História Destinados. - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Luke Graymark, Magnus Bane, Maia Roberts, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Clace, Malec, Romance, Sizzy
Exibições 477
Palavras 3.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 43 - Capítulo 42


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“A melhor prova de amor que eu posso lhe dar, é proteger você...”

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Magnus: “Um Valentim incomoda muita gente... Dois Valentins, incomodam, incomodam muito mais...”.

Valentine: Estou querendo dormir, seu idiota... Pare de cantar pela mansão...

Magnus: “DOIS VALENTINS INCOMODAM MUITA GENTE... TRÊS VALENTINS, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAAAAIS!”.

Valentine: #@!%

--xx—

 

- Você está com três semanas... Senhorita Clarissa – respondeu o médico da família sorrindo.

Clary ficou com os olhos marejados, na sala do consultório com sua mãe ao seu lado. Estava grávida, antes era apenas uma hipótese, mas agora a realidade batia em sua frente com tudo.

Izzy tinha conseguido despistar os homens de seu pai que estavam os seguindo, mesmo sabendo que não duraria muito tempo, em estarem sozinhos, resolveu ir ao médico.

A guarda-costas tinha ficado do lado de fora, observando o movimentos, Clary segurou a mão de sua mãe, sorrindo minimamente, estava claramente assustada, principalmente com toda a situação que estava vivenciando.

Um dia era noiva de Sebastian e no outro, estava caída de amores por seu guarda-costas, tudo tinha sido rápido demais, e agora estava esperando um filho de Jace. Era impossível manter-se calma, se estivesse numa situação mais amena e não estivessem vivenciados dias difíceis por culpa de seu próprio pai, ainda existia uma possibilidade de contar ao guarda-costas.

Mas agora, nesse momento, Clary não tinha ideia do que fazer.

- Ele precisa saber disso e arcar com as consequências... – disse Jocelyn quando tinham acabado de fazer os exames.

- Não vou dizer ainda... Se Valentine souber de algo vai com certeza usar isso contra mim e contra eles. Já pensou com essas regras estupidas, a agência saber que o guarda-costas engravidou uma protegida – rebateu Clary pensando em todos os lados negativos.

E também tinha a noção que Valentine, não iria deixar-se comover por sua gravidez repentina.

- Você não deveria ter ficado com ele... – respondeu rispidamente Jocelyn – E sem proteção ainda... Eu não acredito que não ensinei nada a você...

- Se dizer que prefere Sebastian, eu realmente vou deixa-la por aqui e ir embora – respondeu Clary sentindo-se irritada – Ele estava me usando com Valentine.

- Eu sei me desculpa, eu estou nervosa também – murmurou a mais velha, não querendo agitar a filha.

Na realidade, Jocelyn sorriu quando soube que seria avô, era realmente algo maravilhoso em conceber uma criança. Só as circunstancias do momento não eram favoráveis e tinha medo por sua filha.

Depois de ficar bom tempo, no consultório, em exames para saber se tudo estaria bem na gravidez, o médico passou os exames e acompanhamento que Clary deveria começar a fazer. E também, recomendou que descansasse e evitasse o estresse durante os primeiros meses. A ruiva quase riu, em descrença, por saber que os dias que viriam pela frente não deixariam de ter realmente o que tinha que evitar.

- Bem... Vocês demoraram – disse Izzy olhando para as duas mulheres.

Estava atenda aos movimentos do lado de fora, do consultório, alguns homens com passos estranhos tinham chegado a alguns metros dela, observando o local como se fossem turistas ou procurando algo.

Izzy era esperta e treinada o bastante para deduzir que tinham sido encontrados por Valentine. O fato, que o consultório não era basicamente apenas sobre obstetras, realizavam outras funções. Assim ninguém saberia o que realmente estava acontecendo.

 A guarda-costas, não precisou perguntar para saber que Clary estava grávida do seu amigo. Sorriu ao pensar, mas também ficou apreensiva. Como seria a reação de Jace, sobre isso e como conseguiria esconder esse fato do melhor amigo por tanto tempo. Era algo desagradável, mas tinha prometido para Clary que faria.

- Jace vai enlouquecer... – disse para Clary enquanto entravam no carro ainda vendo os homens se aproximarem discretamente as observando.

- Espero que seja de felicidade... – respondeu Clary colocando os óculos escuros.

- É também... – comentou Izzy sorrindo – Espero que não demore em contar porque não conseguirei esconder por muito tempo, Jace é esperto demais para ser enganado...

- No momento certo, mas agora... Temos que pensar numa maneira de me aproximar de Sebastian outra vez e pegar as provas – a ruiva disse pensativa.

- Eu não acho uma boa ideia – disse Jocelyn decidida – Você está grávida, não pode correr riscos...

- Eu concordo com sua mãe... – emendou Izzy em concordância.

- Mas... Não podemos deixar isso passar, Sebastian também sabe e esta com as provas, todos estão ajudando eu também vou ajudar...

- Não seja teimosa, Clarissa – repreendeu sua mãe zangada.

- Eu realmente não vou deixar de fazer isso... E antes que fale algo, você vai estar lá me ajudando Izzy... – respondeu Clary dando um sorriso de incentivo.

- Realmente espero que saiba o que está fazendo, porque eu vou me encrencar muito com Jace e seu irmão se algo acontecer com você... – murmurou Izzy pensativa, em como fazer para pegar as provas com Sebastian.

 

- Olha só o garanhão... – comentou Jace com ar sarcástico enquanto Alec saia do seu dormitório.

Alec tinha deixado Magnus, depois de se agarrem nos fundos da mansão, ainda podia sentir os lábios doces de seu protegido sobre a pele do seu pescoço e suas mãos quentes o tomando. Suspirou só de pensar no que tinham feito ao ar livre e com o perigo de serem descobertos.

E pela primeira vez não estava arrependido, de jeito nenhum, se arrependeria de estar com Magnus.

- Se pegando ao ar livre, ainda bem que não consegui escutar seus gemidos e do Magnus, além de ser algo que eu nunca mais esqueceria, seria difícil explicar o barulho... Diria que poderia ser um animal morto nos fundos do quintal, mas acho que ninguém iria acreditar – comentou o loiro outra vez, com ar de deboche.

- Jonathan, cala a boca – respondeu Alec sentindo-se constrangido e esmurrou o braço do amigo.

E Jace, apenas riu do seu embaraço.

- Pare de rir, você e Clary também estavam se agarrando, não sou somente eu por aqui... – o moreno o questionou.

- Bem eu faço essas coisas no quarto, sabe... – rebateu Jace com um sorriso maroto.

Alec sentou-se ao lado do amigo, ainda sentindo-se feliz por dentro por estar com Magnus e saber que estava bem com ele, apesar de todos os obstáculos que iriam enfrentar daqui para frente, principalmente o fato que o seu protegido deveria se aproximar de Camille.

Apenas em lembrar-se disso, o fazia ficar enjoado, era um sentimento de querer Magnus apenas para si, mesmo sabendo que não tinha hipótese nenhuma de ser trocada por ela. Olhou para o lado vendo o amigo encarando o celular em suas mãos.

- O que foi Jace? – perguntou depois de alguns minutos em silêncio.

- Izzy disse que mandaria mensagens ou falaria comigo para dizer onde Clary foi... E a própria também não me responde – disse Jace preocupado – Tenho receio que eles saiam da mansão, mesmo que o perigo more aqui, sinto que posso protegê-la melhor com todos pertos...

- Entendo... Mas se tivesse acontecido alguma coisa, Izzy nós avisaria prontamente... E você sabe que minha irmã é uma das melhores em situações perigosas, não se preocupe... – disse Alec amenizando os receios do amigo – As coisas estão ficando tensas demais... Sabe que se não conseguirmos as provas e salva-los teremos que nos sacrificar...

- Nós vamos conseguir... – respondeu Jace olhando para o amigo – Temos que conseguir... Somos bons não vamos desistir...

- Nós somos, Jace, mas eles não são... Não quero que corram riscos, e sabemos que nenhum de nós nos perdoaria se algo acontecer com um deles... Seguiremos os planos, para pegar as provas de volta, mesmo eu odiando ver Magnus indo até Camille, mas se isso não der certo, nós teremos que fazer...

- Seremos expulsos... – disse o loiro convicto.

- Mas o salvaremos... – retrucou Alec – E dessa vez é a única coisa que importa...

- Não vamos desistir ainda, você sabe o que fazem com quem quebram as regras, não vão nos escutar, vão nos tirar do caso de primeira, mesmo que alertamos sobre Valentine... O que me deixa pensando em como essas regras são contraditórias na proteção... – pensou Jace passando os dedos no queixo – Temos que começar a arquitetar nosso plano para pegar as provas de volta...

- Você tem razão... Temos que começar a agir... – respondeu Alec convencido a fazer.

Mas ainda, tinha a opção de entregar a história, mesmo que fossem afastados com sua equipe, a proteção de Magnus e seus sobrinhos eram muito mais importantes, contudo, se tivessem alguma chance de conseguirem, iriam tentar.

- Já tenho uma ideia sobre Magnus pegar as cópias do vídeo com Camille – o moreno franziu a sobrancelha ao pensar novamente no protegido com a mulher.

- Nada de você envolvido nisso... Com certeza irá usar o coração e não podemos colocar tudo a perder – zombou o loiro sabendo o quanto aquilo mexia com o amigo.

- Não zombe de mim... Eu nunca senti ciúmes de ninguém na minha vida, é tudo novo e estranho... – continuou Alec sincero.

Jace analisou as palavras do amigo e concordou com ele, Alec estava certo, e tinha que admitir que também sentia sentimentos novos por Clary. Sentimentos que nunca pensou que teria.

- Desculpa você tem razão, Alec... Mas então qual é sua ideia? – o loiro o analisou cautelosamente para entender.

- Ok... Escute com atenção... – começou Alec a contar o que tinha pensando.

 

- Bem, eu estou realmente tentando fazer com que você encontre seu guarda-costas, Magnus... – começou Raphael no quarto do amigo.

Magnus estava começando a ficar entediado na mansão que tanto adorava. Só de cruzar o caminho com Valentine já começava a irritar-se facilmente, queria que o pesadelo acabasse para ter mais momentos perfeitos com Alec.

- Isso é meio que impossível por aqui... Mas qualquer situação que escute pela mansão, me avise, qualquer deslize de Valentine é uma arma que posso usar contra ele – o asiático disse inconformado – Eu me sinto tão impotente nessa situação, e agora, que podia curtir meu tão esperado momento de amar realmente uma pessoa, esse demônio começa a destruir minha vida...

- Que bom que parou de bancar o idiota e contou a verdade para eles... Talvez vocês consigam acabar de vez com isso – comentou Raphael que logo recebeu um olhar fulminante de Magnus.

- Obrigado pelo insulto, querido amigo... Agora já pode sair... – disse com desdém.

- Eu só estava falando a verdade... Bem, vou ficar de olhos abertos, mas eu ainda acho que Valentine pode me despedir...

- Se isso acontecer... Pode ficar tranquilo que depois que esse imundo for embora, você volta... – respondeu Magnus sem humor, passando as mãos nos olhos – Onde está Simon? Precisamos começar a fazer alguma coisa, estou cansado... E com certeza minha vontade de ficar com Alexander está sendo mais forte e eu vou acabar fazendo uma grande besteira contra o Valentine...

Magnus escutou seu celular em uma mensagem, sabia que era de Alec, e quando olhou, realmente era. Tinham decido trocar informações por mensagens, e o que leu lhe deu um pouco de esperanças para começar a agir.

 

Simon estava começando a ficar preocupado com o que seu pai tinha lhe dito. Que queria uma prova de sua lealdade, aquela situação estava começando a sair de suas mãos.

Julgou que Valentine pudesse cair em seus truques de que agora estava do seu lado, sem protestar ou querer testa-lo para algo que não tinha falado.

Ele jogou as palavras para Simon e depois se retirou para seu quarto sem dizer absolutamente nada do que deveria fazer para provar alguma coisa.

Vagando pela sala, Simon ficou analisando a situação, tinha que ser esperto muito mais esperto do que era. Não era uma situação fácil, tinha que agir com destreza para conseguir provas contundentes contra o próprio pai. Izzy merecia isso, sua família merecia seu esforço.

E se enganar Valentine era a saída para ter sua confiança, começaria a jogar seu jogo.

Andou até o escritório do pai, onde tinha mantido a porta aberta, mas o homem era esperto para deixar o notebook para trás. Algumas folhas espalhadas pela mesa chamou a atenção de Simon que passou por elas, com entusiasmo para encontrar alguma coisa, uma simples prova da conduta errada do pai.

Mas não tinha nada.

Era de se esperar, que Valentine não deixasse nada tão à vista para ser pego, assim Simon, teve a real noção de que o pai havia planejado essa jogada com tempo e determinação. Era realmente um monstro em fazer isso com a própria família que um dia o amou.

Olhou para os livros em cima da mesa, enquanto procurava ainda, mas desistiu quando realmente, não encontrou nada.

Antes que pudesse sair da sala, viu um papel amassado, jogado no lixo, com alguns números esboçados. Pegou a folha amassada, que tinha sido rasgada em quatro pedaços, fuçou o lixo para pegar o resto.

- Isso parece número de conta bancaria... – sussurrou para si mesmo analisando.

 

Izzy estava dirigindo atentamente, sendo seguida por um carro. Odiava essa situação, primeiro que Valentine era muito burro, na percepção dela, se acha que os guarda-costas não perceberiam carros os seguindo. Ou realmente tinha julgado bem mal a capacidade deles.

Se Valentine ainda não sabia, que os guarda-costas sabiam do seu plano, porque mantinham vigília tão perto desse jeito. Izzy queria rir dos homens que a seguiam, pois, eles estavam sendo muito indiscretos a ponto de levantar uma bandeira e estar escrito “estou te seguindo”. Manteve o carro andando devagar, e respeitando as normas de trânsito, poderia outra vez, despistar os incompetentes, mas tinha medo que ao avançar o carro fizesse mal a Clary.

Mas, ainda sim, ria internamente, porque poderia ver claramente as falhas no plano do Valentine e poderia com toda a certeza conseguir um jeito de contornar a situação.

Clary e Jocelyn estavam conversando no banco traseiro, algumas coisas sobre bebês e toda a situação da maternidade. Izzy queria muito estar por dentro disso e até dar sua opinião, mas não tinha muita noção do que dizer e estava mais preocupada com as ruas movimentadas a sua frente.

E outra era que tinha percebido que a mãe de Simon, não estava muito gostando da situação, não queria ter um empecilho com a futura sogra.

Porque no seu coração, Izzy já tinha seu plano traçado, e dessa vez tinha Simon no meio. Olhou para o celular, sentindo falta do namorado, sorriu ao pensar que ficaria com ele naquela noite. Mal podia esperar para estar nos braços do seu amado.

Tirada dos seus devaneios de amor pelo protegido, Izzy foi para frente quando o carro que a seguia bateu na traseira do carro que conduzia.

- Mas que merda foi essa? – vociferou alto olhando para trás – Vocês estão bem? Clary?

- Estou bem... O que foi isso? – perguntou à ruiva, com medo olhando para trás.

Jocelyn ficou muda e também olhou o carro avançando e novamente batendo na traseira do carro, movimentando seus corpos para frente.

- Mas o que esse cretinos estão fazendo? – perguntou Izzy chocada.

Acelerou o carro para deixar os homens de Valentine para trás, Izzy não estava entendendo a reação deles, e porque motivos estavam querendo fazer com que eles se acidentassem. Mãe e filha era o passe de escape que Valentine tinha, era sua moeda de troca, porque queria fazer mal a elas. Não ficaria para perguntar e avançou com o carro tentando despista-los.

- Ah Meu Deus... – gritou Clary – Estou enjoada...

- Aguente firme aí... – respondeu Izzy concentrada.

- O que esse maldito está fazendo? Ele quer nós matar? – começou a entrar em desespero, Jocelyn.

Essas perguntas, Izzy faziam em sua cabeça e não tinha respostas para a mente lunática de Valentine, mas já tinha lidado com pessoas assim. Não queria saber sobre a mente deles, tinha que proteger aquelas mulheres, foi treinada e designada para isso.

Entrou em uma rua, muito rápido, fazendo Clary vomitar no carpete do carro, ficou com medo de que pudesse fazer mal a gestação da nova protegida, mas era melhor um vômito do que perder a direção do carro.

Quando foi para virar em outra rua, para despistar o carro, outro entrou em sua frente, freando com tudo, o movimento fez com que Izzy freasse rápido, girando o carro, sentindo suas mãos tremerem pelo susto. O carro estava parado em sua frente, quando foi dar ré para escapar, já era tarde demais.

Dois homens desceram do carro, eram o tipo agressivo, movimentos rápidos, Izzy os analisou prontamente, soltando-se do cinto.

- Vocês duas ficam aqui... Não saiam do carro de jeito nenhum... - disse alto e em bom tom, que queria dizer, sem questionamentos.

A guarda-costas desceu do carro, antes que os dois homens chegassem, colocou as mãos atrás sentindo sua arma a espera de ser usada. Os homens não disseram nada e partiram para cima dela.

- Não! – soluçou Clary em ver os dois homens indo para cima de Izzy.

Clary queria sair do carro, mas foi segurada por Jocelyn que a prendeu em seu lado.

- Você está louca... Temos que ficar aqui, não tem como ir até lá...

- Mas eles são dois, vão machuca-la...

Clary iria continuar a falar, mas logo, percebeu que os dois homens tinha sido nocauteados por Izzy rapidamente, a mulher era leve com uma pluma e escapava dos golpes certeiros dos homens a sua frente com grande facilidade e destreza.

Izzy tinha sido treinada com golpes masculinos por seu irmão e seu melhor amigo. Os treinamentos da agência Shadowhunters, igualavam-se iguais, sem exceção para mulheres, e nessas horas que agradecia por saber lutar contra aqueles idiotas a sua frente. Derrubou um por um, em menos de minutos, sentindo a adrenalina em seu corpo.

Quando se voltou ao carro, outro parou atrás de si, saindo mais dois de dentro. Izzy praguejou baixinho, o que estava acontecendo? A situação estava começando a ficar preocupante, tinha que proteger Jocelyn e Clary e se chegassem mais pessoas tinha medo que ficasse impotente e não conseguir.

Já com os homens derrubados, foi até o carro, vendo que o homem grande estava prestes a abri-lo para pegar sua protegida. Com isso Izzy percebeu que Clary era o alvo, mas os motivos não eram claros.

Seria que Valentine descobriu sobre a gravidez, não poderia ficar pensando muito e foi até o homem rapidamente. Derrubar mais dois seria um esforço normal, para ela.

O homem sorriu, quando percebeu que Izzy estava indo de encontro para proteger as mulheres, e tirou rapidamente uma arma de seu casaco, mirando em Isabelle.

- IZZY! – gritou Clary de dentro do carro quando dois tiros, estrondosos encheram o silêncio pacifico da rua.


Notas Finais


Oi, tudo bem? rs...
Primeiramente não me matem pela demora e segundo não me matem, mesmo, porque aí não tem como eu continuar... Amanhã sai mais um, está quase pronto, então podem comentar a vontade <3


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