História Destinada - Capítulo 2


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Enzo, Finn Mikaelson, Giuseppe Salvatore, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Matt Donovan, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags The Originals, The Vampire Diaries
Visualizações 83
Palavras 1.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Novo capítulo no ar e gostaria de agradecer pelos comentários no capítulo anterior, é bom saber que existem leitores (as) maravilhosos que nos incentivam a escrever cada vez mais. Aos novos leitores, boas-vindas! Espero que gostem da história!
• Damon está chegando a cidade e como de costume, já vai causar alvoroço logo ao pisar em Harrisville.
• Todos estão preocupados com os desaparecimentos e assassinatos que estão acontecendo no condado, no entanto, ninguém sabe quem pode ser o autor desses crimes e as coisas vão começar a ficar sérias por lá.
• Nas notas finais vocês encontraram o link da playlist no Spotify, caso queiram seguir e ouvir enquanto estão lendo os capítulos.
• Não deixem de me contar o que estão achando, obrigada por acompanharem.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Destinada - Capítulo 2 - Capítulo 2

 

Stefan retornou a fazenda as pressas com seu cavalo. Não imaginava que o irmão chegaria antes do previsto, do contrário, teria ficado na casa grande para recepcioná-lo junto com seu pai.

O sol estava escaldante e enquanto passava pela longa estrada principal que dava acesso a fazenda, ele observava os escravos de sua família, trabalhando em meio aquele calor insuportável. Não concordava com isso, mas infelizmente ainda era a única mão de obra possível ali, por se tratar de produção agrícola, necessitavam de uma grande quantidade de pessoas para lidar naquela região.

Saltou de seu cavalo e subiu rapidamente a escadaria principal da casa grande, ouvindo as vozes abafadas que vinham de dentro da residência.

- Senhor Stefan – a serviçal correu para pegar o chapéu do rapaz -, seu irmão chegou.

- Estou sabendo – ele recuperou o fôlego. – Pegue algo para mim beber, certo?

- Sim Senhor – ela assentiu, correndo para a cozinha.

Ao adentrar a sala principal Stefan se deparou com seu irmão mais velho. Não havia mudado nada, nem pelas surpresas que ainda podia causar.

Apesar da péssima e pouca relação, os irmãos mantinham respeito entre si – ao menos na frente do pai -, uma vez que a comunicação entre eles, ainda que fosse por carta, era essencial devido aos negócios da família.

- Stefan Salvatore – Damon sorriu de canto para o irmão. – O cabelo cresceu um pouco. Suponho que esteja surpreso com a minha presença um tanto quanto – ele franziu o cenho – adiantada.

- Com certeza Damon – ele sorriu, esticando a mão para o irmão -, não sei como não previ que faria algo do tipo.

- Sou imprevisível meu irmão – ele olhou para o pai -, até papai não pode constatar que eu chegaria a essa – ele pigarreou – pequena cidade no fim do mundo, mais cedo.

- Na verdade, eu pensei que não viria – Giuseppe tomou um gole de sua bebida, arqueando as costas para frente. – Achei que negaria meu convite de visitar Harrisville.

- Eu soube que os negócios daqui estavam um pouco fracos devido a alguns – ele olhou para Stefan – crimes.

- Não descobrimos quem foi ainda – Stefan se aproximou -, mas precisamos descobrir rapidamente antes que as coisas comessem a piorar.

- Algum visitante inesperado, além de mim? – Damon sentou-se na poltrona.

- Nenhum vampiro cruza nossas terras há anos – Stefan olhou para o pai que assentia. – Não faço idéia de quem possa ser.

- Bom, isso é estranho – Damon cruzou os dedos na altura do queixo. – E não é nada bom.

- Para nós é horrível – Giuseppe olhou para fora da janela, vendo a produção a todo vapor enquanto os escravos corriam de um lado para o outro, carregando sacos e mais sacos de todos os tipos de produtos que eles produziam na fazenda Salvatore. – Temos tentando produzir o máximo, no entanto, os investimentos e os visitantes caíram demais desde os assassinatos.

- As pessoas têm medo de visitar o condado – Stefan acrescentou. – Tem sido difícil até para nós, pois não sentimos nenhuma presença estranha nas imediações. Absolutamente nada.

- Stefan tem sondado a região durante a madrugada, mas não encontrou nada – Giuseppe concluiu.

- Parece que a coisa está feia aqui mesmo – Damon fechou a cara. – Tem algum amiguinho por aqui, em algum lugar e isso vai causar uma dor de cabeça enorme a vocês.

- Temos que resolver isso logo – Giuseppe – olhou para os filhos. – Mas agora vocês dois podem tentar descobrir isso juntos.

Os irmãos trocaram um olhar de reprovação, mas não pensaram em discordar do pai em nenhum momento.

- Podemos começar amanhã – Stefan assentiu. – Se Damon quiser.

- Vai ser interessante – ele fez um sinal com os ombros. – Pode ser que eu me agrade em fazer algo nesse fim de mundo.

- Stefan, pensei em convidarmos a família Gilbert para um jantar amanhã aqui em nossa casa – Giuseppe virou-se para o filho. – Apresentá-los a Damon, o que acha?

- Bom, não vejo nenhum problema – Stefan olhou rapidamente para Damon, que parecia curioso com o assunto. – Podemos convidá-los.

- Ótimo, vou mandar um correspondente até a fazenda deles amanhã logo cedo – Giuseppe sorriu. – Aposto que aceitaram.

- Quem são esses? – Damon inclinou-se para frente.

- A família da futura esposa de Stefan – Giuseppe encheu o peito para pronunciar a frase.

- Espera aí – Damon saltou do sofá, caminhando em círculos em volta do irmão. – Como foi que não me escreveu sobre isso irmãozinho?

- Deixei para contar pessoalmente – mentiu Stefan.

- Então você está de casamento marcado? – ele parou em frente aos dois, sorridente.

- Na verdade não, nem assumi o compromisso ainda – ele revirou os olhos. – Vou formalizar isso em breve.

- Interessante – Damon assentia -, muito interessante.

- Bom, amanhã falamos disso – Stefan levantou-se, interrompendo o assunto. – Tenho que tratar de alguns negócios.

- Damon, um aviso – Giuseppe levantou-se, olhando fixamente para o filho. – Somente deve se alimentar de animais, foi o estabelecido como acordo quando lhe escrevi para visitar o condado – ele ajeitou a roupa. – Aqui é muito pequeno e já chega de assassinatos de inocentes, sei como você é, mas terá de se alimentar somente de animais de pequeno porte, sem chamar atenção.

- Ok papai – ele ergueu as mãos em sinal de rendição. – Somente animais – Damon sorriu para Stefan.

 

FAZENDA GILBERT

MANHÃ DO DIA 29 DE MARÇO DE 1864

 

Elena levantou-se com os berros de seu pai no andar de baixo. Assustada, correu com as vestes de dormir pela escadaria até a sala, onde seu pai e sua mãe a esperavam.

- Papai – ela disse ofegante -, minha nossa, o que houve?

- Recebi um convite para jantarmos na casa dos Salvatore essa noite – Grayson olhou para esposa, demonstrando total felicidade.

Elena soltou todo o ar dos pulmões apoiando seu corpo no corrimão da escada.

- Que ótimo pai, será um prazer visitar a fazenda Salvatore – ela tentou ser simpática, observando o olhar indagador de sua mãe.

- Teremos que sair antes do entardecer com a carruagem – Grayson deu de ombros pegando seu casaco. – Do contrário demoraremos demais para chegar e está perigoso vagar por ai à noite. Então estejam prontas cedo.

- Certo, deixaremos tudo pronto querido – Miranda selou os lábios do marido que saiu porta a fora.

Elena deu de costas rapidamente, tentando se desvencilhar de qualquer tipo de conversa que a mãe poderia iniciar, no entanto, Miranda foi mais rápida que a filha.

- Não pense em inventar indisposição ou doença para não ir a esse jantar Elena – Miranda apontou o dedo indicador para a filha. – Você vai nem que seja para fingir que gostou do convite dos Salvatore.

- Eu não vou inventar doença alguma minha mãe – a jovem virou-se para Miranda. – Estou vendo que terei de me acostumar com a idéia desse relacionamento que papai engajou para mim.

- Com certeza – Miranda se aproximou ao pé da escada -, não sei por que não gosta do Stefan, um rapaz tão excelente e de boa família, não pode ser um martírio para sua vida inteira minha filha.

- Gosto dele mãe – ela suspirou, lembrando-se de todas as vezes que Stefan a convenceu de que era um excelente partido -, a questão é que não gosto o suficiente para casar-me com ele.

- O tempo vai te convencer de que está errada quanto a isso – Miranda serrou os olhos, como se pedisse algo aos céus em relação aquilo.

- Vou vestir-me – Elena subiu rapidamente as escadas.

Ao entardecer do dia, os Gilbert já estavam perto das imediações da fazenda Salvatore pela estrada principal. Estava escurecendo rápido demais e Grayson apurou os cavalos para que chegassem a estrada principal da fazenda com mais agilidade.

Próximo das seis e meia, os Gilbert subiram as escadas da grande casa, sendo recepcionados por Giuseppe, que estava aguardando a família ansioso.

- Meu caro Grayson – ele esticou a mão cumprimentando o parceiro. – Estou lisonjeado por aceitarem nosso convite.

- Sempre é um prazer revê-lo – Grayson sorriu.

- Senhora Miranda – Giuseppe fez uma reverência para a mulher -, estonteante como sempre.

- Grata Grayson – ela sorriu.

- E quem vemos aqui – Giuseppe se aproximou de Elena, que sorria de forma simpática - e pela primeira vez não forçada - para o homem. – Querida Elena, cada dia que passa está mais bela e doce – ele pegou a mão da jovem para beijar.

- Grata, Senhor Grayson – ela assentiu. – É uma bela fazenda – ela olhou em volta.

- Obrigado, faço o que posso para manter tudo em dia por aqui – ele fez um sinal para que entrassem. – Vamos, meus filhos estão nos aguardando.

Ao adentrar a sala Stefan estava parado bem em frente ao hall, observando a jovem com as mãos para trás, o semblante estava empolgado, porém Elena parecia tímida, logo atrás dos pais.

No entanto, os olhos da jovem correram rapidamente para o outro irmão, parado logo atrás de Stefan. Fuzilando a jovem com os olhos claros, quase tão surpreso quanto ela.

Então esse era o irmão insuportavelmente descrito por Stefan? Eles eram um pouco diferentes e só no olhar a jovem podia perceber.

- Olá Elena – Stefan pegou a mão da jovem para beijar. – É um prazer te ver.

- O prazer é todo meu – ela fez uma reverência educada.

- Permitam-me apresentar meu filho Damon – Giuseppe fez um sinal para que o filho se apresenta-se.

- Boa noite Senhor Grayson, Senhora Miranda – ele cumprimentou cada um por vez, até que chegou em frente a Elena, onde fez uma longa pausa, observando a jovem. Estava surpreso com a beleza da futura esposa do irmão. Nunca havia visto uma jovem tão linda em toda a sua vida. Tinha que admitir.  – Boa noite Senhorita Elena – ele abriu um sorriso de canto, pegando a mão da jovem. – É um prazer conhecê-la.

- Olá Damon – ela sentiu-se perdida em meio ao olhar do rapaz, quase sem respirar. – É um prazer conhecer você.


Notas Finais


• Será que Damon e Stefan descobriram que anda cometendo esses crimes?
• E quanto a Elena e Damon? Como vai ser esse encontro?
• Link da playlist no Spotify:
https://open.spotify.com/user/224auwz3u3cgikemhuuwemyoq/playlist/1AQcKkr4DTvKwisOfMbISm


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