História Destinos Cruzados (Imagine Min Yoongi) - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hentai, Imagine Bts, Imagine Min Yoongi, Imagine Suga, Imagine Yoongi, Min Yoongi, Suga, Suga (yoongi), Suga Hentai, Yoongi, Yoongi Hentai
Visualizações 167
Palavras 808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 13


"Ninguém é imortal"
Isso é para mentes fechadas!
Claro que há imortais
Eles se tornam imortais por meio do legado que deixam para um mundo que ainda não está preparado para eles.

† 

Seu quarto era escuro, muito escuro, o que faziam minhas pupilas dilatarem para se acostumar com a escuridão, enquanto focava minha vista no pequeno feche de luz causado pela vela de chama vermelha.

Arrastei meu pé direito para o lado de dentro do quarto, causando um ruído por causa do contato com a madeira, e quando firmei meu pé no chão, e joguei meu peso em cima do pé direito para poder levantar o esquerdo, o chão de madeira rangeu.

Quando estava completamente dentro do quarto, a porta se fechou bruscamente, causando um estrondo e fazendo uma brisa de ar frio, que foi jogada para dentro do quarto pela força e rapidez com que a porta foi fechada, bater contra minhas costas, me causando um arrepio que  percorreu minha espinha.

(S/n) não se mexia, apenas olhava fixamente para meus olhos, o que fazia meu interior revirar-se.

Fui andando lentamente pelo quarto, seguindo a pequena luz produzida pela vela. Durante esse trajeto, senti várias correntes de energia passar por mim, vultos passando em minha frente, interrompendo rapidamente a pequena claridade.

Quando cheguei perto da cama, onde ela se encontrava, me sentei ao seu lado.

- O que é tudo isso?- pergunto, me referindo aos vultos.

- Muitas almas percorrem essa casa. - diz ela calmamente, olhando para mim.

- Você sabe quem são? - pergunto.

- Alguns... - responde tombando a cabeça para o lado, ainda me olhando- Você quer ver?

- Q-Quero- respondo hesitante.

Ela estende a mão para algum lugar que deduzi ser uma cômoda, já que estava fora do alcance da luz da vela.

Pegou algo e recolheu sua mão novamente. Só pude  ver o que era quando ela colocou o objeto no fogo da vela.

Era uma pequena adaga, com símbolos na lâmina e no cabo.

Quando a lâmina já estava vermelha, puxou meu pulso e afastou a manga do moletom, aproximou a ponta da adaga começou a desenhar.

A dor era imensa, insuportável, horrenda, e por essas razões, maravilhosa. Eu sentia minhas pupilas dilatado ainda mais, sentia minha alma gritar e se debater, sentia e via os vultos atravessarem meu corpo, eu me sentia forte. Sentia o que nunca antes havia sentido... Eu sentia algo nascer dentro de mim. Algo que me rasgava e que se debatia dentro de mim. Uma dor incrivelmente e maravilhosamente horrível.

"ΦΨΩ"

Foi o que ela escreveu. Não entendo como uma simples adaga me fez sentir tamanho prazer.

Sem dizer mais nada, ela se aproximou de mim, fazendo as molas da cama rangerem, colocou a mão em meu rosto, a qual era fria, seus dedos finos e gelidos desceram até meu pescoço, e então... Senti seus lábios nos meus.

Ao mesmo tempo que ela me beijou, eu vi um flash de um corredor branco, com a tinta desbotada;  outro flash, de menininhas com vestidos brancos encardidos e manchados, segurando suas bonecas de porcelana, algumas sentadas em camas enfileiradas, outras no chão, e uma de pé, com os olhos arregalados, a cabeça tombada para do lado e mexia a boca repetidamente sem pronunciar som nenhum; outro flash, de uma menina vestindo um pijama amarelado já desbotado, que consistia em uma calça, a qual cobria seus pés, e uma camisa de botão de manga comprida, tinha cabelos loiros e compridos, virada de costas, arranhando uma parede; outro, do casarão onde estamos, mas parecia ser a muito tempo atrás, um garotinho, em uma das janelas, com uma camisa social branca, e um colete, também social, preto, olhava fixamente para algum lugar do quintal, começou a virar a cabeça, para olhar algo que estava atrás de si, virava-a lentamente, até lira-lá completamente, até que desse para ver sua nuca, e minha visão começou a se alterar, como se alguém estivesse apagado e atendendo a luz; outro clarão, e mais um flash, uma moça, virada de lado, sentada em uma cama, com a perna alguemada à uma das barras de ferro da cama, de cabeça baixa, fazendo com que o cabelo cubra seu rosto, de repente, vira o rosto bruscamente, mostrando o sorriso largo que era resultado das costuras feitas com linha preta em sua boca.

Abri os olhos quando (S/n) se afastou, mas permaneceu com o rosto muito próximo do meu.

- São todos que conheço - sussurrou.

-Se eu te beijar agora, vou ter que vê-los novamente?- pergunto colocando minha mão em sua cintura.

- Só se eu escrever de novo- diz ela pegando meu pulso, e o levantando, mostrando a pele lisa. A marca havia sumido.

- Que bom...- Digo aproximando meu rosto ainda mais do rosto dela, e por fim, acabando completamente com o espaço entre nós.


Notas Finais


† Imploro-lhes que não dêem continuidade ao que comecei, pois é um caminho sem volta, e se realmente quiserem terminar minha história...

























Estejam certos de que durante a noite, eles viram te visitar. † 





























Obs.: gente vocês tem me enviado mensagens perguntando se eu vou em psiquiatra ou se sou realmente perturbada e vejo vultos pela casa.
Não gente, eu não sou perturbada ou endemoniada, e muito menos vou para o psiquiatra.
Essas frases são frases que surgem em minha mente antes de dormir ou em ocasiões em que fico pensando.
Não vejo vultos nem demônios... Pelo menos, não quando estou acordada.


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