História Destino - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Gente que foto é essa?😱😏❤ É muito gostosura pra um homem só❤😱😂)

Pessoas, aqui estou (finalmente né kk) Desculpem pela demora, não vou falar muito pq estou doente. Mas mesmo assim me esforcei pra terminar! Espero que gostem!❤

Boa leitura!😘

Capítulo 4 - • Ela tem um namorado?!


Fanfic / Fanfiction Destino - Capítulo 4 - • Ela tem um namorado?!

(Pov. João Miguel)

Malu! Esse é o nome da irritadinha, ela mal podia imaginar que tinha ido para dizer que a mansão continuará sendo delas, mas agora, pensando bem, será que devo mesmo abrir mão desta propriedade?! Quer dizer, eu não preciso dela, mas se eu ficasse com a casa não teria a chance de continuar vendo essa garota, ela provavelmente iria embora e só! Posso continuar dizendo que quero a casa só para enrolar e poder estar indo até lá, claro que no fim de tudo direi que resolvi abrir mão, é isso! Vou continuar com essa história de aposta!

— Está pensativo filho!— Valentina disse entrando na sala de estar. Valentina foi minha babá e hoje é a governanta, ela não tem filhos e nem família, não que eu saiba. Deve ter mais ou menos 53 anos, é como uma mãe para mim, pois me cuidou desde que nasci, uma vez que meus pais mal paravam em casa, viviam viajando, sempre considerei ela muito mais que minha própria mãe. Meus pais morreram em um misterioso acidente de carro, diziam que havia sido um atentado, porém nunca acharam o responsável e arquivaram o caso, na época eu tinha 8 anos, confesso que não sofri, pois nunca tinha recebido carinho por parte de nenhum dos dois, sabe aquela palavra "bastardo"? Então, assim que me sentia, como um filho bastardo e indesejado. Depois que aconteceu essa fatalidade, obviamente tudo que era do meu pai passou para mim, assim que virei maior de idade só fui aumentando seus negócios cada vez mais e mais, e hoje sou um dos maiores e mais prestigiados empresários do país, sendo o único dono de algumas empresas de: agronegócio, joalherias, companhia aérea, hotelaria e alguns outros.

— Não Valentina, estava pensando em coisas mínimas— Respondi tranquilamente enquanto ela se sentou ao meu lado no sofá de frente para mim.

— Sei… olha João Miguel eu sei que você não gosta quando falo disso mas… até quando irá continuar nessa vida? A imprensa não para de falar mal de você... e eu não gosto disso— Suas palavras esboçavam súplica, me senti envergonhado. Então ela também está por dentro das notícias, mas a pergunta é, quem não está sabendo disso?! O que mais me irrita por ser uma pessoa conhecida, é o fato de não poder viver minha vida em paz, mal posso ir até a esquina que os malditos paparazzos já estão me perseguindo, tudo! absolutamente tudo que fasso é motivo para virar matéria, as vezes tenho vontade de sumir, isso me deixa extremamente irritado!

— Você sabe como essas pessoas exageram Valentina… a Stephania é uma "namorada"— Fiz sinal de aspas totalmente constrangido e sem saber o que dizer.

— Uma delas né filho— Ela disse totalmente decepcionada— Sabe que me preocupo porque te amo como se… como se fosse meu próprio filho e tivesse saído de mim— Falou com os olhos cheio de lágrimas e tristeza.

— Não chora Valentina, por favor! Sabe que também te amo, porque pra mim, você sempre foi e será minha mãe!— Peguei suas mãos e beijei— Eu prometo que vou dar uma segurada, está bem?!

— Se fizer isso ficarei muito feliz querido… não sabe como queria te ver com uma família, uma esposa… filhos— Ela sorria olhando para o nada, com certeza imaginando.

— Sobre isso… não posso te prometer nada, não quero me casar e muito menos ter filhos— Falei com seriedade, isso decidi a algum tempo, jamais conseguirei amar mulher alguma, e sei que casamento sem amor resulta em apenas uma coisa: Problemas, e isso já tenho de sobra!

— Como não?! Não será verdadeiramente feliz se não tiver uma família— Ela tocou meu rosto emocionada.

— Você não teve uma e parece viver muito bem!— Isso saiu por impulso, era incrível como sempre dizia coisas erradas em momentos errados, desde pequeno sabia que Valentina não gostava de tocar nesse assunto—…Desculpa eu não quis dizer isso— Ela se levantou obviamente ofendida.

— Saiba que sobre isso eu não tive escolha… você tem me decepcionado muito nesses últimos tempos, nem parece aquele menino dócil e gentil que eu criei, espero que algum dia mude esse seu pensamento!— Ela disse irritada, depois de completar a fala saiu da sala. Droga! Hoje não é o meu dia! Já recebi dois sermões, fazia tempo que Valentina não me dava uma bronca assim.

Depois do jantar subi para o meu quarto e tomei um banho demorado, hoje o dia estava extremamente entediante e demorado! Deitei em minha cama e liguei a TV para assistir alguma série. Até que alguém bateu na porta.

— Entra!— Disse sem desviar atenção da TV.

— Precisa de alguma coisa senhor?— Ana Júlia, uma de minhas empregadas apareceu na porta.

— Não Ana Júlia, pode ir dormir— Ainda sem olhar para ela respondi. Porque diabos eu iria querer alguma coisa? Estava pronto para dormir, se precisasse de algo eu mesmo pediria, ela estava querendo alguma coisa com certeza!

— Porque é tão indiferente comigo?—Ela deu um passo a frente parecendo triste.

— Não entendi o que quis dizer!— Do que ela estava falando?!

— Éramos próximos João Miguel! Lembra? Na nossa infância vivíamos juntos, mas com o tempo você mudou completamente!— Nunca havíamos trocado sequer duas palavras, a não ser para pedir alguma coisa claro, obviamente por ela ser minha empregada!

— Nunca tivemos proximidade Ana Júlia! o fato de você ter nascido aqui e praticamente ter sido criada junto comigo não te torna minha íntima!— Nem ao menos havia reparado nela algum dia, é uma empregada igual as outras!

— Mas você sempre soube que te amo! Desde a nossa infância eu sempre gostei de você! Mas você sempre me esnobou João Miguel! Me deixa fazer parte da sua vida? Não me importo em ser uma de suas amantes!— Ela adentrou o quarto com a maior cara de drama, sei que tipo de mulher Ana Júlia é, Está apenas interessada em meu dinheiro! E mulher "sangue sulga" atrás de mim já tenho de sobra! Ela até é uma mulher bonita: loira, olhos azuis e o corpo até que decente, mas não tenho interesse!

— Eu não admito esse tipo de atrevimento, saia daqui antes que eu me irrite! Sempre te poupei por respeito a sua falecida mãe que era uma ótima funcionária, mas você está passando dos limites!— Me levantei e agarrei o braço dela. Essa situação me irritava, como ela ousa dizer que "me ama"? Como as mulheres podem fazer um teatrinho ridículo e mentir na cara dura por causa de dinheiro?! Essa garota está por um fio nessa casa, sempre sendo ousada demais e causando intriga com os outros empregados.

— Tudo bem! Pode dizer o que quiser, mas eu continuarei apaixonada por você como sempre fui! Todos os anos que passei naquele maldito orfanato eu só sabia pensar em você, porque acha que vim pedir emprego aqui? O óbvio! Pra ter você de volta! Não vou desistir de você meu amor! Eu sei que ainda vai se arrepender, e eu vou estar aqui, vou te perdoar e vamos viver felizes!— Ela disse fingindo um choro ridículo. Essa garota é uma dissimulada! A empurrei para fora do quarto e fechei a porta, nunca tolerei que nem minhas amantes dissessem que "me ama", quanto mais uma empregada! Odeio mentiras!

Caso ela continuar com essa historinha, não pensarei duas vezes em mandá-la embora, só não tinha feito isso ainda pelo fato de antes da mãe dela falecer ter pedido ao meu pai para dar emprego a ela. Ana Júlia tem 24 anos, "nasceu" aqui morando com a mãe que era empregada, a mesma faleceu por conta de um tumor quando Ana Júlia tinha apenas 6 anos, desde então, ela havia sido mandada para um orfanato, e depois que fez 18 anos veio pedir emprego, Valentina a contratou logo de cara, porém ela nunca veio com essa conversa, era só o que me faltava! Agora tenho uma maluca atrás de mim dentro da minha própria casa!

(Pov. Malu)

Depois do ataque de raiva, fiquei mais algum tempo no meu quarto esperando eles irem embora, decidi descer, rezando para que já tivessem saído. Fui andando devagarinho para espiar a sala, e estava perfeitamente vazia, suspirei aliviada voltando a andar normalmente, agora bastava saber em qual cômodo da casa minha mãe estava, não foi preciso procurar, ela entrou na sala.

— Está mais calma?— Ela perguntou se sentando no sofá.

— Sim— Também me sentei em um sofá ao lado— É... depois que eu saí, eles disseram alguma coisa?

— Não, eles foram embora logo depois, o João Miguel disse que voltaria outro dia.

— De novo? Pra que?— Disse incrédula, não acreditava que iria ver ele novamente.

— Filha, essa casa agora é dele, vai poder vir quando quiser!

— Sabe quando vem?— Era impressão minha, ou eu estava gostando de saber que ele voltaria? Droga!

— Não falou, não estou te entendendo, você gostava tanto desse rapaz, e agora que coincidentemente ele está vindo aqui você não se alegra— Ela disse em tom de deboche.

— É diferente mãe! Não tem como estar feliz enquanto ele está nos tirando da nossa casa... e ele também nem olha para mim!— Droga! Essa última parte saiu mais triste do que eu gostaria!

— Filha, ele não tem culpa, o único culpado disso é o seu pai, fazer o que? Não devemos guardar mágoa e sim aceitar, e para esse seu último argumento... como sabe? Eu vi o jeito que ele olhava para você e não era de modo normal!— Ela disse me causando expectativas, óbvio! Não consigo esconder que gosto dele, está estampado na minha testa.

— Ai mãe, você sabe que eu gosto dele! Não fica criando expectativas falsas por favor!— Assim que completei minha fala ouvi meu celular tocar, como estava do meu lado atendi no primeiro toque.

— Oi Adriano!

— Oi! Como você está?

— Bem!

...

— Adriano... quero te avisar que eu vou voltar a trabalhar amanhã mesmo! — Depois de algum tempo de conversa eu disse.

— Por que Malu? Eu te dei essa folga— Como ja imaginava ele iria insistir.

— Eu não gosto de ficar sem fazer nada Adriano, gosto do meu trabalho, eu estou bem! Me desculpe mas eu volto amanhã mesmo!— Falei decidida.

— Tudo bem, tudo bem! sei que quando você coloca alguma coisa nessa sua cabecinha, ninguém tira, mas volta na parte da tarde, de manhã teremos uma reunião e não será necessário você estar lá, eu posso passar na sua casa pra te levar se você quiser.

— Tudo bem! Então até amanhã, beijo!

— Se cuida!

Após desligar, voltei a atenção para minha mãe que agora estava assistindo uma novela.

— Mãe, vamos pedir uma pizza, estou morrendo de fome!— E isso era verdade, no almoço mal havia comido direito.

— Eu ja estava indo cozinhar, mas se você prefere tudo bem— Ela disse tranquilamente.

...

(Pov. João Miguel)

Acordei 07:00 da manhã, com ajuda do despertador claro! Fui até a empresa assinar alguns papéis e voltei para casa no horário do almoço, ficar naquele lugar me cansa, pessoas puxando saco o tempo inteiro. Porém mesmo gostando de ficar em casa, as vezes era muito enjoativo.

Estava sentado na minha cama quando tive uma brilhante idéia! Resolvi ir até a mansão Velarde, estava afim de rever aquela esquentadinha. Me arrumei e fui. Chegando lá, apenas estacionei meu carro e toquei a campainha, diferente de ontem, quem atendeu a porta foi a dona Cecília, pelo que me lembro esse é seu nome.

— Boa tarde senhora!— Sorri e logo fui correspondido com um sorriso carinhoso vindo dela.

— Boa tarde, entre por favor!— Ela saiu da porta me abrindo caminho para entrar.

— Obrigado! Com licença— Assim que tive visão da sala pude perceber que a mesma estava vazia, droga! Será que a garota não estava em casa?

— Acredito que o senhor tenha vindo cotinuar nossa conversa... sente-se por favor— Ela indicou um sofá me sentei e logo em seguida ela também se sentou em um ao lado.

— Sim… e por favor, não me chame de senhor, não precisamos de tanta formalidade— Falei tranquilamente dando um pequeno sorriso.

— Se prefere assim, tudo bem!— Disse sorrindo.

— É... espero que não esteja sendo invasivo, mas a senhora poderia me contar como era a vida de vocês duas no passado?— Obviamente isso não tinha nada a ver com toda essa história da casa, porém estava muito interessado em saber a resposta.

— Tudo bem— Ela ficou com dúvida, dava para notar isso em seu olhar, talvez por estar pensando no porque dessa pergunta.

...

—... E a Malu sempre me defendia, me sinto muito envergonhada em dizer isso mas... muitas vezes ela era agredida pelo pai, sempre demonstrou ser muito forte, porém sei que por dentro guarda uma mágoa muito grande, e tem motivos, ela não teve uma adolescência igual de outras garotas, nunca teve muitos amigos,apenas "colegas", desde muito cedo presenciou cenas de violência tanto física quanto verbal, quando completou 14 anos entrou em uma depressão profunda, fiquei desesperada sem saber o que fazer, pois ela não saía do quarto para nada e apenas chorava o dia inteiro, quando perguntava alguma coisa não me respondia, nem sequer olhava para o meu rosto, um ano depois, já com 15 anos, ela finalmente aceitou sair comigo até uma festa da cidade, e desde essa noite graças a Deus, alguma coisa fez ela se reerguer e voltar a se comunicar, voltou a ser quem era antes, porém obviamente nunca mais será a mesma, não sei se essa grande ferida que ela tem, um dia irá cicatrizar, a impressão que ela deixa para as pessoas é de ser uma garota arrogante e inabalável, mas é muito carinhosa, e por mais que pareça mentira, é também muito frágil, ela apenas precisava de um pai presente sabe? Um pai carinhoso e compreensivo, que lhe desejasse um feliz aniversário e um beijo de boa noite antes de dormir, não de um pai que agride, ofende e despreza! Mas fui me casar com o pior dos monstros, um monstro que nem sequer poupava as cenas de agressões na frente de sua própria filha de apenas 12 anos— Ela me dizia muito emocionada e com dor nas suas palavras.

Que nojo sentia desse homem! Sei que não quero ter filhos, mas se algum dia chegar de acontecer, eu jamais terei coragem de fazê-lo sofrer, muito pelo contrário! Irei dar todo carinho possível. Claramente Malu sofreu muito mais que eu, tudo bem que nunca tinha recebido carinho dos meus pais, porém nunca havia sido agredido, agora entendo o porque de toda essa sua coragem, com tudo isso aprendeu a se defender e proteger sua mãe.

— Me desculpe por ter feito essas perguntas, imagino que a senhora não goste de tocar nesse assunto.

— Não, não sofro por mim, sofro por ela, por ter sido fraca sabe? Isso tudo aconteceu por minha culpa, eu deveria ter dado um basta logo no início, quando as agressões começaram— Ela disse olhando para um ponto fixo.

— A culpa não é da senhora, e sim dele, sinto muito com tudo que aconteceu com vocês!— Eu estava realmente comovido, era como se eu pudesse sentir o que elas passaram. Então Malu teve uma vida praticamente igual a minha, só que um pouco pior.

— Por favor, só te peço uma coisa, não conte para Malu que eu te falei sobre nossa vida, ela detesta que as pessoas saibam— Ela finalmente olhou para mim.

— Claro! Pode ficar despreocupada. Também quero dizer que... a casa continua sendo de vocês— Eu não poderia manter uma mentira, depois de ouvir toda essa história não teria coragem de dar mais um desgosto a elas— Decidi abrir mão porque vocês não merecem ser despejadas, não seria cruel a esse ponto!

— Oh meu Deus! Muito obrigado!— Dava para notar sua imesa alegria em seu sorriso, fiquei também muito feliz por dar um pouco de felicidade a essa mulher que tanto sofreu— Claramente você é totalmente o contrário do que a Malu disse ontem, você é um rapaz com coração muito bom, muito obrigado!— Ela agora chorava.

— Não me agradeça, eu só fiz o certo— Nesse momento notei uma linda mulher descendo as escadas com elegância, era Malu, me olhava com surpresa, porém não tão irritada quanto da primeira vez.

— Boa tarde!— Assim que ela chegou no último degrau nos cumprimentou tranquilamente.

— Boa tarde— Respondi totalmente perdido em sua graciosidade— Malu... se não for incomodo, gostaria de… conversar com você— Perguntei totalmente sem graça.

— Tudo bem— Ela franziu a testa confusa e olhou rapidamente para a mãe.

— Com licença— A dona Cecília se levantou e saiu da sala.

— Bom... acho que ontem as coisas ficaram um pouco... confusas— Eu me levantei para falar porque ela estava de pé e me observava atentamente.

— Acho que sim... me perdoe por ter agido daquela maneira— Percebi que ela teve dificuldade em pedir perdão, pois não olhava para mim.

— Não, tudo bem, entendo a sua irritação.

— Não se preocupe, não agirei assim novamente, eu já aceitei— Ela suspirou e finalmente olhou em meus olhos.

— Não... houve um mal entendido, não vou ficar com a casa, ia explicar isso ontem, esta propriedade continuará sendo de vocês.

— Obrigada!— Ela sussurrou e seus olhos lacrimejaram levemente, mesmo tentando esconder, pude notar gratidão em sua voz. Ficamos alguns segundos em silêncio nos olhando até que a campainha tocou nos tirando do "transe"— Só um segundo!

Ela foi atender a porta, e por ela passou um homem que assim que me viu começou a me encarar, de uma maneira negativa claro, devolvi seu olhar também demonstrando raiva.

— É… vamos Adriano?— Malu percebendo que o clima estava pesado então chamou o cara, pegou a bolsa que estava no sofá rapidamente, como se estivesse nervosa e olhou para mim— Com licença!— Disse e saiu rapidamente, o cara me encarou mais alguns segundos e logo depois acompanhou Malu.

Droga! Então quer dizer que ela tem namorado, é uma pena! Poderíamos ter uma relação muito prazerosa!

***Continua***


Notas Finais


Até o próximo capítulo! Beijos!♡


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