História Despacito - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~coldrew

Exibições 435
Palavras 2.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeey amores, suas foguentas. Aqui não é a Roberta, sou a @coldrew a nova co-autora da história à convite da minha vassoura que me pediu para escrever com ela, essa história maravilhosa.
Então, antes Despacito era para ser apenas uma short fic com uns três capítulos, mas a gente decidiu fazer uma fanfic longa para a alegria de vocês u.u
EM NOME DE MIM E DA ROBERTA QUEREMOS AGRADECER AOS FAVORITOS E OS COMENTÁRIOS, cara vocês lacram demais. Quase 400 com um capítulo, surtamos muitooo. Enfim, boa leitura ❤

Capítulo 2 - Long Night.


Fanfic / Fanfiction Despacito - Capítulo 2 - Long Night.

 O seu corpo colado ao meu me deixava mais entorpecida e ansiosa para ter aquele homem em cima de mim, me fodendo como ele diz ser que é bom.

— Quero que já fique preparada para mim, no final da festa você vai ter uma surpresinha. — Ele falou roçando seus lábios nos meus enquanto subia suas mãos pelas minhas coxas.

— Hum, mal vejo a hora disso acontecer. — Falei mordendo o lábio fazendo a maior cara de piranha, vendo ele negar com a cabeça e dá um tapa na minha coxa.

— Mas é uma vadia mesmo né? — Você não viu nada querido.

— A vadia que te deixa excitado sem fazer nada praticamente. — Ergui a sobrancelha desafiadora e ele travou o maxilar subindo sua mão mais ainda, apertando minha bunda com extrema força.

— Não sou eu que já está quase gozando só com a minha voz. — Ele sussurrou roucamente encaixando sua cabeça na curvatura do meu pescoço, espalhando beijos e lambidas na pele.

Fechei os olhos desfrutando daquela sensação maravilhosa ficando calada sabendo que aquilo era verdade. Ele me possuía de uma forma que eu não podia explicar, era como um feitiço barroco no tempo antigo. Ele me enfeitou para desejá-lo e acima de tudo eu gosto e quero ser possuída por esse canalha vagabundo.

— Já vai me dá meu presente? — Perguntei ficando mais excitada sentindo sua mão direita subir pela minha barriga por debaixo da blusa até chegar ao meu seio.

— Ainda não bebê, você é muito apressada. — Que vontade de esmurrar a cara desse desgraçado, porém o desejo me impedia de fazer isso. Ele apertou meu seio e eu gemi arqueando as costas colocando minhas duas mãos para trás do meu corpo apoiando no balcão. — Isso vagabunda, geme!

Ele sobe um pouco minha blusa e lambe minha barriga até chegar perto do busto, dando um beijo molhado no vão dos meus seios fazendo meus lábios se entreabirem e eu fechar minhas pernas em volta do seu quadril tentando fazer a pulsação diminuir.

— Qual o seu nome para eu gemer? — Perguntei e ele encaixou sua mão no meu maxilar aproximando nossos rostos.

— Justin Bieber, mas pode me chamar de Senhor Bieber mais tarde quando eu tiver arrobando seu cu. — Minha calcinha já se encontrada encharcada só escutando suas palavras sacanas, imagina no sexo?

Esse homem era literalmente uma perdição.

— Não tenho certeza se eu vou conseguir esperar. — Murmuro. Ah, como eu queria grudar nesses lábios carnudos e beija-lo loucamente.

Justin passou a língua em seus lábios deixando os mesmo um pouco úmidos de saliva. Meu rosto estava tão próximo do mesmo que dava para ver até sua barba começando a crescer.

— É muito fogo para apenas uma puta. — Justin fala sacana e ri nasalado.

— Pare de ser criança. — Exclamei e rolei os olhos. — E me fode logo. Mostre-me o que tu sabe fazer!

— Bem apresadinha você, não?

— Então, qual é a sua meta nesse presente pra ter tanta enrolação ? — Questiono arqueando as sobrancelhas, pois ele só sabia enrolar. Quero ver esse homem em ação!

— Fisgar. Eu estou aqui não só para presentear você, estou aqui também para te fisgar, vai ser o melhor presente da sua vida. Vou te causar prazer não apenas no instante que eu lhe der seu presente e sim quando você estiver longe, quero te fisgar com meu pau não só fisicamente e também psicologicamente. — Justin deslizou seus dedos gelados pelos meus ombros e desceu a alça da minha blusa. — O efeito vai ser tão extenso que você vai gemer durante noites pensando em mim.

Fechei os olhos sentindo ele abaixar a alça do meu sutiã e deslizar seus dedos um pouco mais para baixo na curva dos meus seios.

— Te vejo a noite, espero que esteja depilada. — Ele fala me fazendo abrir os olhos voluntariamente e encara-lo saindo da cozinha.

Cachorro!

Respirei fundo e peguei minha bolsa, seguindo o rumo para fora da cozinha pronta para ir ao salão e ficar enfurnada lá a tarde inteira.

...

— Pera, é isso mesmo o que eu ouvi? Você vai dá para o integrante da banda que vai tocar na sua festa? — Analice pergunta boquiaberta e eu olhei ao redor do salão vendo se ninguém tinha escutado isso. Quando ela quer me fazer vergonha, ela consegue bem direitinho.

— Dá para falar baixo?! Só falta você por na rádio. — Falei a fuzilando com os olhos e ela revirou os olhos se esticando para pegar uma revista. — E sim, estou doida para ser presenteada por aquele gostoso.

— Ele é mesmo tudo de bom como você fala? — Ela deixou de dá atenção à revista para me olhar. — Do jeito que tu tá falando, parece que ele é tipo um Christian Grey.

— Minha filha, o Grey fica no chinelo em comparação ao Justin. Não gosto de ser a submissa, mas por aquele cara eu seria uma! — Disse com um sorriso malicioso, me lembrando da pegada do caralho que aquele homem tinha.

— Caralho, eu necessito ver esse Deus grego agora mesmo! — Ela falou agitada e eu lhe dei um leve tapa enquanto soltei um riso fraco.

— Então as mocinhas já estão falando em macho, hum... — Gregory, meu cabeleireiro aparece tocando meu ombro e me fazendo dar um pulo de susto. — Quem é o Deus grego Dada?

— Um cantorzinho de uma banda flopada. — Falo. — O que a banda tem de ruim ele tem de bom!

— Hum... — Gregory me olha fazendo uma cara de puta assanhada. — Qual o nome da banda? — ele questiona.

— LosSantos. — respondo.

— A mãe do guri deve odiar ele pra por esse nome! — Gregory ri.

— Não, LosSantos é o nome da banda! De início eu também pensei que era algum nome ou sobrenome. — Digo olhando para ele através do espelho na minha frente.

— Parece que alguém vai tirar o atraso. Né Gregory. — Analice cutuca Gregory. — E nem pra chamar as amigas pra uma suruba!

— Aí sua vagabunda! — Gregory fala meio irritado com Analice e dá um tapinha de bixa no ombro dela. — Aqui eu sou DUDA, não Gregory. Mas você tem razão, Davina podia chamar nós duas pra uma suruba com esse tal gostosão que vocês estavam falando. Já faz quase um século que eu não solto a franga, acho que voltei a ser virgem!

O jeito que Gregory falava me fazia rir.

— Eu tô com medo. — Falei rindo.

— Medo de que? Tu não é não mais virgem! — Disse Analice.

— Eu sei que não sou. — Rio. — Tô com medo de esquecer como se transa, a última vez que transei foi no ano passado antes de terminar com o pau murcho do Tyler Lockwood.

— DAVINA! — Gregory dá praticamente um grito estético chamando a atenção de todos do salão que olha para nós com cara de cu. — Uma garotinha de quatorze anos esquece como se beija, mas ela nunca esquece como se transa... — Gregory fala baixo só para nós duas ouvir e fica pensativa enquanto eu a encaro. — Tenta entender o que eu quis dizer!

— Eu entendi, eu perdi a virgindade aos quatorze anos.

O que a bixa realmente queria dizer é que dar a boceta dá prazer e beijar não, então nunca esquecemos, apenas vamos aprendendo.

— Mal vejo a hora dessa festa começar! — Analice exclama animada.

— Então Dada, o que vamos fazer nesse cabelinho hoje para divar com grande estilo nos dezoito? — Gregory questiona mexendo no meu cabelo com aquelas suas mãos leves.

— Faz o que achar melhor. Nesse momento só quero pensar em quais e quantas posições eu vou dar hoje! — Falo baixo e rio.

— Hum, safadinha. — ele ri com um sorriso malicioso e me puxa pelo braço me obrigando a levantar. — Vamos dá um trato nessa sua vassoura, tu vai arrasar com os bofes principalmente o gostosão da banda.

— Eu espero mesmo sua bixa! — falei e ele revirou os olhos me levando até a cadeira e me fazendo sentar nela para lavar meus cabelos.

Analice foi até a manicure para fazer suas unhas e andei pensando em fazer um vermelho sangue quando ela terminar de fazer o da minha amiga. Quero está pelo menos apresentável nessa "festa" ridícula.

O resto da tarde foi bem divertida, ri para caralho e conversei muito com as cabelereiras no salão antes de ser arrastada para o shopping por Analice que me forçou a ajudá-la a escolher uma roupa para ela vestir de noite. E agora me encontrava de frente ao espelho me analisando vestida em um vestido curto brilhoso da cor prata, contendo um decote não muito grande e os meus cabelos se encontrava todo liso com algumas mechas presas para trás e mesmo assim, suspirei um pouco descontente.

Eu estava linda não ia mentir, mas a minha animação para essa festa estava um cu e eu só espero mesmo que esse presente do Justin seja o melhor que eu já ganhei na vida, caso contrário eu faço questão de arrancar aquele pinto dele.

Respirando fundo pela última vez, saio do quarto me preparando psicologicamente para encarar as pessoas com a vergonha transbordando e assim que termino de descer as escadas, atraí a atenção da minha mãe que assistia algo na TV mas agora me olhava de cima à baixo com um enorme sorriso no rosto.

Retribui o sorriso.

— Você está linda, querida. — Ela me olha de cima até em baixo e caminha até mim. — Hoje à noite é sua. Aproveite ao máximo por que não é todos os dias que fazemos dezoito anos. — Ela diz me abraçando.

Tem razão, infelizmente não fazemos dezoito anos todos os dias, infelizmente não terei uma festa digna do jeito que eu queria e nem vou ter outra chance.

— Obrigada. — Agradeço retribuindo o abraço pelo elogio de eu ser linda sabendo que era verdade. Sei que sou linda e nasci brilhando.

— Quero que aproveite bastante sua festa por que eu não tive essa chance de curtir meus dezoitos anos, quero que você aproveite o que eu não aproveitei já que eu estava te ensinando a andar. — Ela fala passando uma de suas mãos em meu rosto. — Você foi o melhor presente de aniversário que eu ganhei, em todos os meus aniversários você é meu melhor presente! —Seus olhos azuis começam a lacrimejarem.

Minha mãe me teve aos dezesseis anos, admiro isso porque ela não teve ninguém ao seu lado quando me teve. Ela me criou praticamente sozinha e meu pai é apenas um velho, que pergunta como eu estou quando me vê e manda um cheque todos os meses. O que eu mais admiro é que ela não se arrepende de eu ter estragado sua juventude.

— Oh, mãe. Vamos parar com esse assunto por aqui por que eu não quero borrar minha maquiagem! — falo para descontrair e ela ri limpando suas lágrimas com as mãos.

Ouvi algumas buzinadas altas de carro vindo lá de fora. Provavelmente era o Gregory e a Analice me esperando para irmos até a boate aonde vai ser a pior festa de todas com o melhor presente de todos. "Melhor presente" eu espero.

Minha mãe deu um beijo na minha bochecha.

— Agora vá se divertir querida! — Ela sorri e eu sorrio de volta e saio andando.

Passo pelo hall de entrada e saio para fora de casa vendo Gregory e Analice com o fusca rosa do Gregory me esperando.

— DAVINA! — minha mãe grita chamando minha atenção e eu olho para trás. — SE FIZER SEXO NÃO ESQUEÇA DE USAR CAMISINHA! E SE CHUPAR UM PAU ESCOVE OS DENTES POR QUE DA MAL-ALITO. — Céus, que vergonha. Como minha mãe é depravada, como ela tem coragem de gritar isso para os vizinhos escutarem?

Do jeito que esses vizinhos são fogoqueiros não duvido que a cidade inteira saiba que eu sou uma puta, porque além deles serem fofoqueiros eles aumentam. E a maior prova viva disso é a dona Josefa que mora ao lado que inclusive nos olhava com cara de espanto enquanto varria a calçada, ótimo ela agora pensa que eu sou uma prostituta que está indo para um puteiro.

Encarei minha mãe incrédula e ela levou suas mãos para a boca fechando a porta de casa e eu apenas dou um meio sorriso para a velha meio sem graça. Parabéns mãe!

Assim que entro no banco de trás do fusca de Gregory, os dois se viram para me analisarem e abrem um sorriso gigantesco.

— Caralho Davina, você está linda! — Analice exclama animada e eu sorrio sabendo que era verdade.

— E gostosa. O integrande da bandinha de quinta vai precisar de um balde para despejar a baba! — Gregory diz sorrindo malicioso e eu rio.

— Se não for para causar eu nem vou. — falei convencida. Amor próprio é tudo não é? — Agora vamos logo que essa noite é nossa!

— ADORO! — Gregory gritou e ligou o carro catando pneu pela rua pegando a avenida principal em direção à boate onde ocorreria a minha festa.

Ele meteu o dedo no rádio que soava a música "Side to side - Ariana Grande ft. Nicki Minaj" e Analice gritou para deixar essa música.

E querendo ou não a letra da música me fazia lembrar automaticamente do Justin e nessa longa noite que teríamos. Só em pensar nisso nascia um fogo dentro de mim que eu não sabia explicar, só sei que eu acho que não tenho mais salvação. Pois 90% dos meus pensamentos eram completamente maliciosos imaginando diversas posições e formas de sexo.

— And boy you got me walking side to side! — Analice gritou debruçada sobre a janela e o vidro do carro ao lado se abriu revelando um garoto bem bonito sorrindo sacana.

— Opa gato, o sexo saí grátis! — Gregory berrou feito hiena no cio e eu gargalhei, negando com a cabeça.

Assim que o sinal fica verde Gregory voou com o carro enquanto pulava no banco simulando quicadas e gemendo enquanto dirigia, fazendo eu e Ana rirmos feito retardadas.

— Davina vai gemer assim para o Justin. "Ah Justin, isso mais rápido"... — coloquei as mãos no meu rosto ficando roxa de vergonha, ainda rindo desse palhaço.

O resto do caminho foi assim nós falávamos coisas maliciosas e riamos feito duas doidas até chegarmos na boate vendo que já estava um pouco cheio, inclusive a fila para entrar. Após Gregory estacionar o carro em uma vaga livre, fomos juntos para a entrada que nem precisava passar pela fila porque é eu a aniversariante, claro e meus pais que pagaram a porra toda.

Quando entrei, me deparei com a boate quase toda lotada. Muitos ali eu não conhecia, eram apenas pessoas que estudam comigo no mesmo colégio. Nem me recordo bem das pessoas que eu convidei, só lembrando que sai distribuindo convites para Deus e o mundo. No total eu tinha convidado umas quatrocentas pessoas para verem o horror de decoração de festa que eu tinha ganhado.

Espero que meu brilho disfarce a decoração horrível.

O DJ da banda tocava alguma música eletrônica e as luzes florescentes brilhavam no ritmo. No momento que eu vi aquele homem parado na escada da área VIP me olhando lá de cima, pareceu que meu mundo parou. Meu coração batia lentamente com a vibração das caixas de som, minhas pernas tremeram enquanto eu o encarava vidrada e involuntariamente mordi meus lábios.

— DAVINA! — Analice gritou fazendo-me ligar a realidade novamente.

Quando olhei para ela fui surpreendida com alguém me abraçando.

— Parabéns. — A pessoa disse como se importasse, me deu um beijo na bochecha e saiu andando.

Várias pessoas fizeram a mesma coisa com um sorriso falso no rosto. Gregory já estava atacando as bebidas e os petiscos que os garçons serviam com apenas de cueca e uma gravata de borboleta no pescoço.

— Davina do céu! — Analice exclamou surpresa apertando meu braço. — Quem foi o burro que escreveu seu nome errado? — Ela questiona apontando o dedo para os balões com o meu nome.

— Tô até com vergonha de estar aqui por causa disso. — Falo negando com a cabeça.

Um garçom que passava perto de nós nos serve alguns drinks e sai. Dou um gole grande na minha bebida vendo Gregory se aproximar novamente de mim.

— VADIA! — Ele dá um tapa na minha bunda me fazendo dar um pulinho para cima. — Qual daqueles é o tão gostosão que você vai dar a tcherereca hoje? — Ele questiona apontando o dedo para os três homens que estavam na área VIP mexendo em alguns instrumentos musicais.

Olhei para cada um dos homens e nenhum era o Justin e depois olhei para a escada, no lugar aonde o vi da última vez.

— Ele... — Senti algo sendo esfregado na minha bunda, algo duro como um pênis e sem querer arfei sentindo aquele volumão da porra.

— Ele quem? — Aquela voz rouca do Justin ecoou no meu ouvido me deixando até com os cabelos do cu arrepiados e suas mãos apertarem minha cintura fazendo meu interior se aquecer e um incômodo no meio das pernas surgir.

Essa noite seria longa.


Notas Finais


Viado o fogo vai ser grande, essa festa vai dá o que falar... sem contar a putaria que vai ser no próximo. Preparem as máscaras de ar e estejam com um balde de água, porque vão precisar de um banho gelado KSKSKSKKSKS
Espero que tenham gostado desse capítulo gatas, até o próximo. Comentem o que acharam, isso nos incentiva a continuar o mais rápido!
Xx, Duda.


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