História Destinados - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Descobertas, Segredos, Vingança
Exibições 8
Palavras 1.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo Um


7:30 – 15 de outubro

Pedro entrou em seu carro, conectou seu celular ao som do carro e selecionou uma pequena playlist de cantores mortos, colocou o cinto e deu partida. Dirigiu até a saída do estacionamento de seu condomínio, cinco minutos depois a playlist acabou, eram bons cantores, pena, pensou.

Cansado de ouvir música resolveu sintonizar em alguma rádio. Procurou um canal de notícias e todos os locutores falavam a mesma coisa: Por volta das 6 da manhã, a polícia e o corpo de bombeiros foram acionados por vizinhos, quando a polícia chegou ao local a ocorrência não era nada menos que na casa do prefeito, César Sampaio, quando as autoridades chegaram lá, encontraram tudo pelos ares. A casa do prefeito explodiu, no momento não temos relatos de sobreviventes, mas iremos informar nosso ouvinte de todos os detalhes desta tragédia que marcou esta manhã de segunda, em todos os canais, Pedro ouviu do mesmo.

Sua dor de cabeça voltara. Foi só quando ficou quinze minutos em um engarrafamento que percebeu, a casa do prefeito ficava a poucos minutos de onde estava.

 

2:30 – 15 de outubro

Maria estava na cama de seu namorado, Otávio, vestia uma camisola branca quase transparente e não usava mais nada. Estava esperando o namorado a uma hora e nada do rapaz aparecer, até que o mesmo entrou no quarto pela janela. Seu quarto ficava no segundo andar da enorme casa, mas muitas vezes teve de subir pela escada que escondera entre os arbustos em baixo da janela. Quando entrou em seu quarto, foi direto ao banheiro sem perceber que havia alguém em sua cama. Ligou o chuveiro e deixou a água cair sobre seu corpo.

Foi uma longa noite. Nunca imaginei. Uau. Quem diria, o Pedro? Espero que ele não tenha ficado chateado, pensou Otávio com a cabeça embaixo d'água.

As lembranças daquela noite não duraram muito tempo até que Maria resolveu entrar no banheiro.

Melhor começar no chuveiro, pensou Maria, entrou no banheiro sem bater e logo ouviu seu namorado perguntar quem estava lá. Sem dizer nada, abriu a porta opaca do box. Seu namorado não reclamou da surpresa. Maria tirou a curta camisola bem lentamente, mordendo os lábios e olhando para Otávio. A ereção do rapaz não demorou a pulsar, Maria deu um sorriso e entrou no box, o rapaz diminuiu o volume de água do chuveiro e não teve tempo de olhar pra baixo, sua namorada já havia colocado seu pênis na boca.

 

1:30 – 15 de outubro

A festa acabou tarde, mas antes de ir embora Otávio quis passar no quarto do amigo. Bateu na porta e entrou. O amigo estava saindo do banheiro, enrolado numa toalha.

Pedro foi até seu guarda roupa e vestiu uma cueca boxer preta e uma camisa branca. Otávio não se constrangeu com a nudez do amigo, além do mais cresceram e passaram por todas as fases da adolescência juntos.

– Sua dor de cabeça passou, Pedro? –  Otávio perguntou caminhando até a cama do amigo.

Pedro deitou em sua cama e fechou os olhos.

 –  Sim. Bebi demais, amanhã eu estou novo em folha. – Respondeu o garoto.

Otávio pensou e aquela era a hora. Tirou o sapato e subiu na cama.

–  Pedro você sabe que somos amigos, né? – Começou Otávio. – É que a minha namorada me perguntou se você gostava de garotos. – Quase não completou a pergunta. – Você gosta? –  Otávio terminou e por algum motivo seu coração disparou aguardando a resposta.

Um minuto se passou mas para Otávio foi uma eternidade. Pedro abriu os olhos e sentou, olhou para o melhor amigo.

– Não sei. Talvez eu fique duro apenas perto de você. – Disse Pedro.

Após cinco segundos, Pedro se aproximou do amigo e lhe beijou. Sua boca encostou a de Otávio. Um selinho. A boca de Otávio estava seca quando Pedro lhe beijou. Otávio percebeu o quanto queria sentir a sensação novamente e dessa vez foi o próprio quem avançou e beijou. Dessa vez abriu passagem para a língua de Pedro entrar em sua boca, os dois já não estavam longe um do outro. Otávio subiu em cima do amigo e agora o beijou já não era apenas um beijo.

Pedro apertava a bunda de Otávio, foi quando sua mente clareou, Caralho, eu estou beijando o meu amigo, e ele é tão gostoso. Essa bunda durinha, pensou finalmente percebendo o que estava acontecendo, não só a consciência despertou como outra parte acordou.

Otávio conseguia sentir o pênis de Pedro ficando rígido. Somente a cueca branca estava entre a mão de Otávio e o volume crescente.

O beijo não parecia mais estranho e agora os dois se beijavam intensamente, um sentindo o outro.

– Chega! –  disse Pedro interrompendo Otávio que estava beijando seu pescoço e deixando marcas na área. – Vai embora, Otávio. Você tem namorada e eu sou seu amigo. –  disse o rapaz. Empurrou Otávio levemente.

Otávio deu um último selinho no rapaz e foi embora. Quando chegou na entrada da casa de Pedro encontrou o pai do menino e teve que disfarçar a ereção.

– Já vai meu filho? O Pedro vai ficar sozinho. Eu e a mãe dele vamos sair para prolongar nosso aniversário, fique com ele. –  disse o pai de Pedro.

Otávio pensou em ficar, mas não podia, o amigo mandou-lhe embora. Não podia. E disse ao senhor Castro que iria para casa.

Foi dirigindo durante todo o caminho para casa pensando no que aconteceu. Já era tarde da noite, teria que usar a escada.

 

21:30 – 14 de outubro

A campainha tocou, Pedro foi atender a porta e encontrou Otávio na porta com um arranjo de flores amarelas na mão.

– São para você, minha querida. – Zombou Otávio. Pedro riu de Otávio e deu passagem para o amigo.

– Otávio, você não precisava ter trazido flores pra Renata. – Disse Pedro.

– Larga de ser chato, Pedro. Essas flores não são para ela, são para você. – Otávio não se segurou e deixou escapar uma risada da expressão seria que tentou fazer.

Otávio caminhou até a cozinha e encontrou a madrasta de Pedro com uma bandeira na mão.

– Me ajude a levar essa comida para a sala de jantar, Otávio. – Pediu Renata.

Otávio apressou-se, pegou outra bandeja e levou até a sala de jantar.

– Aqui, tia. A propósito, feliz aniversário de casamento. – Disse o garoto.

– Obrigado, Otávio. Mas eu não sou sua tia. Pode me chamar de Renata. – Disse a mulher.

Otávio envergonhou-se, porém, deu um sorriso para a senhora Castro. Pedro apareceu na porta da sala de jantar e disse: –  O, vamos subir para o meu quarto.

– Vocês dois. Terminem o que tanto fazem lá em cima e desçam em 10 minutos. – Disse Renata. – Vamos jantar e depois vou sair com o seu pai. – Completou para Pedro.

Os meninos responderam um ok e subiram para o andar de cima.

 

Tocava uma música indie no quarto de Pedro. Otávio trocava mensagens com a namorada.

 

Otávio: Maria, eu estou aqui na casa do Pedro.

Maria: Ok meu amor. O que está rolando aí?

Otávio: Um jantar.

Otávio: Aniversário de casamento.

Otávio: O pai do Pedro me convidou.

Maria: Divirta-se. Beijos.

Otávio: Mais tarde eu te ligo. Beijos.

           

Após a troca de mensagens, Otávio levantou o olhar da tela do telefone e viu seu amigo fitando-o.

-- O que é? – Perguntou Otávio abrindo um sorriso.

-- Nada. – Respondeu Pedro. – Vamos descer. Meu pai já deve ter chegado.

Na sala de jantar, todos estavam olhando para Júlio enquanto o mesmo abria uma garrafa de vinho. Hoje, o pai de Pedro permitiria o filho beber um pouco.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. A história está caminhando. Logo todos os personagens se encontrarão.


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