir levá-las para cama. Os seus companheiros nem desconfiam que estão sendo traídos. Mas Gabriel tem um outro objetivo que é ter Safira nos seus braços novamente. 

Hoje é segunda-feira novamente.

|Safira.on| 

Acordo, e vou em direção ao banheiro. Vejo meu irmão se arrumando para ir à escola. 

- Nando? - Chamei-o. 

- Oi? - Me olhou. 

- Já vai 'pra escola? - Pergunto coçando a cabeça. 

- Sim. - Terminou de amarrar os sapatos - Acordou cedo hoje! - Fez cafuné na minha cabeça - Tchau! - Deu um beijo em minha bochecha e pegou sua mochila e logo em seguida saiu de casa. 

O Alfa está diferente. Está mais responsável. sériamais furioser pai. 

"'Ain como estou ansiosa para saber o sexo do bebê" pensei sorrindo largo. Hoje irei ver como está a Luana. 

- Safira! - Ouço Fábia me chamar do quarto. 

- Diga. - Falo revirando os olhos e vendo a mesma com uma mala. - Vai 'pra onde? - Arqueei as sobrancelhas. 

- Não sou que vou. - Disse e foi até o meu quarto. 

- Então quem vai? - Pergunto desinteressada. 

- Você! - Pôs algumas roupas minhas na mala sem nenhum cuidado. Nem mesmo dobrá-las, ela dobrou. Ri desacreditando. 

- Eu? - Apontei para mim mesma e a mesma bufou. 

- Irá morar com o seu pai. - Falou séria e fechando a mala com o zíper da mesma. Gargalhei. - Não acredita? - Neguei com a cabeça sorrindo sacana. - Ok, então. Vá se arrumar que lhe levarei até a casa dele, quero ver se vai continuar achando que estou brincando. - Levou a mala até a sala. 

- Não acredito! - Grito incrédula. - Por que fez isso?! 

- Porque eu não aguento mais você! - Disse ela friamente. Parecia ser uma Alfa falando agora. 

- Não aguenta tanta responsabilidade, e me entrega para o meu pai. - Ri se humor. Em um movimento rápido me empurrou e bati na parede fazendo com que eu geme-se de dor. 

- Não me provoque, Safira! - Gritou. 

- Não estou provocando ninguém. Apenas digo verdades. - Sorri provocativa, e a mesma ficou ainda mais furiosa. Quando a mesma estava pronta para me socar de porrada a campainha toca. Respiro aliviada quando Fábia vai atender. Vou correndo para o banheiro e escuto a voz do meu pai. 

- Onde está Safira? - Perguntou a Fábia. 

- Está no banheiro. - Disse secamente e ouvi a porta ser batida bem forte. 

Escuto passos. Rapidamente tranquei a porta, me despi e entrei no box. 

- Safira? - Chamou-me. 

- O que você quer, Robert? - Pergunto mau-humorada. Ouço o mesmo suspirar decepcionado por tê-lo chamado pelo nome. 

- Você irá morar comigo, Ok? 

Não o respondi, apenas terminei de me banhar e me enrolei na toalha e abri a porta vendo Robert parado me encarando. 

- Ok. - Finalmente o respondi - Onde você mora? 

- NÓS - Deu ênfase no "Nós" -  iremos morar em um casa moderna que comprei no centro da cidade. - Terminou e assenti. 

- Só vou me arrumar e iremos, ok? - Concordou e fui pegar minha mala para achar alguma roupa. Vesti uma camiseta preta com a imagem da personagem Alerquina, short jeans e tênis All Star. Prendi meu cabelo em um coque e pus óculos escuros. 

- Vamos? 

(...) 

Chegamos. Nem tive tempo de avisar ao Fernando. Foi tudo tão rápido. 

- Pode ir entrando primeiro! - Avisou e assenti. Vi alguns vizinhos me olhando cheio de segundas intenções. 

Entrei na casa e vi moveis modernos. Até que é bonita. Fui até um quarto que estava escrito em uma mini-placa "Safira". 

Abro a porta. E vejo o quarto que eu sempre quis (Imagem do Cap), mesmo sendo simples. Eu amei 

Sorri de orelha a orelha e impurrei o vidro para o lado direito e vi algumas gavetas vazias, provavelmente é para por as minhas roupas. Fecho o mesmo e vou em direção a cama, a mesma é bem macia. Dormiria por horas nessa cama. 

- Gostou? - Uma voz me tirou dos meus devaneios. Era Robert na porta do quarto sorrindo a mostrando os dentes alinhados e branquinhos. 

- Sim. - Sorri de canto. 

- A partir de hoje, quero concertar tudo que fiz de errado. É só você me dar uma chance. - Pediu se sentando na cama ficando de frente 'pra mim. 

Ainda sentia muita raiva dele. Mas dizem que todos merecem uma segunda chance. 

- Vai me dar uma segunda chance? - Pediu novamente esperançoso segurando minhas mãos. 

Continua... 




Notas Finais


E aí? Vocês acham que o pai de Safira merece uma segunda chance?

Até o próximo Cáp.

Me desculpa pelos erros.


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