História Despedida De Solteira AyA - Capítulo 67


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Alfonsoherrera, Anahi, Aya, Ponny, Rbd, Romance
Exibições 37
Palavras 2.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 67 - 120 horas depois... Parte 5.


Fanfic / Fanfiction Despedida De Solteira AyA - Capítulo 67 - 120 horas depois... Parte 5.


Anahí estava muito abalada com as minhas confissões. Ter levado tudo à tona não havia me feito bem, porém reconheço que foi necessário. Ela precisava saber o que tinha acontecido comigo, bem como eu queria saber sobre a sua história. Sabia que a minha havia sido mais forte - ela não parecia o tipo de pessoa que sofreu tanto -, contudo era algo que eu pretendia superar. A sua presença na minha vida era um estímulo perfeito para minha mente processar tudo e arquivar em um espaço que não me atingisse. Infelizmente aquelas merdas ainda me atingiam.

Puxei Anahí para o meu colo. Ela veio com facilidade, mas sua expressão ainda era de espanto. Os olhos estavam vermelhos por causa das lágrimas recentes, e as mãos tremiam um pouco. Não soube dizer se tremiam de frio ou de pavor.

A chuva estava se aproximando, porém me vi incapaz de largá-la. Beijei sua boca com vontade, como se o ato dissolvesse todas as palavras que eu havia acabado de proferir. De fato, a cada vez que nossas línguas se perdiam, sentia os problemas deixarem o meu corpo. Beijar Anahí era melhor que terapia. Ergui minhas mãos e lhe agarrei os cabelos entre os dedos. Desci meus lábios na direção do seu pescoço, provocando-lhe arrepios. Fiz uma trilha lenta de beijos úmidos, espalhados do seu colo até a orelha. Anahí fechou os olhos e deixou-se levar. O modo como se entregava às minhas carícias me tirava do sério. Ela escorregou as próprias mãos através dos meus braços. Apertou-me a carne e, curvando-se para frente, tornou a envolver o meu pescoço. Seus dedos trabalharam no meu cabelo como sempre fazia, deixando-o assanhado.

- Anahí... Não tenho certeza se estamos invisíveis aqui - murmurei.

- E daí? - respondeu, mordendo meu lábio inferior.

- Sr. Antunes ou Dona Olga podem aparecer - completei, mas Anahí não me largou por nada.

Começou a fazer um movimento louco com a cintura. Ela estava de vestido, por isso senti seu sexo se esfregando na minha calça jeans.

- Ah... Dane-se.

Afastei meu rosto depressa, surpreso com sua reação. Sorri de imediato.

- Está falando sério? - Impossível acreditar que Anahí estava topando fazer sexo perigosamente, ao ar livre.

- Eu estou de vestido. Olhe...

Ela se levantou na minha frente, deixando meu rosto na altura de suas coxas. O vestido florido que usava chegava até um pouco acima dos joelhos. Olhei para cima, observando o que ia fazer. Anahí me olhou de um jeito sensual, seus olhos azuis já me seduzindo sem esforço. Suas mãos passaram pelo seu vestido e, com um movimento rápido, ela tirou a própria calcinha. Levantou uma perna de cada vez, desfazendo-se da peça íntima completamente. Meu desejo flutuou rumo ao infinito. Cheguei a prender os lábios enquanto assistia a ela se despindo. Anahí se ajoelhou ao meu lado, jogando a calcinha bem na minha cara. Segurei-a e inspirei profundamente. Tinha o seu cheiro; delicioso até demais.

- Você está muito safada - comentei, rouco. Não conseguia desviar meus olhos dela.

- Vai fazer algo a respeito? - ela perguntou, meio murmurante.

"Que mulher é essa?", perguntei a mim mesmo, admirado.

Anahí era surpreendente.

Em todos os aspectos, em todos os sentidos... A maldita sempre me surpreendia.

Sempre.

- Preciso fazer uma pergunta - eu disse, lembrando-me do nosso diálogo. Estava com saudades dele. Sei que é loucura, mas aquele jogo me dava um tesão enorme.

- Faça logo - ela rosnou, guiando as mãos para os botões da minha calça.

Anahí conseguiu livrar a minha ereção - já dura como uma rocha - mais rápido do que consegui acompanhar. Cheguei até a me esquecer das próximas palavras do diálogo.

- O que você quer? - continuei depois de um tempo, em meio a gemidos. Anahí trabalhava os dedos ao redor do meu sexo. Meu estômago se contorcia a cada movimento, mas a louca não parou.

Uma rajada de vento frio assanhou seus cabelos, por isso os puxei para trás. Estava só
esperando que respondesse a minha pergunta. Eu já sabia a resposta, mas precisava ouvir sua voz me pedindo para surpreendê-la. Anahí se curvou, ficando de quatro diante de mim. Sua boca logo alcançou a minha ereção. Soltei um gemido, mas ela não parou. Trabalhou com sua língua deliciosa por toda extensão. A lentidão de seu movimento era um martírio gostoso de ser sentido. Puxei-lhe os cabelos com uma mão, tentando impedi-los de cair para frente. Empurrei seu rosto na direção do meu sexo, obrigando-a a chupar duro. Ela obedeceu, acelerando com maestria, sua
boca magnífica me envolvendo até onde conseguia. Um novo gemido me escapou imediatamente.

Com a outra mão, naveguei pelo seu vestido até a barra. Invadi-o por dentro até alcançar o seu sexo. Com um dedo, conferi o seu nível de excitação. Anahí já estava mais do que pronta, toda
lambuzada para mim. Introduzi o mesmo dedo com força, fazendo-a gritar.

- Me surpreenda!

"Rá! Era o que eu eatava esperando, meu bem!"

Empurrei Anahí para cima da manta e abri suas pernas o máximo que consegui. Ergui-as até os meus ombros, seu sexo ficando exposto e aberto. Penetrei-a com urgência, sentindo cada centímetro ser invadido. Parei quando tudo o que era meu estava dentro dela. Encarei-a com ferocidade, meus olhos queimando como duas brasas.

- Vou te surpreender, Anahí - rosnei e lhe beijei a boca de um jeito louco. Retrocedi devagar
para, logo em seguida, chocar nossos sexos com força. Ela gemeu alto entre os meus lábios, erguendo a cabeça e curvando-se para trás. Parei novamente, observando-a. - Não pare de olhar para mim.

Anahí obedeceu. Comecei a nos afastar lentamente, de novo. Quando estava quase fora dela, empurrei com a mesma força aplicada anteriormente. Aquela mulher deliciosa gemeu de novo, mas permaneceu me encarando. Seus olhos roubaram a minha concentração. Precisei de alguns
segundos para recomeçar, sempre lento para fora e duro para dentro. Passei um longo tempo daquele jeito, e a cada choque sentia Anahí se contorcer embaixo de mim. Ela estava muito ofegante, tinha os lábios entreabertos e os olhos vidrados em mim, quase não piscava. Eu não sabia se o que eu pretendia ia dar certo, mas estava disposto a tentar. A vontade de acelerar estava quase me consumindo, mas mantive o ritmo usando todo o autocontrole que aprendi a obter.

- Alfonso... Por favor! - Anahí fez um movimento rápido com a cintura, exigindo-me. Prendi suas pernas usando o peso do meu corpo. Ela tentou se mexer novamente, mas foi mais difícil.

- Quietinha, meu amor. Apenas relaxe - sussurrei.

Ela deixou os braços cair abertos em cima da manta, como se desistisse de lutar. Sorri torto e reiniciei a movimentação, beijando-lhe a boca, o queixo, a orelha, o pescoço... Descia pelo seu colo, que infelizmente estava coberto pelo vestido. Pensei em arrancá-lo, mas ela ficaria muito exposta. Por um segundo havia me esquecido de que estávamos ao ar livre, podendo ser flagrados a qualquer momento. O perigo só aumentou o meu desejo. Sentia meu sexo vibrando dentro dela, mais louco impossível a cada vez que era bem recebido. Anahí arquejou e iniciou uma sessão de gemidos
excitantes. Eram baixinhos, porém carregados do desejo que também lhe ardia. Depois de incontáveis choques, ela fechou os olhos e gemeu mais alto.

- Alfonso! Por favor! - Tentou se mexer mais rápido, mas de novo consegui prendê-la. Ela gritou, e então senti suas pernas tremerem. Seu sexo se espremeu ao redor de mim, expulsando-me.

Um novo choque e mais líquido de seu prazer havia sido fabricado, provocando um ruído
característico. Ela estava muito perto. Eu precisava ser rápido e escolher o momento exato. Observei-a com ainda mais atenção enquanto mantinha os choques na mesma constância. Não precisou de muito mais, contei uns três ou quatro. Anahí permaneceu me encarando, mas seus olhos já não conseguiam me ver. Ficaram vagos enquanto seu corpo inteiro tremia. Gemidos
loucos lhe saltaram da garganta, mesclados com o meu nome. Um orgasmo intenso, como planejado.

Esperei três segundos de seu êxtase - mantendo meu sexo parado dentro dela -, e decidi que era a hora certa. Separei-nos rapidamente, antes que perdesse o tempo, e me inclinei para baixo, mergulhando a minha boca em seu sexo que ainda explodia. Esperei mais um segundo e assoprei seu ponto mais sensível com força e constância, deixando meus lábios ao redor dele. Anahí gritou alto demais, chegou a ecoar entre as árvores. Puxou meus cabelos com força, mas não parei de assoprar.

- Oh, droga! Ai, meu... - ela berrou, e então soube que havia atingido o meu objetivo; Anahí havia entrado no segundo clímax, logo após o outro.

Ela ainda gozava quando senti o primeiro pingo de chuva. Praguejei internamente, mas meu corpo não ousou parar. Suguei-a até ter bebido seu orgasmo múltiplo.

- Vai chover - ela murmurou, ofegante. Sua voz totalmente distorcida. A chuva já estava fina, caindo sobre nós.

Levantei-me e sentei na manta, puxando-a para mim. Enterrei minha ereção nela com muita
facilidade.

- E daí? - Minha voz saiu dura, repleta de desejo e ferocidade.

Apertei Anahí pela cintura e fiz com que se movimentasse. Agora sim pude acelerar do jeito que queria. Os choques ficaram mais suaves, porém constantes, velozes. Enterrei minha boca no
seu pescoço, beijando, sugando, lambendo tudo que encontrava. A chuva engrossou depressa. O fim de tarde praticamente virou noite quando nuvens escuras cobriram o céu. Devia estar fazendo frio, mas Anahí e eu éramos uma fogueira perdida no campo. Ficamos completamente ensopados em segundos. A camisa que eu vestia, bem como o vestido dela, grudou em nossos corpos. Segurei-lhe os cabelos molhados e beijei sua boca, deixando saliva se misturar com a água da chuva de um jeito perturbador. Se há felicidade no mundo, uma das formas de senti-la é fazendo amor na chuva com quem você ama.

Anahí demorou um pouco para atingir o terceiro orgasmo. Foi duro esperar, confesso que quase não consegui, mas fiz o possível. Acabou dando certo, para o meu alívio. Minha experiência não ajudava muito quando se tratava dela. Eu tinha uma pressa, uma urgência incontrolável que me
tirava a paciência. Nunca havia me ocorrido algo assim antes, pelo menos não com a mesma
intensidade. E é por isso e por muito mais motivos que aquela mulher enlaçou o meu coração. Este laço jamais seria desfeito se dependesse de mim.

Entrei em um êxtase sem noção. A tempestade parecia fazer parte de nós, como uma única força que se movia rumo à satisfação completa. Gemi seu nome diversas vezes antes de finalmente parar. Entretanto a chuva continuou firme e forte. A realidade só voltou a me atingir quando percebi que Anahí tremia de frio em meus braços. Ela estava completamente ensopada e lambuzada, tinha a
respiração ofegante, os lábios entreabertos e trêmulos. Seus olhos claros me olhando foi o único ponto de luz que consegui focalizar.

- Vamos sair daqui antes que fique doente, linda - falei alto para ser ouvido. O barulho da
chuva era intenso, e as gotas grossas começavam a me incomodar. Sabia que devia estar
incomodando antes, porém eu estava muito ocupado para notar algo tão desimportante.

Estávamos tão cansados naquela noite que não fomos capazes de fazer nada além de observar, deitados na rede do terraço, a chuva caindo. Fazia frio, mas dentro da rede a temperatura
estava boa graças a dois lençóis grossos que nos cobriam e, claro, o calor humano. Anahí cochilava e acordava nos meus braços; quando abria os olhos, beijava-me a boca de leve. Eu apenas
observava seu sono como um homem bobo apaixonado, pensando em como a vida, finalmente, havia me dado uma trégua.

Eu só esperava que ela não tivesse me presenteado com algo tão bom apenas para me tirar
depois. Seria muita crueldade. Sinceramente falando, acho que não suportaria. O amor que eu tinha para dar àquela mulher era forte. Estava levando tudo muito a sério, envolvendo-me como um
adolescente que descobre o primeiro amor.

Meu maior medo era sair machucado de modo irremediável. Ou, pior ainda, machucar a Anahí de modo irreversível.





   



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