História Desire - Capítulo 27


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Categorias Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins
Personagens Chris Evans, Henry Cavill, Lily Collins, Personagens Originais
Tags Amor, Capitão América, Chris Evans, Família, Henry Cavill, Lily Collins, Romance, Sexo, Superman, Triângulo Amoroso
Visualizações 242
Palavras 1.460
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, boa noite!
Quase ia me esquecendo de postar mas tamo ae.
Continuem comentando, adoro ler a opinião de vocês!

Capítulo 27 - Virose


Fanfic / Fanfiction Desire - Capítulo 27 - Virose

CHRIS


— Que cara é essa, Christopher?— Derek fez uma carranca.— Você tá estranho pra cacete.

— Não é nada,— murmurei.— só umas coisas que tenho para resolver.

— Então tá… enfim, Lily está melhor da gripe?— ele perguntou.

— Gripe? Ah, Hm… está.— respondi.— Eu vou trabalhar agora, até mais.


Era segunda feira e tudo estava tão esquisito… Lily pediu licença do trabalho por alguns dias, alegando “virose”. Eu não gosto de mentir para Derek, mas eu não posso a expor desse jeito. Desde ontem eu estou transtornado, assim que Kira apareceu na casa de Lily eu as deixei juntas e sumi com meu carro até a casa de Henry, mas ele não estava lá. Estou com tanto ódio desse cara que sou capaz de matá-lo agora, e pra completar, Lily não quer dar queixa, o que me deixa frustrado. Eu sei que ele é pai de Thomas, mas isso não significa que ele tem direito sobre Lily, quer dizer, quem ele pensa que é?! Mas eu não vou deixar isso assim, não mesmo.

                         –

HENRY


— Sr. Cavill? Hm, Sr. Cavill...

— Oh, diga.— minha secretária me despertou do transe.

— Sua reunião começa daqui a vinte minutos.

— Ok,— deslizei a mão sobre o rosto.— se tiver mais alguma coisa pra hoje, cancele.

— Hm, sim Sr. Cavill… com licença.

— Mal chegou e já está cancelando os compromissos?— Travis invadiu minha sala.— Parece que a farra foi boa ontem, não é?

— Não estou no clima, Travis.— resmunguei.

— Eu ein, que mal humor.— ele se sentou.— Pra onde foi ontem? Mamãe ficou a noite inteira te ligando.

— Fui na casa de Lily.— respondi, encarando o computador.

— Ah, então era lá que você estava…— Travis riu.— Megan não vai ficar feliz em saber disso.

— Estou cagando para o que Megan pensa.— rosnei.— Eu fiz uma merda tão grande ontem…

— Brigaram de novo?— ele fez uma careta.— Cara… você não bateu nela, bateu?

— Fiz coisa pior… olhe, eu não… mas o que…

— O que você quer aqui?!— Travis encarou Christopher.

— Seu filho da…


Antes que eu pudesse dizer alguma coisa Chris acertou meu rosto com um soco, o que me fez cair no chão.


— Agora você não é homem o suficiente, não é?! Desgraçado!


Eu tentei responder mas levei mais um soco, e outro, e outro. Travis tentou o tirar de cima de mim mas não teve sucesso, o ódio era visível no rosto de Chris. Eu estava me sentindo tão mal sobre ontem que nem tentei o impedir.


— O que está acontecendo aqui?!— Vera invadiu a sala.— Parem com isso!

— Saia de cima de mim, Christopher!— gritei.


Segundos depois os seguranças invadiram a sala e me tiraram dele, meu pai entrou na sala em seguida, assustado com o que via.


— O que vocês dois pensam que estão fazendo?!— ele gritou.

— Esse puto invadiu aqui, pai.— Travis cuspiu.

— Okay, vamos nos acalmar...— meu pai segurou os ombros de Chris e mandou os seguranças embora, fechando a porta em seguida.— Agora sim, os dois podem me explicar que merda está acontecendo aqui?!

— A culpa é minha.— me sentei no sofá de couro ao lado de Vera, que tentava conter o sangue do meu nariz aparentemente quebrado.

— O que você fez?— meu pai perguntou.— Vocês estão brigando por causa da Lily? Porque se for, eu…

— Esse desgraçado...— Chris tentou avançar e meu pai entrou na frente.— nunca mais chegue perto dela!

— Isso é ela quem vai me dizer.— respondi.— Ela é minha mulher, Christopher. Minha!

— Ela não é mais sua!— ele gritou.

— Parem com isso!— Vera gritou.— O que você fez, meu filho?

— Ele tentou a violentar!— Christopher cuspiu.— Eu não reconheço mais você.

— O quê?!— Vera me olhou com espanto.

— Cara...— Travis passou a mão pelo rosto.

— Você está fora de si?!— meu pai gritou.— Quando foi isso?

— Ontem a noite.— Chris resmungou enquanto andava em círculos pela sala.—  Eu não vou ficar aqui lembrando da merda que vi, conte você mesmo a eles.— ele cuspiu.— Não se preocupe, vou me encarregar de que ela ponha uma ordem de restrição e um processo bem fodido nas suas costas, seu merda.


Christopher empurrou meu pai e sumiu pela porta, eu não disse nada até porque não tinha nada pra dizer. Só queria saber voltar no tempo para consertar a merda que fiz, não por mim, mas por ela. Eu conheço bem Lily e sei que está destruída agora, e provavelmente vai continuar assim por um bom tempo.


— Filho, é verdade?— Vera me encarava esperando que eu negasse, mas meu silêncio confirmou tudo.

— Eu bebi demais ontem, acabei indo parar no apartamento dela.

— Aí você pensou que seria uma boa ideia violentar a garota?!— meu pai acertou outro soco no meu rosto.— Você está ficando louco? Até dias atrás ela era sua esposa!

— Talvez não dê em nada...— Travis deu de ombros.— sabe, vocês eram casados… talvez um juiz não julgue como estupro ou sei lá.

— Quê?!— meu pai fuzilou Travis com os olhos.— Cale a boca, idiota.

                          –

Eu estava em meu quarto na casa dos meus pais, quando Vera entrou em meu quarto com gelo enrolado num pano.

— Deixe me ver isso.— ela levantou meu rosto e segurou meu nariz, o colocando no lugar em seguida.

— Cacete! Isso doeu, mamãe...— resmunguei.

— Você mereceu a surra que levou, e isso também.— ela pôs o gelo em meu rosto e bateu em minha mão quando tentei tirar.

— Eu não… eu não a violentei! Quer dizer, não de verdade…

— Henry, me diga exatamente o que você fez.— ela puxou uma cadeira e se sentou em minha frente.

— Eu não vou te contar detalhes sobre isso, Vera.— murmurei.

— Ah, vai sim.— ela rosnou, batendo em meu rosto em seguida.— Vamos, abra o bico.

— Não, mãe… Vera, pare de me bater!— gritei.— Eu não… nós não transamos.

— No caso, você não transou com ela.— ela murmurou.— Bom, pelo menos isso.

— Mas eu a prendi na cama à força… acabei tirando a roupa dela, na verdade rasgando.

— Henry…— ela segurou meu rosto.— meu filho, o que está acontecendo com você?!

— Eu não sei, mãe.— lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto.— Minha vida está se desmoronando e eu não posso fazer nada…

— Você não pode controlar tudo, meu filho. Talvez se você não tivesse agido como agiu quando ela pediu que se afastasse, agora você teria chances de ter sua família de volta… mas assim, você estraga tudo!

— Eu sei, mamãe… agora eu sei.— murmurei.— Lily nunca mais vai querer olhar pra mim.

— Sabe que pode ir para a cadeia por tentativa de estupro, não é?


Tentativa de estupro? Ouvir assim cruamente deixa mais explícito o quão estúpido e nojento eu fui.


— Eu só queria minha família de volta, mamãe.

                           –

LILY


— Querida, você tem que comer.— minha mãe tentava me alimentar novamente, sem sucesso.— Quer ficar doente?

— Não desce, mãe.— murmurei.

— Você sabe que temos de ir na delegacia hoje, não é?— ela sentou ao meu lado na cama.— Provavelmente vão te levar para fazer os exames de corpo de delito, e…

— Eu já disse que não vou.— resmunguei.— Eu não vou dar queixa dele, mãe.

— Você deve estar brincando, menina. Vai esperar ele vir te estuprar de verdade e te matar em seguida, jogar seu corpo por aí?!

— Para, mãe...— choraminguei.— Você está me deixando mal, pare com isso! Eu não vou!

— Ei, parem com isso!— meu pai invadiu o quarto.— Querem acordar o menino?! Bom, Lily, Christopher está aqui.

— Mande ele entrar.— respondi.


Meu pai saiu e Christopher entrou em seguida, com um sorriso gostoso no rosto.


— Oi, lindinha.— ele piscou pra mim, o que me fez sorrir um pouco.

— Hm, entre.— enxuguei as lágrimas do rosto e me ajeitei na cama.

— Vou deixar vocês sozinhos.— minha mãe se levantou.— Faça ela comer, querido.

— Deixe comigo.— ele respondeu.

— O que são essas coisas?— Perguntei, encarando as sacolas na mão dele.

— Trouxe uma coisa pra você.— ele sentou ao meu lado na cama.— Sua mãe me disse que não quer comer, então eu trouxe isso.— ele abriu a sacola e reconheci a embalagem.— Aquelas rosquinhas cheias de açúcar que você adora,— ele tirou um copo do Starbucks da outra.— E aquele chá horrível que você ama, não sei como consegue beber isso.

— Obrigada,— sorri educadamente.— mas eu não tô com fome…

— Vamos,— ele destampou a caixa com as rosquinhas e partiu uma ao meio, me entregando metade.— só uma mordida, eu te ajudo a comer.

— Ok.— obedeci e mordi a rosquinha ainda morna, foi difícil de descer mas até que estava gostosa — Satisfeito?

— Só se você comesse a caixa inteira, mas fico satisfeito se comer pelo menos esse pedaço.— ele respondeu.

— Obrigado… por se preocupar comigo.— murmurei.— Meu pai disse que quando foi na casa dos Cavill, encontrou Henry com o rosto fodido… você tem alguma coisa haver com isso?


Notas Finais


Tretaaaa! O que acharam do capítulo?


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