História Destinados. - Capítulo 38


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Malec, Romance, Sizzy
Exibições 949
Palavras 2.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - Capítulo 37


**

“Quando as coisas ficarem loucas, não me afaste.”.

 

--xx—

Jace: Passamos a vida inteira sendo treinados para sermos os melhores guarda-costas e chega uma pessoa e acha que pode nos enganar. Rá Rá Rá

Alec: Adorei essa frase aí em cima, acho que já escutei em algum lugar...

Izzy: Vou dar um chute em quem está tentando me separar do meu Simon...

--xx—

 

Jace estava rodando a mansão, mesmo que as ordens eram restritas para que eles não o fizessem. Porém o guarda-costas loiro nunca foi de seguir as regras e agora estava realmente querendo seguir sua intuição.

Magnus ainda não tinha aparecido e ele estava livre por enquanto para fazer sua própria ronda. Ficou um pouco espantado pelos diversos seguranças trocados que ele pode contar mentalmente.

- Estou na frente da faculdade do Simon, você acredita que ele disse que não quer mais a Izzy – Jace escutou o amigo falando com ele pelo ponto do interfone preso na orelha.

- Não acredito... – respondeu Jace indignado olhando para os lados.

- Mas eu acho que é mentira - respondeu Alec convencido que Simon não estava sendo sincero – E como se ele estivesse programado para responder isso...

- O que acha que está acontecendo, Alec? – perguntou Jace apreensivo – Há alguma coisa que estamos deixando escapar, porque eu não acredito que todos eles estejam nos dando um fora ao mesmo tempo...

- Eu ainda não sei, mas vamos ficar de olho – respondeu Alec – E o Magnus?

- Ainda não vi seu protegido, até parece que está se escondendo – respondeu Jace indo até o carro dele.

- Por favor, dê um jeito de falar com ele – insistiu Alec.

Antes que Jace pudesse responder ele viu movimentos suspeitos pela mansão. Ele se escondeu atrás de uma árvore quando viu a mãe de Clary e Valentine supostamente o pai em uma discussão.

Onde ele estava não conseguia escutar o que eles diziam, mas ele conseguia enxergar os movimentos ofensivos que o homem lançava para cima dela.

- Porra! – sibilou baixinho.

Ele viu quando ela foi puxada para dentro e ficou ali parada ainda tentando entender a situação. Viu algumas câmeras pela mansão onde ele não poderia seguir, voltou para passar onde os carros ficavam estacionados.

Alguma coisa estava errada naquela mansão e agora Jace já tinha suas suspeitas.

Quando ele passou andando apressadamente, pelos três carros estacionados, um de Magnus e os outros deveria ser de Jocelyn ou do próprio Valentine, ele viu um ponto iluminando o chão bem claro que apenas olhos experientes poderiam enxergar, embaixo do carro do seu protegido.

- Mas que merda – ele disse em voz alta, pensando que poderia ser uma bomba – Alec?

- Você me deixou falando sozinho - respondeu Alec depois de uns minutos.

- Tem algo errado no carro do Magnus – respondeu rapidamente.

- O que é? – perguntou Alec nervoso.

- Espere eu vou ver, desligando...

- Espere...

Jace se desconectou de seu amigo, e vou até a câmera de segurança, sabia que alguém poderia estar o vigiando. Ele rapidamente desligou a câmera, tinha que ser rápido antes que alguém viesse ver o que tinha acontecido.

Correu até o carro e foi para debaixo dele, rapidamente viu o que estava lá embaixo.

- Alec? – se conectou com o amigo novamente – Rastreadores...

 

Alec estava na frente da faculdade de Simon, quando Jace disse que no carro de Magnus tinha um rastreador.

E quem poderia colocar isso se eles que protegiam não foram. Rapidamente tirou o paletó e olhou para os lados, havia tantos carros e pessoas se locomovendo que talvez alguém que os tivessem seguindo pudesse ver o que ele estava fazendo.

Derrubou as chaves no chão, disfarçadamente e olhou rapidamente debaixo do carro de Simon.

- Aqui também – sussurrou.

- Avise Isabelle - Jace o respondeu.

 

Izzy estava esperando que Clary voltasse da farmácia, parada no carro, já que a mesma não tinha a deixado entrar junto.

Ficou ali tamborilando os dedos em nervosismo, porque nada do que ela pensava estava fazendo sentido em sua cabeça. E já estava pensando em perguntar sobre o irmão da sua atual protegida.

Sentia saudades de Simon e estava já ficando estressada com todos esses acontecimentos sem sentidos que estavam a separando dele.

- Izzy? – chamou o irmão nervoso.

- Fale – sibilou Izzy sem humor.

- Onde vocês estão? - disse Alec apressadamente - Temos um código vermelho...

- Como assim? – disse Izzy ficando atenta – Não vi ninguém me seguindo...

- Mesmo assim, achamos no carro de Magnus e do Simon...

- Droga...  Chamo você depois – disse Izzy saindo apressadamente do carro.

- Ok...

Quando Izzy desceu do carro, Clary estava chegando com as sacolas, já tinha comprado os testes e dificilmente conseguia disfarçar o nervosismo.

- Aconteceu alguma coisa? – perguntou assustada, sabendo que o pai tinha lhe enviado uma mensagem a chantageando no celular alguns minutos atrás.

- Nenhum... – respondeu Izzy – Pode entrar, eu já vou...

Izzy analisou a sacola de Clary enquanto ela entrava, mas não dava para enxergar o que tinha dentro. Rapidamente olhou para os lados e se agachou fingindo que estava arrumando sua bota, quando viu uma iluminação debaixo do carro.

- Ah! Aqui também – disse mordendo os lábios.

- Sai ruivinha – ela disse tirando Clary do volante – Eu dirijo.

- O que? – perguntou Clary sem ar.

- Sim, você sai que eu vou dirigir de volta – respondeu Izzy com autoridade.

 

“Mande mensagem Ragnor”

Escreveu Magnus para seu amigo, não querendo falar com ele enquanto aquelas paredes de sua mansão estavam cheias de pessoas que poderiam ver o que ele estava fazendo.

Valentine não estava no andar de cima, Magnus não suportava mais a situação de ficar dentro da casa, mas tinha que ficar ali pelo motivo de querer saber dos passos daquele homem antes que a situação ficasse pior que estava.

“O que ele fez?” perguntou Ragnor na mensagem.

“Chantagem, apague todas as mensagens que eu lhe enviar” respondeu Magnus rapidamente “E, por favor, não conte para ninguém”.

“Que tipo de chantagem?” respondeu Ragnor impacientemente.

Magnus maneou a cabeça de um lado para o outro, sabia que era perigoso falar com seu amigo, sobre isso. Ele só pensava em proteger Alec e sua equipe, tinha medo das consequências que Valentine poderia fazer.

Mas também não poderia aceitar ficar com Camille para agradar eles.

“Sobre os guarda-costas, não consigo escrever todos os motivos, mas esse é o principal” respondeu rapidamente antes de guardar o celular no bolso.

Tinha que sair da mansão, já estava enfadado de ficar ali, ele tinha que pensar em uma maneira de conseguir as provas de volta, mas não sabia como.

“Por que não conta para os guarda-costas? Pense Mag, você é esperto” escreveu Ragnor.

Magnus leu e releu a mensagem, mas ainda tinha medo de falar alguma coisa para os guarda-costas e eles se machucarem.

“Ele pode se machucar” respondeu para seu amigo.

“Eles são treinados para isso” respondeu Ragnor rapidamente.

Magnus digitava minimamente tudo que tinha acontecido com ele para que o amigo entendesse sua situação, ele disse até sobre Camille.

“Conte para eles e mantenha segredo, Bane não me faça ir até aí e bater em você, não seja burro” respondeu Ragnor sincero.

Magnus olhou para a mensagem e pensou talvez seu amigo tivesse razão. Estava tão perturbado com as ameaças de Valentine que não estava conseguindo pensar direito.

 

- Onde você está indo? – perguntou Clary enquanto Izzy dirigia rapidamente entre as ruas, olhando sempre para trás.

- Você vai entregar alguma coisa para seu irmão na faculdade, essa será sua desculpa – disse Izzy para Clary.

Clary arregalou os olhos em choque.

- Porque iremos à faculdade de Simon? – ela perguntou para a morena.

- Porque quero falar com ele – respondeu Izzy impacientemente.

- Olha eu quero ir para a mansão, tenho que entregar os remédios de minha mãe – disse Clary tentando convence-la.

- Não sei o que está verdadeiramente acontecendo, mas se vocês não dizem não podemos ajudar, então vou arrancar as respostas de Simon, já vi que com você não vai funcionar – respondeu Izzy despreocupada.

- Não tem o que ser falado – respondeu Clary nervosa.

- Olha em seu carro há um rastreador, isso é motivo o bastante para supor que vocês estão em perigo, vou até Alec para ele retirar - disse Izzy olhando para ela que já estava ficando branca – Não passe mal...

- Pare o carro... – pediu Clary sentindo-se enjoada.

- Mas? O que? – disse Izzy achando que assustou realmente a ruiva pelo seu comportamento – Estamos chegando...

Izzy deu a ré rapidamente, enquanto chegou à faculdade, seu irmão estava mais para frente. Clary desceu do carro, respirando profundamente e pensando o que estava acontecendo com sua guarda-costas.

- Alguém a seguiu? – perguntou Alec.

- Não... Tem que tirar isso do carro – respondeu Izzy olhando para os lados – Cadê o Simon?

- Está lá dentro... Jace já fez o rastreador ficar um pouco louco, não podemos retirar sem saber o que está acontecendo, senão a pessoa saberá que tiramos – respondeu Alec analisando os lados – Você a assustou? – perguntou olhando para Clary – Jace não vai gostar disso...

- Tudo bem estou cansada de ser boazinha – disse Izzy perdendo a paciência.

- Jace me disse o que ele supõe que esteja acontecendo e eu devo concordar com ele que pode ser uma teoria boa – conversou Alec baixinho para a irmã.

- E o que seria? – perguntou Izzy.

- Olha vocês dois eu preciso ir para a mansão – disse Clary ficando nervosa.

- Já estamos indo – respondeu Izzy – É?

- Tem algo relacionado com a chegada de Valentine na mansão – ele respondeu – Se os protegidos não falarem a verdade não podemos ajuda-los...

- Droga! Acha que eles estão em perigo? – perguntou Izzy

- Provavelmente – respondeu Alec indo até o carro – Olhe para o lado, Izzy, qualquer carro suspeito ou pessoas olhando fixamente para cá, você vai atrás.

Depois que alertou a irmã, ele se agachou no carro de Clary e colocou o chip do lado do rastreador, a luz vermelha, ficou um pouco mais forte aquele sinal iria ajudar a confundir o rastreador e quem tivesse usando nos carros.

- Pronto – disse se levantando.

- Chame o Simon – disse Izzy para Clary – Diga a ele que você está doente, invente alguma coisa.

- Olha Senhorita, você não manda em mim – respondeu Clary cansada.

- Por favor – pediu educadamente Alec – Só queremos ajudar...

Clary não sabia o que estava acontecendo, mas tinha medo que Valentine soubesse onde ela estava, mas também não poderia dizer o motivo de querer ir para a mansão.

Pegou o celular e escreveu uma mensagem para o irmão, dizendo que estava no estacionamento do Campus o esperando. Recebeu rapidamente um de volta, perguntando o que ela estava fazendo ali e se Isabelle estava com ela.

Simon vinha vindo com passos apressados para fora da faculdade se despedindo dos amigos, mal tinha entrado e sua irmã estava esperando lá fora, ele pensou que alguma coisa estava acontecendo.

Olhou para a irmã a cumprimentando quando chegou e depois olhou para os guarda-costas irmãos a frente.

- Ok vem... – disse Izzy enquanto Simon tentava manter seu olhar para tudo menos para ela – Que merda está acontecendo com vocês?

- Podem confiar – alertou Alec – Nós somos treinados para situações piores que essa...

- Que situação? – perguntou Simon.

- Sequestros, roubos, atentados, qualquer tipo... Somos treinados para isso, somos guarda-costas, então realmente não nos subestimem – respondeu Izzy revoltada – Qual é Simon... O que há com você?

Simon sentiu a tristeza na voz de Izzy, sabia que quando ela se revoltava daquela maneira era uma forma de extravasar algum sentimento que não estava fazendo bem a ela, e ele se sentia culpado por fazê-la se sentir daquela maneira.

- Não vou aguentar Clary – disse olhando para a irmã.

- Não podemos – respondeu Clary assustada – Você sabe que tem pessoas nos seguindo...

Clary colocou a mão na boca, mas era tarde demais, Alec e Izzy se entreolharam e já conseguiram juntar as peças finais. Valentine tinham os subestimados, aquela equipe era esperta o bastante para saber que alguma coisa estava acontecendo. Os fatos estavam nítidos e eles só queriam saber pelos protegidos para finalmente saberem com quem estavam lidando.

- Isso é mais sério do que eu imaginava – disse Alec.

- Só uma palavra, por favor – pediu Izzy para eles.

- Não, Izzy... – disse Alec falando com a irmã – No carro indo para a mansão, Simon era me contar tudo e Clary para você.

- Mas... – retrucou Izzy olhando para Simon.

- Não podemos aqui é o último ponto do rastreador, temos que nos movimentar – pediu Alec sério – Vamos não podemos perder tempo...

 


Notas Finais


amanhã tem mais um...
Comentem :)


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