História Desire Devil - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Anjos, Demônio, Namjin, Vkook, Wings, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 32
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - First Love - First Verse


Fanfic / Fanfiction Desire Devil - Capítulo 3 - First Love - First Verse

 

Ele olhava, de longe ele olhava, o enorme piano que havia no canto de sua sala. Por mais que a TV passasse seu desenho favorito, aquele enorme móvel de sua sala lhe chamava a atenção.

 

Piano

 

Era como sua mãe o chamava. quando lhe perguntou o que era aquilo. Aquele piano o atraia muito.

 

Com o passar dos anos, seu amor pelo aquele “móvel” de sua casa foi aumentando. Chegando aos 6 anos implorar para sua mãe ensiná lo tocar. E daí nunca mais parou.

Nunca se importando com sua faltas de amigos, seus hobby era passar o dia todo tocando até ganhar calos ou seu dedos ficarem achatados. Nada iria tirar lhe aquela paixão.

 

Exceto o tempo.

 

Desde que fizera 19 anos, quando ingressou para sua tão sonhada faculdade de música, ele nunca teve mais tempo para ficar com seu “amor”. Isso o drepremia.

 

A música que sempre foi sua paixão, com aquela rotina mórbida, se transformou em um tédio. Já não era mais tão apaixonado como antes. sua paixão foi direcionada agora o basquete, aquele basquete que joga com seus colegas quando se era possível. Mas a música se perdeu.

 

Min chegou tanto a perder o interesse na música que estava até mudar seu curso para outro qualquer, como administração. Mas ele sabia, se fizesse isso com precipitadamente, teria chances de se arrepender amargamente depois.

 

Só que não imaginava que do mesmo jeito que a vida tirou, ela iria lhe dar de volta melhor.

 

-First Love-

 

Nenhum dia foi tão cansativo como aquele. Nada seria mais relaxante com uma boa noite de sono pesado. Mas algo o seriamente o atrapalhava. Lhe deixando estressado num nível máximo.

 

Andava por seu quarto de um lado para o outro, procurando algo que lhe desse seu sono. Mas não havia nada.

 

Casado, sentou-se na sua escrivaninha em frente a janela, onde ficou observando o céu não estrelado. Pensou brevemente em matar a saudade de seu piano, mas estava muito tarde para tocá-lo. Certamente alguém ia xingá lo e o manda dormir. Coisa que não conseguia.

 

Olhou novamente para fora, agora seu foco era a vazia rua, e não mais aquele céu mórbido e infeliz. Se assustou quando um vulto junto um estrondo de algo sendo jogado no chão. E viu, sua lixeira sendo derrubada.

 

-Tsc...Quem seria o desgraçado? - Pergunto para si mesmo.

 

Levantou se, e se aproximou mais da janela. A abrindo e colocando cabeça pra fora para conseguir olhar melhor.

 

Com dificuldade viu um cabelo loiro. Forçou mais um pouco a vista, e conseguiu ver. Um garoto, desmaiado, em cima de sua lixeira.

 

De início achou melhor deixar para lá, e voltar a tentar a dormir, imaginando que era um jovem irresponsável que havia caído bêbado ali depois de uma festa. Mas olhando viu suas vestes. Não era de acordo com o vestuário da época. E como ele não se mexia, achou melhor ir conferir.

 

Pegando um casaco, olhou para o seu relógio que marcava 3h30. Com certeza amanhã ele não teria condições de ir de novo. Já havia faltado demais só naquele mês.

 

Com um pouco de medo, pelo silêncio da rua na hora e mais ir mexer com um completo desconhecido, saiu até o portão de sua casa.

 

Olhou para o lado e viu o garoto imóvel, imerso naquele lixo. Com umas vestes estranhas. Algo como um pijama de época todo branco e com alguns detalhes em azul. Resolveu se aproximar, com um pouco de receio. Mas assim que chegou mais perto viu mas suas feições calmas.

 

“está dormindo?”

 

Se agachou um pouco a frente daquele corpo, e o cutucou de uma certa distância. apenas murmurou algumas palavras indecifráveis. Resolvendo então tentar acordar.

 

- Hey! Garoto! - Sacudia - Garoto..

 

Então ele começou a responder.

 

Seu olhos, lentamente foram se abrindo, algo muito sonolento. Afastando se um pouco, Yoongi, voltou a ficar-se de pé, o olhando de cima.

 

- Garoto, por que está  dormindo no lixo? - Perguntou indiferente.

 

O garoto, já acordado, e sentado, tentava processar a situação, circunstância e lugar. Não falava nada, apena olhava para o outro em pé totalmente confuso.

 

- Você sabe falar por acaso?

 

E continuava. Ele tinha uma cara achando que tudo aquilo era surreal. Só poderia estar viajando na erva.

 

- Q-quem é você? - Perguntou totalmente atrapalhado numa pronúncia completamente errada.

 

Mas ao ouvir aquelas palavras saindo da sua boca, o próprio se surpreendeu. Voltando a reforçar a idéia que ele só poderia estar fora de órbita.

 

- Eu que pergunto… - Bufou. - O que está fazendo aí deitado no lixo? Ande, levante se logo, antes que fique mais sujo e pegue alguma coisa.

 

Agora cogitando a idéia dele ser estrangeiro, coisa que não seria possível, já que ele tinha uma cara asiática. Um asiático de fora talvez? Ele fez uma careta para o que havia falado, com se tentasse entender suas palavras. Mas após alguns minutos, havia entendido, estendendo a mão para o outro com um breve sorriso.

 

- Ajuda? - Pediu.

 

Mesmo não querendo tocar nele por ele estar no lixo, Yoongi lhe estendeu a mão, o ajudando a levantar dali. Assim como ele, o garoto não tinha o tamanho ideal, sendo um pouco menor que si. Mas apenas um pouco, bem pouco. Estranhamente, após o menino se “limpar”as vestes, ficou lhe olhando com um sorriso no rosto, como se esperasse alguma coisa.

 

De fato seria algum louco que fugiu de um hospício.

 

- Seu nome? - Perguntei, e vi ele forçar a cara. Supostamente não havia entendido. - Qual seria, seu nome?

 

Ele então pôs a pensar um pouco. Muito bem concentrado, como se tentasse lembrar algo de muito tempo atrás.

 

- E-eu não sei… - Falou fazendo uma careta. - Eu deveria ter um certo?

 

Só pode está brincando.

 

Bufei chutando alguma latinha ali, enquanto ele me observava curioso. Pois era só o que faltava, em plena madrugada, ele havia conhecido um tipo de “doido” que poderia ter sofrido com amnésia após ter caído no lixo, enquanto podia estar dormindo tranquilamente, se não fosse por sua insônia. A culpa é da insônia.

 

Sentiu um vento forte lhe bater a cabeça,logo iria esfriar mais, e ambos não podiam continuar ali se não quisessem pegar algum tipo de resfriado. Então aceitou a ideia de deixá-lo entrar, e resolvesse esse assunto assim que amanhecesse. Ele não parecia apresentar algum tipo de perigo… não é?

 

- Ande, me ajude juntar isso tudo, e vamos entrar que vai esfriar. Mais tarde resolvemos o seu caso, quando todos já estiverem de pé.

 

E mais um dia, não iria comparecer naquilo que já havia desistido.



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