História Despedida de Solteira - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Fifth Harmony
Exibições 499
Palavras 2.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGAY!
Eita gente, nem demorei né. Quero agradecer muitíssimo pelo carinho de vocês, pelas ameaças de morte, pelos favoritos, comentários, tudo! Enfim, tem coisas aí muitooo esperadas por vocês e que apesar de pequeno deu uma mega trabalho! Vamos recompensar com comentários, o que acham? Eu acho ótimo.
Tenham uma boa leitura:

Capítulo 14 - 14. Indescritível


Soltei um gemido fraco entre os lábios de Lauren, mas não queria que parasse. Sua boca me prendia de um jeito surreal, aumentando o meu desejo como se colocasse gasolina num fogo já alto.

Lauren desceu suas mãos pela minha cintura, alcançando o meu quadril. Experiente, puxou-me para cima, obrigando minhas pernas a se abrirem ao seu redor. Em segundos, já estava pendurada, apoiada pela parede e pelas suas mãos que apertavam meu traseiro. O beijo se intensificou ainda mais, nossas línguas entraram em uma batalha deliciosa; a calmaria havia cessado, dando lugar a uma emergência selvagem. Apertei os braços em volta de seu pescoço e empurrei meu quadril em direção ao seu pau ereto. Nossos sexos se encostaram nos fazendo soltar gemidos involuntários. Era tão bom senti-la assim.

Eu a desejava. Muito, em um nível que jamais poderei compreender. Queria que me possuísse ali mesmo, debaixo do chuveiro, sentindo sua pele molhada em mim, para acabar com todo aquele desejo acumulado em meu interior. Deixaria que a água escorresse pelos nossos corpos, lavando nossa alma e retirando toda a culpa que aquele ato acarretaria.

Fiz outro movimento com a cintura, tentando me encaixar nela. Queria senti-la em mim, profundamente. Queria tê-la por completo, pois ter apenas a sua língua na minha boca, apesar de fantástico, ficava cada vez mais insuficiente para aplacar a dor que o desejo me causava.

Insaciáveis. Esta palavra definia bem as minhas vontades.

- Espere, Camila. - Lauren sussurrou, findando nosso primeiro e longo beijo. - Preciso te proteger. Vem comigo.

Não entendi o que ela quis dizer com isso, mas não perguntei nada. Estava meio tonta, fora de mim. Vivenciando um momento sublime de irrealidade, como se estivesse num sonho muito bom. Infelizmente, Lauren se afastou, colocando-me de volta no chão. Ela desligou o chuveiro e abriu o Box, puxando-me logo em seguida. Antes de sair do banheiro, apanhou seu short - que estava no chão - e levou-o junto consigo. Molhamos o quarto inteiro, até pararmos de frente para a cama.

Aquela mulher linda me encarou com firmeza, enquanto mexia em alguma coisa dentro do short. Largou-o no criado mudo, talvez frustrada por não ter achado nada e abriu o móvel. Muito rápido, ergueu as mãos e me mostrou um pacote de preservativos. Corei de vergonha instantaneamente, mas não deixei de encará-la. Nunca havia feito sexo inseguro na minha vida inteira, mas se eu dissesse que tinha lembrado de me precaver estaria mentindo e por um momento achei que não precisaríamos, mas me enganei. Lauren era fértil.

Lauren abriu o plástico do pacote sem nenhuma dificuldade, revelando três preservativos dentro do mesmo.

- Posso? - Perguntei, tomando coragem.

- Sem dúvida. - Ela murmurou.

Peguei o pacote e retirei apenas um, deixando o restante em cima da cama. Abri-o com os dedos e senti a borracha pegajosa em minhas mãos. Aquilo eu sabia fazer. Finalmente uma coisa que eu sabia fazer!

Curvei-me diante dela, sentando na cama. Segurei em seu pau frime com cuidado e fui encaixando o preservativo aos poucos, rolando-o pelo comprimento até chegar à base. Conferi se estava tudo bem, e só então olhei para cima. Lauren mordia os lábios. Ai... Foi então que tive uma ideia. Ou melhor, um pedido.

- Lauren... Quero que faça uma coisa comigo, se for possível. - Murmurei. Minhas mãos começaram a tremer mediante o que ia dizer. Meu estômago se contorceu, e tive que respirar fundo várias vezes para não passar mal.

- Adoraria fazer qualquer coisa contigo. - Ela disse, baixinho, e soltou um suspiro. Minha pele arrepiou por sua causa pela milionésima vez.

- Quero que... Que... Que faça comigo... Posições diferentes. Quero que me surpreenda, de verdade.

- Posições diferentes? - Tive a péssima ideia de encará-la. Ela fazia a caretinha.

- Sim, eu... Nunca fiz nada além de um “papai e mamãe” sem sal. - Admiti, sentindo meu rosto inteiro ficar vermelho. - Por favor, não me trate como se eu fosse uma boneca de porcelana.

Lauren nada respondeu. Sua expressão ficou séria, mas ela se inclinou e sentou no meio da cama, levando-me junto. Seus braços fortes me puxaram com muita habilidade, forçando-me a sentar no seu colo, de frente. Minhas pernas se abriram, envolvendo-a, e me senti muito exposta. Nossos sexos encostaram de novo, em um roça-roça maravilhoso. Imediatamente, eu já queimava por dentro. (N/A: ROÇA O PIRU NELA QUE ELA GOSTA.)

Ela abraçou minha cintura e ergueu a cabeça, ainda me encarando com olhos sérios. Daria tudo para ler os seus pensamentos.

- Diz alguma coisa. - Murmurei.

- Hoje, você vai ser a minha mulher. - Rosnou. - Estou disposta a te fazer experimentar coisas que nunca experimentou com homem algum, mas comigo mulher, você vai.

Bruscamente, Lauren conseguiu nos encaixar em um movimento só. Senti-a por completo, de uma vez só, rasgando tudo, me possuindo inteira. Soltei um gemido alto que misturava dor e prazer. Uma dor prazerosa. Minhas unhas foram enfiadas em seus ombros sem que eu percebesse, e sem que parasse de fazer eu me mover em cima dela, invadiu minha boca com a sua língua rápida.

Abracei seus ombros e ergui o quadril, sentando novamente em seguida sentindo-a me preencher novamente. Doía um pouco, mas era uma dor prazerosa demais. Eu já me sentia completamente molhada, excitada, gritando pelo corpo dela enquanto cavalgava em seu colo com rapidez, sentindo seu pau rijo bater no fundo de minha boceta. Eu estava desesperada para sentir sensações que nunca vieram à tona.

Porra, era uma delícia.

[...]

Senti que meu desejo explodiria ao redor de Lauren pela terceira vez naquela noite. Ela havia deitado embaixo de mim, apenas me ajudando no movimento com suas mãos firmes na minha cintura. Minha pele certamente já estava marcada por suas mãos.

Eu a sentia completamente, inteira e viva dentro de mim. O ritmo era louco, profundo, cheio de sutilezas que soltavam espasmos por todo o meu corpo. Inclinei-me, beijando sua boca úmida de prazer. Meus lábios já estavam doloridos de tanto beijá-la, pois agora só queríamos viver com as bocas grudadas. Era maravilhoso beijar sua boca macia e carnuda. Lauren soltou um gemido fraco, abraçando-me pela cintura. Nossos corpos se colaram completamente. Ela não diminuiu o ritmo, pelo contrário, acelerou ainda mais, levando-me para cima e para baixo em questão de milésimos de segundos.

Não suportei.

Ergui-me um pouco e a observei, enquando soltava gritos de prazer que me levavam para longe. Um lugar muito distante, mas que, inexplicavelmente, ela também estava.

- Lauren... - Gemi. - Lauren!

Seus olhos, quase de imediato, apertaram-se. Sua boca entreabriu, e depois ela mordeu os próprios lábios. Agora, conhecia aquela expressão. Conhecia perfeitamente. Lauren também estava chegando. Ela iria gozar, junto comigo.

- Camila... - Rosnou, e eu sabia que tinha vindo. Era sua terceira vez também. Seus braços tremeram, e seu abdômen se contorceu embaixo de mim. Céus... Que delícia era observá-la enquanto explodia de prazer por minha causa.

Nossos corpos relaxaram juntos. Praticamente tombei em cima dela, sentindo-me exausta. As loucuras que havíamos feito tinham ultrapassado todos os limites da surpresa. Eu estava muito mais do que surpreendida. Estava realizada. Cada pedacinho daquela cama havia sido utilizado. Lauren levou as mãos para os meus cabelos, acariciando. Ainda sentia sua respiração forte. Meus seios estavam colados nos seus por isso pude sentir seu coração batendo junto com o meu, em um ritmo acelerado.

- Estou morta. - Falei. - Não aguento mais. Você acabou comigo.

- Não se preocupe, vou deixá-la dormir agora. - Respondeu, ainda um pouco ofegante. - Quer que lhe faça uma massagem nos pés?

Não conseguia vê-la, pois tinha enterrado a minha cabeça no seu pescoço cheiroso e suado, sem encontrar forças para me mexer.

- Massagem? Lauren, você não cansa nunca? Deve estar exausta também, não vou te aborrecer mais.

- Camila, deixe de ser boba. - Riu. - Você não está me aborrecendo. Além do mais, meu dever é fazer tudo o que quiser, em tempo integral.

- Quero que descanse. - Falei por fim, saindo de cima dela e deitando ao seu lado, ainda ofegante. Nossos corpos se desencaixaram, e a sensação de perda quase me sufocou. Queria tê-la em mim por mais tempo, mesmo depois de horas sentindo-a de todas as formas possíveis.

Abracei um travesseiro e me virei de lado a fim de conferir suas expressões. Lauren estava arrasada. Seu cabelo estava maravilhosamente assanhado por minha causa, também um pouco molhado; uma mistura deliciosa de água do chuveiro e suor de prazer. O corpo inteiro exalava cheiro de sexo, que mesclava com seu perfume. Era delicioso aquele aroma que emanava do seu corpo.

- Tudo bem. - Falou, levantando-se da cama. Retirou o preservativo com cuidado, fazendo um nó na borracha. Suspirei com a cena. Tudo que ela fazia era maravilhoso.

- Para onde vai? - Perguntei.

Ela pareceu pensar um pouco, enquanto procurava seu short pelo chão.

- Vestir minhas roupas, fechar as cortinas e te dar um beijo de boa noite.

Olhei para as cortinas abertas. Dava para ver perfeitamente o resquício do primeiro raio de sol cortando o céu. Estava amanhecendo.

- Vai me deixar sozinha? - Murmurei a pergunta, sentindo um vazio imenso sorrindo para mim. Provavelmente gargalharia às minhas custas depois que Lauren fosse embora.

- Pensei que não dormisse com ninguém. - Ela falou, vestindo a cueca boxer que estava de lado.

Franzi o cenho.

- Como sabe disso?

- Desculpa... Você comentou com suas amigas na noite em que chegou aqui. Não pude evitar ouvir, estava servindo o jantar a vocês. - Disse, sem me olhar.

- Bom, é verdade. Mas depois de ter feito tantas coisas que nunca haviam me passado pela cabeça... Isso é insignificante. - Admiti. E fui sincera.

Lauren ergueu a cabeça. Encarou-me demoradamente.

- Quer mesmo que eu durma contigo? - Perguntou vestindo sua blusa, o tecido caiu até suas coxas cobrindo seu pedaço de mau caminho.

- Não vou te obrigar a nada. Deve estar meio cansada de mim. A escolha é sua. Prometo que não ficarei chateada... Enfim. Faça o que sentir.

Ela balançou a cabeça, aquiescendo.

- Preciso ir ao banheiro. - Disse.

- Fique à vontade. - Apontei para a porta do sanitário. Sem me dar respostas, Lauren desfilou até o banheiro com sua bunda deliciosa amostra que a blusa não cobria inteira e fechou a porta.

Estava exausta, portanto nem saí do lugar. Podia tomar um banho, mas o clima estava bom e eu me esfriava aos poucos. Não queria tirar o cheiro dela de mim. Seria a única coisa na qual me agarraria caso ela resolvesse me deixar só. Talvez conseguisse justificá-la no processo. E, de quebra, podia me justificar também.

[...]

Lauren saiu do banheiro quatro minutos depois. Sei disso porque contei mentalmente. Ela não olhou para mim, apenas foi fechando as cortinas bem devagar. De repente, parou e observou o horizonte. Passou algum tempo daquela forma, enquanto eu apenas a admirava. Ela estava maravilhosa daquele jeito, de perfil, com seu cabelo jogado totalmente desarrumado sobre o ombro.

- Você precisa ver isso, Camila. Venha aqui. - Chamou baixinho, ainda sem me encarar.

Sequer hesitei. Do jeito que estava, aproximei-me das cortinas. Observei o maravilhoso cenário diante de mim; o sol ainda estava nascendo, pintando o céu de uma coloração alaranjada impressionante. As nuvens faziam desenhos esquisitos, surreais. Parecia uma pintura. Daquele ponto não dava para ver a areia da praia, só se eu saísse para a varanda - mas não ia fazê-lo, visto que estava totalmente despida.

Senti os braços de Lauren envolver os meus ombros. Mecanicamente, apoiei minha cabeça em seu ombro sentindo seu cheiro e abracei sua cintura de ladinho. Não ousamos tirar os olhos da água do mar, que nada mais era do que uma imensidão azul e brilhante que contrastava com o laranja do céu. Impressionante!

- Daria tudo para tirar uma foto disso agora. - Lauren murmurou, brincando com os meus cabelos e arrepiado minha nuca.

- A lembrança é mais eterna do que uma fotografia. - Falei.

- Você acha? Esquecemos de tudo muito rápido. A vida é tão corrida... É difícil lembrar com tanta perfeição. Fotografias servem para isso e podemos sempre renova-las.

- Têm coisas que não dá para esquecer. - Retruquei.

- O quê, por exemplo?

Refleti um pouco.

- Talvez eu me esqueça de tudo o que acabamos de fazer. - Comecei. - Na verdade, será preciso e o farei. Vai ser natural, como uma ferida que sangra até cicatrizar. - Ouvi Lauren soltar um longo suspiro. - Porém, duvido que vá me esquecer de você. - Completei, engolindo o nó que havia se formado na minha garganta.

- Talvez precise também. - Disse, baixinho. Sua voz saiu carregada de uma coisa que simplesmente não compreendi.

- Não... - Balancei a cabeça, de leve. - Não preciso.

- Por que não?

- Porque eu não quero.

Senti seu braço apertar meus ombros.

- Não é assim que funciona? - Perguntei.

Lauren não respondeu. Segurou o meu queixo e, lentamente, obrigou-me a fitá-la. Não vi seus olhos por muito tempo, pois ela se inclinou num instante, selando nossos lábios. Foi um beijo doce, com movimentos curtos. Lábio com lábio. Sem língua. A sensação de relaxamento me dominou, fazendo meu corpo inteiro amolecer. Estava tão cansada que achei que ia dormir ali, de pé, nos braços dela.

Lauren se afastou um pouco.

- Você está com sono. Vamos dormir.

- Vai ficar? - Perguntei, com medo da resposta.

Ela me deu um selinho.

- Vou.


Notas Finais


Ficou do agrado de vocês? Eu espero que sim. Não se esqueçam de comentar o que acharam e que eu tenho twitter, caso vocês queiram dar uma palavrinha comigo por lá @sweetzzbad
Xoxo, ♡


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