História Desire Devil - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Anjos, Demônio, Namjin, Vkook, Wings, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 68
Palavras 1.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu juro, NÃO SOU FÃ DE BTS! Mas a ideia veio, ai aquele ditado entra : Vamô fazer o quê?
Não ia deixar essa historia no meu limbo de ideias porque seria desperdício. Então resolvi criar-lo, mesmo não gostando muito.
Como uma fanfic rápida, tentarei atualizar no minimo de dias possíveis para ficar livre.

~Obrigado por ter escolhido essa fanfic para ler! Tenha uma boa leitura.

Capítulo 1 - Begin - First Verse


Fanfic / Fanfiction Desire Devil - Capítulo 1 - Begin - First Verse

 

Eu tinha 15 anos. É não tinha nada.

 

Era resumido minha vida. Enquanto observava os grupos de “amigos” se divertindo enquanto iam para casa. Meu consciente dizia que não servia de nada, era desnecessário, não teria importância alguma. Mas o meu coração custava a sentir uma pontada de inveja.

 

Alguém poderia tirar isso de mim?

 

- Hey! Garoto! O quê está fazendo? Vamos logo!

 

Uma voz cortou meu silêncio tortuoso. Olho para trás e vejo a figura de Kim NamJoon. Com seu uniforme do terceiro ano, parecendo o aluno e pessoa mais exemplar que já podia existir. Me olhando da porta enquanto guardava o resto do meu material, me apressando só com o olhar.

 

Desde que eu me mudei para essa cidade, NamJoon, que era agora meu vizinho, passou a ser como meu irmão mais velho. Passava a me buscar, cuidar de mim quando os meu pais saiam - O que era quase sempre. - e me ajudar no estudos, ou trabalhos, de algumas matéria. Claro que ele recebia algum tipo de pagamento dos meu pais, que era, senão me engano, por volta de 900₩ por semana. Então ele não custava em reclamar muito, ele ganhava com essa situação. Mas eu? nem um pouco.

 

Ele era do muito duro comigo, principalmente em fator de notas. Já que ele era um exemplo, o primeiro de sua turma, e estava me ajudando, eu tinha o Dever de ser também. Não chegava a ser o primeiro, mas sempre tirava umas das maiores notas. Claro, meus pais amavam o que ele fazia comigo, mas sempre me jogavam abaixo dele ao me comparar. Isso me irritava muito.

 

- Da para andar mais rápido?! Quero chegar em casa ainda hoje! - Gritava, senão, ordenava.

 

Me apressou da porta. Ele não entrava nas salas dos ginásios, já que estar no corredor por causa de um “Pirralho” já era tortura suficiente.

 

Peguei minha bolsa, e fui correndo atrás dele, que  ia em direção a saída sem me esperar. O alcancei a tempo, tempo suficiente de escutar todos os professores que encerrarem seus turnos, sendo alguns meus professores atuais também, o saudaram de longe, o elogiando. E de novo, minha cabeça dizia para ignorar, mas meu sentimentos sempre me traiam, me fazendo sentir inveja do prestígio dele.

Ele me levou até em casa, sem falar uma palavra pelo caminho. Sem falar nada o tempo todo.

 

Enquanto eu fui para o andar superior, trocar o uniforme. Quando eu voltei ele para o andar de baixo ele já tinha ido. Ele, antes de ir, apenas esquentou uma comida a deixando em cima da mesa.

                                   

-BEGIN-

Talvez, hoje seu dia não esteja tão animado.

 

Era o que ele havia concluído, mas ao descer da noite, mudou completamente de ideia quando viu que uma bagunça tomava conta da casa do lado.

 

Curioso pelo enorme barulho, resolveu espiar por uma janela. Então viu que uma festa se começava no final desta sexta-feira. Ficou  apreensivo,  achando que antes da festa realmente começar, o mais velho iria falar consigo para lhe orientá-lo em que fazer. Mas ele não veio.

 

Cansado de olhar pela janela da sala pelo outro, resolveu que seria melhor ir dormir, e rezar para que nenhum bêbado daquela festa invadisse sua casa como a última vez. Por isso, saiu pela casa fechando todas as portas e janelas que poderiam servir de entrada para aqueles “Depravados”, como o carinhosamente os apelidou.

 

Mas quando fechava as últimas janelas, perto de um quarto que servia para nada além de depósito, escutou um barulho. Algo sendo derrubado.

 

'‘Já entraram?’'

 

Pensou olhando pela janela. E viu que as festa nem saiu direito da casa do outro para a sua  ser invadida. Lembrou que já teve uma família de ratos, e concluiu que poderia ser isso, eles viviam naquele quarto. Fechou bem a última janela e foi buscar um veneno de rato e uma vassoura, caso o veneno demorasse fazer efeito, e o rato ficasse agitado, iria matá-lo na vassourada.  

 

Quando tinha acabado de tocar na maçaneta, outra coisa havia sido derrubada pelo suposto rato dentro do quarto, algo mais pesado. Mudando completamente de ideia de que aquilo ali dentro era um rato. E pelo estrondo, era algo pesado, que só um humano poderia derrubar.

“Um Bandido.”

 

Soltando um “Oh” fino, como um grito baixo. Trancou-lhe a porta e saiu correndo. Precisava da ajuda do Namjoon, por mais que precisasse entrar naquela festa. E foi que fez.

 

Mesmo ligando trezentas mil vezes, o seu celular dava como desligado. Então sua única opção era ir para aquela maldita festa. Saindo pelo seus fundos, que era em frente ao fundo do outro, entrou sorrateiramente no quintal, aonde tinha um pequeno grupo bebendo e conversando. Mas não foi percebido por nenhum deles. Conseguiu entrar rapidamente na casa, na festa.

 

Assim que adentrou, suas narinas foi preenchida pelo forte cheiro de cigarro, bebidas e sabe lá mais o que, o deixando desnorteado e confuso. O som alto da música junto com as conversas alheias, só piorava seu senso de direção. Só queria achar o outro o mais rápido possível e acabar com isso.

 

Tentava se deslocar ao meio de corpos, olhando para todos os canto para ver se o achava. Chegando rodar o recinto a procura do outro, viu de tudo dentro daquela festa, desde gente se drogando e envenenando a procriando a espécie. Mas nada de ver o mais velho naquele andar. Então tinha que subir, mesmo sabendo que aquele andar poderia estar igual o segundo círculo do inferno, o andar da Luxúria, segundo Divina Comédia, de Dante.

 

Rezando para que fosse apenas um julgamento “de capa” de sua cabeça, mas nunca acertou tão em cheio.

 

O corredor estava com a luz apagada, e dos 2 quartos daquele corredor, podia ouvir gemidos de mais de duas pessoas. Orgias ocorriam naqueles quarto, mas por sorte, nenhum daqueles quartos era daquele em quem procurava. Ficando aliviado, por hora, que o Kim não estivesse fazendo algo que não teria coragem nenhuma de interromper.

 

Mas parecia que aquele dia, nada queria colaborar consigo, a porta do quarto foi aberta. Pensou ser Namjoon, mas ao ouvir a voz, e os cabelos loiros, não era ele. Teve certeza assim que o outro saiu completamente do quarto, assustado, saiu correndo para se esconder. E pelo grito, soube que o outro também o viu.

 

Saiu correndo o mais rápido possível. E seu caminho, fugindo de olhares de todos, se escondeu num tipo de lugar de se guardar itens de limpeza. Cansado, se sentou no chão, arfando pela falta de ar. Escutava o som de fora cada vez piorando mais. Se arrependendo drasticamente de ter saído de casa a procura de NamJoon, quando apenas podia se chamar a polícia. Mas seu desespero só aumentou quando a porta daquele pequeno local foi girada.

 

"Maldito lugar sem Tranca."

 

Amaldiçoou enquanto segurava a respiração, se camuflando no escuro para que o outro não o visse.

 

- Jeon? Olá?


O rapaz de cabelos loiros, e feições doces, adentro no local. Tateando a procura de um interruptor de luz, e pudesse enxergar o mais novo. E assim que achou, fechou a porta com o pé, deixando o mais novo ainda mais desesperado. A luz foi acesa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...