História Destinados. - Capítulo 37


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Malec, Romance, Sizzy
Visualizações 1.496
Palavras 2.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Super, mega atrasada aqui, me desculpem...
Obrigado por todos os favoritos, a fic passou de 300 :)
Amanhã tem novo capítulo de novo, já está pronto, mas vou dar um tempinho para vocês comentarem :)

Capítulo 37 - Capítulo 36


**

“Não se consegue mentir para quem conhece seu coração”.

 

--xx—

Valentine: EU TAMBÉM QUERO QUE PERGUNTEM PARA MIM!

Autora: Ninguém vai querer perguntar para você, os leitores te odeiam, vão querer é te matar...

Valentine: To nem aí, Autora, quero também perguntas para mim, senão vou fazer algo contra os guarda-costas...

Autora: Praga...

Perguntem para o demônio ops Valentine...

 

--xx—

 

- Um dia inteirinho sem eles saírem de casa – murmurou Izzy comendo uma maça na cozinha – Isso está muito estranho, principalmente o fato de que estamos por aqui e nenhum deles veio conversar ou nos procurar...

- Eu também acho que está estranho – comentou Jace também concordando com as teorias de sua amiga.

Eles sabiam que alguma coisa estava muito errada e parecia que os protegidos estavam evitando-os propósito.

- Agora eu devo concordar que está estranho – disse Alec vindo de fora, segurando o celular.

Era muito difícil para ele concordar que Magnus deveria estar ocupado e não lhe respondia nenhuma vez, não com a intensidade que eles tinham vivido aquele romance.

Ou como Magnus o fez acreditar no que eles estavam vivendo, ele o conhecia suficientemente para saber que alguma coisa não estava realmente certa naquela mansão.

E os outros guarda-costas concordavam porque também conheciam o jeito de seus protegidos.

- Vamos fazer o que combinamos – disse Jace levantando-se – Vamos conversar com o protegido que estivermos, quero respostas e estou cansado de esperar...

- Não devemos ficar andando pela mansão – respondeu Alec mesmo também querendo ir atrás de Magnus – Não podemos dar motivos

- Isso é uma merda... Já estou cansado dessas regras – disse Jace sentindo-se derrotado – Eu não estou louco, eu vi que Clary não estava bem...

- Ela pode estar doente – Izzy tentou tranquilizar o amigo.

- E você vai descobrir o que ela tem... – continuou Jace ainda nervoso.

- Tome – disse Alec pegando na maleta de seus acessórios, um ponto de escuta para eles falarem entre si quando estiverem distantes.

- Vamos precisar realmente disso? – perguntou Izzy, porque realmente só usavam quando estavam em perigo.

- Não sei, mas tenho uma forte intuição de algo muito ruim – respondeu Alec, analisando novamente o celular – E temos que ficar de olhos bem abertos agora.

 

No dia seguinte.

 

Clary estava desanimada, e mal conseguia se levantar da cama. Ela realmente estava achando que só o cansaço e o emocional abalado não a deixariam daquele jeito.

Ela só tinha uma ideia em sua mente, e ela estava apavorada que fosse verdade. Não que ela não desejasse isso, mas porque a situação estava tão maluca que se estivesse grávida, entraria em pânico.

Não tinha um relacionamento instável com Jace e também tinha a chantagem de Valentine, seu pai maldoso.

E tinha que levar seu relacionamento fantasioso com Sebastian, era demais para ela.

Mesmo assim, levantou naquela manhã disposta a saber se realmente estava grávida. Sabia que seu ciclo menstrual estava atrasado, mas já estava acostumado com isso, o que pesava em sua mente era saber que quando fez amor com Jace não tinha usado preservativo.

Talvez isso tivesse sido um grave erro.

Valentine foi bem claro, no dia anterior, que não a queria amolecida pela mansão e nem disposta a colocar seu plano em ruínas.

Ela decidiu então, comprar um teste de gravidez na farmácia, iria pedir por telefone, mas alguém na mansão poderia ver o que era.

Pensou em pedir para seu tio ir com ela, mas era como se pedisse para Jace ir junto e não poderia fazer isso.

O que mais a preocupava era saber que Isabelle iria junto, agora que ela era sua guarda-costas.

Izzy já estava esperando Clary na frente do seu carro, foi chamada mais cedo para sair com ela.

Estava animada para finalmente conversar com a futura cunhada e saber o que tinha acontecido com eles para ficarem os evitando.

- Ela está vindo... Então pare de gritar na minha orelha – disse baixinho para Jace – Senão eu tiro...

- Não é para perguntar só do Simon, Izzy – esbraveja Jace e quase deixou Izzy surda.

- Mas que merda... – ela tirou um pouco o ponto da orelha e recolocou quando viu Clary chegando ao carro.

- Oi – disse secamente – Eu dirijo...

Izzy arqueou as sobrancelhas, mas não disse nada, seu melhor amigo já tinha falado sobre o gênio forte da ruiva, mas ela já tinha lidado com muitas protegidas que era piores e não tinha medo de nada.

- Aonde vamos? – perguntou depois que entrou no carro, para começar um diálogo.

- Eu vou à farmácia... – disse Clary engolindo em seco – Comprar um remédio para minha mãe – mentiu.

Izzy olhou para ele, que definitivamente estava nervosa, ombros caídos, mãos trêmulas ao ligar o carro, a guarda-costas era treinada para reconhecer quem estava mentindo.

Achou que Clarissa poderia estar doente ou alguma coisa, não a deixaria mais nervosa.

Quando o carro foi ligado, ela continuou em silêncio pelo caminho até finalmente estarem longe da mansão e ela enfim poder conversar com ela.

 

- Você fez o que? – disse Sebastian para Valentine ao telefone.

- Eu tenho que cuidar muito bem da minha chantagem, antes que isso saia das minhas mãos – disse Valentine convicto - Coloquei um rastreador no carro de cada um deles e alguém bem esperto os seguindo assim que saírem de casa.

- Mas se eles contaram em algum momento – perguntou Sebastian.

- Não vão fazer, eles estão com medo e o medo é a solução para nossos problemas... – disse Valentine feliz – E se derem um passo em falso, eu tenho um plano B.

 

- Então?  - perguntou Izzy quando estavam já longe da mansão – O que está acontecendo com vocês?

Clary não tirou os olhos da rua enquanto dirigia, ela sabia que eles iriam perceber alguma coisa.  Era a hora de mentir e ela não tinha ideia se conseguiria.

- Nada, não está acontecendo nada – respondeu sorrindo seco.

- E porque vocês não responderam nossas mensagens? E essa troca de guarda-costas? Sei que sou linda, mas não sou loira e tenho músculos, com certeza você preferiria alguém desse tipo te protegendo – brincou Izzy para amenizar a conversa.

- Não sei o que você está insinuando – comentou Clary virando a esquina e tentando encerrar a assunto.

Izzy a analisou novamente.

- Vimos o anuncio que saiu sobre você e seu casamento, isso é verdade? – perguntou Izzy cansada de ser incisiva.

Clary sabia que esse momento chegaria, era óbvio que queria dizer toda a verdade, estava longe de casa, poderia realmente falar. Mas antes de dizer qualquer coisa, recebeu uma mensagem em seu celular.

Ela olhou rapidamente mesmo dirigindo.

- Ei preste atenção, não mecha em celulares enquanto, dirige – Izzy brincou, mas ficou um pouco atônita quando viu o olhar assombroso que Clary deu quando viu algo em seu celular.

Ela recolocou o celular novamente e suspirou, tentando disfarçar.

- Era minha mãe, é melhor eu correr com o remédio – mentiu novamente.

- Vai responder minhas perguntas? – comentou Izzy.

- Tudo que você leu e viu é a pura realidade e verdade – disse Clary tentando parecer sincera.

Izzy olhou para ela, sabendo que estava mentindo.

 

Simon estava tentando parecer confiante, mas estava a ponto de dar um jeito de dizer a Izzy o que estava acontecendo.

Mesmo sabendo que tudo poderia acabar dando errado.

E agora tinha que aguentar o irmão de sua Isabelle como seu guarda-costas, não que ele não gostasse de Alec. Mas preferiria ficar com Izzy. E não sabia o que dizer quando o guarda-costas lhe fizesse perguntas que com certeza faria.

Ou sobre Magnus ou sobre ele.

Ele ficou andando de um lado para o outro, perto do carro, esperando que Alec aparecesse. Tinha que ir a faculdade, já tinha faltado quase uma semana. Valentine tinha sido bem claro, quando disse que ele deveria arranjar uma namorada por lá e também não abrir a boca de jeito nenhum.

- Pense Simon – ele disse para si mesmo – Você é inteligente demais para ser manipulado dessa forma.

Alec veio andando devagar até ali, não queria de jeito nenhum sair da mansão, já que Jace ficaria por Magnus, e o mesmo tinha desaparecido.

Ele não o tinha visto ainda, desde que chegou.

Ele viu Simon, andando de um lado para o outro, parecendo perturbado.

- Ei – ele o cumprimentou.

- Ah! – exasperou Simon assustado – Ah é você, cara... Tudo bem... Vamos...

Alec ficou olhando para o garoto a sua frente, sabendo que era o homem que sua irmã amava, e queria realmente o conhecer melhor, porque estava entregando sua irmã para ele.

Mas a única coisa que perambulava em sua mente era Magnus e porque ele estava desaparecido pela mansão.

- Magnus, está bem? – ele perguntou assim que entrou no carro.

- Ah sim, está ótimo, está muito bem... – disse Simon, já ficando nervoso.

Alec olhou para ele e franziu o cenho, Simon era um rapaz estranho, pensou, antes de se acomodar no carro.

- Você vai demorar? – perguntou.

- Vou sim, mas você pode passear, enquanto estou estudando – disse Simon dando partida no carro.

- Ok! Agora pode me dizer o motivo de não responder minha irmã – disse Alec sem rodeios.

Simon saiu com o carro, pensando em como aquele guarda-costas era sério e direto.

- Ah! Eu não tive tempo – respondeu sem olhar.

- Olha, sem essa... Tem tempo suficiente para mandar uma mensagem e quero saber por que todos vocês não mandaram – perguntou novamente Alec.

Já estavam saindo da mansão, agora era hora de colocar as cartas na mesa e falar.

Simon queria realmente pedir ajuda, mas tinha medo que ele falasse algo e seu pai inescrupuloso descobrisse e ele fosse o culpado por alguma maldade que poderia fazer contra eles.

Alec viu que ele estava pensativo se tinha alguma desconfiança sobre que alguma coisa tinha mudado enquanto esteve fora, agora estava realmente convencido disso.

Quando ia fazer a pergunta novamente, viu um carro o seguindo, bem de longe, mas era a mesma cor que tinha visto desde a mansão. Poderia estar seguindo o fluxo dos carros atrás de si, mas ele estava convencido que tinha alguém os seguindo.

- Olha, acho que tem alguém nos seguindo – alertou para Simon, que estava dirigindo.

Simon olhou para o retrovisor e engoliu em seco, é claro que o pai estava falando sério e ele quase colocou tudo a perder.

- Eu acho que não, hein – disse, tentando soar relaxado.

Alec olhou para ele, incrédulo. Sabia que tinha anos de experiências contra isso, não era ele que diria que estava errado.

- Não sei o que está acontecendo, mas se não falar, não vou poder ajuda-lo – disse por fim, olhando para Simon.

- Eu não tenho nada, cara – respondeu cético – Só acho que o que rolou entre eu e sua irmã foi bom, mas chegou ao fim...

Doía mentir daquele jeito, mas não tinha escolha.

Alec ficou de boca aberta e olhos arregalados para ele.

- Como é? – ele disse nervoso.

 

- Eu posso saber que diabo está acontecendo com você – perguntou Ragnor pela décima vez na ligação.

- Ragnor, meu amigo, eu estou ocupado – mentiu Magnus dentro do quarto.

- Você pode mentir para todo mundo, menos para mim, te conheço há muitos anos, Magnus Bane – rebateu Ragnor.

- Não sei o que Santiago falou para você, mas eu estou ótimo... E estou ocupado demais vou desligar – disse Magnus tentando soar o mais feliz possível.

- O que está fazendo que não pode falar com seu melhor amigo? – perguntou Ragnor.

- Lavando os cabelos – mentiu Magnus.

- Raphael me contou que Valentine está de volta na mansão e eu posso saber o porquê disso? – gritou Ragnor do outro lado da ligação.

Magnus sabia que a ligação da casa estava grampeada, mas tinha certeza que seu celular não. Ou quase, não tinha se desgrudado dele.

Seria possível contar para Ragnor? Ele pensava, sabendo que o amigo sabia quem Valentine era. Naquela época ele tinha contado tudo.

- Ele e minha irmã se apaixonaram de novo – ele disse sem expressão.

Odiava mentir.

- É mais fácil Jocelyn vim para o lado do mundo LGBT do que se apaixonar novamente por Valentine – disse Ragnor convencido.

- É os problemas do coração, meu caro... Não posso fazer nada contra isso – tentou se explicar Magnus.

- Por que não foi falar com Alec – perguntou Ragnor sabendo que o amigo estava dando voltas na conversa.

- Porque não vi motivos para fazer isso – disse Magnus sentindo o coração parar por um segundo.

- Mentiroso... – acusou Ragnor – Ele me mandou mensagem, Magnus, aquele garoto está preocupado e quer ver você...

Magnus sentiu seu coração ser esmagado novamente, Alec era com certeza, o amor de sua vida, principalmente agora que ele estava enfim entregando seu coração, Valentine tinha o puxado para longe.

Quando ia falar algo para seu melhor amigo, Valentine entrou em seu quarto.

- Membantu saya, dalam bahaya... – disse Magnus antes de desligar o celular – Olha aqui, meu quarto, bata antes de entrar...

- Com quem estava no celular? – perguntou Valentine.

- Com o IBAMA – respondeu sério – Disse que tem um animal pegajoso na minha casa, talvez ele resolvam...

- Sem gracinhas, Bane, eu estou te olho em você – respondeu Valentine cuspindo ódio.

- Olha Valete, eu não curto você, então tire seus olhos de mim, ok... – disse Magnus despreocupado.

- Eu quero que assuma de uma vez seu romance com Camille – disse com ar vitorioso.

Magnus olhou para ele rindo

- Ah sim, estamos muito apaixonados, estamos escondendo do mundo nosso amor perfeito - disse fazendo uma careta.

- Estou falando sério - exasperou Valentine.

- Por que isso? Já não tem tudo o que quer, estamos seguindo essa sua chantagem...

- Eu quero que você faça isso, ou vai ter problemas – respondeu Valentine antes de sair do quarto.

- Idiota! – disse Magnus sério.

Uma mensagem chegou a seu celular de Ragnor e ele sabia que o amigo tinha entendido. Esperava que o mesmo não fizesse nada que o prejudicasse.

 

 


Notas Finais


a frase do Magnus, para quem não entendeu é um pedido de socorro em Indonésio. Google tradutor baby, não sei se está muito certo kkkk
Comentem :)


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