História Destinados - Capítulo 3


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Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags Isabellasantoni, Rafaelvitti, Santovitti
Exibições 72
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey minas(os), mais um capitulo fresquinho!! Espero que gostem, porque particularmente eu amei escrever. Sempre sofro um pouco com as minhas ilusões aqui ahhahahah mas é divertido escrever, então é isso,
Boa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo III-


Fanfic / Fanfiction Destinados - Capítulo 3 - Capítulo III-

Isabella POV –

 

- Bella. – Rafael entrou no quarto, chamando minha atenção.

Ele estava em pé apoiado na porta, sorrindo tão levemente para mim. Aquilo aqueceu meu coração inexplicavelmente, eu não sabia como descrever o que estava acontecendo entre a gente, nem ao menos o que eu estava sentindo.

Passamos o dia todo juntos, almoçamos, à tarde vimos um filme muito engraçado, por sinal, e depois ficamos apenas conversando, colocando o papo em dia. Conversamos sobre tudo, nossas vidas, nossas carreiras, sonhos, porém nada, nada sobre o passado, ou sobre “nós”.

Eu pensei em ir embora mais cedo, mas Rafael insistiu que eu ficasse, não havia duvidas de que eu queria passar o dia com ele, na verdade, eu não queria mais ir embora. Aquilo me assustava um pouco, a forma como ele estava prendendo minha atenção, e como ele conseguia me prender tão facilmente.

Guilherme havia saído mais cedo, tinha algum compromisso o qual eu não entendi muito bem. Almoçamos um macarrão a bolonhesa que Rafael preparou, estava delicioso. Achei fofo á forma como ele se prontificou a fazer algo para comermos, sem ao menos me deixar ajuda-lo, acreditam? Bem, não reclamei, é claro.

Agora eu estava ali, deitada em sua cama, lendo seu livro “Amor roxo”, era engraçado pensar que  a pouco tempo namorávamos pessoas tão diferentes, e sim, estávamos felizes com elas. Eram pessoas especiais. Pensar em Rafael com outra pessoa não me perturbava, pelo contrario, eu queria sua felicidade mais do que tudo. Não vou mentir que me dava uma pontado, o fato de perceber o quanto nossas vidas tinham caminhado para lados tão opostos, mas era assim, a vida era assim.

Julia parecia ter sido uma namorava amável e carinhosa para Rafael, pelo que eu via ás vezes, e as poucas vezes que a encontrei junto a ele, ela foi simpática comigo e eu com ela, e aquilo de certa forma, me acalmava. No inicio foi difícil acostumar-me em ver ele com outras garotas, mas hoje, bem, hoje era um pouco mais fácil.

E o livro? Bom, o livro tinha poemas realmente bons, lindos eu diria. Julia e Rafael combinavam, no entanto não estavam mais juntos. Eu não entendia bem o motivo do termino, claro, eu não poderia saber de nada, Rafael e eu não tínhamos nenhum contato, e na época eu confesso que nem pensava nele, ou ao menos em seu namoro. Eu estava feliz com Lucas.  Mas como eu poderia cobrar alguma explicação de Rafael sobre seu relacionamento aparentemente feliz, se nem o meu havia se mantido intacto.

- Gostou? – Olhei para ele um pouco confusa. – O livro.

- Ah sim, é... Gostei, tem poemas ótimos Rafael. – Ele sorriu, assentindo. Rafael sabia o quão bom era com palavras.

- Que bom.  – Ele caminhou até a cama, se sentando ao meu lado. Coloquei o livro em cima da cômoda, voltando minha atenção para ele. – Isabella eu...

- Não precisa Rafael. – O interrompi. – Eu sei sobre o que você quer falar e sinceramente, acho que podemos deixar isso pra lá.

- Tem certeza? – Me fitou um tanto preocupado. – Sei lá, as vezes acho que temos tanto a esclarecer um para o outro.

- Rafa, eu sei que é tudo um pouco confuso e que tudo que aconteceu hoje é ainda mais. Mas, nós dois sabemos o motivo de termos nos distanciado, a vida segue Rafa, não conseguimos evitar que ela siga.

- Mas podemos escolher o caminho que vamos seguir. – Ele disse isso olhando no fundo dos meus olhos, aquilo me fez ter sensações inexplicáveis. – Não sei se na época estávamos fazendo a coisa certa, mas hoje eu percebo que certas escolhas precisam ser tomadas, para que outras floresçam.

Sorri, ele estava certo. Rafael sempre soube o que dizer, em todos os momentos, muitas vezes me deixava sem palavras, mas dessa vez, eu sabia o que dizer, à tempos eu sabia.

Durante todo o dia não tocamos no assunto sobre termos ficado e transado na noite passada, pois sabíamos exatamente que não tinha o que se discutir quanto aquilo. Nós estávamos atraídos um pelo outro, a bebida foi apenas um impulso, um empurrão para que aquilo de fato acontecesse.

- Eu concordo com você, nós sabemos que tudo que aconteceu em nossas vidas, foi incrível, tudo que temos conquistado, tanto profissionalmente, quando afetivamente, tem nos proporcionado momentos incríveis.  - Ele assentiu, se ajeitando ao meu lado. – Julia foi uma ótima namorada não é? – Vi que ele se assustou um pouco com a pergunta, mas sorriu verdadeiramente, como se alguma lembrança iluminasse seu pensamento.

- Sim Bella, ela foi. Julia era incrível, é uma mulher maravilhosa, tivemos momentos que eu vou sempre me lembrar. – Sorri, ele falava de uma forma tão doce, e aquilo de certa forma me aliviava, pois sabia que ele pensava o mesmo sobre mim. – Esse é o lado bom, de se apaixonar e terminar de uma maneira saudável. Os momentos bons prevalecem e aquilo fica como um aprendizado e uma experiência para a vida inteira.

Quando eu pude notar, eu já estava o abraçando. Não sei porque, mas a vontade de senti-lo foi tão grande que eu não pude evitar aperta-lo em meus braços.

Rafael era doce e carinhoso, tinha seus inúmeros defeitos, mas, eu tinha que admitir, era o garoto dos sonhos de qualquer menina. Eu tinha lembranças incríveis dele, e dos momentos que passamos juntos. Pode parecer estranho, mas, vê-lo falar de Julia assim, tão intimamente não me incomodava, assim como eu sei que falar de Lucas não o incomodava também.  Nós sabíamos que eles haviam nos feito feliz, e aquilo, era o que sempre havíamos desejado um para o outro. Que fossemos felizes, independente de onde ou com quem estivéssemos.

Nós éramos grandes amigos, de alma e coração, não importava se tínhamos namorado ou nos envolvido, nossa amizade sempre prevalecia, e verdadeiramente, hoje eu posso dizer: Nossa amizade era oque realmente nos confortava, o que me dava segurança e uma felicidade inexplicável. Pois eu sabia, que independentemente do que acontecesse, eu nunca o perderia.

- Desculpa por qualquer coisa, ou por algum dia ter feito algo que possa ter feito nós nos afastarmos. – Eu dizia aquilo um pouco rápido demais, ele arregalou os olhos, me apertando novamente em seus braços. – Eu sei que você vai dizer que eu não tive culpa e que deixemos isso no passado, mas... só aceite minhas desculpas, só isso.

- Tudo bem linda, eu aceito e peço que aceite as minhas também. – Assenti, sentindo meus olhos ficarem molhados, eu estava prestes a chorar e nem sabia direito o motivo. – Hey, por favor não chora. – Apertou minhas pequenas mãos entre as suas gigantes. – A partir de agora, eu quero que sigamos em frente, ouviu? Sem magoas, ou qualquer lembrança que nos faça querer tentar entender o motivo de tudo que rolou. Apenas que a gente guarde só aquilo que passamos de bom e que agora a gente possa voltar a nos entendermos, como sempre foi.

- Você acha que a gente vai conseguir? Eu digo, voltar a sermos amigos como antes? – Ele hesitou, era difícil responder a algo assim.

- Eu não sei Bellinha. – Ouvi-lo me chamar assim novamente me fez sorrir encantada. Eu me sentia uma menina de treze anos, ouvindo o primeiro elogio do namoradinho. – Mas podemos tentar, sei que não vai ser difícil e que vai ter coisas que não iremos esquecer e que teremos que enfrentar, mas... já faz bastante tempo e hoje não temos mais nada o que temer.

- É você tem razão.

Depois daquela conversa, eu sabia que tínhamos encerrado alguma etapa, tampado algum buraco que tinha ficado aberto. A partir de agora eu queria que tudo fosse diferente.

- Acho que nada vai ser igual daqui pra frente. - Ele me encarou curioso. – Tudo vai ser diferente, novo. E isso é bom. Vai ser bom para nós dois, porque não precisamos nos ligar necessariamente a uma amizade ou envolvimentos que tivemos no passado, precisamos apenas nos lembrar que o que vivemos foi especial e encarar isso como um recomeço.

Era impossível decifrar o que ele estava pensando, Rafael me encarava de uma maneira tão intensa, como se eu estivesse falando algo completamente inusitado ou algo que ele nunca havia escutado.

- É estranho te ver falando assim. Você realmente amadureceu muito Isabella. – Ri, ele não estava me chamando de criança ou algo do tipo, estava apenas constatando a realidade. Eu havia aprendido muito nesses dois últimos anos, aprendido principalmente a encarar as coisas com outros olhares.

- Sim e você também. – Ele assentiu, sorrindo tão leve e tão lindo. – Bem acho que essa conversa se encerra por aqui. Preciso ir, já esta ficando tarde.

- É, talvez. – Se levantou, pegando sua jaqueta, as chaves que eu presumi ser de seu carro e sua suposta carteira.

- Como assim talvez? – Levantei o acompanhando para fora do quarto.

- Não antes de você comer um big dogão comigo. – Sorri, falar de comida sempre alegrava meu humor.

- Uuuuh, você paga. – Ele riu.

- Folgada. – Dei a língua.

Eu estava vestida com uma camiseta sua, que ficava um vestido para mim, não ficou feio, agradeci aos céus por isso e calcei um tênis que por sorte havia esquecido no carro de Gui uma vez, presumi que ele houvesse guardado.

Caminhei junto de Rafael até o carro, e partimos para a lanchonete.

- Você não vai nos matar não é? – Falei me referindo ao fato de ele estar no volante. – Se quiser eu dirijo, estou acostumada a te dar carona.

Ele riu, revirando os olhos.

- Isabella este é meu carro, portanto, eu dirijo, então cala a boca e para de me desconcentrar.

- Ok senhor Vitti. – Disse rindo.

- To mortão de fome e essa porra de sinal que não abre. – Gargalhei com sua impaciência.

- Vou querer um dog com...

- Duas salsinhas, sem vinagrete e MUITOOOO KATCHUP. – Disse com seu olhar divertido, mas ainda impaciente com o transito.

- Ah, desculpa , esqueci que o mocinho me conhece muito bem.

- É tão bem para notar que você é toda estabanada e colocou a camiseta do avesso. –Olhei assustada para a camiseta, vendo que não tinha nada de errado com ela, encarei Rafael sem entender. – Você precisava ver a sua cara. – Ele ria freneticamente, se não fosse o sinal abrir eu teria dado um soco naquela cara de pau.

- Você é um babaca Rafael. – Falei emburrada.

- Eu sei baby.

Ri, ele poderia ser um completo idiota, mas ainda sim, eu sentia falta de suas idiotices.


Notas Finais


Comentem viu, é super importante!! Favorita pra acompanhar o andamento aqui, compartilha lá com os contatinhos trouxianes que nem a gente kakakakakakakak brincadeira, e até o próximo capitulo gostosuras.
E ahhhh, quem tiver tt, coloca aqui que eu vou seguir e marcar sempre que postar, fica legal essa interação. Bom é isso, beijo na bunda.
Meu é @Equilibriovitti.


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