História Desire - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Violet, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Busexualidade, Drama, Erótico, Lanaparrilla, Lesbicas, Onceuponatime, Ouat, Roblena, Swanqueen
Exibições 150
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Festa, Mistério, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey de novo, acho que nem preciso falar muita coisa né?! Hahaha Vamos a história porque está ficando interessante!
Obrigada pelos reviews e prometo atualizar mais rápido

❤️💋
-Srta Henz

Capítulo 3 - Emma?!


- M-me desculpe – Gaguejou Emma ao fixar seus olhos a Iris castanha da mulher a sua frente.- Eu não queria que isso acontecesse. – Ela estava nitidamente nervosa.

- Suas desculpas não vão pagar pela porta do Cloud GT que seu filho acabará de destruir. – As palavras da empresária a ecoaram como facas. A expressão da mesma só provava para loira o quanto ela estava brava. – Na minha sala agora! O garoto fica na recepção. – A morena saiu batendo seus saltos pelo extenso corredor, até subir a sala presidencial, onde esperava pela mecânica. 

Emma ainda não havia se movido. Elevou seu olhar a Henry que sem entender nada encarava a situação.

- Eu já venho – Disse ela a seu filho da quanto se levantava para seguir os passos de sua chefe.

- Me desculpa mamãe. – foi tudo o que o menino disse ao ver sua mãe se distanciando.

Regina estava sentada em sua mesa com uma pasta em mãos, fez sinal para que sua funcionária adentrasse o local, o que a mesma receosa fez imediatamente.
Emma entrou e sentou-se de frente a morena.

-Srta. Swan... – Disse lendo tal nome na pasta que segurava. – Eu poderia começar assinando sua carta de demissão – Regina olhou por cima dos óculos que usava. – Mas vou lhe dar a chance de me convencer ao contrário... – Ela cruzou as pernas e soltando a pasta sobre a mesa, e encarou a loira a fulminando. – O que uma criança estava fazendo no setor de criação da fabrica? – Riu sarcástica- Na verdade a pergunta deveria ser... O que uma criança estava fazendo na minha fábrica? – nesse momento a feição  da mesma se desmoronou ao aumentar o tom de voz. 

-Sra.Mills... – Ela disse sem fazer ideia de qual seria o primeiro nome da mesma. – Eu não queria trazê-lo... Mas não tive escolhas... Ele está sem escola essa semana. E- eu pedi para que ele ficasse no vestiário mas não me obedeceu. – Falava tentando abafar o desespero que estava sentindo.

- Ele não teve aula e então sua brilhante ideia foi trazê-lo para minha empresa ?! – Ela interrompeu a loira falando cínica. – Não conseguiu usar o que chamo de cérebro para perceber que trabalha em uma fábrica de carros! E não em uma creche?! – sua voz estava extremamente alta  e se alastrava pelos corredores.
 
-Não irá se repetir senhora, eu prometo. – A loira acreditava que Ainda teria alguma chance de permanecer ali após o incidente.

-Se repetir? - Gargalhou com vontade e se levantou gesticulando – Com certeza não se repetirá. Você está demitida Srta .Swan – Ela sorriu de canto como se estivesse alegre em fazer tal ato.

O coração de Emma se congelará na hora. A moça balançou a cabeça de um lado para o outro como se não pudesse acreditar no que saiu dos lábios da morena.

-Você não pode demitir minha mamãe – Uma voz fininha adentrou o local com certa precisão. – Como eu vou  comer? Minha mamãe não tem dinheiro pra comprar as coisas.. e- e se você tirar ela do emprego ela vai ter que me devolver! – Apesar de pouquíssima idade o garoto falava com certeza de cada palavra que saia de sua boca. 

-O que? – A empresária se virará a porta onde o garoto estava. – Você não devia estar esperando na recepção ?! – Regina não queria admitir mas ficou curiosa com o final da frase do garoto. 

-Henry, por favor... me espere lá fora. – Swan falou tentando esconder as lágrimas que escorregavam por seus olhos. 

-Fala pra ela mamãe. Fala que você não pode me devolver. – O garoto insistia.

-Basta. – Mills declarou. – Amanhã, sozinha, as 11 na minha sala. Terá punições pelas irresponsabilidades acometidas. – Fez uma leve pausa levando seus olhos ao pequeno. – E trate de deixá-lo em um lugar apropriado. – Foi sarcástica voltando os olhos a sua funcionária. – Agora saia. Já está tarde . Não tenho uma agenda vaga como a sua. – Falou apontando a saída. 

-Mu-muito obrigada Sra.Mills. – Ela dizia se levantando e secando as lágrimas teimosas que escorreram em seu rosto. 

-Ah... só mais uma coisa... – Ela disse firme ao acompanhar a mulher até a porta – Não me chame de “senhora” – Gesticulou com os dedos – Não sou casada. – Regina fechou a porta a fronte da loira e do garoto sem esperar por resposta. 

A morena riu sozinha ao seguir a sua mesa. Ela havia mudado tanto... Agora, ao contrário de seu passado, ela se deliciava ao ver as pessoas aos seus pés, se humilhando por um patamar em sua vida.
Apesar do prazer em colocar a loira em seu lugar, a feição de Mills logo se enrijecera ao fitar a gaveta onde achará suas fotos pessoais. Aquilo seria um problema... um problema no qual ela não  se daria ao luxo de priorizar agora.

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Emma saiu do local após o acontecido em extremo silêncio, já era tarde e Henry logo adormeceu no caminho para casa. 
Ao chegar em casa, Swan pegou o garoto no colo e o deitou na cama. Ela não sabia o que poderia acontecer na reunião com sua chefe, e aquilo a preocupava. 
Desde que sua mãe a pôs para fora de casa as coisas não caminhavam bem. Ela mal havia comida dentro de casa para manter a si e seu filho. 
Depois de tomar um banho rápido e gelado, ela se vestiu e deitou ao lado de Henry. Demorou...Mas acabou adormecendo.

Regina acabará de estacionar a fronte de sua casa e desceu do carro.

-Merda – Pensou alto ao ver que as luzes da entrada estavam quebradas. 

Mais uma vez alguém deixará um aviso para a empresária. Ela seguiu para dentro  acionando os guardas, que chegaram lá em pouco tempo.

-Eles devem estar tentando me amedrontar. – após um longo banho de banheira a morena falava pelo celular. 

-Gina! Você precisa abrir um processo! – Seu amigo falava do outro lado da linha.

-Contra o Sr.Gasparzinho? – Ela foi sarcástica. – Aposto que em não muito tempo o responsável por essas brincadeiras de mal gosto aparecerá! 

-Sem dúvidas que sim. Mas e você? Está bem? – Ele acima de tudo se importava com o estado psicológico da sua amiga.

-Ahh eu estou ótima – Ela gargalhou – Hoje meu dia até que teve uma leve distração.

-Distração? – Ele ficou curioso. – Uma distração com nome, cueca Branca e perfume importado? – Riu sutil.

-Não! Hoje não... – Riu da suposição. – Tava mais para cabelos loiros e cumpridos. – Ela adorava provocar a  imaginação de Jafar.

-Como?? – Mesmo sem poder ver Regina seus olhos se esbugalharam. – Uma mulher ??

Tudo o que ele ouviu foi a risada dela pelo outro lado da linha.

-Regina! Você ficou com uma mulher ?? – Ele insistiu curiosíssimo.

-Não! Seu palhaço. – Ela ainda ria sutil – Zeus ! Eu jamais ficaria com uma mulher. – Ela disse firme – Na verdade, minha distração foi justamente demitir uma das funcionárias que não suporto! – Enquanto segurava o telefone com o ombro escolhia a roupa que usaria no dia seguinte. 

-Você a demitiu? Só por que não ia com a cara dela Mills? – Ele sorrio – Está venenosa, acho melhor eu ficar bem longe. – Brincou.

-Não, infelizmente eu não a demiti. – Suspirou chateada – Ainda não ! 

-Ui, posso até prever. – ele disse

-Bom... eu até passaria a noite conversando com você. – Ela se olhava no espelho com um vestido vermelho sobre seu corpo – Mas minha cama me chama. Preciso dormir. –  falava já indo se deitar.

-Não esquece de manter o contato! – Ele disse – Dorme bem. E se você precisar, não evite em
me ligar. 

-Obrigada Jafar. Boa noite – Falou desligando sem dar espaço para que o rapaz a respondesse.

Aquele dia se dava como encerrado. Regina adormeceu tranquila sabendo que nada a incomodaria. 

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- Vamos David acorda! Hoje eu tenho que prestar assistência social em Nova York. – Mary o chacoalhava. 

-Já estou indo... – Respondeu sonolento.

-Ahh está vindo mesmo! Levanta – Ela o puxava.

-Pronto... pronto, levantei – Ele falava já de pé coçando os olhos. 

-Seu café da manhã está na mesa – Sorrio satisfeita ao vê-lo de pé. 

-Estou sentindo o cheiro. – Sorrio caminhando até a bancada da cozinha. 

Enquanto ele comia, Mary pegou o celular do mesmo para checar o endereço da família que iria associar. 

-David! – Ela falou brava ao ver a mensagem enviada por ele.

-Sim . – Ele a olhou.

-Eu não acredito que mandou mensagem para Emma ! – Ela chegará a um estado no qual odiava a própria filha.

- Não precisa se estressar, se te conforta... Ela não tem mais esse número. – Falou com certa decepção na voz.

-Já se esqueceu de tudo o que aconteceu David? Nossa filha nos abandonou! – Falava querendo ter a razão.

-Mary… você a expulsou de casa ! So não  assume isso. – Por mais que aquela situação o incomodasse ele a tratava calmamente.

-Eu não vou discutir com você. 
Se vista logo! Não quero chegar atrasa para o pessoa da assistência social falar que não sou profissional – Ela falava enquanto pegava suas coisas sobre a mesa – Vou te esperar no carro !

Ele respirou fundo e viu sua mulher se afastando.
Se trocou e deu leves mordidas em seu sanduíche.
Antes que começasse a ouvir os gritos do estacionamento apressou-se a alcançá-la.

Já no carro colocaram o endereço no gps e seguiram rota.

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Naquela manhã Regina havia acordado de excelente humor. 
Passou na cafeteria e pediu seu café favorito, seguiu para empresa onde teria uma rotina fora da que estava acostumada. Hoje ela teria uma reunião com emma as 11 , e um chá com negociadores a tarde.
Estacionou seu Cloud GT e batendo seus saltos finos no chão de concreto chegou em sua sala .

-Mais e Mais relatórios – Revirou os olhos ao ver sua mesa cheia de papéis.

Ela se sentou para examina-los cuidadosamente.
Entre um papel e outro um deles chamou sua atenção.

-Mas que merda é essa ?? – Se perguntou sem respostas.
 
Colocando seus óculos  ela leu cada letra com atenção.
Alguns segundos se passaram e seus olhos fulminavam de raiva, a morena pegou o telefone fixo da empresa apertando o redirecionamento de Robin Hood.

-Você acha que sou uma espécie de idiota Robin ?!- Se pronunciou ao ouvir a voz do mesmo atender.

-Do que você está falando Mills? – Ele sorria malicioso.

-Você sabe do que  estou falando! Cadê a sua assinatura Hood ??? – Se ela pudesse cuspiria fogo nele.

-Regina, onde estão seus modos?- ele era irônico 

-Venha na minha sala imediatamente… - Ela desligou.

Robin falava qualquer coisa quando era por telefone… mas tinha que admitir que não era nada de cara a cara com a empresaria.
Ele engoliu seco e seguiu até ela, sem bater na porta, entrou.

-    Você vai sentar nessa cadeira, pegar a caneta e assinar essa merda! Agora ! – Falava irritada

-    M-mas Regina, eu não posso assinar… - Ele a olhou nos olhos olhos – não é isso o que eu quero Gina…

-    Me desculpe sr.Hood mas a verdade é que estou pouco me fodendo para o que você quer… esse foi o acordo! E vc tem de cumprir.- Bufou entregando o papel e a caneta.

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Mary e David já estavam a caminho da casa onde ela prestaria assistência social, um trabalho que nem fazia seu tipo já que detestava crianças… mas vai entender né ?! 

-Henry, levanta amor! Vou deixar você com a Ruby. Hoje o dia dela está livre. – Suspirou – assim que  voltar da fábrica eu te pego tá bom? 

-Mãe eu estou com fome. – Ele ignorou todas as falas da loira.

-Fi-filho… nos so temos leite… - abaixou a cabeça por ter de ver seu filho sentir fome e não poder fazer nada. – eu vou esquentar para vc tomar rapidinho antes de Irmos tá bom?

-    Mamãe… mas a minha barriga já está doendo. – voz de choro – eu não quero mais tomar leite. Eu quero comer bolacha.

O coração da loira se apertou ao ouvir aquilo.

-Por favor mamãe, eu prometo ser bonzinho. – os olhinhos estavam cheios de lágrimas.

-Henry… - Quando a mesma  ia terminando de falar foi interrompida pelo barulho da campainha.

Do outro lado da porta … Mary.

-Espero que não seja  casal gay de novo – resmungava sobre seu trabalho para si mesma.

A porta foi aberta e os olhos de mãe e filha se conectaram pela primeira vez em três  anos. As duas paralisadas se encaravam surpresas. Até a voz de Mary quebrar o silêncio .

-Emma?! – soltou indignada …    


    


Notas Finais


Espero que estejam gostando, me perdoem os erros prometo ir melhorando a cada capítulo. Deixe sua opinião para eu saber no que preciso mudar ❤️

Beijos 💋

-Srta Henz


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