História Destinos Cruzados - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Elfman Strauss, Gildartz, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Silver Fullbuster, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich
Exibições 26
Palavras 937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eaw pessoal essa é minha primeira Fanfic e espero de verdade que gostem.
Bom antes de começar alguns avisos...

1- Vou postar um capítulo toda a sexta feira e podem contar com minha pontualidade.

2- Sou um escritor iniciante, então peço a ajuda de vocês para que dêem suas opiniões e digam se achar algum erro.

3- Apenas os dois primeiros os capítulos vão ser em primeira pessoa, o restante vai ser em terceira.

4- Os dois primeiros capítulos podem estar curtos mas os próximos vão ser mais longos. Também podem não ter muita ação mas prometo compensar nos próximos.

Bom... Sem mais delongas vamos ao capítulo... Espero de verdade que gostem e mais uma vez peço que dêem suas opiniões.

Boa leitura :-) :-)

Capítulo 1 - Prólogo - Eu também morri.


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Eu me lembro daquela maldita noite como se tivesse sido ontem. Dia quatro de fevereiro de dois mil e nove. Me lembro da forte chuva que caia, do sangue quente escorrendo pela minha testa, da dor insuportável que sentia em minha cabeça e do desespero por não conseguir me mexer. Mesmo estando com os olhos fechados eu tinha a sensação de que tudo estava de ponta cabeça mas eu não entendia o  porquê daquilo estar acontecendo. Ouvia vozes de pessoas ao redor mas não entendia o que elas diziam. Para falar a verdade não sabia se estava sonhando ou se estava acordado. Lembro de ter trocado poucas palavras com alguém antes de abrir os olhos e ver a cena mais aterrorizante de toda a minha vida... Foi aí que eu me lembrei de como meu mundo se tornou vazio e escuro em questão de segundos...

Minutos antes eu, meu pai e minha mãe estávamos indo ao shopping. Meu pai estava pilotando o carro, ele estava dentro do limite de velocidade permitido mas mesmo assim um pouco rápido, minha mãe estava conversando animadamente com ele e eu... Bom... Eu estava no banco de  trás com um sorriso tão largo que mau cabia no meu rosto, estava contente porque meus pais estavam me levando  para passear, coisa que raramente acontecia já que eles trabalhavam muito e tinham pouco tempo para mim. Mas naquela noite nada disso importava, eu estava transbordando felicidade... Felicidade essa que se transformou em sofrimento em questão de segundos quando o carro se aproximou de um semáforo que havia acabado de fechar. Meu pai pisou no freio mas alguma coisa estava errada... O carro não diminuía a velocidade. O rosto dele ficou pálido e se fechou em um semblante de pânico.

— O que foi querido? — minha mãe perguntou preocupada ao ver sua expressão.

— O carro... NÃO QUER FREIAR!!! — ele respondeu em desespero afundando cada vez mais o pé no freio mas  sem surtir qualquer efeito no veículo.

Não sei se realmente existe isso de sorte ou azar mas para o nosso azar a rua estava bastante movimentada naquela noite.

Quando o carro estava prestes a bater na traseira de um motoqueiro que aguardava o sinal abrir meu pai rapidamente girou o volante para direita evitando acertar o motoquiro, segundos depois uma caminhonete atingiu a nossa lateral fazendo o carro capotar.

Chega até ser engraçado como sua vida pode mudar em questão de segundos. Instantes atrás eu era a pessoa mais feliz do mundo, depois tudo começou a rodar e eu tinha certeza que iria morrer. O carro deu umas cinco cambalhotas antes de se chocar fortemente contra uma parede e parar de ponta cabeça.

E lá estava eu, com os olhos fechados enquanto torcia para que aquilo não passasse de um pesadelo e que a qualquer momento eu iria acordar na minha cama... Mas aquilo infelizmente ERA real.

— Natsu... Você está bem? — meu pai perguntou com a voz fraca e trêmula.

— Papai — começei a entrar em desespero.

— NÃO ABRA OS OLHOS! — ele aumentou o tom da voz me fazendo obedecer — Apenas me ouça OK?

— OK — concordei ainda de olhos fechados.

— Nunca se esqueça que eu e a mamãe te amamos — começou ele — Jamais vamos... Deixar de te amar — tossiu — Você pode me fazer um favor Natsu?

— Sim — respondi rapidamente.

— Diga... Que ama o papai e a mamãe — ele começou a chorar e sua voz ficava cada vez mais fraca.

— Eu amo você e a mamãe — fiz o que ele me pediu — Eu amo vocês dois!

Meu pai soltou uma pequena risada — Bom... Garoto — ele ficou alguns segundos em silêncio como se estivesse fazendo algo — Quero... Que fique... Com... Isso — Senti alguma coisa cair no meu colo — Seja um bom... Garoto... Nat.. su — essas foram suas últimas palavras.

— Papai... — chamei depois de aproximadamente um minuto sem ouvir sua voz.

Quando abri os olhos eu vi... Vi minha mãe esmagada entre mim e o parabrisas do carro, com o corpo cheio de cortes e coberto de sangue, meu pai ao seu lado com o rosto repleto de machucados e estilhaços de vidro apoiado sobre o volante e seu precioso cachecol quadriculado e agora manchado de sangue no meu colo.

— Papai... Mamãe... — murmurei com os olhos transbordando em lágrimas enquanto sentia minha garganta tapar como se tivesse engolido uma bola de sinuca — não... Não... NÃO! NÃO! NÃO! NÃO... NÃOOOOO!!!! — meu coração parecia  ser esmagado, logo depois respirei profundamente — POR QUE ISSO ESTÁ ACONTECENDO?!!! POR QUE?!! POR QUE?!! POR QUEEEEEE?!! — apertei fortemente o cachecol do meu pai.

— TEM UMA PESSOA VIVA AQUI! — escutei alguém gritar e logo em seguida a porta ao meu lado foi aberta — graças a Deus um sobreviveu.

Eu nada respondi, estava em estado de choque. Senti meus braços serem segurados e fui puxado para fora do carro levando comigo o cachecol.

— ESSE CARRO VAI EXPLODIR!!! SAIA JÁ DAI!!! — uma voz ecoou um pouco mais distante.

Nos braços de um desconhecido eu via o carro em que estavam os corpos dos meus pais e que agora estava sendo engolido por chamas violentas ficar cada vez mais distante. Até que um estrondo tomou conta do local... O carro havia explodido levando junto às duas pessoas que eu mais amava.

Senti meu coração se quebrar em mil pedaços. Apesar de ter sobrevivido eu sabia que de certa forma naquela maldita noite... Eu também havia morrido.

<<<<<<<<<<<<<<[1]>>>>>>>>>>>>>>

                                         Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Até o próximo.


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