História Destinos Entrelaçados - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Yoonmin Vhope Namjin
Exibições 35
Palavras 5.481
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ESTOU DE VOLTA, ESTRELINHAS, MEUS AMORES, MEUS DOCES, MEUS BABYS...
TIA SEL VOLTOU COM O MAIOR CAP QUE JA ESCREVI. ESPERO QUE GOSTEM, EU TINHA ESCREVIDO UM TEXTAO E TALS PRA AGRADECER VCS, MAS O SPIRIT COMO É UM FILHO DE UMA PUTA VIRGEM (KE?) BUGOU E APAGOU TUDO.
Bem, eu escrevi esse cap num surto de criatividade causado pelos meus turnos, musicas trocadas, amizade.. Tudo com a linda da @CoxinhaKawaii / ~CoxinhaKawaii
Deem muito amor a ela, pq ela é minha beta reader meus amores...

AMO VOCEEEES

Gente, provavelmente a D.E vai ter no maximo dois ou tres caps e vai chegar ao fim.
Me contatem no twitter ou no facebook para me darem sugestoes, se querrem segunda temporada, plots, shortfic segunda temporada, longfic segunda temporada, como voces vão querer e tals, meu face e meu twitter estao nas notas finais, daqui a pouco posto um cap explicando e tals minha ideia.

Capítulo 21 - Agust'D? Yes, Suga is back!


Fanfic / Fanfiction Destinos Entrelaçados - Capítulo 21 - Agust'D? Yes, Suga is back!

Pov’s Yoongi

9 meses depois...

Eu e Jimin estávamos nos preparando para nosso casamento a três meses, Hoseok e Taehyung haviam se casado há seis meses, Namjoon e Jin há oito meses e Jimin me pediu em casamento dois meses depois do casamento de Hoseok, as coisas estavam correndo maravilhosamente bem, porém eu teria de contar hora ou outra meu passado para Jimin... Estava complicado esconder dele essa maldita parte da minha vida desde o dia em que  ele decidiu que meus familiares tem que estar presentes no dia do casamento. Mas é tão... difícil... perturbador...as lembranças de minha família não me trazem nada de bom, apenas tristeza...

—Yoon? Amor? Tudo bem? Você está pálido...— Sou despertado de meus pensamentos ao ouvir a voz do meu alfa a me chamar, um tom preocupado envolvendo cada palavra e até mesmo sua respiração.

—Tudo ótimo, meu alfa...— Sorrio carinhoso, termino de colocar meu pijama e me jogo na cama, me enrolando nos cobertores como uma pequena criança manhosa.

—Que bom... Vamos dormir? Amanhã teremos o dia livre para termos um tempo só nosso...— Sorrio internamente com essa frase e sinto ele se deitar ao meu lado, me aconchego em seus braços e sinto seus beijos em minha testa e bochechas.

—Boa noite, amor... Eu te amo...—Sussurro e sinto o sono me dominar aos poucos,  não contendo um sorriso ao ouvir sua resposta.

—Boa noite, meu gatinho manhoso. Eu te amo mais....—Me entrego ao sono e sinto meus sonhos se desenvolvendo.

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—Garoto maldito, mimado. Cadela no cio.— Choro ao ouvir meu appa gritar todas essas injurias enquanto bate em meu corpo magro e frágil, claro que não é a primeira vez, já estou acostumado, me limito a chorar e ficar em silencio quando tais coisas se repetem.

—Não vai falar nada? Lixo, imundo. Inutil... Omega maldito... Nem vender seu corpo nós podemos pois você nem isso tem. Magrelo, franzino, ridículo. Que alfa em sã consciência se envolveria com você? Uhn?— Sinto chutes serem desferidos em meu tórax e barriga, e que mal eu fiz a ele? O que eu fiz de tão ruim? Apenas tenho oito anos... Uma criança... Por que a omma não gosta de mim? É porque sou pálido demais? Magro demais? Timido, talvez?

—Chega, Young... Não gaste seu tempo com esse imundo, venha aqui meu amor, vamos brincar sim? Hoje sou só sua...— Ouço minha mão dizer e meu pai rir com escarnio enquanto segura o cabelo de minha nuca e ergue meu rosto de forma que meu olhar se nivele ao dele, repleto de ódio e nojo.

—Ela é uma ômega maravilhosa. Por que não consegue ser assim? Inútil.— Não respondo e ele me arrasta até chegarmos na escada do porão, claro que eu sabia o que viria, era sempre assim, ele me bate, me humilha e então me joga escada abaixo, me fazendo me ferir e me ralar todo, quando chego lá embaixo, fico semanas sem comida, apenas com agua suja, pão velho e ratos. Muitos ratos... Felizmente já me acostumei, agora eles até me fazem companhia...

—Fique ai, putinha.—Meu corpo rola varias vezes e logo caio no meio dos ratos, sequer movo um musculo para tira-los de cima de meu corpo, apenas os deixo subir cada vez mais e mais, quem sabe se eles não se tornarem parte de meu corpo meu appa não ira parar de me bater? Ouço gemidos e risadas, portas batendo e taças sendo brindadas... Os ratos cada vez mais pra cima, meu rosto, corpo, minha vida, minha garganta, eles andam por minha boca, sinto falta de ar... O que é isso?

“Maldito, inútil, imprestável, cadela... Cadela... Cadela... Putinha... Cadela..”

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—Yoon? Amor? Acorde... eu estou aqui... eu estou aqui.. calma.. shh..—Acordo desesperado e com falta de ar, sinto meu alfa me abraçar e choro em seus braços.

—Não deixe ele me jogar lá de novo.. Eu prometo ser um bom ômega, eu prometo ser submisso, mas não deixe ele me jogar lá de novo, por favor mestre, por favor...— Peço chorando e desço da cama, ficando de joelhos aos pés do meu alfa.

—Mestre? Como assim? Jogar onde? Yoongi eu não estou entendendo, quem vai te jogar?— Suspiro e me levanto, recobrando uma parte do meu autocontrole e me sentando novamente  na cama.

—Acho que vou ter que te contar uma historia. Não diga nada, apenas ouça tudo com atenção.—Vejo ele assentir e então respiro fundo, começando a contar a historia de minha vida.

—Eu fui um garoto nascido em uma família influente e rica, em Daegu, os Min... Donos de empresas, hotéis, tudo o que você imaginar meus pais trabalhavam, desde rede de restaurantes até máfia, eles são muito ricos, muito ricos mesmo. Meus pais queriam uma filha ômega para que pudessem prometer ela em casamento a qualquer pessoa que pudesse se tornar uma boa aliada,  para poder manter um acordo estável e que renderia lucros a eles. Eles tentaram, tentaram e finalmente conseguiram, tudo ia bem até o dia de meu nascimento, quando ao invés de nascer menina, nasci um garotinho branquelo e mais magro do que o esperado.— Respiro fundo para continuar e vejo flashes de lembranças.

 

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—Doutor, essa coisa não pode ser nosso bebe... Olha como essa criança é estanha, pálida.. magra.. como posso lucrar nas empresas sem poder vende-lo?— Sr. Min se pronuncia indignado dias após o parto, quando vê seu filho ser amamentado por sua esposa.

—Sinto muito, ele é seu filho, realmente sinto muito.—O medico se retira e deixa no quarto um casal furioso e desgostoso segurando uma pequena criança pálida nos braços.

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—Realmente sinto muito... Assim o mundo me deu boas vindas,  eu fui tratado assim por muito tempo, toda minha infância, até que, quando tinha meus um ano de idade, minha omma engravidou novamente... E olha que maravilha, eles finalmente tiveram sua filha ômega.—Seguro as lagrimas.

 

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Ouço sua risada de escarnio e nojo, outro tapa desferido em minha face.

—Como é ser um lixo, querido? Uhn?—Minha omma me pergunta enquanto estapeia minha face, ouço Yoona, já com seus quatro anos de idade, correndo pela casa.

—Omm...—Outro tapa, meu corpo se desmonta no chão e me mantenho lá, chorando baixo e encolhido, afinal, como  um garoto ômega fraco e com fome de cinco anos conseguiria se defender de uma ômega adulta?

—Não me chame de omma, asqueroso—Sinto ela cuspir em minha face e ouço a porta do porão ser trancada, deixando o cômodo escuro novamente, apenas eu e meus ratos.

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—E o tratamento deles só piorava com o passar dos anos...—As lagrimas escorrem livremente.

—Você não estudava?— Jimin limpa minhas lagrimas.

—Eu estudava em um colégio publico.—Sorrio fraco.— Bem, quando eu tinha treze anos, Yoona tinha doze, e ao contrario do que pensei, ela havia puxado a índole de meus pais, se duvidar, ela era até pior, mas eu já era como sou hoje, já havia aprendido a me defender e também já tinha esse meu estilo. Um dia...—Me lembro amargurado.

 

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—Oi, lixo. Trouxe uns amigos para brincarem com você. Afinal, você é uma putinha não é? Uma cadela no cio.—A olho inexpressivo e vejo os dois alfas atrás dela.

—Tsc, saiam daqui.— Ela rosna e joga todo o suco de uva que segurava em mim, atingindo meu rosto e minha farda personalizada, já que não havia tirado a mesma ao chegar em casa, afinal, apenas peguei meu skate e desci para a pista.

—Opa... sujei a putinha.— Sua risada me dá nojo, me  lembrando exatamente o monstro que nos gerou.

—Vá se foder.—Me levanto e seguro meu skate.

—Não, não, não. Eles vão te foder...— Ela sai rindo e deixa os alfas pra tras, sorrio cínico e logo eles avançam, desvio habilmente e acerto a nuca de um com meu skate, o deixando inconsciente.

—Oopa...—Gargalho e acerto o skate nas partes intimas do outro, o deixando largado no chão, chorando e se contorcendo de dor.

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—Bem, eu me defendia bem, mas não conseguia me defender de meu pai, e então quando cheguei em casa, na manha do meu aniversario de 14 anos, tive meu cio. Meu primeiro cio...—Rosno de raiva ao lembrar do dia.

 

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Meu pai me arrasta para dentro de meu quarto e encosta a porta, me jogando na cama com brutalidade e força.

—A putinha entrou no cio? Maravilha. Vou te dar um presentinho.—Um homem grande, bruto e sujo entra em meu quarto.

—Esse é o ômega?—Ele pergunta e sorri sádico.

—Esse mesmo, quero ver sangue.—O homem que se diz meu pai sai do quarto rindo sádico e tranca a porta.

—Olá belezinha...—O homem estranho se aproxima e rasga minhas roupas, tirando as suas e me amarrando na cama.

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—Yoon... Não precisa continuar...—Jimin diz e vejo que esta tentando se controlar, seus olhos já roxos de fúria ao sentir minhas emoções doloridas e conturbadas.

—Eu preciso...—Respiro fundo e olho nos olhos dele.— Ele me estuprou, ele me feriu, me deixou roxo, me bateu, amarrou, chamou mais homens para o ajudar, ele me fez sangrar, meu interior ficou machucado e tive que ir a um medico que era meu amigo pois meus pais se recusaram a me levar, ele me deixou sem conseguir andar por dois meses, ele me deixou traumatizado, entrei em desespero... Mas logo que consegui me recuperar, eu fugi.

 

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Corri pelas ruas, em busca do consultório do doutor Kim Jongin, pai do meu amigo Kim Namjoon, logo acho o mesmo e entro rapidamente, deixando minhas malas pequenas na recepção, entro dentro de sua sala e começo a chorar, sabendo que estava seguro e que era amado e protegido ali.

—Calma, pequeno Suga... Esta tudo bem...—Ele acaricia meu cabelo.

—Não... não esta... Me espere, diga a Namjoon que eu vou voltar...—Corro para fora e me perco nas ruas.

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—Então você morou nas ruas?—Jimin me olha intensamente, avaliando tudo o que digo e faço.

—Sim, morei seis meses na rua, sofri, passei fome, frio, apanhei, bati. Amadureci... E finalmente reencontrei Namjoon.—Sorrio ao me lembrar.

 

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Corria dos traficantes alfas que estavam tentando me levar para o leilão de omegas, minha sacola de roupas jogada sobre meus ombros, pulo muros e subo em telhados, me esquivando de todas as pessoas que entravam em meu caminho, trompo com alguém muito maior que eu e caio.

—Porra, sai, sai, quer me matar?—Me levanto e volto a correr, logo sendo segurado da cintura e erguido como um saco de batatas no ombro de alguém.

—Me solta, porra. Filho da puta, eu vou enfiar uma faca no seu cu e vou tirar ela pela sua boca.—Grito enquanto me contorço.

—Tsc, tsc. Que coisa feia, Suga... Eu te procurei tanto...—Ouço essa voz... não pode ser... ele me desce de seu ombro e meu sorriso quase não cabe em meus lábios ao ver de quem se tratava.

—Monster...—O abraço.

—Olá, Suga... Nós temos que ter uma longa e séria conversa.

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—E então eu me acertei com ele e com seu pai, eles pegaram minha guarda e me emanciparam, então eu e Namjoon conhecemos Seokjin, eles se apaixonaram e começaram a namorar, e então fomos conhecendo o resto dos meninos... E  nos tornamos a família que somos hoje... Acho que agora entende porque odeio e quero distancia da minha família.—Sorrio ameno.

—Sim, entendo... Eu te amo, Yoongi.— Jimin me pega no colo e me abraça apertado, e posso confessar algo? Foi o melhor abraço que recebi na minha vida.

 

Pov’s Namjoon

 

Meu casamento com Jin não poderia estar melhor, temos uma boa comunicação, uma casa, empregos firmes, quase tudo o que qualquer casal sonha em ter... Prestou atenção no quase? Então, nós não temos filhos. E não é por falta de tentativa.

—Presta atenção, porra.—Sou despertado de meus pensamentos por sons de buzina e xingamentos, pelo visto tenho que prestar mais atenção no transito e evitar me perder em pensamentos novamente, dirijo tranquilamente até chegar em  casa, coloco o carro na garagem e entro sem fazer barulho, logo ouvindo fungadas e sentindo o aperto em meu peito se intensificar e os emoções ficarem bem claras.

Tristeza, decepção... Medo...

Entro no quarto e vejo meu ômega encolhido em posição fetal, jogado no canto do quarto, chorando intensamente.

—Jinnie? Meu amor? Aconteceu algo?—Corro até ele, o pego no colo e o aconchego em mim.

—Nammie... Eu quero um bebe... Eu marquei uma consulta no medico, eu acho que tem algo errado comigo, não me deixe, meu alfa. Por favor... se tiver algo de errado, por favor. Não me deixe...— São as únicas frases que consigo entender entre soluços, lagrimas e fungadas tristes.

—Seokjin, preste atenção no que vou lhe falar agora, preste bastante atenção e nunca esqueça.—Digo serio e firme, sem usar minha voz de alfa para não machuca-lo, sentindo meu lobo se desesperar ao ver seu ômega nesse sofrimento.

—S-sim, alfa.—Vejo seus olhos se firmarem nos meus e acaricio seu rosto.

—Eu te amo mais que a mim mesmo, lembro como nos conhecemos, as primeiras palavras que trocamos, sei o que você gosta, o que não gosta, sei o que quer ganhar, suas preferencias, amo tudo isso, amo sua personalidade, seu jeitinho, sua beleza, suas mãos, seu rosto, seus lábios, seu corpo, amo tudo em você. Cada detalhe e qualidade, pois para mim você não tem defeitos, e se tiver, nosso amor é mais forte do que eles. Se tiver algo errado, eu vou estar aqui para te ajudar a superar, para te dar apoio, nunca, preste bastante atenção, nunca mais diga ou sequer pense, que eu poderia algum dia sequer pensar em te abandonar. Você é meu sol, minha lua, minhas estrelas... Você é tudo para mim, não se esqueça disso nunca. —Meu coração se enche de alegria ao ver meu ômega secar as poucas lagrimas que escorriam, se virar na minha direção e sorrir do mesmo modo como sorriu em nosso casamento.

—Eu te amo, Nammie...—Ele diz sorridente e me beija.

E nessa noite, todo beijo, toque, cada arfar, gemido, sorriso e as promessas feitas se firmaram ainda mais em nossos corações, deixando nossa noite de amor repleta de alegria, um verdadeiro casal que não necessita de promessas vazias para se tornar um, pois já somos uma alma vivendo em dois corpos, a mesma matriz de um arco-íris repleto de memorias felizes e tristes, pois a vida necessita desse equilíbrio.

 

Pov’s Hoseok

 

—Taehyung, o que está me escondendo?  Eu quero saber.— Corro atrás dele pela casa, vendo ele segurar uma maldita caixinha pequena, a mesma que carrega desde que saímos da farmácia que fui para comprar remédios de dor muscular, afinal, meus treinos estão cada vez mais intensos para que eu consiga dançar melhor.

—Não vou contar.— Bufo frustrado ao vê-lo se trancar no banheiro.

Ando preocupado com Tae, enjoos, bipolaridade, desejos estranhos, oscilações de humor, vontades e comportamento, sono, fome, manha e um puta desejo por sexo que as vezes ele consegue acabar comigo e continuar inteiro e pronto pra outra rodada.

—HOSEOK.— Ele sai do banheiro gritando e me assustando, sequer me dando tempo para me preparar antes de ter um encontro direto com o chão, sentindo seu corpo cair por cima do meu, olho para seu sorriso quadrado e radiante, seu rosto anguloso, exótico, lindo e meu.. Suas curvas nem tão acentuadas e nem tão masculinas, perfeito. Essa é a palavra que define Kim Taehyung. Perfeito.

—Hoseok, Hoseok , acorda pra vida, alfa.— Pisco lentamente e começo a prestar atenção nele.

—Qual é o motivo de tanta felicidade? Ganhou na loteria?—Sorrio e acaricio sua cintura.

—Não, eu... Eu estou gravido.—Sorrio abertamente, sentindo que a qualquer momento minhas bochechas poderiam rasgar de tanta felicidade, logo ele joga em meu colo a caixa que tanto escondia, era um teste de gravidez... que deu positivo...

—Ah, Deus... Eu vou ser pai... Obrigado, obrigado, muito obrigado, meu amor..—Choro de felicidade enquanto o abraço.

—Ah, meu amor... Eu que tenho que te agradecer, esse é o melhor presente que já ganhei em toda minha vida...— O levo para o quarto e passamos a tarde trocando caricias e assistindo filmes, refletindo tamanha felicidade que havia recaído sobre nós.

 

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1 semana depois

 

Pov’s Seokjin

 

—E então Dr. Wu, o que há de errado?— Ouço Namjoon perguntar pela decima quinta vez em cinco minutos.

—Namjoon, calma tá.— Isso já estava me irritando.

Estávamos na segunda consulta com o Dr. Wu, na primeira ele me examinou e me pediu para fazer vários exames, e agora, nessa segunda era perceptível que ele está se divertindo com o comportamento desesperado de Namjoon.

—Olha, senhores Kim, eu tenho duas noticias, uma boa...—Ele nos olha sérios e faz uma pausa dramática.— E a outra é boa também.

Dou uma risadinha da cara de Namjoon.

—E quais são as noticias, Dr?—Pergunto suave.

—Não há nada de errado com o senhor, e parabéns, vocês serão pais de gêmeos.—Só escuto a risada de pura felicidade de Namjoon, meu mundo para e só consigo sorrir e acariciar minha barriga, finalmente tudo estaria completo. Finalmente seremos uma família.

 

Pov’s Jimin

Desde o dia em que Yoongi me contou a historia de sua vida, eu venho procurando sua família, e hoje finalmente achei evidencias que podem me ajudar a descobri-los. E nesse exato momento estou sentado em uma lanchonete esperando um tal de Kim Jongdae, que assegura ter noticias deles.

—Desculpa pela demora.—O alfa se senta a minha frente.

—Tudo bem, você disse ter noticias deles, pode me falar sobre?—Observo suas vestimentas formais, o terno bem ajustado, a expressão séria.

—Na verdade, eu procuro o senhor Min Yoongi a três anos,  o testamento tem que ser lido na presença dele e bem, tudo ficou para ele.—Fico confuso.

—Testamento? Herança?—Jongdae me olha e sorri neutro.

—Os pais de seu noivo e a irmã do mesmo morreram em um acidente de avião. Eles estavam em um jatinho particular, indo fechar negocio em Tokyo, porém o jatinho teve uma falha e caiu, matando todos por conta da queda.—Fico pasmo.

—Como contarei a Yoongi?— Pergunto agoniado.

—Não será necessário me contar nada, afinal, eu já sei.—Merda...

—Oi, meu amor...—Sorrio mas logo fico sério ao notar o olhar gélido direcionado a mim.

—Olá, Sr. Min.—Jongdae o cumprimenta e sorri formal.

—Olá, Jongdae, quanto tempo... E Minseok? Seus filhotes estão bem? — Yoongi se senta ao meu lado.

—Eles estão ótimos, Minseok esta de licença para cuidar dos meninos.—Yoon sorri.

—Que legal, qualquer dia desse vou visitar vocês. Bem, o testamento pode ser lido amanha mesmo, não tenho quaisquer compromissos para amanha.— Ele lança um olhar maldoso para mim.

—Bem, sendo assim, meu numero esta aqui. Preciso ir.—Jongdae entrega um cartão e vai embora.

—Vamos, Park Jimin, acho que vamos ter que ter uma conversa. E só para constar, eu estou de greve.— Ele vai na frente e eu pago a conta.

Me fodi legal...

 

Pov’s Taehyung

Enjoos, enjoos e mais enjoos. Minha vida era viver com a cabeça enfiada no vaso.

—Hope, me traz café?—Peço.

—Na xícara, amor?— Me estresso do nada.

—Não, idiota. Joga no chão e puxa com o rodo.— Me arrepio por inteiro com o olhar que me é lançado.

—Dez minutos. Me espere no quarto sem roupa alguma, de joelhos com os pulsos apoiados a cabeceira.—Engulo em seco e vou até o quarto, obedecendo suas instruções.

Passados alguns minutos ouço barulhos de passos perto do quarto.

—Acho que esta na hora de mostrar quem é seu alfa.—Vejo Hoseok entrar no quarto apenas de calça e segurando um chicote em uma mão.

—H-hoseok...—Ele me olha predatório e eu fico em silencio.

—Hoje eu quero ser chamado de daddy.— Sinto meu ventre esquentar e latejar.

—Tudo bem, daddy.—O olho firme.

—Hora de brincar, babyboy...

 

Pov’s Yoongi

Acordo com batidas insistentes em minha porta, levanto sonolento e vou atender, abro a porta lentamente e logo arregalo os olhos ao ver um Taehyung sorridente e um Jin saltitante.

—O que aconteceu?— Pergunto dando passagem a eles, afinal, não teria problema um pouco de bagunça já que fico sozinho enquanto Jimin trabalha.

—Estamos grávidos.— Eles dizem ao mesmo tempo e eu me jogo no sofá, abismado.

—Sério?—Pergunto sorrindo fraco, alegre por eles mas triste por vê-los sendo o que realmente são na frente de seus maridos e eu em quase quatro anos de namoro não ter mostrado a Jimin o Suga, pelo menos não até agora.

—Tem algo errado, Suga?—Jin me pergunta e senta ao meu lado.

—Não.... Sim.. Quer dizer.. Não sei.—Respondo gaguejando.

—Okay, vamos de novo. Algo errado, Yoongi?—Tae sorri gentil.

—Sim... Eu queria mostrar a Jimin o Suga. Ele pensa ser só um apelido, mas eu realmente quero mostrar a ele como sou.—Tae me olha e percebo que ele tem uma ideia.

—Eu já sei o que podemos fazer, Jin, ligue para Namjoon.—Jin pega seu celular e faz o que Tae pede.

—Nammie, Tae quer falar com você.—Tae pega o celular de Jin.

—Monster, preciso de um favor. Ah você é o Monster sim, nós seremos novamente o BTS, Monster, Suga quer se revelar para Jimin... Nyah, não... Calma, ele tem certeza. Arrume a boate, me mande os convites que eu vou enviar. Suga vai ligar para Kook. Tchau, Monster.— Tae entrega o celular para Seokjin, que se despende de Namjoon e desliga o aparelho.

—Eu vou ligar para o Kook?—Arqueio uma sobrancelha.

—Você vai ir falar com o Kook. Agora.—Tae me empurra para meu quarto, me entregando uma calça de couro, uma blusa preta e um casaco camuflado grande.

—Você é terrível.—Resmungo e pego as roupas.

[...]

—Eu te odeio, Taehyung.—Resmungo enquanto ele me arrasta para o novo apartamento de Jungkook.

—Você me ama, seu ingrato, agora vai.—Ele me empurra e volta para trás, voltando para o carro que estava longe do apartamento de Jungkook, que fica em um prédio afastado de nossa casa e próximo a faculdade que ele estava cursando neste ano.

Bato na porta e fico esperando enquanto me lembro da ultima vez que nos encontramos.

 

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1 ano atrás [...]

—JungKook, não seja estupido. Eu sou seu amigo e seu hyung, apenas não quero que você sofra.—Digo e o olho suplicante.

—Não, Yoongi. Se você fosse o Suga, eu ate entenderia seu medo, mas depois que você conheceu Jimin, você esqueceu do  Suga, você esqueceu dos ‘Meninos à prova de balas’, você esqueceu de mim. Deliberadamente você se tornou submisso. Submisso a um alfa, submisso a  seus medos, submisso as suas inseguranças, submisso a você mesmo. Eu não te conheço mais, não conheço essa pessoa vazia que você se tornou. Onde esta o garoto que acordava de madrugada para escrever musicas? O garoto que dormia nas aulas mas que era o exemplo de notas e sabedoria? O garoto que nunca se submetia a nada que não fosse de sua vontade? Droga, Yoongi. Eu quero aquele garoto de volta, não quero te ver mal. Ocultar o Suga está te fazendo mal. Ocultar o Agust’D está te fazendo mal. Se liberte, permita-se. Seja livre... Até lá, não me procure, não olhe para mim, não fale comigo. Até lá, somos desconhecidos.—Sento na calçada, na chuva, vendo meu melhor amigo se afastar chorando por conta dos meus medos e inseguranças.

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—Yoongi? O que faz aqui? Por que esta vestido assim?—Sorrio de canto e apenas viro meu boné aba reta com a aba para tras.

—Eu sou Suga.—Digo simples e o olho, logo ele sorri e seus olhos marejam, ele me trás para perto de seu corpo em um abraço de urso e eu sinto um cheiro diferente no mesmo, cheiro de alfa impregnado em sua pele, corpo, casa... Em tudo.

—Que bom que voltou, Suga. Precisamos conversar sobre tudo o que aconteceu esses anos que esteve fora. Lembra do Sehun? —Ele me puxa para dentro do apartamento, branco, bem arejado e com algumas decorações em tons quentes.

—Sim, lembro. Queria saber o que aconteceu com ele...—Digo pensativo.

—Bem, estamos namorando. Eu e ele... A dois anos já.—Vejo seu olhar amedrontado e marcado por traumas passados, o puxo para um abraço forte.

—Tudo bem, criança. Se te faz feliz, não deixe que tirem de você. Uma pessoa muito madura me disse uma vez a seguinte frase: Se liberte, permita-se. Seja livre. Não deixe seus medos te dominarem. Onde ele está?—Acaricio o cabelo macio de meu dongsaeng.

—Ele está a dois meses em uma viagem de negócios, gravando um dorama na selva. Sem sinal de celular nem nada do tipo.—Ouço ele fungar e acaricio seu rosto tentando o confortar.

—Eu sentiria ciúme se não confiasse em meu taco.—Ouço a voz de Sehun e meu dongsaeng corre rapidamente na direção de seu namorado, pulando em seu colo e o beijando intensamente enquanto o mesmo enlaça sua cintura com as mãos, o trazendo mais para perto.

—Casal, sem querer ofender nem estragar o momento love, mas só porque eu tenho fogo não significa que eu sou vela.—Jogo um travesseiro neles.

—Suga voltou?—Pergunta Sehun e eu observo seu rosto, não achando indícios da cicatriz de anos atrás.

—Sim, Suga voltou e sua cicatriz sumiu.—Sorrio.

—Tratamentos, cirurgias e apoio do amor da minha vida.—Outro beijo em Jungkook.

—Aff, parem com isso. Deixem eu falar o que preciso e então vocês podem se comer a vontade.—Fico mal-humorado.

—Fala logo, Suga.—Kook sai do colo de seu namorado e senta ao meu lado no sofá.

—Preciso trazer BTS de novo. Quero revelar o Suga para Jimin, estou cansado de me esconder. Quero ser meu Agust’D  sem ter que sentir medo.—Kook sorri e me abraça.

—O que estamos esperando então?—Sorrio fechado e lhe abraço, levantando e indo até a porta do apartamento.

—Obrigado, Kook. Alias, Sehun é bom matarem a saudade agora, porque mais tarde teremos um show na boate do Monster.—Me viro para Kook.

—Mas ele não tinha fechado a Nocturn?—Gargalho de sua inocência.

—A Nocturn nunca esteve tão aberta, famosa e requisitada. Hoje 00:00. Não se atrase ou eu castro vocês dois.—Saio do apartamento e volto para meu carro.

Pov’s Kook

Levo Sehun para o cômodo secreto que havia feito logo após sua partida para selva, o mastro de polidance cromado no centro do quarto, a cama de dossel baixo, toda vermelha, as paredes escuras e as luzes baixas e num tom misterioso, deixando tudo ainda mais sedutor.

—Kookie... O que vai fazer?— O empurro na cama e algemo seus pulsos na cabeceira.

—Vamos brincar, meu alfa.—Provoco e tiro minhas roupas, ficando apenas de boxer preta, coloco para tocar ‘Pillowtalk- Zayn Malik’, me posiciono na frente do mastro e começo a me movimentar, usando os nove meses de aula que estava fazendo sem Sehun saber, me enroscando no mastro e descendo sensualmente, ouço Sehun rosnar e isso me deixa ainda mais excitado, abandono o mastro e subo em cima da cama, sento no colo de Sehun e entrelaço nossos dedos, simulo cavalgadas e reboladas no ritmo da musica.

—Jeon, três segundos. Esse é o tempo que você tem para me soltar, não queira me ver perder o controle.—Dou uma risadinha  e começo a contar.

—Um...—Outra  rebolada.—Dois...— Uma quicada.—Tres...—Uma cavalgada.

—Eu avisei...—Ouço o barulho das algemas estourando e sinto as mãos possessivas de Sehun em minhas coxas e cintura, seu toque firme e masculino, seu corpo bruto sobre o meu, as mãos passeando por todo meu corpo, estimulando, apertando, marcando, criando nosso santuário e nosso campo de guerra.

—HunHun...—Solto gemidos altos e manhosos enquanto ele estimula meus mamilos com sua língua, me deliciando ao vê-lo tirando a própria roupa e ficando totalmente nu para mim.

—Não.... Hoje eu sou seu alfa, assim como você é o meu.—Ouço sua voz rouca em meu ouvido e logo minha boxer vai parar em qualquer canto do quarto junto com suas roupas.

—O lubrificante está na gaveta...—Vejo ele se esticar e pegar lubrificante de menta, o que mais gostamos e usamos, ele adora por lembrar meu gosto e eu gosto pois me lembra o cheiro forte e masculino de meu namorado.

—Eu te amo...—Ele desce os beijos por todo meu tronco e abre bem minhas pernas, penetra sua língua em minha entrada, a lambe, a chupa e a estimula ate ter certeza que esta bem lubrificada, afinal, não sou um ômega, não tenho lubrificação natural.

—Pode ir...—Sussurro sabendo que ele já estava com os dedos posicionados, sinto eles serem penetrados um a um mas não sinto tanta dor, sinto muito prazer, solto gemidos altos ao sentir a ponta dos dedos de Sehun massagearem a minha próstata, minha entrada se dilata aos poucos com os movimentos de tesoura de seus dedos.

—Está pronto?—Assinto com a cabeça e abro mais minhas pernas, sentindo meu alfa se enterrar cuidadosamente em meu interior.

—Ah... Hunnie... alfa...Eu te amo..—Solto gemidos manhosos e arranho suas costas, sentindo sua extensão por inteiro em meu interior.

—Sempre... tão.. apertado...—Ouço ele sussurrar entre gemidos, logo começando a se mover no nosso ritmo, bruto, forte, mas sem perder o amor e o carinho, prazeroso para ambos, o carinho, os toques, beijos, caricias, sussurros entre enamorados, todas as coisas que fazem parte da vida intima de um casal, afinal, mesmo sendo dois alfas, continuam sendo um casal.

E se amaram a tarde toda...E metade da noite também...

Pov’s Suga

—Eu vou matar o biscoito.—Taehyung reclama pela decima vez.

—V, a próxima vez que você abrir essa sua boca para reclamar, eu vou enfiar uma meia nela.—Aviso.

—As vezes eu esqueço como o Suga é agressivo...—Resmunga.

—Disse algo?—Pego uma meia na gaveta.

—Não...—Vejo Jeon chegar alegre, todo marcado e meio mancando.

—Ah, biscoito safado. Deu a tarde toda e a noite também, tá quase atrasado.—Gargalho e Taehyung e Jin me acompanham, zombando de nosso amado maknae.

—Imbecis, vamos logo com isso, Monster já está se arrumando, Sehun que vai nos apresentar.—Respiro fundo e sorrio de canto.

Agora é hora de ser Agust’D.

Pov’s Jimin

—Channyeol, onde você está me levando? Nocturn? Uma boate? Serio? Yoongi vai me matar.—Suspiro e me deixo ser arrastado.

—Nós estamos te levando para a boate a mando do Suga.—Channyeol explica e eu olho confuso para Baekhyun e Kyungsoo.

—Mas Yoongi e Suga não são a mesma pessoa?—Os três gargalham.

—Isso você quem vai dizer. Fique em silencio...—As luzes da bote ficam baixas, o palco escuro, fumaça de gelo seco deixando tudo sombrio e misterioso.

—Se preparem, meus amigos.... Nosso Suga esta de volta... Anos longe e hoje Suga voltou. Deem olá para nosso querido Agust’D...—Vejo Sehun anunciar e a cortina se abrir, expondo a visão que nunca vou esquecer.

 

 

Pov’s Narrador

Todos deliravam com a volta de Suga, o maior rapper da boate Nocturn desde o dia de sua abertura, mas que sumiu durante cinco anos... Muito estranho? Talvez, mas seus fãs esperaram e agora foram recompensados por sua espera. Suga se movimentava agressivamente no palco, fazendo o que sempre fez, faz e fara de melhor, rap.. Dessa vez, a letra escolhida foi uma de suas preferidas , Agust’D. Todos o observava, e gritavam enlouquecidos enquanto nosso querido ômega rebelde se revelava finalmente, o coro de fãs para roupas de marcas e estilosas, talvez pensassem que foi tudo tudo por conta de Namjoon e Jimin, que eles são os dois modelos de estilo e moda para Yoongi, mas não. Suga evoluiu sozinho, amadureceu sozinho, sofreu, lutou, cantou, dançou, quebrou a cara, sozinho. Claro que teve a ajuda dos seus amigos, mas sua evolução deve-se somente a ele. Todo o credito dessa revolução, deve-se somente a Yoongi, a única pessoa que controla Suga, afinal, são a mesma pessoa, não?

—SUGA! SUGA! SUGA!

Todo o publico delira e continuam apreciando a musica, até que a mesma termina e Suga desce correndo do palco, tendo todas as atenções voltadas para si. Olha para Jimin e vê o sorriso orgulhoso do mesmo, e assim finalmente descobre que sua essência não pode ser ocultada nem presa, muito menos domada. Suga corre ate Jimin e pula em seu colo, o beijando fervorosamente enquanto o publico grita como se fosse a noticia do ano.

—Gostou?—Suga pergunta inseguro, sem se dar conta da avalanche de sentimentos dentro de seu alfa, apenas sentindo  a agitação do mesmo.

—Claro que gostei, eu amei. Você é maravilhoso... Por que não me trouxe antes?—Jimin fica indignado e Suga apenas sorri.

—Agora temos todo o tempo do mundo para isso, meu amor...—Sussurra antes de beijar Jimin novamente.


Notas Finais


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