História Despertar De Um Amor - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Rey, Simón
Tags Drama, Hetai, Romance, Sou Luna
Exibições 57
Palavras 2.662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, gente. Mais um capítulo para vocês...

Capítulo 10 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction Despertar De Um Amor - Capítulo 10 - Capítulo 9

No aeroporto...

Simón passou as mãos na cabeça porque o voou havia sido cancelado para uma hora mais tarde. Não tinha muito que fazer a não ser esperar, pois de alguma forma ou de outra iria chegar ao seu destino. Nico e Pedro prometeu a ele que seguraria as pontas até que ele voltasse. Santi Owen não se opôs dele ir resolver o tal problema familiar e até se dispôs em ajuda-lo caso fosse preciso, mas aceitar ajuda de seu agente seria o mesmo que descobrir que havia mentindo, então somente deixou a ajuda em aberto.

Enquanto esperar a hora passar, Simón sentiu o desejo de ligar para Âmbar, mas o celular da loira estava desligado, então ele escreveu uma nova mensagem para quando ela religasse seu celular visse. Também tentou ligar para Luna, mas o celular tocou varias vezes e ela não atendeu, com certeza havia deixado em algum lugar que não estava perto dela. Queria avisá-la que estava voltando e até iria precisar da sua ajuda para falar com Âmbar e também lhe deve explicações, porem sua prioridade primaria é Âmbar e seu filho ou filha. Então por fim também resolveu deixar uma mensagem para sua melhor amiga anunciando que está voltando.

Na mansão Benson...

Âmbar havia acabado de se arrumar e pega sua bolsa como seu celular. O aparelho havia descarregado e não tinha tempo para carrega-lo, então pegou o carregador e colocando em sua bolsa, pois assim que conseguisse fugir iria para algum lugar que poderia carregar o aparelho.

Ela sai do seu quarto de fininho, mas antes de descer as escadas escuta a voz de sua madrinha.

-O que está fazendo ai? – a mulher perguntou irritada.

Nesse momento Âmbar abriu os olhos vendo que seu plano havia se fracassado antes mesmo de conseguir tentar.

-E- eu... Bom, eu tô, estou descendo... Não me pediu para me arrumar para sairmos? Estou aqui.

-Já não era sem tempo. Já estamos atrasadas. Vamos, desça logo. – a mulher ordena e Âmbar se apressa em fazer o que a loira mandou.

Ao chegar ao andar de baixo, Sharon voltou a falar.

-REY... – ela chamou o seu assistente logo aparece.

-Sim senhora. – ele falou solicito.

-Estamos prontas. O carro já está preparado?

-Sim, tudo pronto.

-Ótimo. Vamos logo que já estamos atrasados.

Âmbar franziu a testa novamente olhando para Rey, mas ele parecia um tanto relutante, mesmo sendo obvio que irá atender as ordens de sua madrinha. No entanto, a loira precisava saber para onde estão indo.

-Madrinha... A senhora não me disse para onde vamos. – ela falou atraindo um olhar sério da mulher.

-Não importa. Logo irá saber. Vamos. – foi tudo o que Sharon disse caminhando em direção a porta.

Rey se apressa em abrir a porta para que sua patroa passasse. Âmbar hesita em seu lugar olhando para Rey numa espera que ele respondesse, mas o moreno nem ao menos olhou para ela.

-Âmbar ande logo. – Sharon voltou a chama-la por ver que não a seguia.

Com passos temerosos, a loira caminha em direção à porta se sentindo como se iria para um abatedor.

Meia hora depois, o carro luxuoso parou em frente a uma clinica. Âmbar franziu a testa sem entender porque estava ali, era uma daquelas casas que são usadas para montar um consultório, mas que só abria durante a semana. Pela placa está claro de que ali era um lugar que cuidavam de mulheres gravidas... Aparentemente não via nada estranho, porem diante daquela clinica em um dia que ninguém trabalha era bem suspeito.

-Porque me trouxe aqui? – Âmbar pergunta assim que Rey sai do carro e vai em direção à porta do carona para abri-la e ela e sua madrinha saírem.

-Um amigo meu é obstetra e o pedi que desse uma olhada em você e ver como está essa situação com esse... Bastardo. – pela forma como sua madrinha referiu a seu bebê, Âmbar sentiu seus olhos encherem de lagrimas, mas ainda sim não desconfiou da verdadeira razão por está ali.

-A senhora vai me deixar ter o meu bebê? – Âmbar perguntou insegura, mas queria saber se sua teoria de que sua madrinha no fim tirasse o seu bebê após nascer.

Sharon encara a garota com olhar sério.

-Não quero discutir esse detalhe agora. Saia já do carro que meu amigo está nos esperando... Já me fez um grande favor em atendê-la hoje sem levantar suspeitas de sua vergonha,    que não vou deixa-lo esperando mais. Vamos, saia.

Vendo que não havia jeito, Âmbar sai do carro e caminha ao lado de sua tia. Rey ao trancar a porta e acionar o alarme se apressa a tocar a campainha para que alguém abrisse para que entrasse.

Não demora muito para o portão automático ser destrancado e eles entrarem... Ninguém veio recebê-los e isso para Âmbar estava sendo suspeito, embora conhecendo sua madrinha ela com certeza exigiu muito mais do que discrição. No entanto, ao se depararem com a entrada da clínica uma mulher vestida de enfermeira os esperava com uma expressão educada.

Era uma mulher até que bonita aos olhos de Âmbar, e pode perceber que a enfermeira tinha um olhar interessado em direção a Rey, mas não se incomodou porque havia outra preocupação naquele momento, saber por que sua madrinha havia trago ela para aquele lugar.

Dentro de uma sala enorme de recepção, Âmbar percebe que havia mais dois enfermeiros daqueles que parecem mais que trabalham em hospício e não numa clinica obstetrícia, e engole a seco olhando ao redor.

-Bom dia... – Um homem com um sorriso gentil entra na sala aparentando ter uns cinquenta anos de idade mesmo tendo um porte de homem mais jovem.

Sharon direciona um pequeno sorriso para o homem, mas ainda sim não queria se manter numa formalidade.

-Bom dia Mason, está aqui é minha afilhada de que falei.

O homem encara a Âmbar avaliativo, mas mostrando não ter gostando pela frieza de Sharon.

-Uma jovem bonita pelo que vejo... Como vai? – ele perguntou diretamente à loira.

Âmbar não tinha porque ser mal educada então responde.

-Estou bem. Obrigada.

-Bom, vamos ao que interessa. – Sharon chama atenção do médico cortando as formalidades. – Faça o que combinamos e que seja um serviço limpo.

Âmbar franziu a testa sem entender o que sua madrinha queria dizer com aquilo.

-Que serviço está falando? Eu não vim me consultar?

Sharon a encara furiosa e seu olhar parecia cuspir fogo.

-Não seja estupida. Acha que irei permitir que de a luz a um bastado filho de um pé rapado? Está muito enganada.

Âmbar arregala seus olhos em terror, pois perceber que o que sua madrinha pretende é ainda pior do que imaginou.

-Não, não, não... A senhora não pode me obrigar a fazer isso, eu quero ter o meu filho. Se não aceita eu vou embora...

Sharon não diz nada na verdade ela nem escutou o seu protesto, simplesmente fez sinal para que os enfermeiros grandalhões se aproximassem e segurasse os seus braços como se estivessem ali para impedir uma fuga. Âmbar se desespera tentando se soltar.

-MAS O QUE É ISSO? ME LARGUEM SEUS MISERVAEIS... MADRINHA PARE COM ISSO POR FAVOR...

- Cale essa boca Âmbar. – Sharon falou irritada e olha para o médico que tinha um olhar estranho. – Mason a faça calar a boca logo.

Mason faz um sinal para sua enfermeira fosse aplicar um sedativo para que Âmbar dormisse e pudesse fazer todo o procedimento abortivo. Não iria questionar a cena e muito menos por ver que Sharon mentiu dizendo que sua afilhada não queria o bebê, e sim se parecia uma daquelas garotas que a mãe levava até ele a força porque não querem ser avós. Não entende por a Sharon havia mentido para ele, já que nunca iria se opor a fazer o procedimento mesmo que contra a vontade da jovem.

-NÃO, POR FAVOR, PAREM... – Âmbar berrava se contorcendo na tentativa falha de se livrar das mãos dos enfermeiros. Ela olha em direção a Rey que encarava a cena com um olhar penoso e impotente, como se estivesse se sentindo impotente por não poder ajuda-la. Nesse momento Âmbar percebe que ele poderia ser sua única salvação, e quem sabe, convencendo sua madrinha a não fazer aquilo. – REY POR FAVOR... ME AJUDA! NÃO DEIXA QUE FAÇA ISSO COMIGO... EU QUERO O MEU BEBÊ... REY...

Não houve mais tempo dela dizer mais nada, pois o sedativo aplicado em seu braço a fez apagar em um piscar de olhos e seus corpo cair. Se não fosse os enfermeiros ela teria caído ao chão.

Um deles a coloca numa maca deitada.

-Levem na para a sala de cirurgia e Beth, prepare-a. – Com as ordens os enfermeiros saem levando Âmbar desacordada com eles.

Mason se aproxima de Sharon dizendo.

-Porque mentiu para mim?

-Do que está falando?- Sharon parecia não se dar conta do que ele estaria lhe acusando. – Não tem que questionar as minhas decisões. Será muito bem pago para o que vai fazer...

-Eu sei disso... Só não precisa mentir para mim dizendo que sua afilhada queria interromper a gravidez e não que seria você a desejar isso.  Já atendi mães e pais que também obrigaram suas filhas a tirar seus filhos ainda um feto em suas barrigas, e nenhum momento tive qualquer objeção em fazer esses abortos.

-Não importa, já está sabendo e fará do mesmo jeito. Então se apresse logo porque não ficarei o dia todo aqui.

Mason respira fundo não tendo mais o que falar, e já certo do que fazer, somente fala os procedimentos e como são feito.

-Não faço nada com pressa... E além do mais sua afilhada precisa ficar algumas horas em observação após o aborto... Pelos meus cálculos somente quase anoitecendo que irei liberá-la para voltar para casa. Depois é só seguir um tratamento com remédios para evitar uma infecção e em pouco tempo está pronta para outra.

-Não terá outra vez. – Sharon falou fazendo com que Mason a olhasse com surpresa.

Rey que observava tudo numa distancia e se sentindo mal por tudo o que vê sem poder fazer nada, também ficou surpreso pelo que sua patroa acabou de falar sem entender o que ela queria dizer com aquilo e se aproxima um pouco.

-Como assim? Do que está falando?- Mason perguntou confuso.

Friamente, Sharon responde.

-Não quero só que tire o bastardo. Quero que tire o útero de minha afilhada... Aquela tonta do jeito que é irá se deitar com outro pé rapado, e não vou arriscar a minha fortuna tendo que sustenta um pobretão e seu bastardo.

Mason tem seus olhos arregalados, porque ninguém, nenhum cliente que o procurasse para realizar aborto em suas filhas pediu algo tão monstruoso quanto aquilo. Claro que já é um crime interromper a vida de um ser inocente que não pediu para vir ao mundo, mas aquilo era algo ainda pior e por dinheiro nenhum faria.

-Sharon o que já irei fazer não é visto com bons olhos e apesar de que isso me torne alguém sem escrúpulos, mesmo assim eu tenho limites. Não vou mutilar uma garota porque sua agente garantidora não e capaz de instrui-la a se precaver para não voltar a engravidar.

Sharon abriu os olhos não feliz por está sendo contrariada.

-Não me interessa o que pensa, faça o que mandei e lhe pago o dobro.

-Não vou fazer. Somente o aborto ou nada.

Sharon percebe que Mason estaria decidido, mas ela não se daria por vencida. A loira dar um passo ameaçador em direção ao médico e com um olhar fulminante, fala.

-Mason, você não me desafie... Sou uma boa amiga, mas sou melhor como inimiga e você saber disso... Não quer que sua clínica famosa e seu rosto apareçam na primeira pagina policial em destaque. Seria muito ruim para sua carreira memorável que as pessoas descubram que anda enchendo seus bolsos com dinheiro pago para fazer abortos e que sua clinica é um de seus açougues. É isso que você quer? Posso fazer de sua vida um inferno se não fazer o que mandei, e não quero que nossa amizade acabe assim.

Mason não possui um a olhar nada amigável em direção a Sharon, ele sabia muito bem que ela cumpriria sua ameaça se ele não lhe obedecesse, e isso o deixava irritado por ter que ceder às ordens dela, mas ainda que fizesse não faria do jeito que ela quer.

-Está bem. – ele fala por fim se rendendo e nesse momento Rey se manifesta.

-Senhora Sharon, não pode fazer isso... Já vai ser traumatizador para a senhorita Âmbar acordar e saber que não tem seu filho. Imagine saber que nunca poderá voltar a ter filhos. Por favor, reconsidere... Ela é jovem e errou, mas com isso pode ser uma lição para não voltar a cometer o mesmo erro.

Sharon encara seu empegado por está se metendo em algo que não é de sua conta.

-Rey eu já disse que não é para se intrometer em assuntos familiares. O que está relacionado entre eu e minha afilhada não te diz respeito.

-Mas senhora...

-BASTA. – ela falou em um tom alterado deixando claro que não irá mudar de ideia e volta olhar para Mason. – E você Mason. Faça o que mandei e para me dar segurança quero que me apresente provas de que fez o serviço.

-O que? Quer que eu traga o bebê morto e o útero de sua afilhada numa bandeja para que coma no almoço? – o médico não contem sua revolta, e pouco se importa o quanto continua a desafiar Sharon que o dirige um olhar furioso.

-Não seu idiota. Se bem que não seria uma má ideia ver que realmente fez o serviço direito. Mas me contento com algum tipo de exame ou foto... E depois apague ou queime.

Mason não sabia como definir como alguém poderia ser tão monstruosa como Sharon Benson. Ainda sim, Mason não iria fazer exatamente o que ela mandou.

-Sharon eu vou tirar a criança como já é o combinado, mas quanto à retirada do útero de sua afilhada isso está fora de questão. Não vou causar mais dano a essa garota do que já irei lhe causar... Algo dessa proporção pode trazer consequência na saúde dela ou até em seu psicológico como seu próprio empregado mencionou. Por tanto, manterei o útero dela intacto, farei o procedimento normal que toda a mulher que não deseja ter mais filhos faz.

-E o que é? – Sharon perguntou não gostando que ele não queira fazer o que mandou, porem irá sugerir algo melhor ou não.

-Uma laqueadura. Ela irá ter uma vida normal, mas sem filhos como você deseja...

Sharon diminui a sua irritação percebendo que talvez estivesse sendo drástica mesmo em querer que fosse retirado o útero de Âmbar. Conhecia o procedimento de ligadura e sabia que era um método mais saldável para uma mulher não ter filhos.

-Ótimo, que seja. O importante é ela não engravidar novamente.

Aliviado, Mason assente.

-Perfeito. Assim que terminar trago noticias. – ele disse e logo se afasta sem esperar a resposta da mulher.

Rey observa o médico se afastar... E foi o único a fazer sua patroa mudar de ideia por algo mais ameno do que ela teria como solução, mas ainda sim é algo terrível... Se já se sentia impotente por não conseguir fazer com que ela mudasse de ideia, ainda mais agora sabendo que Âmbar está em alguma sala daquele lugar desacordada e a mercê de monstros.

-Ela pode ainda querer ter filhos e uma família senhora. – Rey fala novamente fazendo com que Sharon o encare inconformada por ele ainda querer fazer com que ela desista de sua decisão. – Pode está tirando dela a possibilidade de ter uma família.

-Que adote algum bastardo recém-nascido se querer ter filhos no futuro. Mas que seja depois de fazer um bom casamento.

Rey abre a boca para rebater, mas Sharon o interrompe.

-Rey, cale a boca. Se não quiser ser despedido.

Não querendo isso, ele se cala vendo que já era tarde demais.

 


Notas Finais


Ai gente, esse capítulo me parte o coração... Mas infelizmente essa é a tragédia que teria que acontecer. Nem vou perguntar se gostaram porque quem vai gostar de uma tristeza dessa? Ninguém né? Deixem seus comentários e opiniões. Bjs *--*


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