História Desire - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Monjin, Namjin
Exibições 320
Palavras 6.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aeeeee genteee! Então, essa é uma short fic que eu fiz com muito carinho pra vocês, na verdade só estava demorando pra atualizar as outras porque estava escrevendo ela jhghjkj enfim, espero que gostem, viu?
Boa leitura!

Capítulo 1 - Sobre vendas e desejo


A respiração quente batia contra a minha nuca calmamente, fazendo-me encolher-me de automático em reação à esse simples ato; seu cheiro amadeirado invadia minhas narinas da maneira mais inebriante possível, causando uma avalanche de sensações e sentimentos já conhecidos por mim, mas que ainda assim me deixavam nervoso, apreensivo para o que iria fazer à seguir; eu tinha certeza absoluta que o que ele queria não era conversar, tão pouco solicitar as supostas planilhas nas quais eu estava encarregado de fazer naquela empresa, tudo isso não passava de uma fachada muito bem feita, um disfarce para o que realmente acontecia quando eu ouvia a frase "o chefe quer falar com você". 

Ah... Nesse momento eu me sentia outra vez vendido, vendido de uma forma tão ímpia que mal conseguia encarar o platinado elegante denominado de Kim Namjoon que encontrava quando ultrapassava a porta de sua sala. Era fato que depois de tanto tempo, eu já deveria estar mais do que acostumado em sentir aqueles receios e medos, mas eu não queria fazer aquele tipo de coisa; não queria que as circunstâncias me tivessem obrigado a vender meu próprio corpo para conseguir sustentar à mim mesmo e ao meu irmão mais novo, vulgo a única família que me sobrou.

Respirei fundo quando senti seus dedos finos e gélidos tocarem a pele do meu braço levemente fazendo um tipo de carícia na região; meu corpo começava a tremelicar e suar frio, aquela não era nem de perto a primeira vez e nem seria a última na qual faríamos o que ele quisesse. 

- Por que está tremendo, Jin? - fungou na curvatura do meu pescoço com força provavelmente aspirando o meu cheiro. Apertei meus olhos e virei o rosto para o lado oposto por conta da vergonha; meus olhos começavam a marejar e eu sabia que não podia chorar ali, não perto dele. Não havia sentido seu afastamento, então era meio óbvio que ele continuava ali. 

Algo macio plantou-se em meu pescoço no momento seguinte e eu não pude deixar de notar que eram seus lábios macios; o primeiro selar fora lento e sua língua havia  contornado o lugar em que havia beijado, deixando uma sensação quente ali. 

Arfei baixo e permaneci com o rosto virado para o lado, a última coisa que eu queria fazer agora era encara-lo, porque se isso ocorresse, sabia que tudo o que chamava de "segurança" iria por água abaixo. 

- Não se faça de difícil, prometo ir com carinho, do jeito que você gosta, hm? - sussurrou rente ao meu ouvido e não perdeu tempo ao se sentar em sua elegante cadeira revestida por um couro preto e brilhante; em seus lábios um sorriso sacana era desprendido e usado como uma eventual arma de sedução; uma de suas mãos apoiava-se nas coxas fartas e a outra fazia um sinal para que eu me aproximasse. 

Tive de engolir à seco prendendo meu infeiror entre os dentes; merda, eu não queria ir, não queria chorar e não queria estar ali, mas parece que pouco importava o que eu queria. 

Eu só era pago pra obedecer, para ceder aos desejos daquele homem que me deixava em uma completa confusão mental. 

Olhei-o outra vez e fui me aproximando à passos lentos de seu corpo; parei à alguns centímetros de distância dele quando finalmente consegui tomar coragem para lhe fazer um pedido, poderia parecer um pouco maluco até pra mim lhe pedir algo naquele momento, mas eu precisava ao menos tentar. 

- A gente... Não pode fazer em outro lugar? - perguntei temeroso e de cabeça baixa; a verdade era que desde a primeira vez que fizemos sexo, eu tinha um certo receio de fazer isso em um escritório, não que o lugar fosse mudar alguma coisa, mas é que de certa forma sentia-me estranho, como se aquilo me relembrasse que tudo começou exatamente ali, que toda a minha dignidade se esvaira naquele mesmo local; naquela mesma mesa. 

Ouvi um suspiro pesado e o senti me puxar com calma para mais perto obrigando-me a sentar em seu colo; óbvio que ele não iria me ouvir, entre suas exigências para me dar aquele "emprego", estava a de que não importava o lugar, eu tinha que ceder, porém, ainda era estúpido o suficiente pra acreditar que minhas palavras tinham valor de alguma forma. 

- Por que isso agora? Por que de repente se importa com o local? - suas mãos estavam em minhas coxas as apertando para me manter em equilíbrio sob seu colo; ele realmente não sabia que eu era virgem quando me contratou e não havia porquê ficar sabendo, por isso não contei e nem pretendo lhe contar. 

- Eu só... Não me sinto confortável... - disse baixo ao sentir seus dentes prenderem o lóbulo da minha orelha soltando o mesmo lentamente. 

Seus lábios deslizaram por meu queixo mordiscando-o levemente enquanto as mãos acariciavam a parte interna da minha coxa dedilhando-a; meus olhos se encontraram com os seus instantaneamente e nesse momento, seu rosto aproximou-se do meu lentamente e eu, por impulso, fui fechando os olhos gradativamente conforme a distância diminuía, já era possível sentir sua respiração contra o meu rosto e eu estava ciente de que não poderia impedi-lo; seus lábios roçavam nos meus e minhas mãos apoiaram-se em seus ombros quando enfim o senti encostar ambas as bocas. 

Eu não podia negar que Namjoon era bom naquilo, sua língua passou por meu inferior lambendo-o levemente fazendo-me entreabrir os lábios dando espaço para que explorasse minha boca; não era como se o loiro já não conhecesse cada canto do meu corpo, no entanto, ele sempre ajia como se fosse tudo novo em mim; tocava-me cautelosamente, explorava-me calmamente, analisava-me minuciosamente, era algo um tanto quanto ilógico, mas não parecia me incomodar, eu apenas prefiria deixa-lo fazer do jeito que quisesse. 

Minhas mãos escorregaram timidamente até sua nuca e as suas encaixaram-se em minha cintura por debaixo da camisa social que trajava, apertando a carne da região e me puxando para mais perto até que estivesse sob seu membro semi-ereto. 

Cravei minhas unhas em sua nuca ao sentir algo duro cutucar abaixo de mim, as línguas continuavam num ritmo calmo, e eu prefiria assim, era melhor pra mim. 

As mãos subiram pelas laterais do meu corpo levando consigo o tecido fino que me cobria na parte de cima, os botões de minha camisa pareciam sair de suas casas automaticamente por conta da fragilidade da peça e Namjoon parecia gostar disso; o ósculo fora quebrado quando o último botão se desvencilhara de seu lugar. Ele intercalou o olhar entre meu rosto por alguns segundos fazendo-me corar; as mãos quentes desceram apalpando meu abdômen para logo em seguida subirem para meus mamilos e... Droga, aquele era meu ponto fraco e o mais velho sabia disso, na verdade, suspeitava que só mexia ali porque queria me provocar. 

Levei minhas mãos até a primeira coisa na qual pudesse apertar quando o senti beliscar com os dedos aquela área mais do que sensível, era tão... bom e ao mesmo tempo errado, sujo, eu não conseguia pensar muito sobre isso. Meu inferior prendia-se com certa força contra meus dentes à fim de não deixar com que nenhum ruído escapasse; ele pressionava seu polegar e indicador  contra meus mamilos de forma lenta e... Gostosa; sim, por mais que eu odiasse admitir, Namjoon sabia muito bem como dar prazer à alguém, e mais tarde, depois de tudo, eu iria me trancar num dos banheiros daquela enorme empresa e chorar, chorar ao lembrar-me que cheguei ao ponto de ter esse tipo de pensamento. 

- N-namjoon... P-para... - pedi suplicante quando conter os gemidos tornou-se uma tarefa difícil demais. 

Namjoon apenas sorriu minimamente e abaixou seu rosto até a altura dos meus mamilos. 

- Eu gosto de quando eles ficam assim... Rosados. - corei de imediato por saber a que ele se referia; a língua quente contornou o primeiro botão devagar e eu arfei, arranhando suas coxas, o que resultou num chupão forte na pontinha rija entre seus lábios.

Nesse momento, não pude conter um gemido falho e sôfrego, arqueando e jogando meu quadril em sua direção sem querer, o que fez com que meu traseiro se impactasse contra o seu membro suficientemente ereto. 

- Está sensível, Jin?... Andou fazendo isso com mais alguém? - o loiro subiu seus lábios até meu pescoço deixando alguns chupões em minha pele por onde passava; sua boca provocava um evidente - e involuntário - arrepio em meu corpo juntamente das mãos que ainda me estimulavam. - Hm? Andou treinando com outro? Pode me contar... - senti uma mordida um pouco forte demais em meu pomo-de-adão e acabei gemendo de dor rente ao seu ouvido; ele beijou com delicadeza a área ferida e lambeu-a em seguida.

- E-eu não... N-não... - tentei ao menos completar a frase mas fui interrompido por um beijo inesperado, afoito. 

Namjoon percorreu minhas costas com as mãos firmes até que sentisse suas palmas macias alcançarem minha bunda apertando-a com afinco; grunhi baixo em seus lábios fartos e ele sorriu em resposta, pressionando-me para baixo e me posicionando perfeitamente encaixado com seu quadril, os dígitos se apertaram em minha carne e com uma mão na minha cintura, Namjoon mesmo movimentou o meu corpo contra o seu como um breve rebolado, mostrando o que desejava que eu fizesse; o loiro estava necessitado, eu sabia disso, porque sentia um volume extremamente acusador abaixo de mim e sua expressão ansiosa e impaciente para que eu começasse logo. Suspirei e tomei coragem para rebolar uma primeira vez de forma tímida em seu colo; Namjoon apertava-me com mais intensidade agora, suas mãos ágeis me deixavam totalmente submisso à velocidade que ele queria que eu rebolasse, que no caso, não era nem tão rápido e nem tão devagar. 

Agarrei seus ombros para que pudesse me apoiar enquanto sentia suas mãos aumentarem o ritmo com que me movia sobre sí, tornando-o, agora, rápido; o sentia arfar diversas vezes contra a minha pele deixando algumas marcas vez ou outra, isto é, quando decidia diminuir a velocidade; minha camisa escorregava por meus braços gradativamente e eu a sentia estar na altura de meus cotovelos; o maior mordiscavam minha clavícula levemente, provavelmente querendo dificultar por pura diversão minha tarefa de engolir os gemidos o máximo que conseguia, para o Kim, gemer significava uma forma de estar entregue à ele, como se cada célula de mim pedisse para que continuasse e fosse até o fim, até o meu limite. 

- Então, Jin... - apertou meu traseiro e o empurrou para seu membro violentamente; outra vez tive de respirar fundo para não esboçar nenhuma reação mais concreta. - Eu sou o único que te toca desse modo? - perguntou sussurrando em minha orelha e eu realmente não queria concordar com ele, tinha pra mim que isso somente faria seu ego inflar mais ainda, porém, seu olhar era dirigido à mim com certa exigência, como se me obrigasse a lhe dar uma resposta; sim, eu poderia mentir, afinal, Namjoon não me conhecia o suficiente para saber se o que eu dizia era verdade ou não, no entanto, seu olhar era tão intimidador e profundo que simplesmente não me deixava engana-lo mesmo que em relação à uma coisa tão aparentemente irrelevante. 

- Vamos, responda... Bitch. - arqueei as sombrancelhas e levantei meu olhar até então baixo para encara-lo nos olhos ao escutar aquilo; Kim Namjoon gostava de ferir, pisotear minha dignidade, ele parecia se divertir quando conseguia ver meus olhos marejados, marejados de vergonha, raiva, dor causadas pelo enorme sentimento de impureza, exatamente como me encontrava agora. 

Eu abria a boca diversas vezes para responde-lo de uma vez e acabar com aquilo o mais rápido possível, mas estava mudo, nada saia, ao invés disso, uma lágrima solitária escapou de meus olhos molhando minha própria coxa. Senti ele se aproximar, uma mão em minhas costas e a outra em meus cabelos os acariciando.

Namjoon prendeu meu inferior entre os dentes novamente e soltou-o devagar, para logo capturar meus lábios mais uma vez; as mãos subiram das minhas costas para os meus ombros traçando um caminho até chegar aonde a camisa estava estacionada; o silêncio era tão presente, que o único ruído capaz de ser ouvido era o constante "plock" das línguas chocando-se mesmo que de forma calma dentro das bocas. 

Ele desceu os dígitos levando consigo a minha camisa fazendo-a escorregar até encontrar o chão. 

Eu já sentia meu fôlego se esvaindo quando o loiro enfim se afastou, sugando meu inferior, o sentia apalpar meu corpo redescobrindo-o a cada toque até chegar em meu cinto; não podia evitar, estava duro e talvez me recriminasse por isso, mas era impossível não me sentir excitado, eu não era de ferro e meu corpo era muito sensível. 

Meu cinto fora desabotoado rapidamente e então, os botões da calça tiveram o mesmo destino; não vou negar, ansiava por seu toque e o filho da mãe sabia disso. Adentrou minha calça e tocou meu membro por cima da box, seu indicador pressionou minha glande com força e eu joguei a cabeça pra trás gemendo alto enquanto pressionava meus quadris contra o dele pedindo por mais contato; minha boca se encontrava seca e minhas mãos puxavam seus cabelos como uma forma de descontar o prazer que sentia.

Fiz menção de me ajeitar em seu colo mas ele me impediu, pressionando minha glande dessa vez massageando bem em cima da fenda, como se estivesse forçando o pré-gozo - que já escorria - a ser expelido. 

Não aguentava me segurar, soltava gemidos altos sem nem ao menos perceber que o fazia; droga, por que aquela mão tinha que ser tão boa e ágil no que fazia? 

- A-ah... - gemia praticamente rebolando em sua mão; aquilo era constrangedor, mas eu sequer conseguia pensar nisso naquele momento, eu só buscava por algum alívio e no momento, somente aquela mão podia fazer isso por mim, a mão daquele homem. 

- Jin... - chamou e eu sinceramente teria ignorado, se Namjoon não tivesse retirado sua mão de dentro da minha calça. - Quero que se toque pra mim. - disse olhando-me diretamente; ponderei em recusar, mas o Kim me despachou de seu colo antes disso e me mandou sentar-me em cima de sua mesa de frente para sí.

Timidamente, fiz o que havia sido pedido com o mesmo receio do início; estava nervoso, mas mesmo assim ultrapassei o tecido da box um pouco necessitado demais de algum toque. Comecei com movimentos vagarosos massageando minha extensão lentamente. Meu corpo estava quente, em chamas, e eu sentia que a cada movimento de vai e vem em meu falo, seu olhar se intensificava sobre mim de maneira faminta, e embora eu estivesse de olhos fechados, sabia que ele me olhava repleto de malícia e desejo. - Tire o restante da roupa e abra bem as pernas. - eu não saberia dizer o porque de minhas bochechas estarem queimando, se era pela vergonha, ou pela excitação ao continuar masturbando meu pênis que pulsava em minha palma dolorosamente. 

Me dispus à ficar de pé com certa dificuldade, deixando com que primeiro minha calça escorregasse por minhas pernas até ir de encontro ao chão para logo fitar minha box cinza molhada pelo pré-gozo em grande parte de seu tecido; respirei fundo antes de empurra-la por minhas pernas da mesma forma que havia feito com a peça anterior, afastando-a com os pés; meu rosto queimava ainda mais agora, eu era o único que estava nú ali, enquanto Namjoon não tirara nenhuma peça sequer de roupa, e isso me deixava envergonhado, me sentia exposto. 

Lembrando-me de suas ordens anteriores, sentei-me novamente em cima da mesa sentindo o vidro gélido e transparente do qual era feita tocar a pele das minhas nádegas diretamente. Apoiei uma das mãos na mesa e a outra deixei em cima da minha coxa esquerda afastando minhas pernas. Não vou mentir, senti-me extremamente constrangido ao notar que ele levantou-se da cadeira e posiciou-se ajoelhado à minha frente, chegou perto da minha entrada e soprou ali fazendo-a contrair-se necessitada de algo que a preenchesse. 

- Como consegue ser tão provocante, Seokjin? - subitamente, senti-o contornar as preguinhas de minha entrada cuidadosamente com a lingua, a saliva escorrendo pela a área fazendo-me gemer alto agarrando seus cabelos; senti suas mãos em meus quadris, mantendo-os erguidos minimamente, não muito, apenas o suficiente para que tivesse melhor acesso aquela área tão... Íntima. 

- N-não faz isso... Por favor... É m-muito vergonhoso... - sussurrei tentando fechar as pernas num ato automático, porém, ele as segurou pelos joelhos e afastou novamente. 

- Eu sei que você gosta. - foi a única coisa que ele disse antes que pudesse senti-lo massagear meu ânus apenas rodeando-o com os dedos habilidosos enquanto seu rosto ainda pairava na altura da mesma.

- Ahn... Ahh... - gemia qualquer coisa para não ceder à tentação de gemer o nome dele; eu não podia faze-lo de modo algum - embora já tenha obviamente acontecido nas vezes anteriores. 

- Fala pra mim que você gosta, Jin, fala. Quero ouvir essa vozinha manhosa admitir que é uma vadiazinha... - Namjoon aumentou a fricção de seus dígitos contra minha entrada deixando uma mordida forte na parte interna da minha coxa. 

Imagino que tenha percebido quando apertei minhas mãos na beira da mesa contendo os gemidos que, segundo ele, eram manhosos. Seus olhos correram sobre os meus com certa seriedade, me levando a deduzir que minha ação não o havia agradado nenhum pouco; parou tudo o que fazia ali em baixo e subiu, ficando na minha altura encarando-me diretamente nos olhos. 

- Você gosta de chorar, Jin? - arqueei as sombrancelhas confuso e apenas acenei que não com a cabeça. - então por que chora toda vez que eu te chamo de vadia, hm? - eu não o respondi de imediato, estava tentando achar alguma lógica naquela pergunta repentina, Namjoon as vezes se mostrava tão imprevisível que era difícil entende-lo. 

- Eu... Não gosto de ser chamado assim... M-mas tudo bem, eu prometo não chorar mais... - disse e virei meu rosto para o lado; admitir aquilo era difícil, principalmente porque tenho quase certeza de que ele não se importava realmente.

- Então como quer que eu te chame? - perguntou acarinhando minha bochecha levemente ruborizada. 

- Me chame do modo que desejar, Sr. Kim. - respondi fitando minhas próprias unhas - ruidas - que no momento me tomavam toda a atenção. 

- Não fale assim, Jin, se você não gosta dos meus apelidos temos que arranjar um novo... - senti suas mãos percorrerem a pele da minha coxa massageando-a e logo empurrando seu corpo contra o  meu provocando a fricção entre ambos os sexos. 

- Eu poderia te chamar de Jinnie... - sussurrou rente ao meu ouvido alcançando uma de minhas mãos apoiadas em cima da mesa. 

Apenas observei-o guiar a mão que havia pegado até o seu abdômen escorregando-a ali de cima para baixo continuamente, me incentivando a acaricia-lo. 

- Você gosta... Jinnie? - no momento seguinte, senti minha mão descer mais até ser pousada em cima da região volumosa entre suas pernas. - Mexa sua mão, baby... - eu o encarei como se estivesse procurando uma confirmação para prosseguir; o loiro apenas sorriu gentil assentindo a largou minha mão, deixando-me livre para fazer o "trabalho" sozinho. 

Fiz um primeiro movimento de apertar levemente seu membro por cima da calça. Namjoon arfou, o que fez com que eu começasse uma massagem lenta em seu pênis ainda coberto; mesmo que ainda existisse duas camadas de pano cobrindo sua intimidade, sua excitação era tão evidente que eu era capaz de sentir algumas veias engrossarem em minha palma. O mais alto puxou-me para perto pelo quadril, consequentemente, abrindo ainda mais minhas pernas para que ficasse entre elas, visto que eu ainda estava sentado em cima de sua mesa de escritório. 

Namjoon colou seus lábios ao meu ouvido mordiscando meu lóbulo ao mesmo tempo em que sussurrava todo tipo de obscenidades, ato que me fez corar intensamente. 

Sua mão outra vez colocou-se por cima da minha guiando-a ao cós de sua calça fazendo-me adentra-la juntamente com a box; suspirei ao sentir o calor e pulsação que aquela sua região em particular possuía sempre que transavamos, era um calor intenso, parecido com algum tipo de chama que se alastrava não só por seu corpo como também pelo meu. 

Fiz um movimento de vai e vem com a mão sentindo-o agarrar minhas nádegas com força começando um beijo necessitado; eu sequer pensei nas consequências naquele momento, somente aumentei a velocidade dos movimentos que fazia e tão logo, o beijo se tornou ainda mais afobado e rápido, tanto que tive de me esforçar para não perder o fôlego. 

Ele ergueu-me pelas coxas obrigando-me a entrelaçar as pernas em sua cintura sem quebrar o ósculo, mudou as posições, agora estava escorado no vidro e eu com os braços e pernas em volta de seu corpo. 

Agarrei sua nuca puxando seus cabelos para trás, afim de que ele entendesse que eu não tinha mais ar; ainda pude percebe-lo relutar mas mesmo assim, desgrudou seus lábios dos meus descendo com os mesmos para o meu pescoço, maltratando-o ainda mais; ele chupava, mordia, beliscava, beijava, chegou a ficar um tempo ali até se cansar e descer até meus mamilos beliscando as pontinhas com os dentes. 

Gemi baixinho sentindo os dígitos apertaram-se na área dando-me a impressão de que mais tarde, aquilo ficaria com toda certeza roxo. 

- Você não quer tirar minha roupa, Jinnie? Aposto que isso deixaria nossa brincadeira ainda melhor. - eu somente me limitei a assentir descendo de seu colo para ficar de frente pra sí, minhas mãos começaram a desabotoar os botões de sua camisa vagarosamente até que pudesse ver um pouco de seu peitoral; escorreguei o tecido branco por seus braços observando o mesmo ir de encontro ao chão. 

Não pude deixar de notar que sua pele parecia ainda mais bronzeada desde de a última vez em que a vi assim, sem nada; Namjoon possuía um físico muito bonito, na minha opinião, tudo era perfeito em seu corpo, cada coisa em seu devido lugar e na medida certa. 

- Você pode me tocar, vamos, faça o que quiser... - me trouxe para perto me fazendo tocar sua pele quente e macia. 

Passei a ponta de meus dedos por seu abdômen ainda sentindo-me um tanto inseguro, agora,  não tinha suas mãos me guiando, ou seja, eu poderia tocar qualquer parte sua livremente, da forma que quisesse. 

Fui dedilhando a lateral de seu corpo subindo até seus ombros, aonde apertei antes de deixar um longo e delicado selar em seu pescoço. 

O loiro acariciava minhas costas cuidadosamente, espalmando suas mãos por elas e às vezes, até chegava a encostar em meu traseiro massageando ali lentamente. 

- Isso, baby. Pode me beijar, beije onde quiser... - sussurrava próximo ao meu ouvido deixando-me completamente arrepiado. 

Eu realmente não sei como consegui toda aquela ousadia repentina, mas me permiti chegar mais perto começando a deixar beijinhos pela extensão de seu pescoço enquanto as mãos iam descendo aos poucos por seu abdômen definido.

Namjoon mexeu-se colocando-me com as pernas entrelaçadas em sua cintura dessa vez, andando até sua cadeira e se sentando ali comigo em seu colo. 

Ajeitei melhor meu corpo sob suas coxas grossas e agarrei sua nuca com as duas mãos. 

Permaneci marcando sua pele timidamente tendo a oportunidade de ouvir vez ou outra arfares e frases de incentivo para que continuasse, ao passo que as mãos pesadas traziam-me para mais perto à ponto de minhas nádegas ficarem novamente em cima de seu pênis roçando-se contra o órgão duro mesmo que separado pelas roupas restantes que ele ainda vestia.

O loiro instigou-me à descer mais por seu corpo distribuindo beijos e mordidas fracas pelo mesmo; sua pele tinha uma textura extremamente sedosa e atraente, tanto que não conseguia desgrudar meus lábios dali. 

Cheguei ao seu abdômen, chupando os gominhos com delicadeza enquanto minhas unhas iam deslizando pelo caminho em que meus lábios passavam; aproveitei cada espaçinho daquela pele com minuciosidade, me arriscando a passear minha língua pela mesma apenas para ter o prazer de sentir sua temperatura quente.

Por impulso, todos os meus movimentos pararam assim que cheguei ao cós de sua calça, foi como se toda a segurança adquirida nos últimos minutos por mim para marca-lo, tivesse se esvaido num segundo quando meus olhos encontraram o tecido negro de sua calça. Ele provavelmente estava ciente de que eu não desabotoaria aquilo, e talvez, estivesse cansado da minha timidez fodidamente grande e irritante. 

Senti seus dedos longos brincarem com minhas mexas de forma distraída, e logo, sua outra mão começou o processo de tirar sua peça de roupa. 

Quando terminou de desabotoar, fixou sua palma abaixo de meu queixo e levantou-o afim de que eu encarasse seu rosto; sua expressão era simplesmente nublada pela luxúria e desejo de seu olhar intimidador, as orbes pareciam ainda mais escurecidas juntamente dos lábios levemente inchados e cobertos por sua própria saliva.

Namjoon era lindo, e isso eu não podia negar. 

- Jinnie, baby, por que não tira esse pedaço de pano inútil pra mim, huh? - ele sorria de forma safada; tomei ao menos um pouco de coragem e abaixei meu olhar até encontrar o enorme volume de sua ereção que parecia doer por dentro daquele pano todo.

Posicionei minhas duas mãos no cós de sua calça e a puxei pra baixo com sua ajuda, expondo sua box vermelha, a qual possuía uma mancha mais escura indicando o líquido do pré-gozo. 

Mordi o lábio nervoso; merda, por que eu tinha que ser tão tímido? 

Eu tinha que deixar a vergonha de lado por míseros segundos, e esses míseros segundos se deram quando retirei sua cueca também, engolindo à seco ao ter seu membro completamente duro, molhado e pulsante bater contra a minha bochecha junto de um suspiro aliviado de Namjoon por se ver livre daquele aperto incômodo; seu pênis era repleto de veias, e eu, mais uma vez, não pude deixar de gravar cada detalhe seu. Seu pênis possuía uma cor rosada em quase toda a extensão, somente na glande mesclava-se uma coloração mais avermelhada, principalmente quando ele estava excitado.

Analisei aquela sua parte por alguns segundos antes de pega-la pela base deixando-a na altura de meus lábios.

Pude escutar ao fundo, a respiração ofegante e ansiosa do mais novo que parecia conter-se firmemente cravando suas unhas medianas no braço da cadeira para não empurrar seu quadril contra o meu rosto, e isso me fez lembrar de que o Kim só estava daquele modo, desesperado e necessitado, porque minha respiração quente batia contra sua intimidade, o que obviamente, o deixava deveras mais excitado, muito excitado, tanto, que enquanto me distraia em meio à pensamentos, nem notei que uma quantidade considerável de líquido pré-seminal que espirrava da fenda umedecida pingava em meu queixo e lábios. 

E num ato impulsivo, como quase todos quando estou perto dele, estendi minha língua para fora e aproximei-me mais de seu membro, contornando a glande inchada e molhada com a mesma.

Seu corpo tencionou com o meu ato de distribuir lambidinhas por todo o seu órgão rosado, sentindo o gosto salgado dominar-me o paladar. 

Era divertido provoca-lo, suas expressões eram divertidas, na verdade, porém, não pude dizer absolutamente nada ao sentir sua ereção ser empurrada pra dentro da minha boca bruscamente, nem ao menos me dando tempo para relaxar a garganta à fim de não engasgar.

Tossi secamente assim que tive seu volume pressionado pela primeira vez contra a minha boca; fiz uma tentativa de me afastar para conseguir me recuperar, mas sua mão em minha cabeça impedia-me de qualquer coisa. 

- Não tente se afastar, apenas relaxe e chupe. - disse calmo e eu assenti, sabia que seria melhor se eu o obedecesse. 

Apertei suas coxas com força respirando fundo e relaxei o músculo de garganta, comecei com pequenas sucções, fazendo movimentos lentos de vai e vem com a cabeça. Até então, o loiro tinha apenas suas mãos pousadas em meus cabelos, sem fazer qualquer força, somente gemia baixo mantendo-se quieto no lugar. 

Minha boca envolvia seu pênis com maestria, e assim, fui aumentando a velocidade com que o chupava rapidamente, escutando um gemido alto e dígitos empurrando minha cabeça contra o seu quadril, dessa vez não me engasguei, deixei-o ditar os movimentos da maneira que quisesse. 

Gemidos desconexos, barulhos um tanto eróticos e o cheiro inebriante de seu perfume que se soltava no ar conforme ele se movia, isso era tudo o que eu conseguia indentificar naquele ambiente. Eu sentia seu membro duro e quente crescer em grossas veias cada vez mais, tamanho o prazer que deveria estar sentindo. 

- Oh... Merda, Jin... Por que essa boca tem que ser tão gostosa? - escutei-o murmurar em meio à gemidos ao me sentir grunhir com seu pênis ainda em minha boca provocando uma certa vibração. 

Continuei com aquilo por mais algum tempo até ser puxado para cima rudemente ao raspar meus dentes de leve por sua extensão, o que resultou num arrepio evidente no corpo mais alto que o meu - acredito que por já estar chegando ao seu ápice. 

Seus olhos encontraram com os meus e eu voltei para o seu colo, ofegante pelos esforços feitos.  

Ele acariciou minha bochecha por algum tempo antes de descer dedilhando meu queixo, lábios, e por fim, empurrando dois de seus dedos para dentro da minha boca.

- Quer que eu te prepare, baby? - Namjoon desceu seu rosto, cheirando meu pescoço ao mesmo tempo em que continuava à manter os dedos - agora molhados de saliva - por entre meus lábios. - Ou quer que eu vá à seco? - como eu sabia que iria doer muito mais se fosse sem preparação, nem ao menos pensei na hipótese de manda-lo entrar de uma vez, ainda me lembrava da única vez em que fizemos sexo sem qualquer preparo ou cuidado, Namjoon estava com pressa naquele dia, por isso, não pude sequer opinar sobre.

- E-eu... - soltei um suspiro e o vi retirar seus dedos de minha boca, totalmente babados.

- Tudo bem, eu vou ser cuidadoso com você. - o mais novo levantou-me um pouco pela cintura e fez um sinal com as mãos para que eu virasse de costas pra ele ainda em seu colo.

Virei-me sentando-me em suas coxas e apoiei -me em minhas próprias coxas, meu quadril se encontrava minimamente erguido para facilitar seu trabalho.

O primeiro dedo começou à roçar em minha entrada e eu senti meu corpo trêmulo, o Kim pressionava a pontinha para dentro e eu queria mais que aquilo. 

O loiro deslizou o primeiro dígito para dentro de mim com certa facilidade por ser de pouco volume; arfei pelo incômodo que sentia e o maior beijou minha nuca criando uma trilha de beijos pela extensão de minha lombar enquanto mexia aquele único dedo em meu interior; eu já não me sentia tão incomodado assim, gemia baixinho impulsionando meu quadril pra baixo, rebolando contra o seu dedo. 

Quando Nam pareceu compreender que eu já sentia prazer, o segundo dedo passou a abrir espaço em meu interior; dessa vez confesso que a dor se fez presente. Sentia-o alargando meu ânus, separando e fechando os dedos dentro. 

Prendi meu interior entre os dentes e parei de rebolar abrindo mais as pernas pra ver se de alguma forma aliviava a pequena dorzinha; estava ofegante, suado, gemia alto pedindo, clamando por mais contato, mas Namjoon não fazia nada além de rir beijando e mordendo meu pescoço de forma à raspar a pontinha gélida de seu nariz por ali.

- Awn... E-eu preciso de... Ah... Mais... - gemi agarrando as coxas alheias abaixo de mim com força. Minha mente estava nublada, totalmente em branco, não pensava em muita coisa, só no prazer que estava sentindo. 

O desgraçado sorriu outra vez da forma mais cafajeste e eu arfei, frustrado, necessitado e com um pouco de impaciência por saber que ele iria continuar me torturando. 

- Você precisa do que? Fala pra mim, bebê. - acariciava meu rosto carinhosamente, seus lábios carnudos grudavam-se à minha nuca, lambendo e chupando com vontade. 

Eu estava ficando louco, louco por Kim Namjoon.

- N-não... Me faça dizer... Ahn... Você... V-você sabe... - balbuciei com dificuldade, o que pareceu ser apenas um estímulo para que os dedos se enterrassem mais. 

- Fala pra mim, Jinnie, eu realmente não sei... - aquela voz dona de uma rouquidão natural me deixava extasiado, tudo dentro de mim borbulhava, cada célula chamava, implorava por Namjoon da maneira mais pecaminosa e errada do mundo.

Respirei fundo e encarei minhas mãos avermelhadas mexendo-se minimamente conforme meu corpo recebia o impacto; espremi meus olhos cravando minhas unhas em sua carne quando senti as pontas dos dedos longos alcançarem um local em especial dentro de mim; não distinguia nada direito, apenas tentava controlar minha respiração acelerada e meus gemidos altos. 

- A-ahn!... Namjoon... Ah... P-por favor... - ele estocava o mesmo lugar com força continuamente. 

- Peça. - ditou sério e firme. 

- Awn... Namjoon... N-nam-ah! E-eu quero você... Ah... P-por favor... - finalmente consegui dizer e de repente, meu interior tornou-se vazio, fazendo-me reclamar em protesto. 

Fui puxado mais pra trás, à ponto de colar o peitoral alheio contra minhas costas úmidas; sua pele apresentava uma fina camada de suor bem como a minha, estava fervendo e sua respiração meio ofegante. 

Eu arfava de maneira descompassada e ansiosa; seu membro fora posicionado em minha entrada, friccionava a glande, empurrando-se pra dentro.

- Pode sentar, Jinnie, eu sei que quer. - disse sussurrando em meu ouvido lentamente e eu apenas pendi a cabeça pra trás até encontrar seu ombro como apoio, assim levando um de meus braços à sua nuca. O trouxe para perto tomando seus lábios num beijo desesperado ao que o fazia me penetrar vagarosamente.

Um gemido gritado quis escapar de minha garganta assim que o senti todo dentro de mim, parti o ósculo por realmente não aguentar mais mante-lo; Namjoon tapou minha boca com uma das mãos para que não fizesse muito barulho, porém, mesmo assim, um grito agudo tomou conta do ambiente; ele era grande e a dor que eu sentia era imensa. 

Meus olhos estavam marejados e não pude conter uma lágrima solitária no qual escorreu por meu rosto até chegar à tocar a pele do loiro que somente pressionou mais sua mão em meus lábios. 

- Ei, relaxa... - pediu baixinho usando um timbre rouco que me fez concordar como um ato automático. - Agora tente se mexer, hm? - propôs calmo e confesso ter tido de engolir à seco algumas vezes antes de enfim mover meus quadris para trás e para frente sentindo uma certa dor cortante em meu ânus, nem sequer me preocupando em disfarçar uma careta de desaprovação. - Vamos, Jinnie, relaxe... Vai passar... Só relaxe... - sua voz ainda era sussurada, porém, agora ele demonstrava carinho, acompanhando o ato de acariciar meus fios. 

Comecei a mover-me lentamente ainda com cautela; as mãos grandes prenderam-se em minha carne me auxiliando nos movimentos no passo que a voz rouca gemia frases sem sentido que, inevitavelmente, me deixavam ainda mais excitado.

A dor já não era algo em que eu pensava muito, os gemidos iam me escapando sem que eu sequer tivesse chance de conte-los, meu corpo descia e subia em seu colo rapidamente. 

- N-nam-ah... Eu... Ahn... Q-quero... Te beijar... - Namjoon mal esperou que eu terminasse a frase e tão logo, enlaçou minha cintura com um os braços, usando o outro para afastar tudo o que se encontrava em cima da mesa, jogando-os no chão, sem se importar se haveria algo de importante ali; me colocou sentado em cima da superfície de vidro segurando firme em minhas coxas.  

Cada parte do meu corpo buscava desesperadamente o seu, nossos lábios se chocavam com uma voracidade gostosa de se sentir, seu pênis deslizava para fora de mim, saindo dali temporariamente. 

- Awn... N-namjoon, entra logo... - gemi manhoso recebendo como resposta resposta uma fraca mordida em meu inferior e seu membro mais uma vez invadindo meu interior com uma força sobrenatural. 

Mordi seu ombro brutalmente e o apertei contra mim, tendo-o por completo dentro; ele investia com vontade, quase me fazendo pensar que ficaria algum tempo dolorido por conta disso, no entanto, não era como se eu me importasse com esse detalhe, era tão bom te-lo massageando meu interior daquele modo, que me fazia ir ao céu e ao inferno ao mesmo tempo. 

- Você gosta assim, Jinnie? - a cada palavra que dizia enterrava-se com estocadas brutas, me instigando à gemer seu nome continuamente. 

- Ahh... Mais fundo... Argh! - me inclinei sobre ele, passando meus braços por cima de seus ombros alcançando suas costas largas  no intuito puro e único de arranha-las; Namjoon beslicava meus mamilos, chupando meu pescoço deixando-o ainda mais avermelhado e roxo. 

Aquilo realmente estava me deixando louco; arranhava as costas de Namjoon instintivamente, gemia contra seu ouvido, pressionava  e batia pele com pele à procura de algo que nem mesmo eu sabia de fato o que era. 

E então ele acertou; aquele local fora surrado por seu membro numa única e profunda estocada. Contorci-me tentando manter o controle para não perder a estabilidade de vez e desmaiar de prazer.

- Ah! I-isso... Aí! De novo, Nam! - apertei-me mais à ele sentindo-o tomar outra vez meus lábios - já inchados e maltratados -, de um modo mais calmo, atendendo ao meu pedido sobre acertar aquele lugarzinho prazeroso lá dentro. 

Meus gemidos tiveram um aumento considerável  de volume e a minha temperatura parecia subir cada vez mais. O Kim mais novo estava completamente imerso naquela onda de prazer assim como eu, podia enxergar isso  em sua expressão; os olhos fechados tremiam as pálpebras de vez em quando, os lábios carnudos e avermelhados estavam entreabertos e a pele molhada e brilhosa por conta do suor.

- Ohh... T-tão apertadinho... - gemeu agarrando meus cabelos com uma das mãos me obrigando a lhe dar espaço para continuar com suas incessantes marcações em minha pele. - Tão gostoso, baby... - eu sentia meu corpo inteiro vibrar ao som de sua voz, meu membro ereto batia contra seu abdômen e eu realmente não precisava que ele fosse tocado para que pudesse gozar, ao menos não se estivesse transando com Namjoon, mas mesmo assim... Era bom senti-lo me tocando de uma forma tão boa e íntima. 

- N-namjoon... - chamei soluçando um gemido dengoso encostando-me mais em sí, roçando meu pênis em seu abdômen com mais força. 

Ele pareceu entender o que eu queria, pois levou sua destra ao meu órgão começando à masturba-lo rapidamente, assim como suas investidas. 

Meu ápice já estava próximo, meu baixo ventre fomigava e minhas reboladas tornavam-se mais ágeis e desperadas. 

- N-nam-ah... Eu vou... - cravei minhas unhas em suas costas pressionando meu quadril em sua mão por impulso; no momento seguinte eu somente soltei um gemido alto, molhando as mãos do loiro com o meu sêmen. 

Relaxei meus músculos sobre a mesa apoiando sobre ela ambas as mãos; o mais novo ainda não havia chegado ao seu limite, por isso, suas estocadas se tornaram ainda mais brutas impulsionando meu corpo para trás. 

Foram mais alguns gemidos e cerca de cinco estocadas até que o sentisse me preencher com o seu prazer; ambos tremiamos em espamos e meu coração batia rápido, eu estava exausto, sonolento, assim como todas as vezes que fazíamos sexo; querendo ou não, Namjoon me deixava cansado, muito cansado. 

Deixei-me deslizar pelo vidro daquela mesa até que minhas costas estivessem devidamente apoiadas na mesma, minha respiração estava ofegante, eu precisava descansar, apenas isso. 

- N-namjoon... - chamei de olhos fechados, puxando o ar para os meus pulmões; ele continuava perto de mim, eu ainda podia sentir a respiração acelerada próxima ao meu abdômen. 

- Fale...

- Eu preciso dormir... - meu tom soou preocupado e ao mesmo tempo sonolento demais; óbvio que eu não podia dormir numa sala de escritório, seria no mínimo desconfortável, e eu acordaria com uma puta dor no corpo - mais do que já estava.

Ouvi uma risadinha soprada que eu realmente não entendi e logo em seguida, mãos me puxando para perto até que estivesse abraçado à sí, visto que por reflexo, rodeei suas costas com os dois braços deitando minha cabeça em seu ombro praticamente dormindo daquele jeito mesmo. 

Sim, eu estava morrendo de sono. 

- Está com sono, hm? - sussurrou gentil aparentemente para não me acordar, embora eu não estivesse dormindo - não ainda. 

- Uhum... - respondi no mesmo tom recebendo um abraço de volta. 

- Pode dormir, Jinnie, não se preocupe. - não esperei mais nada, apenas assenti e fechei os olhos aconchegando-me melhor em cima dele; ok, talvez eu soubesse que dormir abraçado à alguém podia não ser tão confortável para a pessoa que estava sendo agarrada, mas se ele disse que podia, então não pensaria muito, eu só desejava descansar, e era isso o que faria.



Continua...


Notas Finais


Entaaaao... Gostaram? Se sim, comentem, seus lindos! Beijinhos da tia Sweet e até a próxima! Aliás, mals pelos erros. Tchau, meu povo! 💕😘😘💕😘


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