História Destination of Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neymar
Exibições 207
Palavras 1.426
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tá curtinho, mas é p não deixar a fic parada. Demorei por conta de uns problemas, mas vamos lá, leiam<3

Capítulo 3 - Ele também me quer.


“E eu compreendi, quando ele sorriu naquele momento, que queria que ele gostasse de mim”.

(A hospedeira)

Gabriele Harris

Naquela noite fui atras dele, mas bom, Nadine subiu depois de mim então não deu pra ele falar.

Já passou alguns meses desde o meu primeiro dia oficial aqui, Neymar sumiu completamente por causa dos jogos e treinos que vem ficando bem mais intensos do que antes. Se bem que ele nem era tão presente assim antes, a única pessoa dessa casa que ele vê frequentemente é Lucca, pois ele o busca na escola e o leva pro CT do Barcelona e só voltam de noite, mas aí eu já estou dormindo pois chegam tarde.

Não digo que estou feliz com isso afinal, meu chefe virou meu crush, pensem o que quiser, mas é impossível não se apaixonar. Eu descobri que gosto dele quando fomos pra Ibiza e ele pegou geral e a lerda aqui ficou morta de ciúmes. Não deixei barato porque fiquei com alguns também e ele não gostou nada pois disse que eu tinha que respeitar Davi, sendo que a hora que eu dei uns beijo já estava de noite e o Luquinha já estava no décimo sono. Rafaella fala que é ciúmes dele comigo, mas eu não acredito, afinal, ele tem muitas mulheres nos pés dele, o que ele iria querer com alguém como eu? Não sou feia, claro que não, mas o que eu não tenho de feiura eu tenho de defeitos, que por acaso são vários. 

O final do ano está chegando e eu não quero nem ver como vai ser todos nós numa casa no Caribe. 

O dia teria sido igual a todos os outros, mas Lucca acordou doente. 

— O que você está sentindo meu amor? — perguntei olhando pra ele.

— Titia minha garganta tá doendo e minha barriga — falou fazendo bico.

Coloquei a mão na testa dele e a febre estava forte. O troquei e fui levá-lo no médico, Rafaella, Nadine e Neymar pai estão no Brasil então eu fico sozinha aqui com a empregada e o Luquinha, não é chato. Longe disso. Peguei meu celular e não tem jeito, vou ter que ligar.

— Fala Gabe — atendeu no segundo toque.

 

— Anh.. — eu estava nervosa — é que, eu estou indo levar o Luquinha pro médico.

 

— O que ele tem? — perguntou.

 

— Tá com dor na barriga, garganta e ele está com febre — expliquei.

 

— Eu vou tentar voltar mais cedo, mas pode levá-lo. Valeu. Tenho que ir — e desligou. 

 

Nem pra falar “beijo”, ri e o motorista conversava com o loirinho. Chegamos no hospital um tempo depois que é daqueles bem chiques, vários paparazzis nos fotografavam de longe. Coisa da qual eu já estou acostumada, afinal, eu era famosa antes. Não que isso seja bom. 

{..}

Já tinham se passado horas e ainda estamos aqui, eu não comi nada o dia inteiro. Lucca está fazendo muitos exames pois tem riscos de ser alguma coisa grave, então é melhor previnir. Já anoiteceu e ele está dentro daquela sala se divertindo com algumas crianças enquanto não sai o resultado do exame, as dores melhoraram, assim como a febre e tudo por conta dos remédios.

Estava distraída tirando algumas selfies quando sinto duas mãos envolverem minha cintura, só de sentir aquele cheiro eu sorri. Era ele. Se ele soubesse como isso mexe comigo não faria nunca mais.

— Quero sair na foto também! — resmungou — vai Gabe.

Ri e posicionei o celular, tiramos umas cinco fotos e postei uma no snap. Ele ainda estava abraçado comigo o que fazia meu coração bater muito mais forte e minha respiração ficar descompassada.

— Ele já melhorou? — perguntou e eu assenti.

— Os médicos disseram que pode ser apenas uma gripe — falei e ele assentiu.

David o viu e veio até nos, Neymar me soltou e sorri vendo os dois juntos. O que eu não esperava era cinco seres humanos aparecem no hospital atras de mim. Ryan, Ian, Andy, Sofi e Mel.

Ian veio correndo e me abraçou, Luquinha e Neymar ficaram sem entender mas se afastaram um pouco. Conversei com todos e matamos a saudade, que por acaso, não era pouca. 

— Vão pro Ap da tia Lou, ela não está mais vindo pra cá — falei e me despedi — amo vocês. 

 

— A gente também ama você — gritaram e saíram.


Voltei meu olhar pra uma pessoa do meu lado. Luquinha já tinha voltado pro playground do hospital e Neymar estava com uma cara nada boa pra mim.

 

— Isso não é bom pro David — falou sério.

 

— O que? Eu ter amigos não é bom pra ele? — cruzei os braços.

 

— Sabe o que eu acho, que ele está doente por sua culpa! — me encarou.

 

— Aé? Minha culpa — ele assentiu — não sou eu que chego em casa com ele a meia-noite e fica dando porcarias pra ele comer toda hora. A garganta dele tá doendo por causa do sorvete que você da todos os dias. 

 

— Você tá insinuando que eu não sei cuidar do meu filho? — perguntou aumentando o tom de voz.

 

— Não estou ensinando, falo com todas as letras! E não vem dar um de santo que não sou eu que fico pegando todas na frente dele — falei.

 

Ótimo, foi ciúmes.

 

— Porque quem pega todos e você né! Nas férias você acha que eu não vi você se agarrando com o rico suave lá? — perguntou.

 

— É porque você não tá entendendo! — fiz bico.

 

— Você que não entende, merda! 

 

— Entender o que? — perguntei.

 

— Ah cala a boca Gabriele.

 

E então a boca dele estava colada na minha, belo jeito de me calar. E porque ele me beijou. Ele me beijou porra! Eu retribui, sem sombra de dúvidas afinal, é o beijo que eu mais esperei pra receber. Dentro de um hospital, aconteceu o nosso primeiro beijo. As mãos dele estavam na minha cintura me segurando, como se eu fosse fugir a qualquer momento e as minhas estão na nuca dele. A mão que estava na minha cintura desceu pra minha bunda e ali ele apertou, respirei fundo, mordi o lábio dele e só percebemos que o médico estava ali quando David riu da cena. Que vergonha!

Nos separamos imediatamente, eu juro que se tivesse um lugar pra enfiar minha cara agora, eu enfiava. Fiquei vermelha, o batom estava na região da minha bochecha e a boca dele estava parecendo a de um palhaço. Ele riu percebendo que eu fiquei sem graça, peguei um lenço que estava na minha boca e tirei o borrado e joguei o lenço pra ele tirar também.

 

— Bom, desculpem interromper — o médico fez piadinha — mas os resultados saíram.

 

— E o que deu? — perguntei.

 

Esquecendo quase por completo o que tinha acontecido alguns minutos atras.

 

— A dor de garganta foi por conta da friagem e a barriga e por algo que ele comeu e não fez bem — explicou o medico, encarei Neymar com uma cara tipo “o que eu disse?” — mas está tudo bem com ele. 

 

E então fomos todos embora dentro do carro, eu estava morta de vergonha de olhar pra ele agora. Lucca ficava fazendo piadinhas e Neymar dava corda. 

Assim que chegou na mansão, estava tarde da noite, dei banho em Davi e tomei também. Dei janta pra ele e o coloquei pra dormir, fiz o mesmo, ou melhor.. tentei. Eu odeio insônia, ainda mais quando ela tem nome, endereço e telefone. Eu não conseguia parar de sorrir um segundo sequer, eu estava muito feliz. 

Acho que a última vez que eu fiquei feliz assim foi quando consegui o emprego. Juro que vi a porta do quarto se abrindo, mas a escuridão não deixou ver por completo, o ar-condicionado que estava desligado se ligou sozinho e ouvi a porta da varanda se abrir. Não aguentei, levantei correndo e fui até o quarto de Davi.. ele não estava lá. Aí meu Deus! Será que sequestraram ele? O meu coração começou a acelerar e o pânico veio. Corri pro quarto de Neymar e assim que abri a porta os dois estavam rindo.. e pelo visto de mim. Ah não acredito, os dois estavam me assustando. 

Comecei a correr atras deles que riam e corriam de mim, assim que cansei, parei. Sentei na cama e comecei a controlar a respiração e a vontade de bater neles.

— Boa noite! — resmunguei levantando.

 

— A gente foi te chamar pra ver um filme — Neymar falou.

 

— Vai titia — Luquinha fez bico.

 

Olhei pra cara dos dois e ri assentindo, nos ajeitamos na cama e por ironia do destino Neymar deitou no meio. David na ponta e eu no canto, isso só está comprovando algumas teorias. 

Ele também me quer. 


Notas Finais


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