História Despacito - Blumettra - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexandra, Blumettra, Daniela Blume, Elettra Lamborghini
Visualizações 85
Palavras 1.809
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acharam que eu não voltaria hoje?! Na verdade não ia, mas quis terminar a noite de vocês de outra forma.
Coloquem para tocar "Fire meet gasoline" da Sia depois do "--- Seríamos felizes..." e se deliciem com esse capítulo.
Porém a autora adverte: Não criem expectativas.
Boa leitura e beijos no coração! Fui...

Capítulo 43 - Fogo


Fanfic / Fanfiction Despacito - Blumettra - Capítulo 43 - Fogo

   Depois da conversa com a elettra, Alex passou na casa da sua vó para pegar o Francis depois foi direto para o seu apartamento. Durante todo o caminho foi pensando e repensando na conversa que teve com fotógrafa, entendia o posicionamento da mulher, mas estava aflita em ter que contar isso para o filho. Assim que chegou em casa o menino iniciou a difícil conversa. --- Onde você estava mamãe?

   --- Fui pedir desculpas a Elettra. - Disse colocando menino no colo. 

   --- Ela aceitou suas desculpas? Você disse que ama ela? 

  --- Sim, fiz as duas coisas. - O menino abriu um sorriso e deu um beijo na loira. --- Vamos ser uma família agora! - Comemorou. 

   --- Filho, não terminei. - A feição do menino mudou. --- Conversamos, mas não seremos uma família. 

   --- Mas por que não? - Dramou cruzando os braços. 

   --- Porque sua mamãe Eli achou melhor assim, nós te amamos e isso já é o suficiente. Não morarmos na mesma casa não diminui o nosso amor por você, é isso que importa. 

   --- Mas eu queria... Mamãe faz ela mudar de ideia. 

   --- Francis, não posso passar por cima da decisão da sua mamãe. Mas veja você terá duas famílias lindas. A minha e a dela. 

   --- Você conhece a família dela? 

   --- Sim, meu amor. Eles moram na Itália, você adorará conhece-los. 

   --- Eu vou para a Itália? 

   --- Não, mas provavelmente virão te conhecer algum dia. - O menino fez uma cara de poucos amigos. --- Você pode pedir a mamãe Eli para mostrar fotos deles e falar sobre também. 

   --- Se ela não quiser? 

   --- Francis, a Elettra jamais te negaria isso. Agora já está tarde acho melhor irmos dormir, amanhã cedo te levarei para o orfanato. 

    --- Queria ver a mamãe antes de ir. 

    --- Sairemos bem cedinho, Elettra ainda estará dormindo nesse horário. 

    --- Vou poder levar meu videogame? 

    --- Não, porque a diretora não irá deixar. Agora vamos dormir.



                             ****** 


    No dia seguinte na parte da tarde Alex esperava a visita de Andres, iria conversar com o rapaz sobre tudo o que havia acontecido, mas a surpresa foi uma visita inesperada da italiana. --- Elettra! Tudo bem? 

   --- Oi, Alex. Posso entrar? 

   --- Claro! - Respondeu com um sorriso amigável no rosto. --- Vim saber sobre o Francis, imagino que ele tenha ficado assustado com nossa discussão ontem. 

   --- Pior que ficou. Conversei com ele antes e depois de te pedir desculpas. Antes o nosso filho estava bem chateado com tudo e depois acabou se tranquilizando um pouco. Quando contei que te pedi desculpas achou que ficaríamos juntas novamente. 

    --- Queria ter conversado com ele antes de levá-lo ao orfanato. Mas imaginei que o levaria cedo, então preferi conversar com você. 

    --- Entendi. Expliquei que agora teria duas família e nosso amor por ele nunca mudaria. 

    --- Se você ganhar a guarda do Francis irá me afastar dele? 

    --- No início tinha esse pensamento, mas hoje sei o quanto Francis te ama e não tenho coragem. Sinceramente, não sei como ficará, mas espero que você não saia do lado do menino.

    --- Se eu ganhar a guarda você continuará sendo mãe dele. - Elettra avisou. --- Você irá embora para a Itália, creio que ficará muito complicado. - Alex contestou.

    --- Pretendo vir morar na Espanha. - Confessou. --- Quando íamos nos casar já faria isso. 

    --- Seríamos felizes... - Alexandra se aproximou e pegou a mão da fotografa​, a morena aceitou o contato e entrelaçou seus dedos com os da loira. --- Você quer almoçar? 

    --- Não, tenho que ir embora. 

    --- Não, por favor fique. - Pediu. Elettra assentiu com a cabeça decidindo ficar. A loira abriu um sorriso imenso por ter conseguido alcançar o  seu objetivo. Sem se importar com nada puxou Elettra para si e esquecendo-se da conversa que tiveram na noite anterior simplesmente buscou os lábios da italiana em um beijo apaixonado e agradecido. Se era possível ter a relação das duas de volta, Alex estava disposta a tentar de todas as formas.


    --- Eu te amo... - Sussurrou a loira entre os lábios de Elettra quando o beijo chegou ao fim, mas mantiveram-se próximas. --- Você está me fazendo querer ir contra o que falei ontem. - Disse Elettra buscando o lábio inferior da loira com os seus.  --- Eu fiquei para almoçar com você e não para... 

    --- Shiiiuu.... Quero apenas ficar com você, mesmo que depois  vá embora e me deixe. Quero apenas ficar com você! - Se olharam com sorrisos bobos estampados. O clima era como se o mundo pertence apenas a elas e nada mais existisse. 


A gasolina foi derramada e o fósforo riscado. Fogo e explosão eram previstos.


   A professora levou Elettra para o quarto, deitaram-se sobre a cama e mantinham-se abraçadas em silêncio. Alexandra levantou e foi buscar um vinho, antes de terem qualquer coisa queriam sentir uma outra de uma maneira única e estarem deitadas juntas passava a sensação de segurança e o quanto se amavam. 

   --- Posso perguntar uma coisa? - Falou Elettra. --- Sim, está tudo bem? 

   --- Está. Por que você falou que o Andres era seu noivo? 

   --- Porque achei que você acreditando nisso manteria uma longe da outra. - Alex virou o pescoço olhando nos olhos claros e decidiu perguntar. --- Você esteve com a Maria depois que terminamos?

   --- Desde que terminamos não estive com ninguém. - Confessou. --- Eu só quero que você saiba que...

    --- Escute, não vamos falar sobre o que aconteceu. Eu quero ter você, quero que fiquemos em paz aqui. Não é o momento para colocar os pingos nos is. 

   --- Você tem razão. - Respondeu Elettra a beijando. --- Eu amo você... Eu quero você, eu confio em você, Eli. 

   --- Não fale que confia em mim, sei que ainda está restaurando isso dentro de ti. 

   

    Alexandra segurou forte a nuca da italiana e a puxou para um beijo áspero. Com a outra mão livre, desceu pelas costas da morena e parou na nádega esquerda e apertou com força fazendo Elettra gemer entre lábios. Não havia palavras que pudessem expressar o que estava prestes a acontecer, não esperavam por isso, chegaram a imaginar que nunca voltariam a se tocar. Estavam apaixonadas, sempre estiveram. Era como se fossem a vida uma da outra. 

    O beijo era o início de tudo, era a existência única que as sustentavam, era o que fazia o coração de ambas acelerar. Como um encontro, sim! Como um encontro de almas destinadas a estarem juntas. 

    Os corpos se buscavam, suplicavam pela necessidade de sentirem uma a outra mais e mais. Queriam dançar o mesmo ritmo, queriam se encaixar como peças de um quebra cabeça. O amor fazia o encaixe perfeito. Não havia sentimento mais sincero que aquele, não havia desejo mais pulsante. 


Não havia Elettra sem Alexandra e Alexandra sem Elettra. Se completavam...


    De maneira delicada, tiraram as roupas. Alexandra ficou excitada com os seios fartos de Elettra, queria toca-los. As curvas detalhadas da loira chamava a atenção da italiana, era como cartões postais. Perderiam-se no corpo uma da outra sem medo. 

    Livres de qualquer impedimento abraçaram-se e mergulharam no olhar uma da outra. Olhares cheios de ternura e de apreço pelo momento. Não precisavam dizer nada, tudo acontecia silenciosamente. Os beijos, as mordidas, as carícias, o deslizar das mãos, o que queriam dizer... Não precisavam falar, os olhos entregavam. 


Elas se amavam e estavam se amando


    As respirações pesaram... sentiam o coração uma da outra bater... Sentiam frio na barriga como se fosse a primeira vez... As duas se queriam, estavam tomadas pelo prazer. O desejo as consumiam e as devoravam. Precisavam daquilo, precisavam uma da outra.

    Elettra deitou Alex na cama e se posicionou em cima dela, brigavam por dominação, se beijavam com intensidade. As mãos buscavam cada canto do corpo uma da outra, eram como brinquedos e desvendavam apenas o pudor do mundo. 


"Que olhar de predadora..." - Brincou Alex a sussurros. 


    --- Não me atiça que avanço em você.

    --- Quero que avance, seja lá como for, mas que venha inteira. 

    --- Eu vou ser sua e você vai ser minha.

   

                         Te amo


    Elettra abriu as pernas de Alexandra pressionando e movimentando seu quadril sobre o da mulher. A pressa fazia com que ficassem ainda mais excitadas, as intimidades queimavam e pulsavam. O choque da pressão fazia fluir os desejos fazendo o início de um orgasmo avassalador. 

    Conhecendo o corpo uma da outra os toques eram certeiros e ecoavam gemidos. A dança do quadril permitia as duas chegar ao ápice ao mesmo tempo. 

Saíram da posição, Elettra sentia necessidade de provar o sabor que vinha da Alexandra, agachou-se em um posição que pudesse tranquilamente brincar com os dedos. 


Vai e vem... Entra e sai...


Iniciou com dois... Terminou com três...

   

    Molhada? Sim! O fluido de Alexandra havia saído. Elettra precisava, necessitava sentir o gosto, sem pensar centralizou seu rosto lambeu e chupava... Tudo que vinha da loira era único e fazia a morena ficar excitada. Os movimentos da língua nas suas partes permitia a Alexandra gemer de prazer arqueando o quadril. 

   

   Alex começou a beija o corpo de Elettra, de maneira delicada e afetuosa, foi descendo pelos seios, barriga e até que no momento em que Alex se aproximou do ponto esperado, a italiana arqueou o quadril, queria absurdamente aquele toque com os lábios, porém ele foi evitado. --- Por favor, Alexandra. 

    --- Não precisa de pressa. 

    Elettra mordeu os lábios e apertou os braços da loira. Parecia uma tortura esperar. --- Por que está fazendo isso? 

   --- Porque estou com saudades e preciso te ter com calma. Quero apreciar cada detalhe. 

   As duas se beijaram e entrelaçaram as mãos. Começaram a se moer estando uma sob a outra, pressionavam ao longo do beijo os centros, o desejo se liquidificava. As mãos foram soltas e a loira parou para observar a mulher que estava sendo sua. 


"Você é linda" - Sussurrou​. 


   Alexandra avançou sobre os seios fartos e começou a suga-los com desejo e voracidade. Gostava de senti-los rígidos. Elettra puxou a espanhola para si fazendo os clitóris se tocarem, as duas gemeram alto. Alex abandonou os seios e focou em manter o contato prazeroso. 


"Eu vou sentir o seu gosto" - Sussurrou a loira. 


   Se posicionou e iniciou um passeio com a língua no centro da italiana que apertava os lençóis e gemia. O prazer atingiu as fibras musculares mais profundas. As almas se encontraram, eram gêmeas, eram um só de tão fundidas. 

   Os corpos descansaram colados, não havia sono, havia a necessidade de ficarem ali, juntas! Por mais de meses não ficavam assim. 


    --- O que somos? - Indagou a loira. 

    --- Não sei. Talvez eu não queira pensar nisso agora. 

   Um beijo doce, afetuoso, mas sem demonstrar se era o recomeço ou fim.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...