História Desire - Capítulo 22


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Categorias Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins
Personagens Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins, Personagens Originais
Tags Amor, Capitão América, Chris Evans, Família, Henry Cavill, Lily Collins, Romance, Sexo, Superman, Triângulo Amoroso
Visualizações 144
Palavras 984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, boa noite!
Taí o capítulo que vocês queriam, boa leitura. ❤

Capítulo 22 - Me Surpreenda


Fanfic / Fanfiction Desire - Capítulo 22 - Me Surpreenda

Lily


Nós acabamos de voltar do horário de almoço para agência e todo mundo parecia um pouco agitado.


— Que movimentação estranha, o que houve, Joone?— Nina perguntou.

— Bom,— Joone me olhou como se estivesse ocultando algo.— eu não sei se tenho permissão para contar…

— Como assim não tem permissão?— perguntei.— Por que está me olhando assim?

— Fala logo, Joone!— Nina gritou.

— Tá bom! Venham comigo.— ela nos arrastou para sua sala, meio nervosa.— Invadiram a sala de Christopher… foi o seu marido, Lily. Quer dizer, ex marido… eu sei lá! Sei que aconteceu.

— O que ele queria?!

— Eu estava levando umas coisas promoções Chris, foi quando Henry entrou na sala e socou a dele.

— Por Deus...— Nina murmurou.

— Por que ele fez isso?—perguntei.

— Não faço ideia, ele deu o soco e disse: “Isso é por ter transado com minha mulher”, particularmente não entendi nada.— Joone respondeu.

— Quando foi isso?— Nina perguntou.

— Agorinha…

— Eu vou ver o Christopher, coitado.


Segui para a sala dele e bati na porta, ele me mandou entrar.


— Você está bem?— olhei ele, escorria um pouco de sangue do seu nariz e a maçã de seu rosto estava vermelha e um pouco inchada.

— Oi, Lily.— ele tentou sorrir, mas a dor no rosto o impediu.— Pelo jeito Joone te contou.

— Eu nem sei o que dizer...— me aproximei para olhar seu rosto.— Henry está descontrolado!

— Ai...— ele reclamou quando toquei seu rosto machucado.— vamos dizer que agora eu e ele estamos quites.

— Vou buscar gelo, não saia daí.— saí de sua sala e voltei com alguns lenços de papel e o gelo.

— Só por curiosidade… onde conseguiu esse gelo?— ele perguntou.

— Peguei do meu chá, agradeça ao Starbucks.— sentei em seu colo e pressionei o lenço com gelo em seu rosto, o que o fez xingar.— Fique quieto aí…

— Lily, isso dói.— ele reclamou enquanto tentava tirar o gelo de seu rosto.— Não tem outro jeito de desinchar?!

— Não.— respondi.— Me desculpe por te envolver nisso, e pelo soco também.

— Não foi você quem bateu em mim.— ele riu.— Já disse que não me importo.

— Deveria,— tirei o gelo de seu rosto, agora limpando o  sangue que escorria em seu nariz.— eu não valho isso tudo.

— Por que diz isso?— suas sombrancelhas arquearam.

— É a verdade.— expliquei.— Olhe pra mim, Chris.

— Estou olhando.

— O que você vê?— perguntei, concentrada em limpar o sangue do seu rosto.— Seja sincero.

— Quer que eu mande a real?

— Mande a “real”, Christopher.— eu ri.

— Você se subestima, é isso.

— Eu me subestimo?— coloquei o gelo novamente em seu rosto.

— Tira essa porra da minha cara e me escuta.— ele pegou o gelo e arremessou do outro lado da sala.

— Christopher!— ele segurou minhas mãos contra seu peito.— O que você...

— Você é a garota mais interessante que eu conheço​ por aqui, só você mesma não acha isso.

— Interessante?— perguntei rindo.— Minha avó é uma mulher interessante.

— Interessante, bonita, inteligente, gostosa pra cacete.— ele continuou.

— Christopher!— meu rosto corou.— Pelo jeito você já está bem, não é?

— Se for pra você continuar no meu colo, estou prestes a morrer.

— Safado.— resmunguei.— Você está bem, vou voltar para o trabalho.

— Até mais, rainha de gelo.— ele acenou e eu mostrei o dedo para ele, que riu de mim depois.


No meu caminho de volta para minha sala fiquei pensando nas coisas que havia acabado de ouvir e no que as garotas haviam dito sobre ele. Será que ele realmente me acha tudo aquilo?


— Ei!— Nina jogou uma bolinha de papel no meu rosto, me fazendo despertar do transe.— Acorda, garota!

— O que quer? Estou pensando!

— Pensando no que? Quer dizer, em quem?— ela riu maliciosa.— O nome começa com “C”...

— Quer parar? Que droga!— resmunguei.

— Tá bom, não tá mais aqui quem falou.— ela mostrou a língua, voltando a atenção para seu celular logo depois.

— Quer saber? Eu já volto.— me levantei em direção à porta.

— Onde vai?

— Resolver uma pendência.— respondi.


Quando entrei em sua sala, Chris estava de pé enquanto organizava as coisas de sua mesa que haviam sido bagunçadas pela confusão anterior, então não me viu entrar.


— Chris?

— Lily! Que susto, Jesus.— ele reclamou.— Aconteceu alguma coisa?

— Você realmente me acha… gostosa?— perguntei, meio sem jeito.

— Você veio aqui só perguntar isso?— ele riu.

— Na verdade, não.— me aproximei dele.— Quer dizer, eu não sei bem o que vim fazer aqui.

— Bom,— ele chegou tão perto que pode me encurralar entre a porta fechada e seu corpo.— eu tenho uma ideia do que podemos fazer enquanto você lembra, sabe?

— Me surpreenda.— murmurei.

— Você que manda.


Ele chegou tão perto que não pude mais me mexer porque seu corpo me prendia contra a porta, seus braços rapidamente envolveram minha cintura com facilidade, segundos depois elas deslizaram até meu traseiro enquanto ele distribuía pequenos beijos em meu pescoço até alcançar meus lábios. Nosso beijo era tão intenso que fez o ar entre nós se esvair, suas mãos apertavam mais forte minha cintura até deslizarem por minhas coxas, eu as prendi em sua cintura e ele me pôs em cima de sua mesa, levando ao chão tudo o que ele acabara de arrumar.


— Cara, você levou os… oh, merda.


Fomos interrompidos pela presença de um Derek aparentemente envergonhado na sala.


— Derek, eu te amo.— Christopher se virou.— Mas eu te amaria mais ainda se desse o fora daqui agora.

— Só vou porque é a Lily...— ele resmungou.— Finalmente!

— Derek…

— Já saí.— ouvimos o som da porta bater.

— Onde a gente parou mesmo?— ele voltou a me beijar e eu o afastei.— O que foi?

— Aqui não!— meu rosto queimava.— Pare com isso…

— Só se você prometer sair comigo depois do trabalho.— ele disse enquanto beijava meu pescoço.

— Eu não posso...— murmurei.— tenho que pegar o Thomie na escola…

— Bom, é uma pena.

— É...— fiz bico.— Mas eu posso amanhã à noite.

— Fechado, te busco às 8.

— Okay, agora me deixe ir trabalhar.


Notas Finais


Demorou mas aconteceu! E aí, o que acharam do capítulo?


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