História Destinos Cruzados - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Albus, Alvo, Granger, Hogwarts, James, Malfoy, Potter, Riddle, Rose, Scopiusxrose, Scorpius, Weasley
Exibições 18
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos!
Aqui está mais um capítulo :)
Espero que gostem de o ler, tanto quanto gostei de o escrever.

Capítulo 5 - O que queres dizer com "um encontro"?


Michael ON

Conviver com o “Senhor Perfeição” tem sido, de facto, uma experiência que não recomendo nem ao meu pior inimigo. O miúdo é totalmente irritante no sentido mais literal do vocábulo.

Tem uma capacidade surreal de me tirar do sério, independentemente da circunstância em que estamos. Querem um exemplo? Alguns dias depois da nossa troca de palavras azedas, no meu quarto, aquela criatura encheu-me a pasta de dentes de mostrada. Juro-vos que fiquei pior que estragado, mas também o que posso eu esperar de alguém que tem sangue Weasley a correr-lhe pelas veias?

Como se as partidas e as brincadeirinhas de mau gosto não fossem suficientes, Albus Potter, também conhecido como “O Torturador de Michael Riddle”, é campeão mundial em ser um sabe-tudo intrometido e extremamente irritante!

O garoto tem uma necessidade infindável de mostrar que sabe tudo acerca de tudo. Exibe as suas exímias habilidades de Feitiços, Poções, Defesa Contra as Artes das Trevas e, por fim, em História da Magia.   

Chega a ser irritante tanto perfecionismo e os meus pais ainda conseguem aumentar-lhe mais o ego, se isso é possível, sempre interessados no que o “menino-que-tudo-sabe” tem a dizer.

Mas saindo do meu cérebro e voltando à realidade…

- O que é que queres, Potter? Não te chega humilhar-me todos os dias, a toda a hora? – questionei sem desviar o olhar do meu caderno de escrita criativa.

- Sabes que não o faço! – comentou e eu pude vê-lo revirar os olhos de forma irónica.

- Imagina se o fizesses. – murmurei e retomei a minha escrita no pequeno caderno de capa azul.

A partir daquela discussão as palavras começaram a fluir pelo papel, sendo os únicos sons audíveis o da pena a deslizar rapidamente pelo papel e as nossas respirações calmas e combinadas.

Michael OFF

Albus ON

Indescritível, é com este adjetivo que descrevo o cenário que tinha à minha frente. Ele é, sem qualquer sombra de dúvida, a pessoa mais esbelta que conheço. Quer dizer, ele comanda a pena com uma maestria invejável pelo papel e é um som tão doce e apetitoso de se ouvir.

Ele faz borbulhar em mim sentimentos aos quais nunca tive acesso na minha ainda muita curta vida.

Para ser sincero, nem eu sei o que é isto que sinto por ele. Eu sei que, de algum modo, eu quero pegar nele pô-lo num pote e protegê-lo de todo o mal que ele poderá a vir sofrer, mas também tenho medo de demonstrar que me interesso demasiado com ele (e que isso ponha em causa algo que possamos vir a ter, sobretudo uma amizade).

Contudo, irritar aquele ser de olhos puramente castanhos é algo que completa os meus dias. A sério, não imagino os meus dias, nesta casa, sem irritar o Michael. É tão delicioso fazê-lo.

Decidi, então, aproximar-me dele e sussurrar-lhe ao ouvido:

- E se fôssemos até ao parque?

Ele limitou-se a dar de ombros, levantou-se da cadeira e dirigiu-se até à porta do quarto, mas quando encarou a mesma voltou a andar na direção da secretária e apontou para o seu pequeno e fiel caderno de capa azul, dizendo, de seguida, o seguinte feitiço:

- Wingardium Leviosa – e o pequeno caderno foi encaminhado para dentro de uma caixa que estava em cima da sua cama. – Colloportus – ele proferiu e a pequena tampa que estava aberta, segundos depois fechou-se e um pequeno “click” deu-lhe a segurança do que quer que estivesse naquele caderno ou naquela caixa estava bem guardado.

- Podemos ir? – questionei suavemente.

- Sim, Albus, podemos. – ele respondeu e abriu um largo sorriso, algo que eu raramente o tenho visto fazer.

A rua estava deserta, não que naquela área morasse muita gente, e os únicos sonos audíveis para além das nossas respirações eram os nossos ténis a pisar calmamente a calçada.

- Para onde queres ir? – inquiriu quando fizemos uma pequena pausa no nosso trajeto.

- Há dias vim para um parque aqui perto, o que achas de irmos até lá? – perguntei de volta e ele assentiu esboçando um simples sorrio.

O caminho até ao parque pareceu-me mais rápido, talvez por já saber o caminho ou então pelo facto de estar acompanhado.

- Uau! – exclamei quando entrei no parque. – isto aqui é lindo à noite. – comentei espantado e ouvi-o soltar uma gargalhada.

- Isto à noite é ainda mais lindo. – comentou ressaltando a palavra “ainda”. – venho aqui regularmente, sabes? Quando me falta a inspiração e essas cenas todas de escritores. – proferiu e eu gargalhei.

- Tens sorte em viver perto de um parque tão bonito e inspirador. – comentei e ele encarou-me. – eu gosto do sítio onde vivo, claro que não é tão acolhedor com aqui, mas é simpático.

- Moram na casa do falecido Sirius? – questionou com curiosidade presente na sua doce voz.

- Não. – respondi e tentei reproduzir o que o meu pai me dissera à uns anos – para o meu pai, ainda é muito complicado entrar lá. Apesar de já se terem passado muitos anos desde que o Sirius partiu e da sua morte ter sido vingada pela minha avó Molly, o meu pai ainda está muito ressentido. – expliquei e ele abriu a boca algumas vezes antes de falar.

 - Nunca estamos preparados para perder uma pessoa de quem gostamos muito. – ele comentou sabiamente. – especialmente o teu pai, ele perdeu os seus progenitores muito cedo, foi criado por alguém que sempre o inferiorizou por puro ódio e inveja e que foi perdendo todas as pessoas que se importavam com ele de forma gradual, mas nem por isso pouco chocante. Ele merece esta estabilidade mais do que ninguém nesta vida. – o Riddle júnior concluiu e eu abracei-o com tanta força que pude sentir os nossos corpos fundirem-se num só.

- Obrigado por tão belas palavras, Mike. – eu agradeci e ele corou instantaneamente. Devo dizer que vê-lo corado é uma das coisas mais fofas do mundo. E o abraço que demos foi mágico, muito mágico e eu senti-me tão bem nos seus braços, bem como nunca me senti.

Prosseguimos então a nossa caminhada, até que ele parou subitamente e disse, com ar trocista:

- Se deres mais dois passos em frente, vais ter um encontro muito inesperado! – ele advertiu e eu ignorei, afinal de contas já estava habituado às brincadeiras dele, mas mesmo assim decidi responder-lhe:

- O que queres dizer com “um encontro”? – e nem foi preciso que ele respondesse, eu tropecei numa pedra e o meu corpo caiu estatelado no chão.

- Eu avisei, Potter! – ele comentou entre gargalhadas.

- Começa a correr, Riddle! Pode ser a última corrida da tua vida! – eu desafiei, mas ele não se mexeu.

- Anda, vamos para casa. – proferiu de forma carinhosa enquanto me estendia a mão e me passava o braço pelos ombros de atenciosamente.

Eu apenas apoiei a minha cabeça na cova do seu pescoço e começamos a andar lentamente, envolvidos por um silêncio bastante confortável.

Albus OFF


Notas Finais


Obrigado por lerem!
Já sabem que se tiverem dúvidas podem deixá-las na secção de comentários aí em baixo.
Até ao próximo capítulo, onde FINALMENTE saberemos qual é a casa de Hogwarts onde cada um será sorteado. Deixem as vossas teorias, também nos comentários ♥
Beijinhos,
Sérgio xx


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