História Destinos Traçados - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias A Maldição do Tigre
Tags A Maldição Do Tigre, Kelsey, Kishan, Ren, Universo Paralelo, Yesubai
Exibições 65
Palavras 2.810
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaaa, pessoal!!! Tudo bom????
E aí, como vai a vida de vocês?????

Então, tenho alguns recados MUITO importantes para dar.

1 - Os links das roupas e da música desse cap vão estar nas notas finais;

2 - Também nessas notas finais, vou deixar o link da mansão na Índia, ou pelo menos como eu imaginei. Também vou colocar no primeiro capítulo em que eles vão para a casa. Espero que gostem, sempre pensei nela mais ou menos desse jeito.

3 - Vocês leram a saga Deuses do Egito, da nossa querida Colleen? Eu li, achei maravilhoso, um amor!! Também super me envolvi com os personagens e com a história, leiam, é muito bom. Como gostei muito, pretendo fazer um crossover com Lily, Amon, Asten, Ahmose, Tia, etc, no próximo volume, então é certeza de que eles farão uma pontinha na história em algum momento ;-)

Tomara que gostem desse capítulo!!!

Obrigada por lerem a fic, AMO VCS!!!!!!!!!!!! <3 <3 3

Capítulo 44 - Felicidade


-Churrasco - concordamos por fim.
Passamos o resto da curta viagem conversando alegremente. Cada sorriso, cada risada, cada momento feliz que eu tinha ao lado da minha nova família era incrível. Eu estava amando conhecê-los melhor, cada vez mais. Tudo o que eu queria, eu conquistara novamente. 
Pousamos no aeroporto de Mumbai, que não estava tão cheio quanto antes. Entramos na van que nos levaria até a casa e iniciamos o caminho. 
Com tantas pessoas no carro e o ar leve que pairava entre nós, nem reparamos no transito ou ficamos entediados lá dentro. O tempo passou em um piscar de olhos e logo estávamos chegando em casa.
Desci primeiro, pegando as minhas malas e esperando os outros. Logo, todos se juntaram a mim e caminhamos juntos até a entrada da casa.
-Quem já tem seu quarto, podem deixar as coisas lá - disse o sr. Kadam. - Yesubai e Anamika, escolham qualquer um que esteja desocupado para vocês ficarem pelo menos nesses dois dias que permaneceremos na Índia. 
Assentimos e subimos até o segundo andar. Parei em frente ao meu quarto, abri a porta e deixei as malas lá. Yesubai tinha escolhido um quarto ao lado do de Kishan e Anamika um bem na frente. Já imaginei as brigas que ocorreriam só de os dois acordarem de manhã e olharem um na cara do outro. 
Inspirei profundamente o cheiro suave e delicioso do meu quarto e sentei na cama, fechando os olhos e amaciando a colcha com as mãos. Ouvi uma movimentação na porta. Era Ren, que sorria timidamente.
-O que foi? - perguntei. - Sente-se aqui. 
Ele veio, me abraçou por trás e enterrou o rosto no meu cabelo.
-Vamos fazer o churrasco hoje à tarde. 
-Legal. Estou feliz.
-Eu também - disse ele. - Eu te amo, minha noiva.
Dei risada. Agora tínhamos oficialidade: éramos noivos. 
-Eu te amo mais do que tudo, Alagan Dhiren. Nada nunca vai mudar isso - disse, inalando o seu delicioso perfume natural.
Me desvencilhei de seus braços e me virei de frente para ele. Segurei seu rosto com as mãos e trouxe para perto, dando-lhe um beijo típico de cinema. Depositei com intensidade cada sentimento que eu tinha em relação a Ren naquele beijo. Ele pareceu surpreso, mas logo depois retribuiu o meu ardor. Suas mãos percorreram minhas costas incansavelmente até uma delas pousar em minha cintura. A outra subiu até a minha nuca e agarrou o meu cabelo. 
Pude sentir não só nossos lábios, mas nossas almas conectadas. Nosso interior. Nunca havia imaginado, em meus dezoito anos de vida, que beijar fosse assim: uma recarga sensorial.
Repetimos o beijo até ficarmos ofegantes e o ar nos faltar. Olhei em seus olhos, que me fitavam com uma intensidade que eu adorava ver. Ele sorriu, me abraçou e começou a depositar beijos suaves, mas apaixonados do meu pescoço ao maxilar. Antes que eu pudesse me deleitar com a sensação, alguém bateu na porta.
Me afastei de Ren com um salto e gritei:
-Pode entrar!
Kishan colocou a cabeça dentro do quarto e nos observou com seus olhos dourados. 
-O que vocês estão fazendo aí há... - ele não terminou a frase. Um sorriso sugestivo iluminou suas feições e seus olhos se estreitaram. Lentamente, ele saiu do quarto e fechou a porta. 
Olhei para Ren, que tinha uma feição pálida estampada em seu rosto. 
-Kells, acho que ficamos aqui por mais de duas horas.
Arquejei.
-Nossa.
Um cheiro de carne assada chegou às minhas narinas. 
-Acho que o churrasco está pronto - comentou Ren. - Vamos descer.
-Primeiro, acho que vou colocar um biquíni e uma roupa mais fresca. Das montanhas do Himalaia para as florestas indianas tem uma grande diferença de temperatura.
Ele deu risada. 
-Vou descer então. Te vejo lá em baixo - ele me deu um beijo rápido e saiu. 
Busquei no meu closet um biquíni preto e simples, e foi o que eu coloquei. Por cima, vesti um shorts branco e uma blusa azul bonita. Calcei chinelos e trancei os cabelos, pronta para o churrasco em família. Abri a porta e desci as escadas com cuidado para não tropeçar nos chinelos. Cheguei no andar de baixo e fui até o quintal, onde o sr. Kadam havia acendido a churrasqueira e estava já assando diversos tipos de carnes. A tarde já estava querendo cair e virar noite, e todos estavam reunidos em volta da piscina. Yesubai estava usando um vestido estampado e um biquíni branco por baixo. Kishan estava com um calção preto e Ren com um branco, ambos com camisetas estampadas. Anamika estava com uma canga enrolada em volta do corpo de um jeito muito... selvagem. Parecia que ela não iria perder tão cedo o hábito da floresta.
Me aproximei de Ren e lhe abracei de lado.
-Olá, pessoal - disse, voltada para os outros.
-Boa tarde, srta. Kelsey! - disse o sr. Kadam. - Não sou muito bom com churrascos, mas espero que goste! - ele me ofereceu alguns pedaços de carne dispostos em um prato e eu peguei.
-Ah, claro! - saboreei a comida. - Hum, está boa!
Nem percebi que Yesubai havia entrado na casa e já estava voltando com um imenso pote de farofa. 
-Eu havia esquecido - disse. - Preparei essa farofa como agradecimento por vocês terem me ajudado tanto. Era a minha avó, Isha, quem fazia essa receita. Espero que gostem.
-Mas que amor - disse, sorrindo para ela. - Obrigada, Yesubai.
Ela sorriu de volta e colocou a farofa na mesa ao lado, junto dos outros pratos. 
-Mais alguns minutos e vai estar pronto - advertiu o sr. Kadam.
Assentimos e esperamos cerca de cinco minutos até a carne estar totalmente assada. Nos sentamos à mesa e comemos, sempre conversando, dando risada e descontraindo. O sr. Kadam era um especialista em carnes, apesar de negar, pois o churrasco estava uma delícia e a farofa de Yesubai era uma iguaria. O céu estava azul, sem nuvens, perfeito para um final feliz. Ficamos por horas falando sobre assuntos diversos, sempre com um sorriso no rosto.
Sentados à mesa, perguntei:
-Anamika, o que está achando da vida moderna? 
-Estranha - ela respondeu, e caímos na risada.  - Gosto disso, mas vai ser difícil - admitiu. - Quando vi o trânsito de Mumbai hoje, tive vontade de morrer.
-Você vai se acostumar. Não é tão cheio assim no Oregon - disse Ren, acalmando-a.
-Assim espero - disse.  - Ah, obrigada, Anik, pelo churrasco e Yesubai, pela farofa. Estão muito bons. Mas, quando poderemos desfrutar da piscina?
-Agora mesmo - eu disse, já retirando as minhas roupas e me levantando, ficando de frente para a água. - Vamos?
Ren fez o mesmo e me deu as mãos. Kishan e Yesubai vieram logo depois. Anamika se levantou e começou a desenrolar a canga, exibindo um corpo digno dos deuses. Ela era como uma modelo de capa de revista, com uma mistura de forte guerreira. Não pude deixar de ver os olhares tímidos de Kishan, que tanto a insultara há pouco tempo atrás, em seu corpo de amazona. Ela usava um maiô tribal, combinando muito com a sua personalidade.
Ren pulou primeiro, me puxando junto dele. Yesubai entrou com cuidado, surpreendida por Kishan, que pulou com um baque. Anamika foi logo depois. 
-Não vai entrar, sr. Kadam? - perguntei.
-Hoje não, srta. Kelsey! Vou só ficar olhando a diversão mesmo.
A água estava gelada e refrescante, me fazendo aproveitar cada instante. Eu sabia que era só uma questão de tempo até eu estar de volta para o frio do Oregon. A Índia nunca sairia da minha memória, assim como tudo de bom que aconteceu no país. 
Pegamos uma bola de praia e brincamos de vôlei na água por um bom tempo, sempre rindo. Eu não era muito boa nos esportes, e pelo visto Yesubai e Ren também não eram. Apenas Anamika e Kishan ficaram disputando no final, um olhando feio para o outro.
Em um dos saques, Anamika acertou o rosto de Kishan com a bola com uma força impressionante.
-Ai! Caramba, qual é o seu problema? - perguntou ele em tom de acusação.
-A culpa não é minha se você não aguenta uma bolada - respondeu ela, tranquilamente.
-Sério, por mim você ficava na floresta.
-Por mim, você ficava na base. 
-Eu não acredito que vou morar perto de você. Não acredito mesmo. Você é louca! Minha vida estava indo tão bem, e vocês inventam de colocar esse trambolho do meu lado.
-Esse trambolho salvou a vida de Kelsey, Kishan - disse Ren. - E também nos ajudou a encontrar você.  
Ele bufou como resposta.
-Seu idiota! Se vir você na minha frente no Oregon, vou voltar para a floresta. Prefiro conviver com os tigres do que com você. Garoto mesquinho e idiota. 
Ela saiu da piscina e andou pisando forte até o vestiário. Saí logo em seguida e corri para perto dela.
-Anamika, volte pra lá, por favor - implorei.
-Se eu olhar mais uma vez para o rosto dele, juro que irei matá-lo
Dei risada. 
-Você precisa contornar, Ana, não deixar que esse tipo de coisa te afete - comecei. - Você e Kishan são duas pessoas muito boas que eu adoro, o único problema é que ambos compartilham o mesmo temperamento forte e gosto por brigas. 
Vendo sua expressão de pedra, tentei outra tática.
-Por favor, Ana!! Vamos comer bastante, e tá tão bom lá fora, olha esse calor aqui dentro! Vamos - fiz uma cara de cachorro pidão.
Ela riu.
-Vou por você, Kelsey. Vou tentar não brigar com ele, mas não prometo nada. 
-Obrigada! - exclamei, abraçando-a. Segurei sua mão e voltei saltitando para a piscina. 
Anamika fuzilou Kishan com o olhar, mas depois descontraiu e voltou a nadar. Yesubai puxou assunto com ela e ambas se envolveram numa conversa aparentemente alegre e saudável. Kishan perguntou alguma coisa para o sr. Kadam e este começou a explicar algo. Cheguei perto de Ren, que me abraçou por trás, enterrando a cabeça no meu pescoço.
-Não consigo olhar para as suas costas nuas sem sentir culpa - confessou ele.
-Pare. Não está mais doendo - tranquilizei-o. - Você não teve nenhuma culpa de nada. Eu fiz isso por que eu quis.
Ele ficou quieto por um momento.
-Saiba que eu estou feliz por você estar feliz. Você diz que está bem, então acredito nisso - disse. - Mas te ver machucada me deixa louco de raiva.
-Vamos parar de falar sobre isso? - pedi. - Agora vamos falar só sobre coisas felizes. Garanto que as meninas devem estar falando de algo bem interessante. Vamos lá?
Ele assentiu e nós fomos para perto de Anamika e Yesubai, que estavam falando sobre danças.
-Tentaram me ensinar quando eu era pequena, mas não deu certo. Sempre segui para o lado das armas.
Yesubai riu.
-Sei. Também tentaram me ensinar lutas, sabia? Mas eu sou da arte, não tem jeito. Aprecio muito as artes marciais e quem as pratica, mas nunca consegui. Gosto de dançar.
-Por que não dança para a gente, Yesubai? Eu iria gostar muito - sugeri. 
Um rubor se formou em suas bochechas e ela deu uma desculpa:
-Mas eu não tenho as roupas...
-Eu tenho! - lembrei-me do meu guarda roupa. - Antes de eu vir para cá, me providenciaram um monte de roupas tradicionais indianas. Tenho certeza de que servem em você. 
-Ah...
-Por favor! - pediu Anamika. 
-Tudo bem, então.
Comemoramos, batendo palmas e dando pulinhos. Kishan chegou, passando o braço por cima do ombro de Yesubai.
-O que foi? - perguntou.
-Yesubai vai dançar - respondi, animada.
-De noite.
-Já está anoitecendo, Bai - advertiu Kishan. 
-Vamos sair da piscina daqui a pouco, então eu me troco e danço, pode ser? 
Assentimos, agradecendo por ela dançar para nós. Ficamos ali conversando por mais vinte minutos até que a noite caiu, então decidimos nos trocar. Yesubai e Anamika logo foram para o meu quarto escolher uma roupa, já que elas estavam sem e eu tinha de sobra. Yesubai vasculhou todos os trajes até encontrar um perfeito.
-Vou para o meu quarto vestir - disse, ela, pegando alguns itens de maquiagem. 
Depois que ela se foi, me virei para Anamika.
-O que quer vestir? 
-Não sei. Suas roupas são tão diferentes.
-Pode vasculhar onde quiser. O que achar mais parecido com você pode pegar. Quando chegarmos ao Oregon, vou levar você para a maior loja de roupas da cidade para comprar o que você achar melhor, ok?
-Ahm... ok, obrigada - disse ela, procurando alguma coisa no meu closet. - Ah! Achei!
Anamika segurava nas mãos um vestido com estampa indiana. 
-É o mais próximo do que eu usaria. Com licença, vou ao meu quarto.
-Fique à vontade. 
Ela saiu e então eu fui procurar uma roupa. Coloquei o mesmo shorts de antes e uma camiseta estampada. Calcei chinelos e então estava pronta para descer.
Fui até o andar de baixo e vi uma movimentação no quintal. Aandei até lá e vi que o sr. Kadam havia colocado algumas cadeiras em frente a uma parte plana da área externa. Presumi que fosse onde Yesubai dançaria. Ren e Kishan apareceram ao meu lado e se sentaram nas cadeiras. Sentei ao lado de Ren, guardando a cadeira vazia ao meu lado para Anamika. Seria um erro deixá-la se sentar ao lado de Kishan. 
Ela chegou pouco tempo depois, com o vestido estampado e curto demarcando bem suas curvas.
-Gostou do vestido? - perguntei.
-Está um pouquinho apertado, mas nada que me sufoque. Yesubai vem quando?
-Não sei, talvez... 
Não deu tempo de eu responder. Uma melodia começou a tocar no ambiente e Yesubai apareceu pela porta, tomando lugar no espaço em nossa frente. Ela começou a se mover graciosa e lentamente, até que seus passos se tornaram mais ágeis e astutos, formando a coreografia de uma dança indiana muito bem feita. Deu para ver seus sentimentos depositados em seus passos durante os minutos seguintes. Ela rodopiou pelo espaço parando com um movimento ágil, e então sorriu. Nós aplaudimos e assoviamos, deixando o rosto de Yesubai cheio de rubor. 
-Foi lindo! - gritei. 
-Parabéns, Yesubai - disse Anamika. - Se eu fosse tentar fazer isso, ia acabar matando alguém.
Caímos na risada. 
Kishan se levantou e a abraçou, enlaçando a cintura de Yesubai com os braços. 
-Linda - sussurrou. 
-Obrigado.
Elogiamos muito a dança de Yesubai, rindo do rubor que subia às suas faces. Ren apertou a minha mão em um determinado momento e disse para todos.
-Yesubai terá de nos ensinar a dançar. Sabe, para o casamento.
Foi a minhaa vez de ficar com as bochechas vermelhas. 
-Que casamento?! - perguntou Yesubai, sorrindo.
Kishan abriu um sorriso maroto, de como quem sabe de todas as coisas. 
-Sério?
Ren convencidamente fez que sim com a cabeça. Pegou a minha mão e levantou, mostrando o anel a todos. Com a mão livre, cobri meus olhos, cheia de vergonha.
O sr. Kadam veio me abraçar, feliz por eu estar noiva do seu neto. Fui abraçada diversas vezes pelos meus amigos. Sempre agradecendo com um sorriso envergonhado. Eu não gostava mesmo de ser o centro das atenções.
Sentamos todos ao redor da mesa do quintal, onde o sr. Kadam assou mais algumas carnes e queijo, para o jantar. Agora, discutíamos sobre ter um casamento americano ou tradicional indiano. Todos optaram pelo indiano, inclusive eu, mas nada estava certo ainda. Só começaríamos a pensar nisso quando voltássemos aos Estados Unidos e nos restabelecêssemos. Yesubai disse que iria me ajudar a escolher o vestido e Anamika prometeu a dar à decoração do ambiente um ar mais tropical e selvagem. Kishan disse que queria me levar ao altar, mas concluímos que seria melhor se fosse o sr. Kadam. Agradeci pelas ideias que eles me davam, mas continuava um pouco constrangida. Era inevitável, eles iriam saber uma hora. 
Conversamos sobre isso e tudo a noite toda, o sorriso não largava os nossos lábios e as mãos do meu noivo não largavam as minhas. Amei ver todos se enturmando como uma verdadeira família, inclusive Anamika e Kishan, que até tinham conversado um pouco. Era impossível não sorrir junto com eles, não brilhar os olhos junto com os deles. Eles agora também faziam parte da minha família e de cada momento triste ou feliz que eu passaria em minha vida.
O melhor de tudo foi ver o sorriso orgulhoso e triunfante no rosto de Ren. Seus olhos brilhavam na noite escura, iluminando o meu caminho. Seu sorriso era como a luz no fim do túnel, era como uma vela acessa em um mundo frio de escuridão. Era como se ele tivesse ganhado na loteria, ou então tivesse ganhado num concurso que concorria à um armazém cheio de comida. Ele parecia o homem mais feliz do mundo e eu, particularmente, não poderia encontrar uma mulher mais feliz.

 


Notas Finais




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