História Destinados. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Holland Roden, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas
Tags Magcon Boys
Exibições 126
Palavras 2.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey meus amores, preciso comunicar algo para vcs, meu computador está com um problema e eu ainda não sei o que é. Eu irei leva-lo em um tecnico e estou com medo que seja algo grave e eu tenha que ficar um tempo sem posta s///z. Mas vamos rezar para que não seja nada. Amém.
Para vocês que me pediam mtt um hot da Floyd e do Jack na outra temporada ai está e foi bem merecido né? Depois de tudo que esses dois passaram.
Ansiosos para saberem o que vai acontecer em Nova Iorque??
Boa Leitura^^

Capítulo 3 - Capitulo 3 - Bye Los Angeles.


Fanfic / Fanfiction Destinados. - Capítulo 3 - Capitulo 3 - Bye Los Angeles.

3° Capitulo – Bye Los Angeles.

Eu estava tão ansiosa que nem havia percebido que a semana já havia se passado. Eu estava tão maravilhada com a ideia de ir para Nova Iorque, que quando sexta feira chegou. Eu mal podia esperar para o dia acabar logo.

Antes eu ficava muito irritada, pelo fato do meu pai estar sempre viajando e mudando de casa e hoje mal posso esperar para finalmente da um tempo de Los Angeles.

Minha tia estava arrumando minha mala quando cheguei a meu quarto o que me faz dar risada:

- Eu podia estar fazendo isso Nina.

- Não podia não, com certeza esqueceria algumas coisas.

- Como?

- Roupa de frio. Vai que você pensa que lá é que nem aqui.

- Nina, não preocupe. – Falei lhe tocando no ombro.

- Sabe quanto tempo ficara lá?

- Não faço a mínima ideia. Mas não quero ficar muito tempo longe da Amber.

- Entendo você. Mas sabe que eu cuidarei bem dela, não sabe?

- Claro que eu sei Nina. Obrigado – A abracei e ela retribui. – Olha você só vai amanhã, não é hora para despedidas.

- Verdade – Sai do quarto e desci as escadas chegando lá encontrei Vincent dando comida para a Amber e Jack andando pela casa enquanto falava no telefone.

- Isso é estranhamente fofo – Jack disse se aproximando de mim.

- Eu concordo.

- Está preparada?

- Sim, estou bem empolgada.

- Vou sentir sua falta.

- Não vou ficar muito tempo lá Jack...

- Mesmo assim me preocupo, vai está sozinha em um lugar que nunca foi atrás de um traficante...

- Quantas vezes vou ter que dizer que eu me viro?

- Eu sei disso, mas Floyd são milhares de segurança, contra apenas um.

- Qualquer coisa eu ligo para vocês ta bom? – Segurei seu rosto. – Não se preocupe com isso.

- Promete?

- Aham. – Jack me puxou e me beijou.

- Que lindos encontrar os pombinhos juntos pela manhã – Nina comentou, fazendo a gente se separar. – O que você dois estão fazendo em casa?

- Todo mundo precisa de folga, não é?

- Ainda mais vocês que são jovens.

- Verdade, podíamos fazer algo diferente hoje.

- Como o que?

- Podíamos jantar fora.

- Só porque hoje eu iria fazer uma coisa diferente – Nina disse fazendo biquinho.

- Toda vez que você inventa de fazer alguma coisa nova tenho medo da casa pegar fogo. – Jack comentou rindo.

- Eu cozinho muito bem, ta garoto? – Ele falou brava, mas logo depois caiu na risada junto.

- Você aceita Floyd?

- Aceito, mas não posso chegar aqui muito tarde sabe disso não é?

- Eu sei disso Floyd. – Jack se separou de mim e caminhou até Vincent que tinha feito um sinal te chamando. Logo Margaret também apareceu pegando Amber nos braços:

- Pode me dar ela Margaret – Falei entendendo meus braços para pega-la. Levei Amber para um pequeno parquinho que meu pai fez questão de colocar no fundo casa.

Eu a coloquei em cima do escorredor e a pegava quando a pequena chegava ao final girando a no ar, fazendo a pequena rir. Ficamos nessa brincadeira, até que ela cansou e sentou na grama e eu fiquei ao seu lado:

- O que foi?

- Cansei – Ela disse de um jeito fofo me fazendo sorrir – Você vai ficar longe de mim e do papai?

- Por pouco tempo prometo, não vivo mais longe de vocês. 

- Eu não posso ir junto?

- Não meu amor. – Falei – Mas eu você e o papai vamos viajar juntos quando eu volta, está bom? – A pequena concordo com a cabeça abrindo a boquinha. Sinal que estava com sono. Caminhei com ela até seu quarto e a coloquei deitada no seu berço.

Sai do quarto da Amber indo até o meu, onde havia uma mala espalhada pela cama com varias roupas envolta. Nina começou e nem terminou. Peguei tudo necessário para uma viagem e ainda arrumei mais mala, deixando um pouco de espaço nessa, porque eu sabia que compraria alguma coisa durante a viagem, afinal estava indo para Nova Iorque.

Arrumei toda a bagunça que havia ficado por cima da cama e desci as escadas surpresa por encontrar Mark lá embaixo conversando com minha tia:

- Estava esperando você descer. – Ele disse vindo até mim.

- Já estou aqui.

- Como assim você vai viajar para Nova Iorque e não em fala nada?

- Esqueci que lhe devo satisfações.

- Floyd.

- Estou brincando Mark. – Falei rindo. – Eu ia te contar.

- O que você vai fazer lá?

- Negócios de Vincent.

- Está subindo na “empresa”?

- Sim, logo mais estarei no topo.

- Então eu deveria está me curvado à próxima imperatriz?

- Não, porque não vou comandar isso sozinha, se é que me entende.

- Se isso for um convite eu estou honrado. – Ele comentou sorrindo – Já sabe o que tem que fazer?

- Vou caçar um traficante.

- O que? Como vai fazer isso?

- Eu ainda estou pensando nisso. Mas eu me viro.

- Tem certeza que não precisa de ajuda?

- Tenho. Preciso fazer isso sozinha, provar algo para Vincent e para mim mesmo.

- Eu conheço umas pessoas lá, poderia ser de grande ajuda.

- Quem você conhece lá?

- Gente importante.

- Duvido.

- Como assim Floyd Santori está duvidando da minha pessoa? – Ele sorriu – Você sabe muito bem com que eu lidava.

- Eu sei. E isso te faz a pessoa mais popular dos Estados Unidos?

- Não, mas me fez ter contatos excelentes. Só vim te oferecer ajudar, mas você tinha que ser cabeça dura.

- Desculpa Mark, não queria ser grossa. – Suspirei – Eu acho que vou precisar de ajuda mesmo, mas não gosta de admitir isso.

- Eu sei bem disso dona Santori.

- Me desculpa.

- Tudo bem, só se cuida está bem? – Ele se aproximou de mim me abraçando. – E não excite em me ligar.

- Tudo bem Mark. Você também não, tenho medo do que vai acontecer com você quando estiver fora. – O abracei mais forte. – Nada de drogas ouviu? Não acabe com o trabalho do seu pai.

- Eu sei bem cuidar de mim Floyd que nem você. – Ele sorriu para mim quando nos separamos.

 

(...)

 

Assim que a noite chegou eu fui tomar uma boa ducha quente e me vesti, já que sairia com Jack. Coloquei um vestido rosa na altura dos meus joelhos. Ele é colado no meu corpo e tem uma abertura grande nas costas. Nos pés coloquei meu salto alto branco. Meu cabelo solto e com leves ondulações nas pontas. Na maquiagem, passei lápis e delineador, marcando bem meus olhos e um batom nude na boca.

Sai do quarto e encontrei Jack sentado no sofá mexendo em seu celular, quando apareci sua atenção veio diretamente para mim, fazendo o garoto me olhar de cima abaixo:

- Nossa! – Ele múrmuro mordendo seu lábio inferior. – Você está linda.

- Obrigada. – Falei o puxando do sofá. Ele também não estava nada mal. Estava vestindo uma camisa social branca, com uma calça social lápis e um sapato preto para acompanhar. – Aonde vai me levar?

- Em um lugar que já conhecemos – Ele disse entrando em seu porshe e eu junto. – Espero que ainda goste de lá.

 

 

Quando cheguei estacionou o carro eu percebi onde ele havia me trazido. Era o mesmo restaurante que nós dois tínhamos vindo há anos atrás. Certa onda nostálgica me tomou. Parece que tudo do meu passado esta voltando à tona:

- Quer ir para outro lugar? – Jack perguntou notando minha expressão.

- Claro que não esse lugar é lindo. – Sai do carro e Jack fez o mesmo, entrelacei meu braço ao seu enquanto entravamos no lugar. Ali continuava simplesmente lindo. As mesmas cores predominantes: branco e dourando e o mesmo ar de luxuria. Jack fez questão de reservar o mesmo lugar que havia jantado da ultima vez. Uma mesa apenas para dois perto de uma enorme vidraça que me dava todo o privilégio de ver a cidade de Los Angeles. E eu nunca vou deixar de dizer que aquela cidade fica linda durante a noite:

- Eu amo essa visão.

- Eu também. Eu amo aqui.

- Também amo, minha vida mudou completamente desde que eu pisei meu pé aqui.

- É verdade Floyd, você virou meu mundo de cabeça para baixo.

- E você gosta disso?

- Claro que gosto. Não poderia pedir vida melhor. – Ele sorriu sincero – Eu amo muito você e a Amber.

- Você faz questão de mostrar isso todo dia.

- É verdade, só que agora seu pai está me atolando de trabalho.

- Não só a você né?

- É... Você vai até para outro estado.

- Eu sei. Não queria ficar longe de vocês.

- Mas você é esperta, é boa no que faz. Vai resolver tudo e vai voltar logo.

- É o que eu espero.

Jack finalmente chamou o garçom e fez nosso pedido, para poder comemos. Comentamos poucas coisas enquanto comíamos e bebericávamos o vinho que o Chef tinha nos dado de presente:

- Acho que estamos ficando famosos – Falei tomando um pouco do liquido.

- Isso não é tão bom.

- Por quê?

- Quanto mais famoso, mais inimigos arranjamos.

- Eu não me preocupo com isso.

- Você está se garantindo demais, até parece alguém que eu conheci.

- Não começa Jack, por favor.

- O que foi Floyd?

- Nada. – Encarei a imagem ao nosso lado. – Odeio quando você faz essas comparações.

- Esquece o que disse, então.

- Não vou aceitar isso, não vamos ficar desse jeito um dia antes de eu viajar.

- Tudo bem, me desculpe.

- Não precisa se desculpar – Peguei a mão e beijei, fazendo o garoto sorrir. – Vamos? – Jack concordou com a cabeça. Ele pagou a conta e começou a dirigir e eu fiquei admirando a bela imagem de Los Angeles, a gravando em minha mente:

- Esse foi o primeiro lugar que eu me sentir verdadeiramente em casa. – Jack me olhou de relance.

- Você ganhou uma casa Floyd e eu uma família. – O encarei por alguns instantes sorrindo pelo comentário feito.

- Nunca pensei que pudesse um dia ter uma família assim. Unida.

- Nem eu pensava nisso, sabe disso.

- Eu sei o que você já passou, mas agora tem a nós. Nunca mais vai ficar sozinho. – Cruzei minha mão na dele que permanecia no marcha.

Quando chegamos em casa, já se passava da meia noite. Encontramos um silencio absoluto na mesma. Meu pai muitas vezes não dormia em por causa do trabalho, ou por que arranjava algum “passatempo”.

Eu estava agradecendo por tudo estar tão quieto e calmo naquela casa finalmente:

- Amo esse silêncio. – Falei retirando meus saltos que já me incomodavam. Jack me abraçou por trás, juntando nossos corpos e dando leves mordidinhas no meu pescoço:

- Sabe que eu vou sentir muita falta sua não sabe? – Ele disse pressionando mais ainda nossos corpos. Inclinei minha cabeça de lado e fazendo nossos lábios se encontrarem. Suas mãos se apertaram contra minha cintura me girando aprofundando ainda mais nosso beijo. Sua mão desceu um pouco encontrando minha bunda, juntando ai mais nossos corpos fazendo nossos sexos se roçarem e eu sentir sua ereção já evidente mesmo com sua calça nos atrapalhando. Separei-me dele e comecei a dar varias mordidinhas por todas a região do seu pescoço:

- Vamos... Subir? – Apenas concordei com a cabeça e puxei Jack, até meu quarto. Atirei-o em cima da minha cama, ficando por cima e logo tomando novamente seus lábios. Minha mão passava por todo seu abdômen até que comecei a desabotoar sua camisa social e arrancar aquela peça. Enquanto isso Jack apertava fortemente minha coxa, fazendo com que eu rebolasse no seu colo. O menino cansado dessa brincadeira puxou meu vestido e o atirou em qualquer canto do quarto. Jack me puxou novamente para si, me beijando com a mesma ardência de antes. Desabotoei sua calça social e comecei a tira-la do seu corpo e com a ajuda dele, logo aquela peça saiu. Comecei a massagear o local, fazendo o menino gemer baixinho e afundar sua cabeça na curva do pescoço me fazendo sorrir, continuei naquilo até Jack me jogar contra o colchão ficando por cima. Ele começou beijando o meu pescoço e foi descendo com a língua por todo meu corpo, até chegar perto do meu ventre onde ele começou a me torturar também, dando varias mordidinhas em volta da região. Vendo minha cara de frustação, Jack não perdeu mais tempo e tirou minha calcinha e sem aviso nenhum me invadiu com os dedos, eu soltei um som alto com a boca, ao ser invadida sem aviso. Ele começou os movimentos de vai e vem com os dedos me fazendo chegar perto do orgasmo. Mas ele não continuou com aquilo, parou ali mesmo, me fazendo bufar de irritação. O moreno se separou de mim pouco e pegou uma camisinha no criado mudo que ficava ao lado da cama. Antes que ele prosseguisse eu o joguei contra a cabeceira da cama, obrigando ele a ficar sentado, tirei sua boxer, tirei a camisinha da sua mão e comecei a masturbara-lo. Ele fechou os olhos e começou a murmurar coisas dislexias e eu só entendia como pedido para continuar. Quando vi o pré-gozo saiu, parei meus movimentos, o fazendo xingar em desaprovação:

- Calma que vem coisa melhor – Sussurrei em seu ouvido, ele me puxou para mais perto para me beijar e eu assim fiz, enquanto vestia seu membro com a camisinha que eu já havia aberto. Assim que o protegi, apoiei minhas mãos na parede e sentei em cima dele. Logo que nossos sexos entraram em contatos eu sentir uma onda prazerosa passar por mim e ela só amentou quando comecei a subir e descer em cima do membro de Jack. O menino agarrou minhas costas e eu puxei seus cabelos com a intenção de aumentar os movimentos. Quando finalmente chegamos ao nosso ápice sentir meu corpo inteiro estremecer em puro prazer. Encarei o menino na minha frente que tinha um sorriso lindo nos lábios, fazendo com que eu matasse minha tentação e o mordesse:

- Floyd. – Ele disse tirando meus cabelos que grudavam na minha testa suada – Eu te amo.



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