História Destinations and routes -Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Visualizações 15
Palavras 1.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obs- Cada personagem terá sua parte da "história" contada.

Espero que gostem, criticas e conselhos são sempre aceitos.

Capítulo 2 - A primeira rota traçada.


Fanfic / Fanfiction Destinations and routes -Interativa - Capítulo 2 - A primeira rota traçada.

Estava no voo para a viagem, mais importante da minha vida, quando tudo que tive que passar para estar aqui me veio á tona.


Fhashback...

Narradora pov.


   Estava de manhã, era exatamente 5:47, Alguns raios solares invandiam o quarto, fracos porém aquecedores.

    Nancy acorda com os seus olhos borrados por conta da maquiagem  que não havia tirado noite passada, Numa dificil luta psicológica entre ficar naquela cama quentinha ou se levantar para ir pro inferno , Ela vai até o banheiro tirar aquele pretão que na opnião da mesma parecia um urso panda de tão borrado que estava. Deixando um pouco de lapís e rímel o que deixou sexy, Fez o seu dispojado e matinal coque bagunçado de sempre.


      Abre a porta dando de cara com o seu quarto, por sinal a tempos estava precisando de uma boa faxina, anda em direção a única janela do quarto , puxa as cortinas deixando um pouco de luz entrar no ambiente , que agora a pouco só estava sendo iluminado por apenas algumas luzinhas estilo pisca-pisca. (Link de tudo nas notas finais).


Nancy Pov.


    Escolho o primeiro conjunto de roupa que vejo no guarda-roupa ,  volto ao banheiro para terminar de fazer as minhas ingienes pessoais.

      Demoro alguns minutos, confesso sou muito tumblr, tanto quanto no estilo de se vestir, tirar fotos e etc.

       Saio do banheiro, remexo um pouco telefone tinha somente algumas mensagens da minhas putinhas

      já era 6:15 da manhã o ônibus que sempre pego passa ás 6:45. Sobraria um tempo para trocar umas ideias com elas.


     Mensagem on.


                    Bom dia putinhas!


Amy- Bom dia piranha, seus pais brigaram com você por conta da festa de ontem?




                     Não, eles não comentaram nada :p.


Jane- Menos mal, assim me sinto menos culpada -.-


Amy- verdade ^.^


Jane- Vocês duas vão na festa do Alex né?


                       Claro que eu vou!


Amy- Obvio fia!


Jane- pera..


                                   Que foi? '-'


Jane- Seu pai deixou você ir na festa do Alex né ?Nancy



                          Deixou mas tem um problema...



Amy- vai ter que ir vestida igual a uma judá? :,)



          Aish claro que não idiota :,)  meu primo vai junto.



Jane- QUEEEEEE? SEU PRIMO GOSTOSO VAI ESTAR NA FESTA DO ALEX? OH MARAVILHA.



                        Sossega jane, Ele namora a Alice lembra?



Jane- Simsim eu sei ;-;



                       Então se aquete antes que eu vá apagar seu fogo.



Amy- Bultaoreune! Fireeee


Jane- que isso nancy? Não estou te reconhecendo.



Amy- só observando a putaria aqui.


                         Aish vou terminar de me aprontar pra ir pra escola até daqui a pouco minhas putas! S2



Amy- Até piranha


Jane- Até amore.



        Mensagem off.



     Pego a minha mochila, carregador, carteira entre as outras coisinhas.

      Saio do quarto e me deparo com o extenso corredor, estava começando a achar estranho, ninguém tinha ido me acordar , a casa estava um completo silêncio

       Caminho em direção as escadas, Olho para o relógio da parede "6:35" ,chego na sala e não tinha ninguém jogo minha mochila em qualquer lugar ,vou na cozinha.  E para minha supresa não tinha ninguém.


       " Pra onde foi todo mundo ?"


Enfim eu já estava ficando atrasada , resolvi tomar logo meu café e vi um bilhete na geladeira. Então o peguei e li.


     "Querida filha, tive que sair com seu pai e seu primo para fazermos compras pois temos pouco tempo e temos que organizar tudo o quanto antes, vou chegar mais tarde, irei trazer chocolate para você, iremos conversar sério quando chegarmos em casa.

um beijo do papai D. e se cuida"


    Logo começei a ficar preocupada.


       " temos pouco tempo pra que?"


   Minha cabeça estava no além,não estava entendendo nada,passarasse alguns minutos e fui tirada de meus pensamentos quando o meu alarme do celular tocou avisando o meu horário do ônibus.


      Recolho a minha mochila rapidamente, e saio correndo de casa a caminho do ponto de ônibus.

     Sorte que cheguei bem a tempo subo no ônibus, sento em uma cadeira no lado da janela coloco meus fones, clicando a primeira música que tinha no meu celular que por sinal era Stigma , encosto minha cabeça na janela ,enquanto vageio em meus pensamentos e acabo pegando no sono.



Minutos depois...


Narradora pov.


   Nancy acordou com o chacoalhar do ônibus ao passar por uma quebra-molas. Estava cansada por não ter dormindo bem no dia anterior mas ainda assim precisava ir para a escola- infelizmente , Nancy respirou fundo e despertou, retesando os músculos e fazendo-os estalar.


   "Céus", Nancy pensou. "Sou nova demais para me sentir tão velha" 


             Quando o ônibus parou novamente, uma senhorinha entrou e olhou no transporte antes pagar o motorista. Misteriosamente, ela parou ao lado de Nancy e a encarou com aquela leve expressão de desgosto que todo o mais velho tem. Nancy engoliu em seco e virou-se para a janela, preferia fingir não ter visto que gerar conflitos. 


         Mas então a senhora lhe empurrou com a mão e a barriga de forma grosseira, fazendo difícil sua opção de ignorá-la. Todos no ônibus pararam para olhar


     -Sabe -disse a velhinha- Não é muito educado da sua parte ser rude com os mais velhos. 


         Nancy franziu o cenho de forma genuiamente confusa.


       -O quê? Mas eu não fiz nada de errado....


      -Não dar espaço aos mais velhos é tão rude. 


      Nancy respirou fundo. " Era por isso? A senhorinha havia me agredido no ônibus por causa disso?". Nancy negou com a cabeça. Isso era um infortúnio maior do que podia aguentar. Não podia debater com a senhorinha pois iria sair sem razão alguma. (Prioridade aos mais velhos) e ninguém ali falaria por você, mesmo tendo testemunhado a agressão da velhinha (ela era incrivelmente velha) e quantidade de assentos livres no ônibus.


    Além disso, teoricamente os mais jovens devem ceder lugar aos mais velhos quando necessário, mas ela sequer foi gentil em perguntar! Um simples "por favor" lhe custaria a bengala?


         De qualquer forma, Nancy engoliu todo o orgulho besta que tinha estufado no peito e se levantou.


-Desculpe, senhora..  


- A nova geração está perdida -resmungo a velha - prevejo um péssimo futuro pra você mochinha.


Nancy mordeu o labio inferior de irritação.


- Olha aqui rolha de poço ,se continuar me tratando dessa forma ,nem futuro você terá mais.- Disse de forma fria 


A velha nem se sequer olhou para ela. Empinou o nariz e sentou-se como se o próprio ônibus lhe pertencesse.


Nancy recolheu seus pertences escolares e se dirigiu ao fundo do ônibus - o mais longe possível da velha desconhecida- e segurou-se em um dos assentos.


- Você está bem? 


   Nancy olhou para os lados procurando o portador da voz e ele acenou para sinalizar quem havia falado. Era um garoto de aparência meio sério estava sentado em um dos bancos e se inclinava na sua direção com uma peculiar curiosidade. 


     Nancy concordou. Odiava chamar a atenção de desconhecidos. Principalmente garoto de sua idade.


    -Estou sim.


   - Sente-se aqui- ele disse, retirando a sua mochila que ocupava uma cadeira.


  - Ah não,  obrigada- Nancy disse por pura educação quando, no fundo, estava dando vivas pela existência de ao menos uma alma generosa naquele ônibus 


 - Uma estudante não pode ficar em pé no ônibus- Ele insistiu - isso afeta seu desenvolvimento


    "Tadinho, mal sabe que nem sequer eu toco em algum livro, a não ser cinquenta tons de cinza ."


   - Ah, então está explicado.


 O desconhecido riu e se afastou dando espaço para sentar, o qual nancy aceitou com o maior prazer.


    -   Gary Hastwoods -ele disse, oferecendo-lhe a mão para um comprimento.

     

           Nancy também se apresentou e ele sorriu meio timído.


           - Seu nome é bonito- ela disse - Soa bonito. É estrangeiro?


        - Sim


Ele concordou com a cabeça e não disse mais nada, se passaram alguns minutos antes que o ônibus parasse em frente à escola pública, nancy se levantou imediatamente, caminhando para o fim do transporte para evitar olhar crítico da velhinha lá na frente.


   - Até mais, Nancy. - ele disse


  - Até mais, Gary.


Nancy se despediu e saiu do ônibus , indo em direção a entrada da escola.


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Nancy pov.


Era pra ser um dia normal.


Eu tinha acabado de sair da escola, estava acompanhada com meus amigos, Tomando um café numa lanchonete, onde havia um atendente muito bonito (só que depois , eu descobri que ele era gay, mas ainda continuei indo lá pois o café era incrível) .


       Já estavamos quase voltando pra casa , e hoje era sexta, todos iriamos para uma festa. Mas a minha maior vontade era dormir.


      Desisti de ir pra lanchonete pra ir no mercado comprar as bebidas e alguns ingredientes que o meu pai pediu ,pra fazer uma torta.


       Finalmente cheguei em casa, joguei minha mochila perto da porta, andei até a cozinha coloquei as bebidas e ingredientes na geladeira. Fui para o meu quarto ,decidi tirar uma soneca antes deles chegarem.


    Nem deu 3 minutos do meu precioso sono e algum ser vivo e em breve será morto, decidiu bater na minha porta.


      Abri a porta , dando um peteleco na testa de quem estava na frente. (Meu primo)


    Ai!- Ele colocou a mão no lugar que eu havia "machucado".- pra que isso, Nancy?


        - "pra que isso, Nancy?"- imitei seu jeito de falar- Você me tirou do meu maravilhoso sono pra vir atender a droga da porta.


        - Seus pais estão te chamando- Falou revirando os olhos e descendo as escadas.


      -O que será que eles querem?- sussurei, Desci as escadas e os escontrei na sala.


      - O que queria falar?- Digo indo diretamente ao assunto.


        -Então Nancy..- Meu pai começou a falar- Pensamos muito....


~°~°~°~°~°~°~°~°~°~°~°~°~°~°


 Fim de flashback.


     -Bom parece que aquela velhinha tinha razão....- falo me inclinado um pouco na poltrona do avião.- Agora só faltar saber o que esse tal "futuro" me aguarda.

        

  


Notas Finais




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