História Destino ao Inferno - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Desistir, Destino, Inferno, Jimin Utt, Originais, Romanticflowers, Sensualidade, Violencia, Yoongi
Visualizações 35
Palavras 903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia \o/
Eu estou ficando feliz com o andamento da fanfic, espero ter novos leitores e que os fantasminhas apareçam... Irei sair divulgando a estória assim que eu tiver um tempinho livre, prometo <3
Para ler esse capítulo eu pensei na música Stigma, do Taehyung, já leram a tradução? É perfeita! (LINK DA PLAYLIST NAS NOTAS FINAIS!)
Boa leitura!!!!

Capítulo 18 - A alma está morta.


Fanfic / Fanfiction Destino ao Inferno - Capítulo 18 - A alma está morta.

Destino ao Inferno – Capítulo Dezoito: A alma está morta.

22.12.2013

Brooklyn, New York.

Jimin’s Point of View.

 

Minha cabeça doía, sentia o misto de sentimentos caindo sobre mim, tais eles eram os piores. Abaixei meu olhar carregado de tristeza e deixei uma lágrima cair, sem Hoseok ver. Respirei fundo, observei o bar inteiro e me senti tão vazio, tão culpado, pois eu sabia que ela iria chorar a noite toda. Bufei irritado ao olhar para Hoseok bebendo ao meu lado sem expressão alguma.

 

– Está feliz? – Perguntei com ironia.

– Eu não fiz por mal. – Ele solta resmungando.

– Não fez? Imagina se tivesse feito, não é? – Reclamo, logo em seguida levanto pegando o braço de Hoseok e o arrastando para um lugar mais reservado.

– Ei, o que está fazendo?

– Você sabe o que aconteceu com ela?! – Perguntei respirando fundo e encarando seus olhos a minha frente.

– Jimin, eu não quero saber. – Solta sem se preocupar.

– Mas agora eu vou te contar! – Digo autoritário e começo.

– Jimin... – O interrompi na mesma hora.

– Ela sofria abusos de seu próprio pai, fisicamente e psicologicamente. Ela, mesmo assim, tentou ter uma vida, não se colocava para baixo, e seu otimismo em viajar era o que mais radiava nela! Ela conseguiu viajar para a Coréia do Sul e fazer seu tão sonhado intercâmbio. Conheceu pessoas novas e essas experiências acabaram estragando sua vida, sabe como? Sabe o estopim para ela jogar tudo para o ar?! Sabe?! – Alterei minha voz encarando ele, que ficou em silêncio. – Tudo começou quando sua mãe veio a falecer! Quando a mãe dela tinha leucemia! Ela se culpou por tudo que estava acontecendo, porque invés de ela estar com a mãe dela, ela se mudou para a Coréia! E aquele mafioso que tanto falam, o tal de Yoongi, era namorado dela, ele era do bem, mas a própria Sophia o trouxe para o mundo da máfia novamente! Ela não queria isso! E mais um acontecimento para colocar em suas costas. – Continuo com meu tom de voz alterado, com raiva e ironia. – Ela voltou para Nova Iorque, voltou para o seu pai, que a espancava pela morte de sua mãe, que usava palavras duras com ela, que a maltratava sempre! E Yoongi a ajudou com todo o dinheiro possível! E ela devia ele! Yoongi a fez de prostituta, para dar uma lição nela, de que ninguém deveria mexer com ele! – Eu ficava com mais raiva ainda só por proferir essas palavras. – E tudo o que ela fez foi colocar isso em suas costas e carregar a culpa em seu coração, em sua mente, em todos os seus pensamentos! Ela se privou te todos e de tudo, ela se fechou no seu mundo e parou de viver para a vida e começou a viver esperando sua morte... – Terminei sussurrando a última frase e respirando fundo, eu precisava de ar e precisava ver Sophia o mais rápido possível.

 

Hoseok me observava atento, vi seu olhar se entristecer e ele sentir-se culpado por ter a julgado precipitadamente. Eu o encarava, não conseguia manter uma expressão no rosto e muito menos me comover com aquela cena de meu amigo, pois ele errou bem feio ao citar a mãe da garota, e ainda falar dela de um modo agressivo.

 

– Eu só quero que você pense no que falar antes! – Concluo bufando e esbarro nele enquanto caminho para a porta.

 

Eu precisava ver ela...

 

22.12.2013

Brooklyn, New York.

Sophia’s Point of View.

 

Sinto saudades do tempo em que conhecia meus sentimentos. Do tempo em que sabia o motivo pelo qual eu chorava ou sorria. Dos momentos em que eu vivia plenamente minha vida. Sinto saudades de tudo o que vi e vivi, porque sei que minha alma estava tranquila...

 

Mãe... – Sussurrei a chamando. Minhas lágrimas caíam sem preocupação alguma, pois elas não me importavam naquele momento. Só queria minha mãe aqui.

 

Ouço a campainha sendo tocada freneticamente e meu coração se aperta ainda mais. Eu não estava com vontade alguma de abrir a porta e encarar quem quer que seja agora.

 

– Sou eu, Jimin... – Sua voz soa abafada por conta da porta.

 

As pessoas esquecem que queremos ficar a sós com nossos pensamentos, afinal se contarmos ninguém nos ouvirá e nem acreditará em nós, por isso ficamos pelos cantos “pensando”.

 

– Vai embora! – Grito entre soluços.

 

Pensamos em tudo ao mesmo tempo. Nossa mente borbulha, ferve, parece uma chaleira em ponto de ebulição. Nossos pensamentos fogem ao nosso controle.

 

– Sophia, abre, por favor... – Ele pede.

 

Pensamos que somos sozinhos no mundo, que ninguém nos entende, que somos inúteis, que somos a pior das companhias. A morte é nosso pensamento mais frequente, uma vez que tudo nos decepciona, por isso esse pensamento é tão constante em nossas mentes.

 

– Sophia...

 

Por sermos frágeis ao meio externo, nos magoamos facilmente, nos ferimos e por isso, somos muitas vezes, levados a pensar em atentar contra nossa própria vida.

 

– Me perdoa... – Jimin pede, me encaminho lentamente até a porta e choro ainda mais só por imaginar seu rosto olhando para mim.

 

Remoemos coisas passadas, sofremos por antecipação, morremos por amor, sofremos por desilusão. Tudo isso nos faz perder tempo refletindo, pensando, pensando, pensando…

 

– Eu não queria te causar nenhum dano a mais. – Ele sussurra enquanto abro a porta e abaixo meu olhar.

 

A pessoa triste normalmente torna-se uma pessoa fechada. Na depressão, a alma está morta.

 

Eu preciso de você... – Sussurro num fio de voz e o abraço forte.


Notas Finais


→ Cheguei!
→ Espero que não me matem por estar curto, mas tive que escrever o que houve após a treta do bar com a Sophia e o Hoseok...
→ Bem, no próximo capítulo teremos -spoiler curto- o Hoseok sentindo-se culpado e se redimindo com a Sophs, lindo né? <3
→ Não tenho muito o que dizer aqui, só sentir e agradecer por todos os favoritos que venho conquistando aos pouquinhos *-*

*RECADOS GRAVADOS* (é necessário também ♥)
→ Capítulo não betado, se tiver algo errado me avisem <3
→ Estou feliz por ter pessoas maravilhosas que leem!
→ Quero pedir desculpas por qualquer coisa e espero que estejam gostando, porque eu estou amando escrever :3
→ Comentem se estiverem gostando, não sejam leitoras fantasmas, por favorzinho <3
→ Twitter para conversar comigo: @rmntcflowers
→ PLAYLIST AQUI: https://drive.google.com/drive/folders/0B7iH1YZWWCOJb3ptUFk0R0cyblU?usp=sharing


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