História Desire and feelings (Malec) - Capítulo 4


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane
Tags Aleclightwood, Magnusbane, Malec, Shadowhunters
Exibições 139
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEY, VOCÊ, VEM CA RAPIDAO se você começou a ler essa fic agora, vai na fé meu amigo(a), mas se você é um dos meus antigos leitores, gostaria de pedir as mais sinceras DESCULPAS pela demora. Gente, eu comecei essa fic numa fase muito ruim, eu tava com tanta coisa pra fazer e etc, mas agora eu estou de férias (uhul) e depois de ter lido minha própria história, acho que ela merece uma continuação, né? entao é isso, beijão.

Capítulo 4 - O beijo à meia-noite


Fanfic / Fanfiction Desire and feelings (Malec) - Capítulo 4 - O beijo à meia-noite

A boate Shadowhunters estava lotada de jovens ricos e bêbados, como sempre. A única coisa diferente naquela noite era o comportamento do dono, Magnus Bane, que não estava bêbado e ainda não tinha beijado na boca naquele dia. Isso porque Alec teve a ousada ideia de ver se o'' garoto-mais-popular-da-cidade'' conseguia ficar pelo menos vinte e quatro horas sem encostar os lábios nos lábios de alguém. No começo, Magnus riu da proposta e já se considerava vitorioso, mas as horas foram passando e ele percebeu que o contato com outra pessoa era um vício doloroso, e quando o relógio marcava dez horas da noite, ele estava inquieto e desesperado, enquanto observava Alec trabalhando em sua boate, usando um sexy uniforme de garçom.

— Gostaria de um drink, Sr. Bane? — perguntou Alec, num tom de voz formal. 

— A única bebida que eu quero é a sua saliva, Alexander. — respondeu Magnus, desesperado.

— Ué, mas não foi você quem disse hoje mais cedo que ficar um dia sem beijar na boca não seria um problema? — riu.

— Você deve estar se divertindo com o meu desespero, não é? — perguntou Magnus.

— Não vou mentir, adoro. — sorriu Alec. — Mas para provar que não sou tão ruim assim, vou te dar um abraço.

Alec deixou a bandeja em cima da bancada do bar da boate e se aproximou do moreno. Envolveu-o em seus braços num aconchegante abraço, e sentiu o corpo de Magnus tremer de necessidade. Ele achava estranho, mas imaginava o quanto estaria sendo difícil para o mais velho aquela experiência de não-beijar-ninguém-por-24-horas, mas queria que Magnus aprendesse a controlar suas necessidades. 

Magnus desceu as mãos da cintura até a bunda de Alec, e apertou de uma forma delicada, porém marcante. Tentou fazer com que sua boca encontrasse a do mais novo e roubar um beijo dele, mas não obteve sucesso. Alec estava alerta e se afastou na mesma hora.

— Eu ia dar um beijo na sua bochecha, seu chato. — mentiu Magnus.

— Aham, sei. 

— Não posso ganhar pelo menos um selinho? Isso não é considerado um beijo. 

— Claro que é, Magnus! Regras são regras, para de fogo e se aquieta, faltam apenas duas horas pro desafio terminar, e depois disso minha boca será toda sua. — disse Alec, tentando ser sexy e provocativo. 

O garoto não sabia como flertar ou se suas táticas provocativas eram válidas, mas só de olhar para Magnus sabia que cada palavra dita por ele causava desejo no mais velho. 

— Quando esse relógio apontar meia-noite, eu vou te beijar tanto que você  não vai conseguir continuar sendo esse anjo lindo por quem estou me apaixonando e vai implorar por sexo, Alexander! — prometeu Magnus, apontando para o relógio caríssimo em seu pulso. Depositou um beijo na testa do mais novo e se afastou dele para receber alguns convidados e tentar resistir à tentação.

***

Alec estava gostando de sua experiência como garçom em um bar famoso, pois sempre odiou qualquer tipo de ambiente direcionado aos jovens bêbados e irresponsáveis de sua idade. Ele não gostava de ficar sem fazer nada e estava desfrutando da quantidade de gente que atendia durante a noite, além de estar sempre de olho em seu  ''ficante'' lindo e encantador. 

Enquanto admirava de longe e sorria para Magnus, que estava conversando com alguns seguranças no outro lado da boate, viu um casal entrar pela porta e seu sorriso desapareceu. Jace e Clary entraram de mãos dadas e, por algum motivo, o destino fez com que a garota irritante de cabelos ruivos olhasse diretamente para Alec. Ela sussurrou algo no ouvido do namorado, que olhou na direção de Alec e sua expressão era de surpresa misturada com culpa (talvez pelo fato de ter espancado o ex melhor amigo e não visto o mesmo desde então). Os dois caminharam pela multidão que dançava loucamente e se aproximaram de Alec. 

— Hey, Alec! Se eu não tivesse sóbria, poderia jurar que estou tendo alucinações ao ver você num lugar como esse. — falou a garota, toda animada, como se eles fossem melhores amigos. 

— Eu estou aqui à trabalho. — Alec deu um sorriso torto, tentando ser simpático. Não conseguiu deixar de reparar que Jace estava encarando-o, em choque. 

— Ei, tudo bem? — perguntou Jace, num tom de voz incompreensível por conta da música alta da boate. Alec tinha se acostumado a interpretar labialmente o que as pessoas falavam naquele lugar. 

— Tudo ótimo. — respondeu. — Aliás, é meio tarde pra fazer essa pergunta, não acha? — completou, referindo-se ao fato de Jace ter desaparecido depois de dar um surra nele.

— Cara, eu... sinto muito por tudo, sério. Eu fui te visitar todos os dias no hospital, mas não tive coragem de falar com você. Eu não queria ter feito aquilo. — gritou Jace, tentando superar a música. 

— Olha, eu não entendi metade do que você disse, mas suas desculpas não são bem-vindas. — disse Alec. 

Tirou o celular de seu bolso e notou que faltava um minuto para meia-noite. Sorriu ao pensar nos beijos que daria em Magnus e no quão ansioso ele estava para sentir as mãos desesperadas do moreno em seu corpo. 

Enquanto procurava Magnus pela imensidão da boate, riu ao pensar que parecia estar numa cena de Ano Novo de um filme em que o casal se beija à meia-noite. No entanto, a cena não foi bonita e feliz como a dos filmes. Quando avistou Magnus, viu que não precisada mais beijar o moreno, pois o mesmo já estava beijando outra pessoa. Um garoto, especificamente, que era musculoso e vestia roupas luxuosas, diferente dele. 

Sem saber o que fazer, Alec não viu outra opção a não ser correr dali, sem rumo. Ele sabia desde o começo que os dois eram opostos, sabia que aquele ''lance'' todo era tudo parte de uma ilusão e que Magnus não era o tipo de garoto que ele sonhava em ter uma história. Apesar de saber tudo isso, o que mais doía era a estúpida esperança que ele tinha em Magnus, a esperança de que e o mesmo se apaixonaria por ele e largaria todos os pretendentes que ele tinha para ficar com um simples e ingênuo garoto. 

continua...


Notas Finais


SE GOSTOU, POR FAVOR COMENTA PORQUE EU PRECISO SABER SE VALEU A PENA CONTINUAR
SE NÃO GOSTOU, COMENTA TAMBÉM ME XINGANDO E MANDANDO EU PARAR.


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