História Destino - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kiba Inuzuka, Neji Hyuuga
Tags Naruto, Romance
Exibições 19
Palavras 3.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Josei, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá leitores,

Antes de mais nada, MIL PERDÕES por não ter colocado nem um aviso na sexta passada. Eu coloquei na fic de Harry Potter, mas aí chegou a sexta e eu estava tão detonada que nem pra postar aviso eu tive ânimo. Me desculpem.

Estou entrando de férias por agora, então imagino que isso não vai acontecer de novo. Obrigada por ainda estarem aqui comigo.

Espero que se divirtam lendo!

Boa leitura,

Gaby Amorinha

Capítulo 13 - XII - Mudança


Por um mês, Hinata e Neji fingiram que nada tinha acontecido. Se comportaram como filhotinhos do conselho, se preocupando apenas com seu casamento. Mandaram fazer convites, contrataram uma banda, fotógrafos e sentaram para discutir a lista de presentes do chá de panela. Hiashi pensou até que os dois tinham decidido parar.

Ledo engano.

Faltavam cinco meses para o casamento agora. Em uma manhã, Hinata e Neji se sentaram para o café com Hanabi e Hiashi e então simplesmente comentaram a mudança que tinham feito no selo do rapaz.

Nunca ver Hiashi em silêncio foi tão amedrontador.

Neji sabia que Hinata estava disfarçando bem, e apenas porque conhecia bem a garota e vinha passando muito tempo com ela sabia que por dentro ela estava aterrorizada, por não saber como seu pai iria reagir. Hiashi, que estivera comendo, por pouco não se engasgou com a comida. O homem decidiu que era um assunto indigesto, e terminou sua refeição. Então, depois que os pratos foram tirados da mesa, Hinata descobriu porque havia tanta gente por aí que tinha medo de seu pai.

- Vocês ficaram MALUCOS? – ele gritou, vermelho de raiva, com o Byakugan ativado. – NÃO SE BRINCA COM ESSE SELO!

- Pai, você mesmo disse para que continuássemos lutando! Como íamos fazer isso com o conselho podendo explodir a cabeça do Neji a qualquer momento?

- Essa foi, de longe, a coisa MAIS IRRESPONSÁVEL que você já fez, Hinata! Isso levando em conta a luta contra Pain!

- Pai...

- Depois de hoje, estou reconsiderando seriamente passar o clã pra você. Por sorte sua irmã não foi selada ainda!

- Hiashi, eu acho que...

- Calado Neji, eu já não vou com a sua cara, não piore tudo. – o homem comentou. Neji se sentiu como um genro extremamente indesejado, embora obviamente o desgosto de Hiashi tivesse outras origens.

- Eu pesquisei bastante antes, pai, não ia arriscar a vida de Neji. – ela disse. – Eu sei que fiz a coisa certa, não adianta você brigar comigo.

- Eu ainda sou seu pai.

- Eu já fiz vinte e um anos. – ela insistiu.

- Eu ainda sou chefe do clã.

A garota abriu a boca, mas tornou a fechar. Contra isso não tinha argumentos.

- Você vai pro seu quarto. Agora. – Hiashi ordenou a Hanabi. – E você, Neji, tem muita sorte de eu não poder usar seu selo contra você agora.

- Pai... – Hinata murmurou.

O primeiro pensamento de Hiashi havia sido afastar Neji de suas filhas, mas o garoto estando noivo de uma delas não haveria muito como fazer isso. Então ele pensou em lutar contra o garoto, mas haviam chances palpáveis de que Neji vencesse. A verdade era que Hinata não tirara Neji apenas das mãos do conselho, mas das suas também, e Hiashi descobriu que isso o incomodava.

- Eu não tenho como lidar com isso agora. – Hiashi disse, se levantando. – Vocês dois... Eu nem sei mais o que fazer. Eu nem sei.

Neji e Hinata observaram Hiashi deixar a sala e se olharam, em silêncio, sem saber o que dizer. Estavam relativamente aliviados, pois apesar da explosão de Hiashi, imaginaram que ele pudesse fazer algo pior como chefe do clã.

- Talvez no fundo ele esteja feliz. – Neji comentou. – Quer dizer, estamos lutando. Não era isso que ele queria?

- É, era. Mas... – a garota suspirou, olhando para Neji. Ficar perto dele também tinha mudado. Agora era como se cada célula de seu corpo tivesse consciência do selo de Neji, de como ela podia tanto destruí-lo quando protegê-lo com uma facilidade imensa. Ao alterar o selo, pensara muito em como isso afetaria Neji, em como poderia machucá-lo, em como tinha que ter cuidado por ele, e não pensara nem um pouco em si mesma. Não tinha imaginado que algo ia mudar para si, mas agora tudo era diferente.

Prova disso eram os treinamentos. Hinata simplesmente sentia os movimentos de Neji e sabia onde ele ia atacar antes que o fizesse, o que era péssimo. Estava inconscientemente confiando nessa sensação e acabava fraquejando em prever realmente os movimentos do adversário. Contara isso a Neji e agora Soka a ajudava a treinar, mas a garota era muito lenta e quase não adiantava de nada.

Neji e Hinata passaram dias estendendo o jutsu dos Punhos do Leões, e agora ela tinha quase até os cotovelos. Não era o bastante para o exame Jounin. O plano era que, além de chegar aos cotovelos, o jutsu estivesse controlado, e isso estava um pouco longe de acontecer.

Faltavam três meses para o exame Jounin e o tempo só a apertava cada vez mais. A única forma de piorar seria o conselho fazer alguma coisa, mas as coisas pareciam estar em relativa paz e era bom que continuassem assim por um bom tempo.

- Precisamos escolher nosso bolo de casamento. – ela comentou, mudando completamente o assunto. Neji soltou uma risada baixa. Hinata vinha mostrando um talento incrível de mudar de “selo” para “Shino” para “casamento” e para “conselho” em suas conversas, e às vezes ele até se perdia tentando acompanhar. Ela estava mesmo sobrecarregada.

- Por mim qualquer um está bom. – Neji disse, embora detestasse abacaxi. Não queria dar mais dor de cabeça para ela.

- Você gosta de nozes?

- Nada contra. Por quê?

- É meu favorito.

- Pode ser, por mim. – ele respondeu. – Eu gostaria de poder ajudar melhor.

Hinata engoliu em seco. Sentiu no chakra de Neji, quando ele disse isso, que as intenções dele eram verdadeiras, e quis se xingar. Não era para preocupá-lo. Isso não era parte do plano.

- Está tudo bem. Só continue cuidando de suas coisas de noivo e deixe o resto comigo.

- Não está tudo bem, não. – ele disse. – Isso não é certo. Eu sei que você se orgulha muito de conseguir fazer as coisas, Hinata, mas... Bom, tudo tem um limite, e acho que estamos passando do nosso. Me deixe ajudar, é sério. O exame Jounin está chegando e você vai precisar praticar bastante até lá. Não pode perder tempo escolhendo flores de marzipã pra colocar num bolo de casamento.

A garota abriu um pequeno sorriso, afinal, Neji tinha razão. Quem sabe, então, só até o exame... Sim. Ela podia deixá-lo ajudar um pouco mais.

- Espero que saiba o que está dizendo, Neji. Organização de festas é uma loucura.

 

...

 

Hinata não estava brincando. O exame Jounin se aproximava cada vez mais, e deixando a garota treinar, Neji cuidou nos meses que se seguiram de documentos do casamento, data da cerimônia, lembrancinhas (escolheram dar bem-casados), distribuir a lista de presentes pelas lojas, marcar a prova do bufê, conferir as músicas da festa, acertar os detalhes com Ino sobre as flores (ele sinceramente pensou que fosse explodir nessa parte. Ino não parava de falar e fazer perguntas e dizer sobre como uma flor harmonizava com outra, e Neji não fazia ideia do que a loira queria dizer), enviar convites e decidiu, também, comprar um presente para Hinata.

Acabaram decidindo não reservar Noite de Núpcias. Pra que? Hinata comprou também um presente para Neji, e os dois entregaram pessoalmente os convites dos padrinhos. Isso, escolher o buquê e provar as comidas do buffet foram as únicas dores de cabeça que Neji permitiu que Hinata tivesse, de forma que quando o exame Jounin chegou era a única coisa que ela tinha para se preocupar.

- Agora, preste atenção. – ele disse a ela, um dia antes. Tinham treinado pela tarde inteira, e agora estavam descansando no jardim, de noite. Hinata estava visivelmente nervosa, e Neji sabia que não havia muito que pudesse fazer para ajudar a não ser tentar acalmá-la. – É só um teste. Passar ou falhar não significa que você é melhor ou pior, ok?

Ela fez que sim com a cabeça em resposta. Neji franziu os lábios, pensativo. Não era bom aconselhador.

- Obrigada por tudo, Neji. – ela agradeceu. – Por cuidar do casamento nesses meses, por me ajudar a treinar... Você não precisava ter feito tudo isso.

- Eu certamente precisava.

- Não, não precisava não. Mas ajudou assim mesmo. Eu não tenho como dizer o quanto sou grata por isso.

Neji abriu um sorriso leve. Os últimos meses haviam sido complicados. Naruto cancelara as buscas por Shino. Shibi fechara os portões do bairro Aburame e agora, realmente, não havia o que fazer a não ser esperar que o garoto desse as caras. Existia uma espécie de esperança coletiva de que ele apareceria no casamento de Hinata, mas a própria garota não tinha certeza disso. O evento seria bem maior do que seu noivado e, depois que Shino aparecera no noivado, era de se esperar que a segurança do casamento fosse bem mais intensa.

Hinata vinha estando dividida entre a dor de perder Shino e o desespero para desvendar o mistério do que acontecera com ele. Não importava como o tempo passava, ela ainda tinha aquela pulguinha atrás da orelha, aquela pequena sensação de que algo não estava encaixando. Não dizia isso a ninguém mais, guardava a sensação apenas com si mesma, mas o sentimento ainda estava lá. Talvez fosse um mecanismo inconsciente de defesa tentando guardar um último fio de esperança de que o Shino, o seu Shino, o que fora seu melhor amigo por tanto tempo, ainda estava ali.

Mas... E se não fosse? E se ela tivesse razão? E se algo estivesse acontecendo?

- Hinata? – Neji chamou. Ela estava calada a um bom tempo, e visivelmente bem pensativa.

- Ah. Oi.

- O que foi?

A garota se virou para Neji, mordendo o lábio, pensativa. Se tinha alguém com quem ela podia dividir esse tipo de pensamento agora, era ele. Ninguém mais acreditaria em si, e Kiba provavelmente levaria muito para o pessoal. Precisava de alguém racional, mas de alguém racional que a entendesse.

- Shino.

- De novo. – ele respondeu, com um suspiro cansado.

- Algo não está encaixando, Neji, eu sei! Eu pensei que fosse só um estado de negação, mas não é! Tem alguma coisa errada!

Ele olhou para ela quase como se sentisse muito, e a garota desejou que tivesse ficado calada por um instante, mas logo sentiu o chakra dele como vinha acontecendo ultimamente e soube que era outra coisa. Ele estava com medo.

Neji Hyuuga. Com medo.

- Do que tem medo? – ela perguntou.

- Não tenho medo.

- Tem. Tem sim. Você sabe que eu sinto seu chakra. Se já era difícil mentir pra mim antes, agora é impossível.

- Eu tenho medo que você se machuque.

Hinata abriu a boca, mas não conseguiu responder. As palavras lhe fugiram, e ela ficou encarando o noivo, embasbacada.

- Eu... Eu...

- Não fisicamente. Emocionalmente. Se você tem uma intuição sobre alguma coisa, eu normalmente lhe diria para seguí-la, mas dessa vez em especial eu estou com um pouco de receio do que “seguí-la” pode querer dizer, pois se você estiver errada, vai doer. Alimentar esperanças é perigoso, Hinata.

- Eu sei. – ela respondeu. – Mas eu não posso ignorar meus instintos.

- Não, não pode. Mas prometa que vai proceder com cautela, não apenas quanto à sua segurança como também quanto aos seus sentimentos. Promete?

- Eu prometo. – ela disse, tão rápido que Neji não se convenceu.

- Eu estou falando sério, Hinata. Se algo lhe acontecer... Eu não quero ter que catar seus cacos depois. Não quero que ele te vença destruindo seus senti...

Neji parou. Ele e Hinata se olharam, surpresos, quase sem acreditar.

Era isso. A resposta estivera ali o tempo todo, bem na cara deles! Shino nunca tinha gostado dela, ele tinha jogado com ela, descaradamente. Usado da amizade deles e de algo mais, ainda que falso, para deixa-la com dúvidas e o emocional abalado, e o único motivo pelo qual ele faria isso...

- Ele me teme. Ou ele teme alguma coisa em mim. – Hinata disse. – Mas o quê? O que ele pode temer?

- Shugo Hakke! – Neji respondeu. – Seu jutsu que você usou aquela vez, contra o clã Kamizuirui, ele é perfeito para eliminar...

-... insetos.

Os dois se olharam por um tempo, Hinata pensando em se levantar e ir correndo até Naruto, mas Neji a segurou pelo pulso.

- Hinata, isso pode esperar. Seu exame Jounin é amanhã. Você não pode esquentar a cabeça com isso agora.

- Mas...

- Isso não muda nada, não por agora. Shino é tanta prioridade quanto era antes. Não é como se de repente ele fosse mais ou menos perigoso ou urgente. Isso pode esperar. Pense em você mesma um pouco. Só um pouco, ok?

- Mas...

- Hinata! Se não vai fazer isso por si mesma, faça por mim. Pense em todo o treinamento que fizemos juntos até hoje. Não podemos desperdiçar isso para uma crise emocional, e você sabe disso. Amanhã é o teste escrito, você precisa estar focada! E sabe disso.

Hinata suspirou. Neji tinha razão. A prova do exame Jounin não era como a do exame Chunnin, na qual o objetivo era colar. A prova escrita do exame Jounin era difícil, e era para ser resolvida mesmo. Era até possível se arriscar a colar, mas era muito mais difícil, e as notas na prova serviam para selecionar as posições dos participantes na segunda fase do exame.

Ela precisava ir bem, e sabia disso.

- Ok. Ok, mas quando o exame passar...

- Sim. Então falaremos com Naruto.

Ela confirmou com a cabeça e voltou a se deitar na grama. Neji se ajeitou ao lado dela e os dois ficaram algum tempo em silêncio, ela apenas olhando as estrelas, pensativa.

- Neji...

- Pois não?

- Foi difícil o exame quando você fez?

O garoto abriu um leve sorriso e deu de ombros.

- Nem um pouco, mas eu fui um dos primeiros juntando minha classe a sua a conseguir. Fiquei só atrás do Shikamaru. Eles mudam o exame todo ano, então não sei se serve de parâmetro. Ouvi dizer que tem anos que a prova é muito fácil, em outros é praticamente impossível passar sem colar de alguém.

- Você ficou nervoso?

Neji suspirou, se lembrando de quando fizera o exame Jounin. Parecia que fazia tanto tempo...

- Bastante, até. Eu queria muito ir bem. Sendo sincero, e por favor, não diga isso a ninguém, queria orgulhar seu pai. Queria que ele sentisse que eu não era tão desperdício de tempo e espaço assim...

- Neji! – Hinata o repreendeu, surpresa. – Ele nunca...

- Eu sei Hina, eu sei. Mas... Ainda assim... É complicado. Sabe, eu, de um jeito ou de outro, cresci aqui de favor. Não dá pra afastar a sensação de que eu não estava me encaixando direito. Eu odiava todo mundo quando era mais novo, eu ataquei você nas eliminatórias do exame chunnin querendo te matar...

- Tudo bem. – ela cortou. Não queria se lembrar daquela época, não queria se lembrar daquele Neji rancoroso e cheio de ódio no coração.

- ...e então, depois daquela carta do meu pai... Eu não sei, eu quis fazer as coisas diferentes, mas algumas feridas nunca se fecham por completo. Eu sei que eu deixei uma cicatriz enorme aqui na sua família, Hinata, e eu sinto por isso.

- Neji, pare. É sério, está tudo bem...

- Pra você. Por que você acha que Hiashi disse que não nos quer juntos?

- Aaah... Eu não sei, por causa da tensão no clã? Por causa da birra do conselho?

- Não, Hinata. Por minha causa. Ele pode até gostar um pouco mais de mim agora, mas assim como eu ele ainda se lembra do mal que eu te causei, mesmo que eu tenha me arrependido e você tenha me perdoado.

- Neji, você era uma criança.

- Você também.

Ela não conseguiu retrucar isso. Sabia que, não importava o que falasse agora, não ia tirar da cabeça de Neji as memórias que ele estava revivendo, até porque, agora ela estava revivendo também. Se lembrou da luta dele contra Naruto no exame chunnin, de como ela mal tinha se recuperado mas fez questão de ir lá assistir. Se lembrou de como ele foi encontrado mais que à beira da morte na missão do resgate de Sasuke, e de todas as vezes depois daquela nas quais Neji se arriscara e por muito pouco escapara de morrer.

Naruto tinha dessas coisas. Ele lutava contra pessoas que tinham tudo para ganhar dele, e então de alguma forma acabava vencendo e isso sempre funcionava como lição de moral. Fora assim com Neji, com Gaara, com Pain e eventualmente, Hinata pensou, poderia ser com Sasuke. Mas, infelizmente, não eram todos como Naruto. Ele podia até perdoar as pessoas, e Hinata também, mas ela se lembrava de como havia sido difícil para Neji se ajustar de novo em casa.

Ele vivia se escondendo pelos cantos, tentando não ser visto. Gostava de ajudar Hinata, mas costumava fazer isso quando achava que ela não sabia que ele estava fazendo e fazia de tudo um pouco para esconder que se importava. Ao ficar mais velho, mais ou menos quando Naruto voltou de seu longo treinamento com Jiraya, ele tinha mudado, e já conseguia se encaixar melhor na casa, mas ainda assim...

Agora Hinata entendia. Ele se sentira como um convidado indesejado pela vida inteira.

- Eu sempre gostei de ter você aqui. – ela disse. – Eu sei que você cuidava de mim. Eu sei que você gostava de me treinar e que, quando eu fiquei cega daquela vez, você foi em um lugar muito perigoso tentar encontrar um remédio para que eu visse os fogos de artifício do festival. Eu sou muito grata por isso, Neji.

- Ah...

Hinata abriu um sorriso. Sentiu o chakra de Neji se agitar e ao olhar para ele percebeu que era porque o rapaz estava, quem diria, corado.

­- Ora, ora, o que estou vendo? – ela perguntou, sorridente.

- Nada. – ele disse, ficando ainda mais vermelho. Hinata soltou uma risadinha leve e voltou a olhar para o céu.

- Eu vou conseguir, não vou? Esse exame?

- Eu tenho total certeza de que sim, Hinata. O Juho Soshiken está perfeito, como queríamos que estivesse. Você é inteligente e habilidosa. Está em suas mãos. Eu confio em você.

A garota abriu um sorriso suave. Neji fora um dos que a desmerecera e julgara como fraca e inútil por muito tempo. Ouvir isso dele agora... mesmo levando seu pai em conta, de certa forma, aquela era a opinião que mais importava.


Notas Finais


Tcharam! Esse foi um capítulo mais feels mesmo, porque a Hinata está prestes a ir pro exame Jounin então veremos porrada e ação em breve 0/

Espero que tenham se divertido, nos vemos na sexta que vem ^^

Beijos,

Gaby Amorinha

Gostou desse capítulo? Confira aqui algumas de minhas outras fanfics!

Os Gêmeos Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter - 1ª temporada de "Gêmeos Potter", encerrada):

https://spiritfanfics.com/historia/os-gemeos-potter-e-a-pedra-filosofal-285426

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Don't Stop Believin (Glee, interativa, co-autoria com Sufilena. Disponível apenas no socialspirit):

https://spiritfanfics.com/historia/dont-stop-believin--interativa-6553263

The Children Of Fairy Tail (Contos de Fadas, interativa, co-autoria com Sufilena. Disponível apenas no socialspirit):

https://spiritfanfics.com/historia/the-children-of-fairy-tales--interativa-6773955

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