História Destemida - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Corey Fogelmanis, Dance Moms, Garota conhece o Mundo (Girl Meets World), Sabrina Carpenter
Personagens Corey Fogelmanis, Personagens Originais, Sabrina Carpenter
Tags Chloe Lukasiak, Dance Moms, Maddie Ziegler, Ricky Garcia, Uriah Shelton
Exibições 19
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem do enredo!

Capítulo 1 - White Flag


Fanfic / Fanfiction Destemida - Capítulo 1 - White Flag

"Take take it all away

Save my heart for another day

I'm up late on the telephone

And I'm all alone with the dial tone

Wait wait 'til the sun is up

Drown my dreams in a coffee cup

Palms out, wanna beg for luck

But I'm way too proud, never giving up

 

Oh, something's gotta happen

Something's gotta give and something's got to break

I know, someday it's gonna happen

Someday it's gonna give, can't always be this way

 

And if the riptide comes to get me

And pulls me under, it won't upset me, I'll go down

(Oh, oh, oh, oh, oh, oh)

I'll throw the white flag of surrender

Knock me down, not forever, just for now

(Oh, oh, oh, oh, oh, oh)

 

Levo, levo tudo embora

Salvo meu coração por mais um dia

Eu estou acordada até tarde no telefone

E eu estou sozinha com o chamada de discagem

Espero, espero até o sol nascer

Afogo meus sonhos em um copo de café

Mãos para cima, quero pedir sorte

Mas eu sou muito orgulhosa, nunca desisto

 

Oh, algo vai acontecer

Algo vai ter que ceder e algo vai ter que quebrar

Eu sei, algum dia isso vai acontecer

Algum dia terei que ceder, não pode ser sempre desse jeito

 

E se a correnteza vier me pegar

E me puxar para baixo, não vai me chatear, já vou estar no chão

(Oh, oh, oh, oh, oh, oh)

E eu vou erguer a bandeira branca e me render

Me derrubará, mas não para sempre, apenas agora

(Oh, oh, oh, oh, oh, oh)"

 

 Acordar era uma das coisas que eu realmente gostava de fazer. Nunca consegui entender minhas amigas resmungando porque acordavam ás 07:00 da manhã. Eu ficava chateada comigo mesma por esquecer de pôr o alarme e não acordar-me ás 06:00.

   É incrivelmente satisfatório poder sentir os raios solares invadirem meu quarto e, depois, depositarem-se em minha pele ainda quente pelo cobertor grosso.

   Levanto-me rapidamente. É perda de tempo ficar deitada sendo que já é possível ouvir os pássaros cantarem na janela.

   Completo minha rotina matinal de tomar banho, vestir-me, café-da-manhã, fazer minha maquiagem, pegar minhas coisas, chamar minha mãe e abrir a porta.

   Sair do lado de fora e saber que está de férias é uma sensação que espero que todas as pessoas já tenham sentido. Entretanto, ainda tenho outra obrigação; dançar. Pelo menos isso é uma coisa que faço porque gosto. Bem, eu gostava, atualmente não tinha tanta certeza. Tornou-se algo que me desgasta mais psicologicamente que fisicamente.

   Minha mãe achava que deveríamos procurar outro estúdio de dança, já que minha professora contribuiu para eu ter perdido grande parte da paixão que eu sentia ao dançar, porém, cresci nele e minhas melhores amigas estão lá, então, insisto em continuar.

   Enquanto minha mãe dirigia, fiquei pensando em como agiria hoje. Sempre faço isso. Todos os dias defino a personalidade que pretendo exercer no restante das horas. Ás vezes consigo, ás vezes decepciono-me.

   Peguei meu celular e coloquei uma das minhas músicas preferidas: White Flag.

   Um mês atrás eu a escutava a manhã inteira, por conta disso atrasava-me para escola; agora minha mãe restringiu que só posso escutá-la no carro.

   Quando ela estacionou avistei Maddie, sua mãe, e Mackenzie, sua irmã, já entrando no estúdio. Pensei em gritar e pedir que Maddie me esperasse, mas não foi necessário. Ela me viu, sorriu e esperou que eu descesse do carro.

   Maddie é uma das minhas melhores amigas, também é uma das minhas maiores concorrentes na dança. Muitas vezes nos comparam, entretanto, não gosto disso, pois somos pessoas diferentes. Geralmente fico em segundo lugar nas competições, e ela em primeiro; apesar disso eu amo vê-la dançar, é algo que me deixa feliz.

   Desci do carro e pude sentir novamente a brisa do verão, minha estação preferida.

    – Oi, Maddie! – disse e a abracei.

    – Oi!

   Assim que entramos no estúdio fomos pôr nossas sapatilhas e nos alongar. Nia, Paige e Brooke, minhas colegas, também já estavam lá.

   – Eu nem consegui dormir direito com tanta ansiedade para as nacionais. – disse Maddie. – Quero muito ter um solo!

   Todas nos entreolhamos e Mackenzie debochou:

   – Não consigo entender sua preocupação. Você não conseguir um solo nas nacionais é algo impossível.

   Pensei em pronunciar a frase que mais falo; ‘nada é impossível’, entretanto, só deixaria o momento mais tenso.

   Todas sabemos que Maddie, em todas as nacionais que puder competir, terá um solo; mas, insistimos em acreditar que se Abby, nossa instrutora, possa disponibilizar apenas um solo, seja possível que ela o dê para alguém que não seja ela, sua favorita.

   Kendall finalmente chegou e fomos para a sala, onde, como é terça, o primeiro dia da rotina de dança da semana, teremos a pirâmide.

   A pirâmide é um dos métodos de Abby. Consiste em colar nossas fotos no espelho em uma ordem de quem foi pior a quem saiu-se melhor na competição do fim de semana. É nessa hora que ela divulga quem irá dançar, como serão as coreografias, músicas, figurinos...

   Nossas mães sempre ficam presentes no momento da pirâmide.

   Quando Abby entrou na sala meu coração gelou. Não vou negar, sempre tive medo dela, de suas críticas; mas hoje a questão não é essa. Eu queria que ela me desse um solo, eu precisava que ela me desse um solo.

   Não demorou muito para mim perceber que algo estava diferente. Abby parecia estar radiante, sorrindo, além de no quadro as fotos estarem coladas em uma linha reta, e não em forma de pirâmide.

   Ao olhar para as meninas vi que, assim como eu, elas também começaram a sorrir.

   – Hoje não temos pirâmide – disse Abby. – Todas vocês foram muito bem na competição de domingo, então, somente neste dia, estão todas no mesmo nível.

   Nós aplaudimos nosso próprio sucesso e festejamos.

    – Meninas, vocês devem comemorar quando ganharem as nacionais, não agora – Repreendeu ela.

   Com essas palavras ficamos em êxtase. Era o assunto que queríamos iniciar.

   – Você já sabe quem irá receber solo? – Perguntou Jill, mãe de Kendall.

   – Sim – Abby estava realmente de bom humor, caso contrário já estaria discutindo com Jill por interrompê-la. – Essas nacionais serão bem mais que uma competição. Quem vencer em primeiro, segundo e terceiro lugar na categoria pré-adolescente, irá ganhar, além do troféu, uma viagem de férias em um cruzeiro que fará muitas paradas.

   Não só nós, mas também as mães, ficaram encantadas com a notícia. Se eu já queria um solo, agora o queria muito mais.

   Abby continuou a falar:

   – Tenho três solos; um na categoria adolescente e dois na categoria pré-adolescente. E a dança em grupo.

   Estava cruzando meus dedos. Acredito que se eu tivesse um solo, ao menos conseguiria o terceiro lugar.

   Brooke sorria, visto que ela era a única na equipe que tinha idade para competir na categoria adolescente.

    – Brooke, seu solo é acrobático e se chama Purple Reign – como de costume todos aplaudiram – Maddie, seu solo chama-se You Can Be Anything, lírico.

    Ninguém ficou surpreso. Pude ver minha mãe revirando os olhos.

   – Chloe – quando Abby disse meu nome consegui suspirar normalmente. – Seu solo será de hip hop, o nome é Beautiful.

   Hip hop? Eu não me saio bem em hip hop, nós quase nunca temos aula desse estilo. Tentei pôr um sorriso no rosto ou Abby iria chamar-me de mal-agradecida.

   – A dança em grupo se chama It’s Smells Like Team Spirit. É um número lírico. Mackenzie, você não irá participar dele, ficaria desproporcional.

   Mackenzie assentiu, embora estivesse frustrada.

   – Mães, vocês estão dispensadas – disse Abby. – Meninas, vamos ensaiar para o grupo.


Notas Finais


A história já está finalizada, postarei sempre que tiver tempo.


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