História Destinos cruzados - Capítulo 5


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Luan Santana, Romance
Exibições 40
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!

Capítulo 5 - Namorados?


POV Catherine

— Ponha o cinto, Catherine.

— Tá.

O motor rugiu e senti minha ansiedade aumentar. Uma sensação de que o mundo ficava lá fora e ali éramos só nós. 

— Para onde devo virar? — perguntou ao chegar em uma esquina deserta.

— Esquerda.

Quando pegou a rua principal, tentei e consegui me acalmar mais.

— Como está a sua mãe? Ficou muito chateada com a televisão?

— Muito. Nem fala comigo. 

— Se quiser, posso leva-lá de volta.

— Nem pensar! E quanto ao tratamento de Kassandra...

— Já combinei tudo com ela, não se preocupe.

— Se ela não pagar, fale comigo.

Ele sorriu.

— O que foi?

— O que foi o quê?

— Porque está rindo?

— Não estou rindo.

— Ah, não? — acabei sorrindo também — espero que não seja de mim.

— Não, estou sorrindo para você.

Havia algo extremamente charmoso em Luan. Que ia além de sua beleza masculina , com aqueles cabelos pretos. Seu modo de falar, olhar e se mover.

— Não fica longe.

Expliquei o caminho para ele, que ficava em uma rua movimentada, com bastante comércio. Indiquei um estacionamento perto, e logo o carro parou.

— Espere aqui — então ele saiu e deu a volta, abrindo a porta para mim. Sorri para ele e fiquei ainda mais nervosa. 

As pessoas que passavam nos olhavam,ele segurou em minha mãe e logo chegamos a pizzaria. Era uma casa simples, barulhenta, animada. Fomos direto para a mesa, onde Stephani e o namorado estavam. Ia ser uma noite e tanto. 

POV Luan

O local era muito diferente das pizzarias que eu estava acostumado a frequentar. Tudo era vagabundo e vulgar, desde as mesas até os garçons. A luz era forte, a música era horrível. Os frequentadores tinham cara de pobres, muito acima do peso. 

Fitei os amigos de Catherine. As garotas me olhavam, apesar de bonitinhas, eram sem graças, comuns. Ninguém ali chegava aos pés de Catherine, se destacava como uma jóia rara no meio de bijuterias baratas e nem parecia se dar conta disso. 

— Vão beber alguma coisa? — desde quando esse era o modo de se atender clientes? Todos pediram cerveja e o homem olhou para mim.

— Não tomo cerveja. Tem algum vinho?

O homem me olhou, como se eu perguntasse se ele queria sair comigo. Na mesa reinou o silêncio. Catherine segurou minha mão e olhou para mim.

— Só tem uma marca de vinho, Luan. Pode ser?

Entendi. Na certa um bem barato, que viria em uma caneca. No fim, optei por uma garrafinha de água. Ficamos conversando sobre banalidades.

— Você é dono da Sexy? Daquela revista Sexy? Caraca! Não arruma uns exemplares pro seu novo amigo aqui não? Hein? — Jorge disse todo alegre.

— Claro sem problema. Depois me dá seu endereço que mando enviar.

— Puta merda! Caraca, me dei bem! Valeu! — empurrou Alex com o ombro, rindo — Depois te empresto, Alex!

— E pra quê ele vai querer isso, tendo uma noiva como eu? — brincou Stephani, fingindo estar ofendida — obrigada, Jorginho, mas ele não quer.

— Quero sim! Pode mandar que dou conta de você meu bem .... — sorriu e a beijou na bochecha — e daquelas gostosas!

— Que safado!

Acabei sorrindo, enquanto ela empurrava ele e riam. Por fim a noite terminou. Paguei minha conta e Catherine se recusou em me deixar pagar a dela. Nos despedimos dos outros e fomos para o estacionamento, estava irritado pela recusa e ela também parecia estar. Entramos em silêncio e bati a porta. Virei para olhá-la.

— Podia ter deixado eu ser um cavalheiro.

— Não vamos discutir de novo por dinheiro.

— Tudo bem.

Ficamos lá. Em volta de nós, só carro. Ali dentro, isolados do mundo pelos vidros escuros. 

— Não vamos sair?

— Vamos! Daqui a pouco.

— O que está esperando?

— O meu beijo.

Foi devastador, a puxei pra perto de mim, agarrando seu cabelo, a colei contra mim e a beijei. Foi quente, molhado, senti seu gosto bom e único, gemeu baixinho.

Nossa respiração já estava pesada, ofegante, querendo mais. Era impressionante como essa mulher mexia comigo, como um único beijo me deixava com mais tesão do que qualquer outra mulher nua comigo, sendo fodida por mim. 

Desci mais a mão, percorrendo sua barriga, quadril, coxa, continuei a beijá-la.

— Não... Não Luan. 

Ergui a cabeça, e ela tirou minha mão debaixo do seu vestido.

— Por quê? — minha raiva era tanta, por Catherine ter a capacidade de resistir muito mais a mim, do que eu a ela.

— Não.

— Vamos para minha casa Catherine. Estou doido por você.

— Não Luan. Desculpe, as coisas não deveriam ter chegado a esse ponto. 

— Por que não?

— Não consigo pensar direito com você me segurando assim — ele me olhou e me encarou — me solte, por favor...

Eu não queria. Queria agarrá-la de novo, mas algo em seu olhar me travou. Suspirei e a soltei.

— Você ainda não me respondeu.

— Eu já disse — se ajeitou no banco e me olhou — somos muito diferentes, não ia dar certo.

— Você desiste sempre fácil assim, sem ao menos tentar? 

— Não é...

— É o que?

— Eu não transo. Não conheço o cara e já vou para a cama dele. Acho isso muito superficial.

Eu a observei calado. Pensei nas palavras da minha mãe, de que aquilo era uma jogada. Cresci ouvindo que as mulheres eram espertas em enganar e como ser mais espertos que elas. Se eu queria tinha que seer devagar, conquistá-la. 

— Eu entendo, Catherine.

— Sério?

— Sim. E se eu respeitar esses limites, aceita sair comigo?

— Luan... Não quero ser um desafio para você. É apenas meu jeito, no que acredito. Se está pensando em me seduzir e depois...

— Estou pensando em ficar com você, é isso que quero. E não me importo se para isso tenho que me controlar. 

— Mas...

— Vamos sair. Nos conhecer, sem compromisso. Isso não pode ser tão ruim.

— Não, não pode — Sorriu e sorri de volta. 

— Se quer dessa maneira, será assim. Aceita namorar comigo, Catherine? — segurei sua mão e sorri.

— Namorar?

— Sim. Sair comigo, nos conhecermos melhor... Sem sexo. 

— Eu aceito, Luan.

Sorri internamente vitorioso. A temporada de caça havia começado. Eu a conquistaria e depois cobraria com juros cada vez que me obrigou a esperar.

POV Catherine

No sábado eu estava nervosa, rondando Kassandra, sem coragem para falar sobre o namoro.

— O que você tem?

— Eu? Por quê?

— Tá querendo alguma coisa? 

— Ontem o Luan veio aqui.

— Veio?

— Sim. Foi com a gente na pizzaria.

— É? E daí? 

— Nós estamos...

— Não me importo. Ele é todo seu, não se preocupe. 

Era estranho ver Kassandra tão calma. Será que estava fingindo?

Levantei e fui cuidar das minhas coisas. Não sabia onde Luan me levaria, tomei banho, escovei o cabelo, maquiagem suave. Coloquei um vestido preto e justo, um scarpin preto.

Fui para a sala e encontrei minha mãe, que ainda não falava comigo. Kassandra veio da cozinha trazendo um copo.

— Vai sair com ele?

— Sim, vem me buscar. 

A campainha tocou e meu coração disparou. Abri a portae o vi parado perto do carro, lindo como sempre.

— Oi.

— Oi, você está linda.

— Obrigada. 

Em um impulso, ele colou meu corpo no dele e me beijou. 

— Cada vez que vejo você, está mais linda. 

Minha mãe apareceu no portão, junto com Kassandra. 

— Mas o que... — minha mãe olhou para Kassandra, depois de novo para nós — Eu pensei que... O que é isso?

— Estou namorando sua filha, Marli. Espero que nos dê sua benção. 

Eu olhei para ele, achando que brincava. Mas estava sério, encarando minha mãe. 

— Não esperava por isso. É claro que tem minha benção! 

Toda a fúria com que me olhava nos últimos dias sumiu. Me olhou como se eu fosse sua filha favorita.

— Por que não disse nada? 

— Esqueceu que a senhoa não estava falando comigo?

— Eu? — riu debochada — é bobeira minha querida. Estou muito feliz por vocês. Entrem.

Luan lançou um olhar esquisito e negou.

— Nós precisamos sair. Mas agora sempre estarei por aqui. 

— E será sempre bem vindo — minha mãe parecia uma criança, pouco ligando para a aparência desleixada — como um filho!

— Agradeço. Vamos?

— Claro.

— Divirtam-se! — disse, muito simpática. 

Nos despedimos, Luan abriu a porta do carro e esperou eu me acomodar. Me lançou uma daqueles olhares sensuais dele. 


Notas Finais


Será que isso vai dar certo???


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