História Destiny - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Fantasia
Visualizações 3
Palavras 1.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa é minha primeira historia, eu estou bem empolgada e feliz com ela. Por favor perdoem erros gramaticais.

Capítulo 1 - Como um corvo mudou tudo.


  Acordei com a luz do sol em meu rosto, parece que a noite me esqueci de cobrir a janela com as cortinas. Levantei-me da cama peguei minhas roupas escolares e me dirigi ao banheiro, fiz minhas higienes e logo fui para a cozinha de minha casa a procura de comida, eu moro sozinha desde os meus 16 anos, minha mãe morreu em um acidente de carro e como eu não tinha ninguém da família para cuidar de mim, eu acabei morando sozinha enquanto estudava e começava a trabalhar, afinal eu não conseguiria arrumar dinheiro com mágica.

  Olhei o relógio da parede e percebi que faltava ainda uma hora para minha aula começar, mas resolvi ir do mesmo jeito eu aproveitava o tempo e ia a biblioteca devolver alguns livros. Peguei minha mochila no sofá e minhas chaves, tranquei a casa e ouvi uma vizinha dizer: ‘’Bom dia Ayla‘’, dei um sorriso e dei bom dia a senhora que estava passeando com um cãozinho. Continuei meu caminho, eu morava em uma cidade pequena minha escola ficava depois de um pequeno trecho de árvores que a prefeitura nunca quis cortar, mas era bonito e fresco eu gostava de passar por ali. Enquanto me dirigia para a entrada do pequeno ‘’bosque’’ senti como se alguém estivesse me olhando por isso olhei para os lados a procura de alguém, como eu havia pensado ninguém estava ali.

  Continuei meu trajeto, isso deveria ser coisa da minha cabeça. O bosque era um lugar calmo, principalmente esse horário já que eram poucos adolescentes que acordavam cedo para ir à escola. Eu gostava de como os cuidadores do lugar deixavam a passagem em terra fresca ao invés de asfaltar, de como nos arbustos nesta época do ano floresciam lindas e pequenas flores azuis, e principalmente do cheiro que o lugar emanava. Era um cheiro amadeirado e adocicado, um cheiro único. Assim que acordei de meus devaneios ouvi um canto de algum pássaro, parei um pouco para tentar adivinhar que espécie era. Reconheci ser um corvo e em um piscar de olhos vi um grande corvo negro em uma das árvores, me aproximei e a grande ave abriu as assas e começou a voar para dentro do bosque, eu não sei por que mas senti uma imensa vontade de seguir o corvo. E foi isso que eu fiz, mais rápido do que imaginei corri em direção ao corvo que parecia a todo minuto olhar para trás, como se quisesse ter certeza que eu estava o seguindo. Eu percebi que o bosque parecia maior agora, como se tivesse aumentado de tamanho afinal já faziam minutos em que eu corria sem parar e minhas pernas já estavam se cansando. 

  Quando me dei conta eu estava chegando perto de uma clareira, por isso diminui a velocidade até estar parada me recuperando da longa corrida, o corvo pousou em cima de uma pedra bem no centro onde as árvores não tapavam a luz do sol formando um círculo de luz em volta da pedra. Como se eu estivesse hipnotizada fui me aproximando da pedra e assim que estava a um metro de distância senti alguém atrás de mim, assim que me virei eu ouvi: ’’ Animi deliquo oborto ‘’ e cai no chão.

  Despertei e senti uma forte dor de cabeça e logo me veio a lembrança do corvo e da pessoa que me fez desmaiar, olhei ao redor e o quarto onde eu estava era totalmente diferente do meu e qualquer outro quarto normal.  A cama era macia mas parecia ser feita com peles de animais, tudo ao redor era feito de madeira e pedra, havia um ‘’ porta espadas ‘’ com armas esquisitas. Me levantei com calma da cama e fui ver de perto aquelas armas, havia uma adaga feita de osso, uma espada de dois cumes com uma caveira desenhada e um machado negro com algumas escritas em uma língua que não reconheci. Ouvi som de passos e vozes vindo em minha direção e assim que vi duas sombras pelo vão da porta me assustei e como instinto peguei a adaga para tentar me defender de o que quer que apareça ali. A porta abriu e eram dois homens com roupas esquisitas, o primeiro e mais velho vestia uma túnica azul e branca e carregava um cajado de ferro e na ponta um símbolo em forma de meia lua. Já o outro um pouco mais jovem vestia roupas pretas e não carregava nada consigo. Ambos me olharam como se estivessem surpresos por estar de pé. Me cansei de esperar e parti para o ataque mas tudo foi por água abaixo com apenas uma palavra muito esquisita o homem velho me parou: ‘’ Stationarius ‘’. E assim não consegui mais mover meu corpo não importava o quanto eu tentasse.

  O homem se aproximou tirou a adaga de minha mão e disse com calma:

- Fique calma garota não vamos te machucar.

- Q- quem são vocês? Onde estou?

- Tudo vai ser explicado no momento certo criança apenas saiba que está em segurança aqui. – E com um manuseio de mão ele desfez o que tinha feito e eu voltei a me movimentar.

- Precisamos que venha conosco até o grande salão. Isso se não estiver muito cansada.

- Não, não estou. Mas tenho perguntas! E exijo respostas!

- Criança por favor. Não nos obrigue a piorar esta situação.

 Fiquei um pouco receosa mas me dirigi até a porta, como um pedido mudo de ''vamos logo com isso''. Caminhei com eles, até onde eles disseram ser o grande salão. Fiquei impressionada com o tamanho do lugar, parecia não ter fim a cada corredor. Até que chegamos a uma grande porta de madeira, o homem abriu ela com cuidado e assim eu pude ter a visão do enorme lugar. Era lindo, o piso era branco, paredes enfeitadas com um estandarte azul e no teto havia um belo e enorme lustre. O local era iluminado por velas flutuantes e no fundo da sala havia um grande trono com uma mulher sentada nele. Conforme fomos nos aproximando eu pude ver melhor a senhora sentada, era uma velha com um belo vestido branco e joias nas mãos e pescoço. 

  Quando ficamos de frente para o trono os dois homens fizeram uma reverencia a mulher e como eu não queria desrespeitar a moça me curvei também. Então a senhora disse: 

- Por favor não é necessária tanta formalidade.

- Vossa majestade, trouxemos a garota de quem falou.

- Vejo que sim, por favor nos deixe a sós.

 Assim os homens se retiraram do salão, no momento em que as portas se fecharam a velha começou colocou uma mão no queixo e a outra permaneceu no trono e começou a me olhar, parecia que estava me analisando. Depois de alguns segundos disse:

- Minha querida Ayla, você sabe por que está aqui?.

- C- como sabe meu nome?

- Responda a pergunta.

Engoli em seco mas respondi:

- Não.

- Isso é bom... e ruim ao mesmo tempo.

- Como eu não saber ONDE estou é bom e ruim?

- Se não é isso o que seria?

- Apenas RUIM ORA! EU QUERO RESPOSTAS! ONDE ESTOU? QUEM É VOCÊ?

- NÃO OUSE LEVANTAR O TOM DE VOZ COMIGO MENINA INSOLENTE! _ A velha se levantou e apontou o dedo para mim enquanto gritava. Mas não foi por isso que baixei minha guarda. Olhei para ela com ódio enquanto ela suspirava e voltava a se sentar.

- Quer respostas criança? Tudo bem então, você está no Reino de Duollon. Um reino pacífico e de uma historia grande e origem desconhecida. Já para sua pergunta, EU sou a Rainha, e tenho TODO o poder de mandar qualquer um passar pelo menos 30 noites no calabouço por desacato á rainha. Entendeu bem senhorita Ayla?

Meu ódio e medo nessa frase foi tão grande que tudo o que fiz para responder foi dar um aceno positivo de cabeça baixa.

- Ótimo. Estamos entendidas. Agora vá para seus aposentos e NÃO ME PERTURBE DURANTE TRÊS DIAS ENTENDEU? 

- Sim, majestade. MAS, infelizmente eu não faço a menos ideia de onde são meus aposentos.

- Tem uma criada lhe esperando na porta. AGORA VÁ!

 Me virei e segui reto para as portas. E como a velha disse havia uma mulher com um vestido de empregada me esperando. Segui ela por um caminho diferente do anterior, bom eu acho que é. Assim que chegamos em um corredor com várias portas ela abriu uma e me indicou a entrar. Era um quarto diferente do outro, era maior com uma cama de pelos brancos um grande guarda-roupa e a única coisa que os quartos tinham de iguais era o ''porta espadas''.  A mulher me desejou uma ótima tarde e disse que qualquer coisa era só gritar e saiu do quarto, fechando as portas de madeira.  Me deitei e comecei a pensar. A rainha do reino era uma vaca que só sabe gritar, estava em um reino de não sei o que e o pior de tudo, não fui para a escola. E cheguei a mais lucida conclusão. É melhor eu dormir e acordar logo desse sonho esquisito. Assim que me virei senti o sono chegar e fechei os olhos esperando que quando acordasse estaria em casa na minha cama e estaria atrasada para a escola.

Mas parece que o meu destino não queria que as coisas fossem assim.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui. Deixem nos comentários suas sugestões e suas opiniões.
Muito obrigada.


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