História Desire - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins
Personagens Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins, Personagens Originais
Tags Amor, Capitão América, Chris Evans, Família, Henry Cavill, Lily Collins, Romance, Sexo, Superman, Triângulo Amoroso
Visualizações 160
Palavras 2.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, boa noite. Seguem a marimba porque esse capítulo está tinindo, boa leitura!

Capítulo 23 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction Desire - Capítulo 23 - Mudanças

Chris


Passaram-se quase duas semanas desde que beijei Lily naquele escritório e desde então não paramos de nos ver. Concordamos em deixar “isso” apenas entre nós até entendermos o que está acontecendo e aí sim pensar no que fazer.


— Ei, acorde.— senti o corpo quente e leve subir em minhas costas.— Vai dormir o dia todo?

— Lily...— resmunguei.— eu tô tão cansado… só mais 10 minutos, por favor.

— Você disse isso a meia hora atrás.— ela reclamou.— Vamos, estou preparando seu café. O que você tem​?

— Preguiça.— murmurei.— Dez minutos, lindinha.

— Okay,— ela beijou minha nuca.— dez minutos.

                              –

Lily


As coisas mudaram tão rápido ultimamente na minha vida que tá ficando até difícil de acompanhar. Primeiro descubro a traição do meu marido, em seguida nos divorciamos, depois eu descubro que sua amante está grávida e aí então uma coisa boa: conheço Christopher. Eu não sei bem o que está acontecendo entre nós dois mas quero que continue assim, acabei de sair de um casamento e definitivamente não estou pronta para um relacionamento sério agora.

                         –

Enquanto eu terminava de preparar o café da manhã a campainha tocou, não vi problema em atender já que Christopher ainda dormia.


— Deve estar de sacanagem comigo… o que faz aqui?!

— Bom dia pra você também, Taylor.— eu disse para a garota que entrou furiosa.— Ah, e pode entrar também.

— Cadê o Christopher?

— Está dormindo,— parei em sua frente.— posso ajudar?

— Eu vou falar com ele.— Taylor tentou andar e eu a impedi.

— Eu já disse que ele está dormindo,— rosnei.— volte depois.

— Quem você pensa que é?! Saia da minha frente.


Com apenas uma mão Taylor me empurrou​ para o lado e caminhou direto para o corredor, só que Christopher já vinha em nossa direção.


— O que foi, Taylor?— ele coçou a cabeça.

— Podemos conversar em particular?— ela cruzou os braços em sua frente.

— O que quer?— ele fez uma carranca.— São 9 da manhã de um sábado, Taylor…

— Christopher!

— Tá bom!— ele gritou.— Lily, eu já volto.


Eu não disse nada, só fiquei sentada observando a cena ridícula que acaba de acontecer, eu sei que ele diz que não sente nada por ela mas às vezes eu duvido. Não é a primeira vez que ela entra aqui assim quando estou na casa dele, parece que são propriedade um do outro. Eu não quis questionar, não quero bancar a ciumenta nem nada, mas eu não gosto dela e muito menos do jeito que ela se empenha em ter um motivo ridículo para ficar perto dele.

Já faz uns 20 minutos que eles estão naquele quarto e estou começando a ficar irritada, o café de Christopher esfriou e minha paciência foi embora. Graças a Deus estou vestida adequadamente e as chaves do meu carro  ficaram aqui na sala, estou indo embora.

                           –

— Você simplesmente saiu?— Nina me olhava rindo.— Ele ligou pra você?

— Não,— encarei o telefone sem ligações perdidas.— mas é melhor assim. Eu fiquei quase meia hora esperando os dois “conversarem”, isso é ridículo.

— Já que você está aqui poderiamos ir à praia.— Nina.sugeriu.

— É,— dei de ombros.— vamos.

                          –

13:37 PM

É sábado e a praia está lotada, por um milagre eu e Nina encontramos um lugar para tomar sol, agora acompanhadas de Joone.


— Ah, como eu estava precisando de um sol...— eu disse, me espreguiçando na cadeira de praia.— e de relaxar também.

— Lily… não é querendo estragar seu dia nem nada, mas acho que vai querer ver o que estou vendo.— Nina disse entre dentes.— Isso é bizarro…

— Lily!— Joone me cutucou.

— O que é tão bizarro?!— perguntei.

— Olha alí,— Nina apontou.— do outro lado…

— Mas o que…


Eu queria muito ter usado algum tipo de droga antes de sair de casa, porque isso justificaria a alucinação que estou tendo agora.

Há algums poucos metros de distância, avistei Henry com Thomas no colo se aproximando de alguém sentado numa toalha de praia, esse alguém era Megan. Ela estava de biquíni e sua barriga ficou evidente quando ela se levantou e beijou Henry. Eu não acredito que em pleno fim de semana sou obrigada a ver uma coisa dessas.


— Eu não acredito que ele trouxe meu filho pra ficar com essa... vagabunda!— amassei a lata de coca em minha mão.— Desgraçado, filho da…

— Você vai lá?— Nina perguntou.

— Eu quero muito tirar meu filho dalí, mas eu não posso...— murmurei.

— Por que não?— Joone perguntou.

— Guarda compartilhada.— Nina respondeu.— Hoje é o dia do Henry, ela não pode simplesmente ir lá​ e levar o menino.

— Que estranho uma pessoa que não gosta de crianças estar grávida...— Joone murmurou.

— Pois é, tenho medo dela com Thomas.

— Henry é um babaca, mas é um bom pai e você sabe disso.— Nina segurou meu braço.— Não se preocupe com isso.

                          –


Algumas horas atrás mandei uma mensagem para Henry perguntando se estava tudo “OK” com Thomas, eu faço isso todas as noites em que ele dorme com o pai, só por garantia. Mas a questão é que ele sempre responde minutos depois, o que não aconteceu dessa vez. Me pergunto se Megan o ocupa tanto ao ponto dele não poder responder um mísero “sim” no celular.


— Lily,— ouvi a voz de Nina atrás de mim.— visita pra você.

— Quem é?— perguntei.

— Eu.— Christopher estacionou em minha frente com as mãos no bolso, me encarando.

— Oi, Christopher.— eu disse, observando o homem sério em minha frente.


Ele cheirava a algum perfume amadeirado e loção pós barba, o cheiro bom de sempre. Cabelos penteados para trás ainda molhados como o de quem acaba de sair do banho.


— Por que você foi embora?— seu tom de voz mudou.

— Não estava muito afim de esperar,— eu encarava a tela do celular tentando fugir do seu olhar pesado sobre mim.— trinta minutos é muito tempo.

— Você podia pelo menos ter avisado, eu fiquei preocupado.

— Pensou em ligar pra mim?— perguntei.— Provavelmente não, já que estava ocupado demais resolvendo os problemas de Taylor.

— Eu liguei pra você a tarde toda,— resmungou.— só deu fora de área.

— Ah, foi?— me lembrei do celular desligado na praia.— Oh, me desculpe então.

— Eu vou indo.

— Ei,— segui o homem pelo corredor.— aonde vai? Acabou de chegar…

— Jantar com as garotas.— ele respondeu.

— O que veio fazer aqui então? Eu não entendo você.— murmurei.

— Te vejo amanhã?— ele perguntou, segurando a porta. Eu não disse nada e ele saiu logo depois.

— Vou pedir uma pizza, vocês vão querer?— Nina apareceu na sala.— Ué, cadê o Chris?

— Foi jantar com a Taylor.— rosnei.— Babaca…

— Vocês brigaram?

— Não, quer dizer… eu não…


Fui interrompida pelo som do meu telefone, o Henry estava me ligando.

                        –


– Por que não responde minhas mensagens? Droga, eu só quero saber do meu filho, é pedir demais?!

– Lily, cale a boca e me escute. Estou indo para o hospital, com Thomas…

–N-no hospital? Por que meu filho está indo para o hospital?! O que aconteceu?!

– Quando você chegar aqui eu conto tudo, preciso que se acalme.

– Eu vou matar você…

– Te passei o endereço por mensagem, vem logo.

                      –


— Não, não…— fui até o meu quarto para pegar minha bolsa e corri imediatamente para a porta.

— O que houve? Lily!— Nina gritou.

— Thomas está indo para o hospital, e-eu tenho que ir…

— Ei, que hospital?! Lily, espera!


Antes que eu pensasse em respondê-la eu já estava no elevador apertando o botão do térreo, pareciam décadas até ele parar e eu sair em disparada atrás do meu carro, até lembrar que havia esquecido a chave em casa.


— Merda!

— Lily?— encontrei Christopher ao lado do seu carro olhando para mim assustado.— Aconteceu alguma co…

— Meu filho está no hospital, eu tenho que ir, eu…

— Entre, vamos.

                            –

Henry


— Um médico, por favor! Meu filho está passando mal.— entrei no hospital com a criança quase desacordada no colo.

— Eu ajudo você,— uma mulher vestida de enfermeira arrancou Thomas do meu colo.— sabe o que aconteceu?

— Não, eu não sei...— murmurei.— De repente ele começou a ficar vermelho, eu não sei…

— Espere aqui, não pode entrar senhor.— um homem entrou em minha frente.— Já vai ter notícias do seu filho, aguarde.

— Henry.— Megan apareceu no corredor.— Já estacionei o carro, onde ele está?

— A médica entrou com ele...— passei as mãos pelo rosto.— Eu não acredito que isso está acontecendo…

— Ele vai ficar bem, amor.— ela afagou minhas costas.— Daqui a pouco temos notícias, se acalme.


— Henry!


Lily vinha correndo em minha direção aos prantos, avistei Christopher vindo logo atrás, ótimo. O que esse cara quer aqui?!


— Lily, eu…

—  Cadê o meu filho?!— ela gritou.

— Você está num hospital,— Megan resmungou.— tenha modos!

— Calada.— Lily disse sem olhar para ela, ainda focada em mim.— Onde está meu bebê, Henry?

— Ele está sendo examinado,— murmurei.— fique calma…

— Como quer que eu fique calma?! Ele estava bem quando o deixei com você!— ela gritou.

— Lily,— Christopher apontou para a mulher que se aproximava.— a médica…

— Como está meu filho?!— Lily choramingou.

— Ele vai ficar bem?— perguntei.

— Ele vai ficar bem.— a mulher nos tranquilizou.— Ele teve uma reação alérgica, a garganta estava fechando… mas o senhor o trouxe à tempo.

— Reação alérgica?— Lily fez uma carranca.

— Sim.— a médica respondeu.— O senhor pode me informar o que a criança comeu esta noite? Para termos ideia do que pode ter causado a intoxicação.

— O de sempre.— respondi.— Leite, cereal… Megan, você deu mais alguma coisa?

— Hm, não que eu me lembre.— ela respondeu.— Quer dizer, teve a pasta de amendoim, mas isso não…

— Peraí,— Lily parou em sua frente.— você deu pasta de amendoim para Thomas?! Henry, seu idiota!

— Megan…— passei as mãos pelo rosto.— ele tem alergia à amendoim…

— Você não me disse nada!— Megan gritou.— Eu não tinha como adivinhar!

— Você é um idiota, deixou meu filho com essa...— Lily rosnou.

— Vou pedir que se acalmem ou vão ter que se retirar.— a médica alertou.— A criança já foi medicada e está melhorando, logo vai poder ir para casa.

— Obrigado, doutora.— a mulher sorriu educadamente e saiu em seguida.

— Quando você deu isso a ele?— perguntei a encarando.— Deveria ter me perguntando!

— Você saiu para fazer não sei lá o que com seu pai e me deixou sozinha em casa com esse menino, esqueceu?— Megan resmungou.

— Ele vai voltar comigo para casa hoje.— Lily parecia estar possuída em minha frente.

— Não tem necessidade,— murmurei.— fique calma.

— Não me mande ficar calma! Thomas podia ter morrido!— ela gritou.— Imagina se você pegasse um engarrafamento horrível, ou se o pneu do carro furasse… você percebe a gravidade da situação?! O quanto foi irresponsável? Meu filho vem comigo, e é melhor não contestar ou resolvemos isso na justiça.

— Está louca?!

— Garanto que se eu levar esse ocorrido ao juiz, ele acaba com essa merda de guarda compartilhada.— ela rosnou.— E você,— ela apontou para Megan.— não toque no meu filho, nunca mais.

— Lily, venha aqui...— Chris a puxou pelo braço, entregando um copo d'água. Suas mãos tremiam quando ela levou o copo até a boca, ele beijou sua cabeça e passou os braços em volta dela. Estou fodido de ciúmes e não posso fazer nada, essa é minha vida agora.

                         –

— Vocês são os pais?— a médica encarava a mim e Lily.— Podem entrar para vê-lo.

— Obrigada.— Lily saiu em disparada até a sala e eu a segui.

Quando entrei Thomas já estava espremido em seu colo meio sonolento, finalmente consegui respirar de novo. Me sentei numa poltrona ao lado da maca e só consegui chorar, aliviado por meu filho estar bem e angustiado em pensar que podia ter acontecido algo terrível por um descuido idiota de minha parte.


“Papai…”

— Oi, meu amor.— me aproximei do garotinho que agora segurava meu rosto com um sorriso que faltavam alguns dentinhos.— Lily, me perdoe… eu não… foi um acidente...

— Pare com isso, ele está bem agora.— Lily murmurou.— Só tente ser mais cuidadoso da próxima vez, e não deixe meu filho com essa vadi… você entendeu.

— Não vai acontecer novamente, não se preocupe.— respondi.— Você e Christopher estão juntos agora?

— Não que isso seja da sua conta… mas não, não estamos. Pelo menos por hora.

— Por hora?— eu ri.— Ótimo.

— Vou saber se já posso levá-lo para casa,— ela entregou o menino a mim.— tome conta dele.

— Certo.


Quem sou eu pra discordar dessa mulher agora?





Notas Finais


Enquete: Eu estava lendo uns comentários ontem... Alguém acha que Lily e Henry ainda podem ficar juntos?


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